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	<title>Bahaipedia - Contribuições do utilizador [pt]</title>
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	<subtitle>Contribuições do utilizador</subtitle>
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		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Promulga%C3%A7%C3%A3o_da_Paz_Universal&amp;diff=4783</id>
		<title>Promulgação da Paz Universal</title>
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		<updated>2023-11-16T15:49:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A adicionar: es:La Promulgación de la Paz Universal&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A &#039;&#039;&#039;Promulgação da Paz Universal&#039;&#039;&#039; é uma compilação de 139 palestras e discursos extemporâneos dados por [[‘Abdu’l-Bahá]] sobre os princípios fundamentais da revelação e dos ensinamentos de [[Bahá&#039;u&#039;lláh]] - princípios que formam as bases da paz universal que Bahá’u’lláh havia prometido. Entre os diversos assuntos discutidos estão a vinda de uma nova raça humana, a unidade e a continuidade dos [[Manifestantes de Deus]], e a unidade da religião como uma força social para estabelecer a ordem mundial e a paz. Estas palestras foram dadas por ‘Abdu’l-Bahá durante 1912 com a visita feita aos [[Estados Unidos]] e [[Canadá]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboço}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{baha&#039;i-2}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[categoria:Obras de ´Abdu&#039;l-Bahá]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Promulgation of Universal Peace]]&lt;br /&gt;
[[es:La Promulgación de la Paz Universal]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Palestras_de_%60Abdu%27l-Bah%C3%A1&amp;diff=4782</id>
		<title>Palestras de `Abdu&#039;l-Bahá</title>
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		<updated>2023-11-16T15:49:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A adicionar: es:La Sabiduría de ‘Abdu’l-Bahá&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Ficheiro:Palestras paris.jpg|100px|left]]&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;Palestras de Abdu&#039;l-Bahá&#039;&#039;&#039;&#039;&#039; é um livro transcrito das palestras dadas por [[´Abdu&#039;l-Bahá]] enquanto estava em Paris. Abdu&#039;l-Bahá não leu e autenticou os transcrito de suas palestras em Paris, sendo este um trabalho de autenticidade desconhecida. [[Shoghi Effendi]], o Guardião da [[Fé Bahá&#039;í]] disse que enquanto os textos não foram autenticados, as compilações ainda podem ser usadas pelos Bahá&#039;ís e em um trabalho futuro poderá ser localizado cada parte autêntica das palestras de Abdu&#039;l-Bahá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboço}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{baha&#039;i-2}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Obras de ´Abdu&#039;l-Bahá]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Paris Talks]]&lt;br /&gt;
[[es:La Sabiduría de ‘Abdu’l-Bahá]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
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		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Ep%C3%ADstolas_do_Plano_Divino&amp;diff=4781</id>
		<title>Epístolas do Plano Divino</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Ep%C3%ADstolas_do_Plano_Divino&amp;diff=4781"/>
		<updated>2023-11-16T15:49:22Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A adicionar: es:Tablas del Plan Divino&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Epístolas do Plano Divino&#039;&#039;&#039; refere-se a coletânea de 14 cartas (epístolas) escritas entre setembro de 1916 e março de 1917 por [[´Abdu&#039;l-Bahá]], para os Bahá&#039;ís dos Estados Unidos e Canadá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
`Abdu&#039;l-Bahá mencionou pelo nome, nessas Epístolas, cerca de 120 territórios e ilhas, aos quais a mensagem de Bahá&#039;u&#039;lláh deveria ser levada. Quando revelou estas Epístolas, os bahá&#039;ís residiam em apenas 35 países e a Ordem Administrativa estava ainda no início de seu desenvolvimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboço-bahá&#039;í}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Obras de ´Abdu&#039;l-Bahá]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Tablets of the Divine Plan]]&lt;br /&gt;
[[es:Tablas del Plan Divino]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Igualdade_dos_g%C3%AAneros&amp;diff=4780</id>
		<title>Igualdade dos gêneros</title>
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		<updated>2023-11-16T15:45:06Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A adicionar: vi:Bình đẳng nam nữ&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ensinamentos}}&lt;br /&gt;
Um dos princípios sociais a que [[Bahá&#039;u&#039;lláh]] enfatizou como um meio de suma importância para o progresso material e espiritual da humanidade é a &#039;&#039;&#039;igualdade de direitos e oportunidades para homens e mulheres&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ensinamentos==&lt;br /&gt;
===O princípio da igualdade dos gêneros===&lt;br /&gt;
De acordo com os ensinamentos bahá&#039;ís, proclamar a igualdade não é negar que existem diferenças, como as físicas, as das aspirações ou qualquer outra, mas reconhecer seus papéis complementares na sociedade.&lt;br /&gt;
[[`Abdu&#039;l-Bahá]], em uma reunião da &#039;&#039;Women´s Freedom League&#039;&#039; (Liga para a Liberdade das Mulheres)-Londres, 1913:&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;A humanidade assemelha-se a uma ave com suas duas asas - uma é o homem, a outra a mulher. A ave, a menos que ambas as asas sejam fortes e impelidas por uma força comum, não pode voar rumo ao céu. De acordo com o espírito desta época, as mulheres devem progredir e cumprir sua missão em todos os setores da vida, tornando-se de igual para igual ao homem. Devem estar no mesmo nível que os homens e usufruir de direitos iguais. Esta é minha mais ardente prece, e é um dos princípios fundamentais de Bahá&#039;u&#039;lláh.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===O papel da mulher no avanço da humanidade===&lt;br /&gt;
Os escritos Bahá&#039;ís aludem que a desigualdade não retarda somente o avanço da mulher, mas o progresso da própria civilização. Afirmam ainda enfaticamente que a base das próprias guerras serão abolidas quando &amp;quot;todo gênero humano tiver recebido a mesma oportunidade de educação e a igualdade entre mulheres e homens for estabelecida.&amp;quot;&amp;lt;ref name=&amp;quot;bahaibr&amp;quot;&amp;gt;A Igualdade entre homens e mulheres [http://www.bahai.org.br/virtual/passaro.htm Declaração da Comunidade Bahá&#039;í do Brasil] (visitado em 27/12/2006)&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
Os ensinamentos de Bahá&#039;u&#039;lláh reforçam a questão sobre a importância da mulher, tanto no papel de mãe, quanto nos mais diversos setores da sociedade, incluindo os campos da ciência e da política. Assume de forma audaciosa a questão de que as mulheres não fomentam guerras e são promulgadoras da paz:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Assim chegará o momento em as mulheres participarão igual e totalmente nas questões do mundo. Quando elas entrarem confiante e eficazmente na grande arena de leis e políticas, as guerras cessarão; porque a mulher será um obstáculo e um impedimento para a guerra.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa igualdade, no princípios da Fé Bahá&#039;í, deve ainda rearranjar aspectos fundamentais da sociedade, como as leis, a economia e a política. As características do passado relacionado à manutenção de domínios e competitividade, regidos pela força física e opressão psicológica, deverá por obrigação moral, ser suplantado pela cooperação e consulta, exigindo uma transformação &amp;quot;no coração humano&amp;quot;.&amp;lt;ref name=&amp;quot;bahaibr&amp;quot;/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;O mundo, no passado, foi regido pela força, e o homem dominou a mulher por ser mais impetuoso e agressivo de mente e corpo. Mas o equilíbrio já está mudando; a força está perdendo seu domínio, a agilidade mental, a intuição e as qualidades espirituais de amor e serviço, nas quais as mulheres são fortes, estão ganhando ascendência. Conseqüentemente a nova era será menos masculina e mais permeada com os ideais femininos... uma era em que elementos masculinos e femininos da civilização serão mais equilibrados.&amp;quot;&amp;lt;ref name=&amp;quot;bahaibr&amp;quot;/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Educação===&lt;br /&gt;
A educação, nos ensinamentos bahá&#039;ís, também deve ser considerado pela humanidade como de grande importância para o desenvolvimento real do indivíduo enquanto ser humano e coletivamente quando da sociedade. A educação deve ser propriamente eficaz para meninos e meninas, o treinamento correto das crianças faze-as desenvolverem-se no caminho da retidão, enquanto que o errado leva-as aos transtornos do erro. Considera-se ainda que as meninas devem ser guiadas mais enérgicamente, visto que no devido tempo poderão ocasionalmente ter filhos e serão assim as primeiras educadoras de suas crianças.&amp;lt;ref&amp;gt;Esslemont, John E., [[Bahá&#039;u&#039;lláh]] e a nova era&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Figuras femininas que se destacaram na história bahá&#039;í==&lt;br /&gt;
A história da Fé Bahá&#039;í considera inúmeras mulheres como, de fato, heroínas em seu tempo. Entre elas encontram-se [[Táhirih]], [[Bahíyyih Khánum]], [[Martha Root]], [[Lidia Zamenhof]], entre outras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Táhirih===&lt;br /&gt;
Ver artigo principal: [[Táhirih]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acredita-se que Táhirih tenha sido uma das primeiras, ou a primeira mulher a proclamar a igualdade de direitos entre homens e mulheres no mundo. Chamou a atenção principalmente pelo fato dela ter aparecido em público sem o véu - na Pérsia isso era, e ainda é inaceitável - isso ocorreu quando foi declarado a natureza independente da [[Fé Babí]] em relação ao [[Islã]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;Abdu&#039;l-Bahá diz:&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
:&amp;quot;Entre as mulheres de nosso tempo encontra-se Qurratu&#039;l-&#039;Ayn (Táhirih) filha de um sacerdote maometano. No tempo do aparecimento do [[Báb]], ela mostrou tão tremenda coragem e poder que todos os que a ouviam ficavam pasmos. Abondonou o uso do véu, a despeito do costume imemorial das mulheres da Pérsia, e embora fosse considerado indecoroso uma mulher se dirigir a um homem, essa heroína sustentava controvérsias com os mais eruditos, e vencia-os em cada debate. O governo da Pérsia fê-la prisioneira; ela foi apedrejada nas ruas, anatematizada, exilada de cidade a cidade sob ameaça de morte, porém, jamais vacilou em sua determinação de trabalhar pela liberdade de suas irmãs. Suportou perseguição e sofrimento com o maior heroísmo; mesmo na prisão conseguiu adeptos. A um ministro da Pérsia, em cuja casa estava aprisionada, disse: &amp;quot;&#039;&#039;&#039;Podeis matar-me tão cedo quando quiserdes, mas não impedir a emancipação da mulher.&#039;&#039;&#039;(1852)&amp;quot; Finalmente chegou a termo sua vida trágica; conduziram-na a um jardim onde a estrangularam.. Deu sua vida com tal magnanimidade e coragem que surpreendeu e emocionou a todos que a viram. Era de fato uma grande heroína. (..)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Bahíyyih Khánum===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bahíyyih Khánum, filha de Bahá&#039;u&#039;lláh. Depois da morte de `Abdu&#039;l-Bahá, [[Shoghi Effendi]], foi responsável por continuar o trabalho relativo ao Convênio da Fé Bahá&#039;í, mas durante certo tempo passou por um período de meditação devido ao passamento de seu avô. Durante esse tempo, Bahíyyih Khánum assumiu o papel de líder ativo da Fé Bahá&#039;í, uma posição rara para uma mulher daquela época.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O poder da igualdade==&lt;br /&gt;
&#039;Abdul&#039;-Bahá diz:&lt;br /&gt;
:&amp;quot;Dentro em breve elas receberão seus direitos. Os homens olharão com toda seriedade para as mulheres, portando-se com dignidade, aprimorando a vida civil e política, opondo-se à guerra, reclamando o direito de sufrágio e oportunidades iguais. É minha expectativa ver-vos progredir em todas as fases da vida; então sereis coroadas com o diadema da glória eterna.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Notas==&lt;br /&gt;
{{reflist}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Ensinamentos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Gender equality]]&lt;br /&gt;
[[vi:Bình đẳng nam nữ]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=%E2%80%98Al%C3%AD-Muhammad_Varq%C3%A1&amp;diff=4779</id>
		<title>‘Alí-Muhammad Varqá</title>
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		<updated>2023-11-16T15:42:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A adicionar: de:`Alí-Muhammad Varqá, ru:Али-Мухаммад Варка A modificar: en:‘Alí-Muḥammad Varqá&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Infobox hand of the cause&lt;br /&gt;
|name          = ‘Alí-Muhammad Varqá&lt;br /&gt;
|image         = Dr_Ali-Muhammad_Varqa.jpg&lt;br /&gt;
|image_size    = 200px&lt;br /&gt;
|caption       = &lt;br /&gt;
|birth_name    = &lt;br /&gt;
|birth_date    = 1 de Janeiro de 1912&lt;br /&gt;
|birth_place   = Teerã, Irã&lt;br /&gt;
|death_date    = 22 de Setembro de 2007&lt;br /&gt;
|death_place   = [[Haifa]], [[Israel]]&lt;br /&gt;
|resting_place = Cemitério Bahá&#039;í, Haifa&lt;br /&gt;
|known_for     = &lt;br /&gt;
|education     = &lt;br /&gt;
|occupation    = &lt;br /&gt;
|nsa_member    = &lt;br /&gt;
|ibc_member    = &lt;br /&gt;
|custodian     = &lt;br /&gt;
|title         = Fideicomissário do [[Huqúqu&#039;lláh]], 1938&amp;lt;br&amp;gt;[[Mão da Causa]]&lt;br /&gt;
|appointedby   = [[Shoghi Effendi]], 1951&lt;br /&gt;
|spouse        = &lt;br /&gt;
|children      = &lt;br /&gt;
|parents       = &lt;br /&gt;
|footnotes     = &lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Dr. ‘Alí-Muhammad Varqá&#039;&#039;&#039; (1 de Janeiro de 1912 - 22 de Setembro de 2007) (&#039;&#039;&#039;دكتور علي محمد ورقا&#039;&#039;&#039;) foi a [[Mão da Causa]], e também um fideicomissário do [[Huqúqu&#039;lláh]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dr. Varqá nasceu em 1912 em Teerã, Irã. Ele nasceu em uma família [[bahá&#039;í]] persa distinta. Seu avô, de quem ele recebeu o nome foi um dos [[Apóstolos de Bahá&#039;u&#039;lláh]] e seu pai [[Valíyu&#039;lláh Varqá]], também foi um fideicomissário do [[Huqúqu&#039;lláh]] e uma [[Mão da Causa]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dr. Varqá obteu seu doutorado na Sorbonne em Paris em 1950, ensinou nas universidades iranianas de Tabriz e Teerã, e serviu a comunidade bahá&#039;í em vários setores administrativos. Em 1979 ele mudou-se para o [[Canadá]], e depois estabeleceu-se em Haifa para servir no [[Centro Mundial]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dr. Varqá viajou para muitos países primeiramente como representante de [[Shoghi Effendi]], e depois da [[Casa Universal de Justiça]]. Nessa possibilidade, Dr. Varqá atendeu a [[Conferência Nacional]] da Bélgica, Luxemburgo, Congo, Ilhas Maurício, República Centro-Africana, Santa Lúcia, St. Vincent, Tchecoslováquia, Groenlândia, Ucrânia, Bielorússia e Moldávia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dr. Varqá teve três filhas e seis irmãos. Seu funeral tomou lugar na manhã de 24 de Setembro, com o enterro no cemitério bahá&#039;í de Haifa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboco}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;references-small&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
*[http://news.bahai.org/story/579 Baha&#039;i world loses most distinguished member.]  Bahá’í World News Service, [[September 24]], [[2007]].&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
|author=Taherzadeh, Adib&lt;br /&gt;
|year=1987&lt;br /&gt;
|title=The Revelation of Bahá’u’lláh, vol. 4&lt;br /&gt;
|publisher=George Ronald&lt;br /&gt;
|id=ISBN 0853982708&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |first=Barron&lt;br /&gt;
 |last=Harper&lt;br /&gt;
 |year=1997&lt;br /&gt;
 |title=[[Lights of Fortitude]]&lt;br /&gt;
 |edition=Paperback&lt;br /&gt;
 |publisher=George Ronald&lt;br /&gt;
 |location=Oxford, UK&lt;br /&gt;
 |id=ISBN 0853984131&lt;br /&gt;
 }}&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{baha&#039;i-2}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[categoria:Mãos da Causa de Deus]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[de:`Alí-Muhammad Varqá]]&lt;br /&gt;
[[en:‘Alí-Muḥammad Varqá]]&lt;br /&gt;
[[ru:Али-Мухаммад Варка]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=%C3%81s%C3%ADyih_Kh%C3%A1num&amp;diff=4778</id>
		<title>Ásíyih Khánum</title>
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		<updated>2023-11-16T15:41:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A adicionar: fr:Ásíyih Khánum&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Infobox Person&lt;br /&gt;
| name        = Ásíyih Khánum   &lt;br /&gt;
| image       = &lt;br /&gt;
| caption     = &lt;br /&gt;
| birth_name  = &lt;br /&gt;
| data_de_nascimento  =  1820&lt;br /&gt;
| local_de_nascimento = Yarlúd, Pérsia &lt;br /&gt;
| data_de_falecimento  =  1886 (66 anos) &lt;br /&gt;
| local_de_falecimento = Haifa, Israel&lt;br /&gt;
| Título(s)       = A Folha Mais Exaltada&lt;br /&gt;
| occupation  = &lt;br /&gt;
| nationality = &lt;br /&gt;
| religião   = [[Fé Bahá&#039;í]]&lt;br /&gt;
| esposo      = [[Bahá&#039;u&#039;lláh]] (1835- 1886)&lt;br /&gt;
| filho(s)    = [[‘Abdu’l-Bahá]], [[Bahíyyih Khánum]], [[Mírzá Mihdí]] (entre outros) &lt;br /&gt;
| pais     = [[Mírzá Ismá&#039;il-i-Vazir]]}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Ásíyih &amp;lt;u&amp;gt;Kh&amp;lt;/u&amp;gt;ánum&#039;&#039;&#039; (c. 1820-1886) (آسیه خانم), que depois foi bastante conhecida como &#039;&#039;&#039;Navváb&#039;&#039;&#039;, é a primeira esposa de [[Bahá’u’lláh]] e a mais conhecida. Ela era a filha de um nobre chamado Mirza Isma&#039;il-i-Vazir. Entre os bahá’ís ela é vista como um exemplo perfeito de mulher, semelhante a [[Maria]] no Cristianismo, ou [[Khadijah]] no Islã. Contemporâneos descrevem-na como uma grande beleza. Sua filha Bahíyyih Khánum descreve na &amp;quot;Estrada Escolhida&amp;quot;;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Eu primeiro lembro dela, alta, esbelta, graciosa, olhos azuis escuro - uma pérola, uma flor entre mulheres&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela e [[Bahá&#039;u&#039;lláh]] casaram-se entre 24 de Setembro e 22 de Outubro de 1835, em Teerã. Ela teve sete filhos, sendo que apenas três viveram até a idade adulta. Bahá&#039;u&#039;lláh com respeito conhecia e a chamava de Navváb, o que era um termo de respeito que os persas nobres chamavam suas esposas. Bahá&#039;u&#039;lláh também com amor chamava ela de &#039;&#039;&#039;Buyuk Khánum&#039;&#039;&#039;. Os três filhos dela que sobreviveram até a idade adulta;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Abbás&#039;&#039;&#039; ([[‘Abdu’l-Bahá]])- Casou-se com [[Munírih Khánum]]&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Bahá’íyyih&#039;&#039;&#039; ([[Bahíyyih Khánum]])- Permaneceu solteira&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Mihdí&#039;&#039;&#039; ([[Mírzá Mihdí]])- morreu na juventude (idade 22) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela recebeu o título de &#039;&#039;Navváb&#039;&#039; de [[Bahá’u’lláh]]. Bahá&#039;u&#039;lláh também deu o título a ela de a &#039;&#039;Folha Mais Sublime&#039;&#039; e declarou ser &amp;quot;associado perpétuamente em todos os mundos de Deus.&amp;quot; Quando a família alugou e depois de adquiriu then a [[Mansão de Bahjí]], ela ficou na [[Casa de ‘Abbúd]]. Ela faleceu em 1886 em [[‘Akká]]. Ela foi sepultada em um novo túmulo próximo de [[Mírzá Mihdí]] nos jardins abaixo do [[Arco]] no [[Monte Carmelo]] em [[Haifa]], no dia de Natal em 1939 por [[Shoghi Effendi]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |author=Smith, Peter&lt;br /&gt;
 |year=1999&lt;br /&gt;
 |title=A Concise Encyclopedia of the Bahá’í Faith&lt;br /&gt;
 |publisher=Oneworld Publications&lt;br /&gt;
 |location=Oxford, UK&lt;br /&gt;
 |id=ISBN 1851681841&lt;br /&gt;
 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |author = Cameron, G.&lt;br /&gt;
 |coauthors = &amp;amp; Momen, W.&lt;br /&gt;
 |year = 1996&lt;br /&gt;
 |title = A Basic Bahá’í Chronology&lt;br /&gt;
 |publisher = George Ronald&lt;br /&gt;
 |location = Oxford, UK&lt;br /&gt;
 |id = ISBN 0853984022&lt;br /&gt;
 }} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{baha&#039;i-2}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Família de Bahá&#039;u&#039;lláh|A]]&lt;br /&gt;
[[category:Individualidades Bahá&#039;ís|A]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[de:Ásíyih Khánum]]&lt;br /&gt;
[[en:Ásíyih Khánum]]&lt;br /&gt;
[[fr:Ásíyih Khánum]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
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		<title>Vietnã</title>
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		<updated>2023-11-16T15:41:31Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A adicionar: vi:Việt Nam&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{baha&#039;i}}&lt;br /&gt;
A &#039;&#039;&#039;Fé Bahá&#039;í na República Socialista do Vietnã&#039;&#039;&#039; começou em uma fase tardia da Primeira Guerra da Indochina. A história do desenvolvimento da [[Fé Bahá&#039;í]] no Vietnã veio através da [[Índia]]. A primeira bahá&#039;í no Vietnã foi [[Shirin Fozdar]],[1] que chegou em fevereiro de 1954, que foi seguido por períodos de grande crescimento para a religião na década de 1950 e 1960. Com a chegada do comunismo a prática da religião foi banida, mas a partir de 2007 a religião foi novamente reconhecida pelo Estado, permitindo que os crentes bahá&#039;ís tivessem a liberdade de religião.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==História==&lt;br /&gt;
===Primeiros anos===&lt;br /&gt;
A primeira menção da religião no Vietnã, é provável que tenham vindo de [[Martha Root]] quando visitou o Vietnã em torno de 1924. [2] A mais provável pessoa a ter sido primeira a realizar [[pioneirismo]] no país era [[Shirin Fozdar]]; sendo que Shirin Fozdar nasceu na comunidade bahá&#039;í da [[Índia]] durante o início dos anos 1900 e ganhou destaque quando serviu como um membro da [[AEN:Índia|Assembleia Espiritual Nacional dos Bahá&#039;ís da Índia]] de 1936 a 1951. Sua principal área de atividade em 1925 a 1950 estava em uma grande comunidade de Untouchable e Harijans em Ahmedabad.[1]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1950, Fozdar e seu marido se voluntariaram para ir a [[Cingapura]] (então parte da Federação da Malásia) para satisfazer o desejo de [[Shoghi Effendi]] de expandir a religião para o Sudeste Asiático. A primeira [[Assembleia Espiritual Local]] no Sudeste Asiático foi fundada em Cingapura em 1952, exatamente dois anos após a sua chegada. Em fevereiro de 1954, Fozdar foi para Saigon, hoje Ho Chi Minh, no Vietnã, e depois para o [[Camboja]] para estabelecer a religião nesses dois países, ela recebeu uma medalha de ouro do príncipe Sihanouk de Camboja por suas palestras inspiradoras. [1]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Fase de expansão===&lt;br /&gt;
Durante os anos 1950 e 1960, a [[Fé Bahá&#039;í]] se espalhou rapidamente no Vietnã, e os países vizinhos da [[Indonésia]], [[Malásia]], e as [[Filipinas]].[3] De 1957 a 1963, a comunidade bahá&#039;í no Vietnã tinha mais do que o triplo de aderentes (incluindo entre os povos de Koho, Tho, Anamita e Cham) e várias escolas foram estabelecidas.[4] Em 1957, o casamento certificado foi reconhecido no Vietnã.[5] Em 1962, 16 Assembleias Espirituais Locais foram formadas, e em 1963 havia mais de 40 (e talvez mais de 100) Assembleias Espirituais no Sul do Vietname.[6] Em 1963 também houve seis Centros Locais Bahá&#039;í ou Hazíratu&#039;l-Quds, em Saigon e Da Nang, e mais propriedades, incluindo aqueles haviam sido comprados para os Centros Locais no futuro .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1958, o casal bahá&#039;í afro-americano Dempsey e Adrienne Morgan chegaram no Vietnã depois de se tornarem bahá&#039;ís em setembro de 1955 e nos anos seguintes ajudaram a estabelecer os procedimentos administrativos entre as Assembleias Espirituais Locais do Vietnã.[7] Durante a sua estada no Vietnã, os Morgans também identificaram Bahá&#039;u&#039;lláh, como o Buda Maitreya, que na tradição budista é o sucessor de Gautama Buda e que estaria para aparecer na Terra, para atingir a iluminação completa, e ensinar o Dharma puro.[7][8] Durante este período de crescimento um número de monges budistas também se tornaram bahá&#039;ís.[8] Após este tempo, houve uma série de conflitos para as comunidades bahá&#039;ís no Sudeste Asiático. Em alguns países, como a [[Indonésia]] e Vietnã, os bahá&#039;ís ficaram sob perseguição, enquanto outros países estavam em expansão contínua.[3] Por exemplo, em 1959, o governo do Vietnã do Sul prendeu toda a Assembleia Espiritual Local de Saigon e obrigaram a família Morgan a deixarem o país. Eles puderam visitar Saigon novamente, quando [[Rúhíyyih Khanum]] visitou a cidade em 1961. Havia também um boletim de notícias local, o Bahá&#039;í News que continua sendo publicado até hoje.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Período da Guerra do Vietnã==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o número de Assembleias Espirituais Locais Bahá&#039;í do Vietname aumentaram, a [[AEN:Vietnã|Assembleia Espiritual Nacional dos Bahá&#039;ís do Vietnã]] foi formada em 1964. [9] Com a guerra do Vietnã, havia um número de bahá&#039;ís americanos que estavam presentes no Vietnã entre os integrantes do Exército americano, mas seguindo o ensinamento bahá&#039;í de reverência a vida, os bahá&#039;ís foram solicitados a evitarem cargos de combates para não ser colocados em uma posição de tirar a vida do outro, e assim os bahá&#039;ís americanos serviram como funcionários e na área médica. [10] [11] [12] [13] Durante o período da guerra, os esforços do ensino no Vietnã particularmente atraíram povos de etnia chinesa e Hmong Hill [14] . A comunidade Baha&#039;i continuou a crescer até o fim da guerra em 1975, época em que havia uma estimativa de 200.000 bahá&#039;ís no sul do Vietnã. [15]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Proscrição Jurídica==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o regime comunista no Vietnã se espalhou após a queda de Saigon, em abril de 1975, a prática aberta da [[Fé Bahá&#039;í]] foi proibida, uma situação que se manteve inalterado desde a reunificação de 1975 até 1992. Após 1992, os bahá&#039;ís em certas localidades relataram estar autorizados a praticar a sua fé em silêncio e sem o assédio significativo, citando as boas relações com as autoridades locais, até mesmo reuniões em salas de reunião informal com permissão local. Em outras localidades, no entanto, as dificuldades permaneceram, por exemplo, em Da Nang, os bahá&#039;ís foram incapazes de obter o parecer favorável das autoridades que lhes permitesse solicitar o registro oficial das atividades religiosas. [16] [17] O número de crentes caíram acentuadamente durante esse tempo de ostracismo, até que em 2007 havia somente 6.880 bahá&#039;ís conhecidos. [15] [18] Milhares de bahá&#039;ís se mudaram como refugiados do Vietnã, Laos e Camboja para os Estados Unidos durante a década de 1970. [19] Outras contagens pela Enciclopédia Cristã Mundial estimava cerca de 300.000 bahá&#039;ís no Vietnã em 2000. [20]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto o Vietnã havia ratificado o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos (PIDCP), que tem disposições para a liberdade religiosa (artigo 18), [21] e na Constituição os códigos vietnamita anteriormente descreviam esse tipo de liberdade no artigo 70:&lt;br /&gt;
&amp;quot;Os cidadãos gozam de liberdade de crença ou religião, eles podem seguir qualquer religião ou nenhuma. Todas as religiões são iguais perante a lei. Os lugares de culto de todas as crenças e religiões estão protegidos pela lei, ninguém pode violar a liberdade de crença e da religião;. nem qualquer crença e religião deve interferir as políticas do direito e do Estado &amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
um analista observa depois: [21]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Somente as religiões que foram oficialmente reconhecidos têm direitos legais. Para ser autorizado, o grupo deve obter aprovação do Governo sobre a sua liderança e o alcance global das suas atividades. O descumprimento conduz à perseguição. O governo mantém o controle de fiscalização das religiões autorizadas. Todos as organizações religiosas têm de ser filiado ao Partido Comunista do Vietnã e a uma organização chamada Frente Patriótica. A permissão do governo é necessária para muitas práticas religiosas, incluindo as reuniões gerais, atividades beneficentes, o funcionamento das escolas e da coordenação e promoção do clero e viagens fora do país. A educação religiosa deve ser aprovado pelo Estado e deve promover a política do &amp;quot;socialismo&amp;quot;. O Estado aprova que as igrejas também sejam obrigados a promover políticas governamentais sobre uma ampla gama de questões &amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fim da Proscrição==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os primeiros sinais do fim da proibição legal da religião oficial foi em Novembro de 2006, quando os EUA do Departamento de Estado informou que as restrições foram sendo aliviados embora algumas questões permaneceram. [22] A comunidade Bahá&#039;í do Vietnã realizou uma cerimônia em fevereiro de 2007 para celebrar a atribuição do respectivo certificado de funcionamento da Comissão do Governo para os Assuntos Religiosos, em janeiro de 2007. A comunidade tinha seis locais de culto e mais de 6.880 seguidores em cinco províncias nas regiões central e sul do país. Ngo Yen Thi, chefe do Comitê de Assuntos Religiosos, declarou: &amp;quot;A política de Estado sobre a religião respeita e garante a liberdade de crença e religião para todos os cidadãos vietnamitas, conforme estipulado na primeira constituição do país em 1946 e em versões revistas&amp;quot;, ele fez concessão dos certificados de funcionamento simultâneo para os bahá&#039;ís, e mais duas seitas budistas. [23]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Desenvolvimentos Recentes==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A [[Fé Bahá&#039;í]] foi registada a nível nacional em 2007. [15] Houve alguns sinais de crescimento em larga escala a partir da década de 50-60 antes da proibição religiosa. [8] Em 21 de março de 2008, a [[Assembleia Espiritual Nacional]] foi eleita e suas escrituras foram aprovadas em um congresso nacional na cidade de Ho Chi Minh City, no primeiro aniversário do Governo com o reconhecimento do estatuto jurídico da religião e também do dia sagrado Bahá&#039;í do [[Naw-Rúz]] . O evento contou com a participação de mais de 250 delegados e visitantes. [24] A Assembleia Espiritual Nacional recebeu o seu certificado de reconhecimento nacional em julho de 2008. [25] As assembleias espirituais locais foram também ser registradas. [15] Em 2009, foi informado que a comunidade bahá&#039;í tinha cerca de 7.000 seguidores e 73 assembleias. [26]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora o reconhecimento oficial da Fé foi estabelecido, o reconhecimento a nível local continua a ser um pouco esporádico. Os principais centros como Hanoi, Ho Chi Minh e Da Nang atualmente relatam alguns problemas com as autoridades, e é notável que convenções nacionais realizadas na cidade de Ho Chi Minh e Da Nang, conta com a presença de autoridades locais e nacionais do governo e da aplicação da lei para melhorar os laços entre a comunidade bahá&#039;í e das instituições da sociedade. Nas comunidades periféricas e isoladas, no entanto, os problemas continuaram devido à falta de conhecimento sobre os bahá&#039;ís no âmbito da aplicação da lei local. Como um exemplo, mesmo que os bahá&#039;ís de Hue formaram sua Assembleia Espiritual Local de Ridván 2009, os membros individuais relataram assédio grave pela lei local, tanto que um dos membros eleitos que se refugiar da região.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Veja também==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[AEN:Vietnã|Assembleia Espiritual Nacional dos Bahá&#039;ís do Vietnã]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[categoria:Ásia]]&lt;br /&gt;
[[categoria:Países]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Vietnam]]&lt;br /&gt;
[[vi:Việt Nam]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
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		<title>Vakílu&#039;d-Dawlih</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A modificar en:Vakílu&amp;#039;d-Dawlih para en:Vakílu’d-Dawlih&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:Vakiluddawlih.jpg|thumb|220px]]&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Afnán-i-Yazdí&#039;&#039;&#039; (أفنان اليازدي), também conhecido como &#039;&#039;&#039;H&amp;amp;#803;ájí Mírzá Muh&amp;amp;#803;ammad-Taqí&#039;&#039;&#039;, tinha o sobrenome de &#039;&#039;&#039;Vakílu&#039;d-Dawlih&#039;&#039;&#039; (1830-1909) foi um seguidor eminente de [[Bahá&#039;u&#039;lláh]].  Ele foi um dos dezenove [[Apóstolos de Bahá&#039;u&#039;lláh]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele era um [[Afnán]], um primo do [[Báb]] e o chefe da construção da primeira [[Casa de Adoração]] em [[Ashgabat|&#039;Ishqábád]], atualmente no [[Turcomenistão]], o que tomou início no ministério de [[‘Abdu’l-Bahá]] por volta de 1902.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
*{{cite book|author=Balyuzi, H.M.|year=1985|title=Eminent Bahá’ís in the time of Bahá’u’lláh|publisher=The Camelot Press Ltd, Southampton|id=ISBN 0853981523}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Links externos==&lt;br /&gt;
*[http://www.bahai-library.com/writings/abdulbaha/mf/mf.html#126 Hájí Mírzá Muhammad-Taqí] - uma seção do &#039;&#039;Memórias dos Fiéis&#039;&#039;, p. 126.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[categoria:Apóstolos de Bahá&#039;u&#039;lláh]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Vakílu’d-Dawlih]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Yaran&amp;diff=4775</id>
		<title>Yaran</title>
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		<updated>2023-11-16T15:40:58Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A modificar en:Friends in Iran para en:Yárán&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[File:Support for Yaran in Berlin.jpg|thumb|right|300px|Manifestação em Berlim contra a condenação dos bahá’ís no Irã.]]&lt;br /&gt;
O &#039;&#039;&#039;&amp;quot;Yaran&amp;quot;- ou &amp;quot;Amigos&amp;quot;&#039;&#039;&#039; refere-se aos sete membros de um grupo agora dissolvido que representa a comunidade bahá&#039;í do Irã de 300.000 seguidores. Cada um dos sete membros foram presos em 2008 e detidos sem acusação por mais de um ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após seu julgamento entre 12 de Janeiro e 14 de Junho de 2010 eles foram condenados originalmente a 20 anos de prisão. Embora a sentença tenha sido reduzida para 10 anos momentaneamente, no dia 30 de Março de 2011 foi retomada a sentença de volta para 20 anos de prisão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Julgamento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O julgamento dos sete teve início no dia 12 de janeiro de 2010 e encerrou no dia 14 de Junho de 2010. Ele consistiu nas seguintes aparições dos tribunais:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;12 de janeiro&#039;&#039;&#039;: os noticiários da imprensa patrocinadas pelo Governo declararam que os réus foram formalmente acusados ​​de espionagem, de propaganda contra a ordem islâmica, de estabelecimento de uma administração ilegal, de cooperação com Israel, de envio de documentos secretos fora do país, agindo contra a segurança do país, e da corrupção na Terra. Eles negam todas as acusações.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;07 fevereiro&#039;&#039;&#039;: A audiência, que dura pouco mais de uma hora, não vai além das questões processuais. Nenhuma data é dada para todas as futuras sessões.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;12 de abril&#039;&#039;&#039;: A sessão é fechada, porém dentro do tribunal estavam vários oficiais e interrogadores do Ministério da Inteligência - juntamente com uma equipe de filmagem que já haviam instalados suas câmeras. Preocupados com a presença de pessoal não-judicial em uma audiência supostamente fechada, os bahá&#039;ís - com o acordo de seus advogados - recusaram-se a fazer parte no processo. O juiz adiou a sessão.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;12 -14 de junho&#039;&#039;&#039;: Os sete líderes bahá&#039;ís comparecerem ao tribunal em três manhãs sucessivas, antes do julgamento concluir. Nenhuma informação adicional está disponível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sentença==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No dia 8 de agosto de 2010 a Comunidade Internacional Bahá&#039;í recebeu relatórios indicando que sete líderes iranianos bahá&#039;í receberam sentenças de 20 anos de prisão. &amp;lt;ref&amp;gt;{{cite web |url=http://news.bahai.org/story/786 |title=Noticiários relatam que líderes bahá&#039;ís no Irã são &amp;quot;sentenciados&amp;quot; |author= |date=8 Agosto 2010 |work= |publisher=Bahá’í World News Service |accessdate=22 Setembro 2010}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resposta==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os relatórios da condenação do Yaran resultaram em um protesto internacional generalizado sobre abusos de direitos humanos e perseguição religiosa. Países que emitiram respostas incluem: [[Austrália]], [[Canadá]], [[Brasil]], [[Bélgica]], [[Alemanha]], [[Hungria]], [[Índia]], [[Holanda]], [[Nova Zelândia]], [[Reino Unido]] e os [[Estados Unidos]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Membros==&lt;br /&gt;
[[File:Seven Bahai leaders.jpg|thumb|right|200px|Os membros conhecidos como &#039;&#039;Yaran&#039;&#039;]]&lt;br /&gt;
*[[Fariba Kamalabadi]]&lt;br /&gt;
*[[Jamaloddin Khanjani]]&lt;br /&gt;
*[[Afif Naeimi]]&lt;br /&gt;
*[[Saeid Rezaie]]&lt;br /&gt;
*[[Mahvash Sabet]]&lt;br /&gt;
*[[Behrouz Tavakkoli]]&lt;br /&gt;
*[[Vahid Tizfahm]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Links externos==&lt;br /&gt;
*[http://sasg.bahai.org.br/2010/06/sete-cidades-do-brasil-se-mobilizaram.html Sete cidades do Brasil se mobilizaram em defesa dos direitos humanos]&lt;br /&gt;
*[http://news.bahai.org/human-rights/iran/yaran-special-report/chronology Cronologia (em inglês)]&lt;br /&gt;
*[http://news.bahai.org/story/794 Apoio internacional aos bahá’ís aprisionados (em inglês)]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
{{reflist}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Individualidades Bahá&#039;ís]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Yárán]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Shaykh_Muhammad-%27Al%C3%AD&amp;diff=4773</id>
		<title>Shaykh Muhammad-&#039;Alí</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Shaykh_Muhammad-%27Al%C3%AD&amp;diff=4773"/>
		<updated>2023-11-16T15:37:44Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A modificar en:Shaykh Muhammad-&amp;#039;Alí para en:Shaykh Muhammad-‘Aliy-i-Qa’ini&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Category:Individualidades Bahá&#039;ís]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Shaykh Muhammad-‘Aliy-i-Qa’ini]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Suazil%C3%A2ndia&amp;diff=4772</id>
		<title>Suazilândia</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Suazil%C3%A2ndia&amp;diff=4772"/>
		<updated>2023-11-16T15:37:34Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A modificar en:Swaziland para en:Eswatini&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{esboco}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{baha&#039;i-2}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[categoria:África]]&lt;br /&gt;
[[categoria:Países]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Eswatini]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=R%C3%BAssia&amp;diff=4771</id>
		<title>Rússia</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=R%C3%BAssia&amp;diff=4771"/>
		<updated>2023-11-16T15:34:59Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A adicionar: ru:Россия&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{baha&#039;i}}&lt;br /&gt;
A Rússia teve uma [[Fé Bahá&#039;í|comunidade bahá&#039;í]] desde o final do século XIX, e, devido à sua proximidade com o [[Irã]] , os líderes russos prestaram grande interesse no desenvolvimento da [[Fé Bahá&#039;í]] desde seus primeiros dias. Durante o período soviético, as atividades bahá&#039;ís foram reprimidas, como foram as da maioria das comunidades religiosas. Aumentou-se a liberdade religiosa na década de 1980 e 90, o que levou ao rápido crescimento da comunidade bahá&#039;í, e a eleição em 1991 de uma Assembleia Espiritual Nacional da União Soviética, que mais tarde tornou-se a [[AEN:Rússia|Assembléia Espiritual Nacional da Rússia]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Primeiros contatos com a Fé Bahá&#039;í==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rússia teve uma forte presença diplomática no Irã , no século XIX, por essa razão as primeiras interações entre a nova religião e do governo czarista ocorreu em uma data próxima. No início do século XIX, um certo Mulla Sadiq foi profetizando o advento próximo do Mahdi para o povo de Urdubad em território russo, perto da fronteira iraniana (ele foi exilado para Varsóvia , onde faleceu). Seu sucessor que se tornou líder do movimento que tinha iniciado, Sayyid &#039;Abdu&#039;l-Karim Urdubadi, foi relatado ter se aderido a [[Fé Babí]] e de ter sido exilado para Smolensk pelas autoridades russas, com medo da possibilidade de distúrbios entre seus súditos muçulmanos. Mais tarde ele foi libertado e viveu em Astrakhan, no [[Azerbaijão]]. Portanto, desde quando o [[Báb]] foi transferido em 1847 para a prisão em Mah-Ku perto da fronteira russa e perto da área que tinha sido perturbado pelo Mulla Sadiq, o ministro russo em Teerã , o príncipe Dimitri Ivanovich Dolgorukov (d. 1867 ) insistiu que o Báb fosse afastado de Mah-Ku. De 1848 em diante, Dolgorukov referiu frequentemente o Báb e os babís nos despachos que ele enviou para o Departamento de Relações Exteriores da Rússia. Em 1849 , Dolgorukov enviou vários relatórios do episódio do Shaykh Tabarsi (qv, EB 92-5; &amp;quot;Trechos&amp;quot;), e em 1850 ele pediu ao cônsul russo em Tabriz para fazer perguntas sobre as doutrinas do Báb (BBR 9), bem como relatou os episódios de Zanjan (qv, BBR 114-27, &amp;quot;Trechos&amp;quot;) e Nayriz (qv, a BBR 108).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando houve atentado contra a vida do Nasser al-Din Shah em 1852, [[Bahá&#039;u&#039;lláh]] foi detido enquanto deixava a legação da Rússia, onde seu cunhado, Mirza Majid Ahi, era um secretário. Dolgorukov esforçou-se muito para obter a libertação de Bahá&#039;u&#039;lláh, um fato que é referido na epístola de Bahá&#039;u&#039;lláh ao Czar da Rússia. Quando foi libertado da prisão em Irã, Dolgorukov ofereceu exílio para Bahá&#039;u&#039;lláh no território russo, mas Bahá&#039;u&#039;lláh recusou, escolhendo Bagdá como destino de exilamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um outro episódio no Irã envolvendo o governo russo ocorreu quando os bahá&#039;ís de Isfahan estavam sendo severamente perseguidos em 1903 e se refugiaram no consulado russo, com o apoio do cônsul russo Baronovski. No entanto, o cônsul da Rússia, em seguida, perdeu a coragem e os bahá&#039;ís foram forçados a deixar o consulado, muitos severamente espancados pela multidão lá fora. Pode haver muito mais relatos sobre episódios da história Babi e Bahá&#039;í em arquivos de escritórios do Ministério de Relações Exteriores da Rússia, mas estes não foram ainda investigados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Czar Alexandre II foi o destinatário de uma das epístolas de Bahá&#039;u&#039;lláh. Uma série de estudiosos russos estiveram particularmente ativos na investigação das religiões Babí e Bahá&#039;í. NV Khanykov, Bernard Dorn, e FA Bakulin coletaram materiais no Irã, enquanto Alexander Tumanski estudou a Fé Bahá&#039;í com os bahá&#039;ís de Ashkhabad e o Barão Victor Rosen foi responsável pela publicação de alguns dos escritos de Bahá&#039;u&#039;lláh. Tumanski foi responsável pela publicação de uma tradução do Kitab-i-Aqdas em russo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Bahá&#039;ís na Rússia==&lt;br /&gt;
===Início de imigrações===&lt;br /&gt;
Desde 1884, os bahá&#039;ís iranianos começaram a migrar para o território russo até o norte do Irã, também Ashkhabad e Baku, em particular. Ali eles encontraram a liberdade de culto e a liberdade de construir as instituições de sua fé que havia sido negado a eles no Irã (veja na Ásia Central e do Azerbaijão). A pequena comunidade bahá&#039;í surgiu na própria Rússia também. Um dos primeiros bahá&#039;ís da Rússia foi Izabella Grinevskaia ( Изабелла Гриневская), embora seja difícil ter certeza quando ela se declarou uma bahá&#039;í. Ela conheceu [[&#039;Abdu&#039;l-Bahá]] em 1910 no [[Egito]] e algumas peças de teatro e ensaios publicados sobre a nova religião, uma das quais, sobre o [[Báb]], foi muitas vezes tocada em diferentes teatros da capital russa. Houve também um número de estudantes bahá&#039;ís iranianos e os comerciantes, em Moscou. O Conde Leon Tolstoi, ilustre autor da obra &#039;&#039;Guerra e Paz&#039;&#039;, estava muito interessado na Fé Bahá&#039;í e conheceu muitos bahá&#039;ís. No entanto, devido ao controle rigoroso sobre a religião na Rússia, os bahá&#039;ís não foram capazes de ensinar a Fé Bahá&#039;í abertamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Perseguição===&lt;br /&gt;
Para os poucos primeiros anos após a revolução bolchevique, os bahá&#039;ís, apesar de serem atacado pela imprensa do governo (PV 2:35), beneficiou inicialmente com a flexibilização de algumas restrições e foram capazes de converter uns poucos russos para a Fé Bahá&#039;í. A [[Assembleia Espiritual Local]] foi formado em Moscou e Leningrado (São Petersburgo) e algumas outras pequenas comunidades surgiram em lugares como Oryol (cerca 350 km ao sul de Moscou), sendo que Hasan Bayk de Burda foi ao [[Azerbaijão]] e ensinou Fé Bahá&#039;í conseguindo converter oito famílias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eventualmente, as pressões contra os bahá&#039;ís e todas as religiões se intensificou. Em 1926, um bahá&#039;í que visitou Moscou para dar uma palestra pública foi preso e as publicações de materiais Bahá&#039;í foram confiscados. Em 1928,  todas as comunidades bahá&#039;ís foram banidas na União Soviética. As comunidades bahá&#039;ís fizeram muitas reapresentações do governo contra as perseguições, mas sem sucesso. Surgiu publicações atacando a Fé Bahá&#039;í: I. Darov, Bekhaizm: Novaia Religiia Vostoka (Leningrado: Priboi, 1930) e A. Arsharuni, Bekhaizm (Moscou: Bezbozhnik, 1930), enquanto a Enciclopédia Soviética publicado em 1933 denunciou o Fé Bahá&#039;í por camuflar-se como &amp;quot;socialismo&amp;quot; e afirmou que era uma das &amp;quot;moda religiosa de sistemas filosóficos que a burguesia utiliza em sua luta contra as idéias do socialismo e do comunismo&amp;quot; (Kolarz 472). Em 1938, inúmeros bahá&#039;ís foram presos e alguns dos bahá&#039;ís de Ashkhabad e outras áreas da Ásia Central e do Cáucaso foram exilados para Sibéria e em outros lugares. Todas as atividades bahá&#039;ís na União Soviética deixou de existir a partir desta data, embora muitas das pessoas que permanecem em casa ou no exílio continuaram a manter firme sua fé. Outra onda de perseguições e prisões ocorreu em 1948.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo destes anos, os restantes bahá&#039;ís na Rússia, foram isolados do resto do mundo Bahá&#039;í. Mr. Bakhadin Orudzhev (d. 1989) de Baku viveu em Moscou de 1973 e os bahá&#039;ís isolados foram relatados em Penza e em uma cidade perto de Leningrado, mas havia pouca informação sobre esses indivíduos. Embora houvesse Bahá&#039;í visitantes ocasionais, tais comoa Lorol Schopflocher e Namdar Muzaffar, eles não tentaram entrar em contato com os bahá&#039;ís lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Shoghi Effendi]] fez a abertura de todas as repúblicas soviéticas na Ásia, uma meta da [[Cruzada de Dez Anos]] , mas nenhum [[Cavaleiro de Bahá&#039;u&#039;lláh]] foi nomeado para essas áreas, verificou-se que já havia bahá&#039;ís que aí viviam. Os bahá&#039;ís da Alemanha receberam a responsabilidade de tentar fortalecer a comunidade bahá&#039;í na Rússia em 1963. Dois bahá&#039;ís alemão tornaram-se Cavaleiros de Bahá&#039;u&#039;lláh nas repúblicas soviéticas: Ms Annemarie Krüger foi para a Moldávia e Helmuth Senhor Winkelbach para Bielorússia. Durante os anos 1960 e 1970, um pequeno número de bahá&#039;ís visitou a União Soviética como turistas, mas nenhuma tentativa foi feita para ensinar a Fé Bahá&#039;í.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ressureição russa da comunidade Bahá&#039;í==&lt;br /&gt;
===1980===&lt;br /&gt;
A partir de 1979 em diante, um pequeno número de pioneiros bahá&#039;ís conseguiram residir na Rússia. Paul Semenoff e seu primo Kathryn Soloveoff, dois bahá&#039;ís canadense de origem Doukhobor, chegou em Ivanovo para estudar russo em 21 de agosto de 1979. Soloveoff teve de voltar depois de quatro meses por causa da doença de sua mãe, mas Semenoff permaneceu até 1981. Por volta da final de 1981, Muhammad Nur na-Tayyib do [[Sudão]] chegou a Leningrado, onde permaneceu até 1988. Em 1986 - 1987, Friedo e Shole Zölzer e Karen Reitz da Alemanha também vieram para ficar em Leningrado. Sr. Leif Hjierpe da [[Suécia]] viveu em Moscou em 1980-81. Em 1982, Richard e Corinne Hainsworth do [[Reino Unido]], estabeleceu-se em Moscou, onde permanecem até o presente, e onde se juntaram com Andrew Bromfield e Bogan Vivienne da [[Irlanda]] que permaneceram 1987-1993. Mr. Zaffarullah Nassim, um bahá&#039;í do [[Sri Lanka]], estabeleceu na cidade de Krasnodar a Fé Bahá&#039;í em 1987, e foi acompanhado pelo Sr. Fondem de [[Gana]] em 1989.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O primeiro russo a se tornar uma bahá&#039;í nesta nova fase de crescimento foi a Sra. Kátia Zalenskaya em Leningrado, em 1982. Anna Skrebtsova se tornou uma bahá&#039;í em Moscou em 1984, Dr. Natalya Belisheva Konstantinova em Leningrado, em setembro de 1987, e a Sra. Irina Skladnova de Novgorod, em 1987. Em Julho de 1989, os bahá&#039;ís participaram de um acampamento da Paz em Murmansk, resultando em cinco novos bahá&#039;ís. Entre outros que se tornaram bahá&#039;ís no período inicial foram Stanislav Koncebovski, que foi o primeiro a traduzir livros bahá&#039;í em russo nos últimos tempos, e Maria Skrebtsova. Até o final de 1989, já existiam dezenas de bahá&#039;ís em Moscou e Leningrado, mais de vinte em Murmansk, bem como os bahá&#039;ís isoladas em Krasnodar, Petrozavodsk e algumas outras cidades. Em março de 1990, Abbas e Katirai Rezvanieh do [[Japão]] se tornou um dos últimos [[Cavaleiros de Bahá&#039;u&#039;lláh]] a ser nomeado e eles foram os pioneiros na Ilha Sakhalin de território russo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um grande evento na abertura bahá&#039;í da União Soviética na época era o Encontro Internacional de esperantistas que teve lugar perto da cidade de Minsk, em Março de 1989. Como em muitos outros países da Europa Oriental, Esperanto tinha desempenhado um papel eminente na difusão de idéias bahá&#039;í na URSS. Durante essa reunião, uma palestra pública sobre a religião bahá&#039;í foi entregue por Bernhard Westerhoff da Alemanha, que foi abrir a apresentação em público pela primeira vez desde as proibições da época de Stalin. Da platéia ali presentes a maioria tornou-se bahá&#039;ís e senão imediatamente, então há muitos anos depois.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===1990===&lt;br /&gt;
[[Image:National_Convention_USSR_Dec_1990.jpg|thumb|right|480px|Convenção Nacional na Rússia]]&lt;br /&gt;
Entre os Bahá&#039;ís da URSS, em Dezembro de 1989, a maior parte do crescimento da Fé Bahá&#039;í na Rússia foi o resultado de grupos organizados de bahá&#039;ís da Europa, América do Norte, Japão, Índia, e em outros lugares próximos à Rússia, por períodos de algumas semanas. Desse grupo em primeiro lugar, Marion Jack, veio de Havaí em dezembro de 1989 e resultou em cinco novos bahá&#039;ís em Kazan. Desde 1987, Lynda Godwin tinha sido líder excursões organizadas pelo Centro para inciativas EUA / URSS. Esses grupos, muitas vezes teve alguns bahá&#039;ís neles. Em 01 de janeiro de 1990, uma reunião pública sobre a Fé Bahá&#039;í foi organizado em São Petersburgo. Entre fevereiro e abril de 1990, o grupo musical bahá&#039;í sul-americano El Viento Canta visitou a Rússia, levando a grupos emergentes de forte bahá&#039;í em Ulan-Ude e Severobaikalsk na Sibéria. Muitos grupos organizados foram durante 1990-1992, alguns permanecendo no mesmo lugar e outros que viajam para vários centros. Em 1990, a União Soviética de Sociedade Americana de Cooperação foi criado nos Estados Unidos (por Lynda Godwin e Mahoney Bill) e a NetEast foi instituído em Portugal para facilitar o fluxo de visitantes bahá&#039;í da América do Norte. Havia também grupos, provenientes de todos os países europeus e organizados pelos bahá&#039;ís alemão. De interesse particular foram os bahá&#039;ís da América do Norte e da Gronelândia que têm ido para as populações nativas da Sibéria Oriental. Um grupo numeroso Bahá&#039;í surgiu na ilha de Sakhalin , onde ele tinha naquele momento centenas de membros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Abril de 1990, a [[Mão da Causa]] Sr. Furutan viajou para a Rússia e esteve presente na eleição da [[Assembleia Espiritual Local]] de Moscou em [[Ridván]] 1990. Outras assembléias locais foram formados no mesmo ano em Ulan-Ude (Улан-Удэ de agosto), Kazan (Казань de setembro), Yuzhno-Sakhalinsk (Южно-Сахалинск de setembro), Leningrado (Ленинград de outubro) e Murmansk (Мурманск, Outubro). Em 8 dezembro - 9 dezembro de 1990, a primeira Convenção Nacional dos Bahá&#039;ís da União Soviética teve lugar em Moscou, com representantes de trinta e cinco comunidades presentes, 23 das quais eram da própria Rússia. Naquela época, havia mais de três centenas de bahá&#039;ís na Rússia, e em setembro de 1991, havia cerca de oitocentos bahá&#039;ís em 23 áreas Assembleia Espiritual Local e alguns trinta e oito outras localidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Abril de 1991, a Assembléia Espiritual Nacional dos Bahá&#039;ís da União Soviética foi formada em uma convenção realizada em Moscou. Mas no Ridván de 1992, na sequência da política de rápidas mudanças que ocorrem no país, a Assembléia Espiritual Nacional da União Soviética foi substituída por quatro novos conjuntos. Um deles foi a Assembléia Regional Espiritual da Rússia, Geórgia e Armênia. No Ridván de 1993, havia cerca de 3.000 bahá&#039;ís na Rússia, com 40 assembléias espirituais local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não foram geralmente boas relações com as autoridades do governo nos últimos tempos. A Assembléia Espiritual Regional recebeu, em 12 de abril de 1993, um certificado de registro reconhecendo-a como a instituição central da Fé Bahá&#039;í, na Rússia. Também de importância o desenvolvimento de uma relação cada vez mais forte com o Parlamento da República Sakha (Yakutia), em Yakutsk, que foi iniciada por Jens Lyberth da Gronelândia e continuou com a visita da [[Mão da Causa]] [[Rúhíyyih Khánum]] e para o Parlamento em 1993.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Veja também==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[AEN:Rússia|Assembleia Espiritual Nacional da Rússia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[http://en.wikipedia.org/wiki/Russia Russia on Wikipedia.org]&lt;br /&gt;
*The Bahá’í World 2:30; 3:34-43.&lt;br /&gt;
*Graham Hassall, &amp;quot;Notes on the Bábí and Bahá’í Religions in Russia and its territories,&amp;quot; JBS 1993, 5/3:41-80, 86.&lt;br /&gt;
*Mark Townshend, &amp;quot;God, come back to Russia,&amp;quot; unpublished manuscript.&lt;br /&gt;
*Notes from the archives of the Eastern Desk of the National Spiritual Assembly of Germany, compiled by Gitta Schumann.&lt;br /&gt;
*F. Kazemzadeh, &amp;quot;Two incidents in the life of the Bab,&amp;quot; WO 1971, 5/3:21-4.&lt;br /&gt;
*&amp;quot;Excerpts from the Dispatches written during 1848-1852 by Prince Dolgorukov,&amp;quot; WO 1966, 1/1:17-24.&lt;br /&gt;
*Walter Kolarz, Religion in the Soviet Union, London: MacMillan, 1961, pp. 470-2.&lt;br /&gt;
*[http://www.northill.demon.co.uk/relstud/russia.htm northill.demon.co.uk]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==External Links==&lt;br /&gt;
* [http://www.bahai.ru/ Official Bahá’í Website]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[categoria:Ásia]]&lt;br /&gt;
[[categoria:Europa]]&lt;br /&gt;
[[categoria:Países]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Russia]]&lt;br /&gt;
[[ru:Россия]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A modificar en:Czech Republic para en:Czechia&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{esboco}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Veja também==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[AEN:Tchecoslováquia|Assembleia Espiritual Nacional da Tchecoslováquia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Links externos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://www.bahai.cz Website Oficial Bahá&#039;í da República Checa]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{baha&#039;i-2}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[categoria:Europa]]&lt;br /&gt;
[[categoria:Países]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Czechia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A adicionar: vi:Chính trị&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Os princípios da [[Fé Bahá&#039;í]] definem claramente um caráter não-político, e serve como um guia de conduta nas relações de bahá&#039;ís um com o outro, com os seus colegas, e em suas relações com os diferentes departamentos do governo civil . Um breve resumo de trechos dos bahá&#039;ís irá mostrar que a não-participação na vida política é um das práticas básicas da ação Bahá&#039;í.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboco}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{baha&#039;i-2}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[categoria:Ensinamentos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Politics]]&lt;br /&gt;
[[vi:Chính trị]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
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		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=M%C3%ADrz%C3%A1_Mahm%C3%BAd&amp;diff=4766</id>
		<title>Mírzá Mahmúd</title>
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		<updated>2023-11-16T15:26:51Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A modificar en:Mírzá Mahmúd para en:Mírzá Mahmúd Afnán&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:Mirzamahmud.jpg|right|260px|]]&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Mírzá Maḥmúd-i-Furú&amp;lt;u&amp;gt;gh&amp;lt;/u&amp;gt;í&#039;&#039;&#039; (árabe: میرزا محمود) (d.1927-8), também conhecido como Fadil-i-Furú gh I, foi um proeminente seguidor de [[Bahá&#039;u&#039;lláh]]. Ele foi o único professor iraniano bahá&#039;í que teve a oportunidade de conhecer cara a cara com um Qajar Shah, e ele foi mais tarde considerado como um dos dezenove [[Apóstolos de Bahá&#039;u&#039;lláh]].&amp;lt;ref name=&amp;quot;balyuzi&amp;quot;&amp;gt;{{cite book  |author=Balyuzi, H.M.  |year=1985  |title=Eminent Bahá’ís in the time of Bahá’u’lláh |publisher=The Camelot Press Ltd, Southampton  |id=ISBN 0853981523 | pages = 156-169}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Origem==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mirza Mahmud veio de uma aldeia remota em Khurasan chamado Dúghábád. Seu pai era Mulla Mirza Muhammad, um dos poucos sobreviventes da batalha do Forte de Tabarsi, que era um xiita influente antes de se tornar um babi. Mulla Mirza Muhammad, que nunca tinha usado antes uma arma, foi ferido cinco vezes por balas ou espadas, mas no final ele sobreviveu e fez o seu caminho para casa, onde ele enfrentou perseguições por causa de sua nova fé. &amp;lt;ref name=&amp;quot;balyuzi&amp;quot; /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mullá Mirza Muhammad foi aprisionado e acorrentado na cadeia de Mashad, e após um longo período na prisão foi libertado, sendo assim ele pode se tornar um dedicado seguidor de [[Bahá&#039;u&#039;lláh]]. Ele viajou com freqüência para Ishqabad com seu filho Mirza Mahmud, onde muitos bahá&#039;ís perseguidos residiam. Em Ishqabad, Mirza Mahmud tornou-se em um conhecido instrutor da [[Fé Bahá&#039;í]], muitas vezes dedicando-se ao bem-estar da juventude. &amp;lt;ref name=&amp;quot;balyuzi&amp;quot; /&amp;gt; Uma vez o seu biógrafo descreveu:&lt;br /&gt;
&amp;quot;Ele nunca foi impaciente, nunca autocrático. Gentil e atencioso, ele liderou a juventude suavemente com os melhores modos, uma melhor compreensão, e a melhor conduta. Ele era extremamente modesto.&amp;quot;&lt;br /&gt;
::(&#039;&#039;Bahá’ís Proeminentes&#039;&#039;, pg. 160)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Viagens==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os cleros islâmicos de Dúghábád persuadiram o governador do distrito para ter Mirza Mahmud preso por ser um bahá&#039;í. Ele foi enviado para a cadeia de Mashad. De sua própria cela de prisão, ele conseguiu enviar uma carta secreta para Nasiri&#039;d-Din Shah, que emitiu uma ordem para a libertação de Mirza Mahmud. Os cleros de Mashad tinham conseguido que ele fosse exilado, em vez de dar liberdade, para um canto remoto de Khorasan chamado Kalat. &amp;lt;ref name=&amp;quot;balyuzi&amp;quot; /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Kalat o governador logo se tornou bons amigos com Mahmud Mirza, e informou-o da morte de [[Bahá&#039;u&#039;lláh]]. A notícia do falecimento lhe causou dor, e Mirza Mahmud começou um período de jejum de três dias. Na quarta noite, Bahá&#039;u&#039;lláh apareceu num sonho, e ele alegou que Bahá&#039;u&#039;lláh lhe deu vida nova. &amp;lt;ref name=&amp;quot;balyuzi&amp;quot; /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seguida, ele viajou para Haifa e Akka na Palestina, onde se encontrou &#039;Abdu&#039;l-Baha, e depois para Cairo, onde se encontrou Mirza Abu&#039;l-Fadl. Ele então retornou para Teerã, onde se encontrou cara a cara com o príncipe Qajar, Kamran Mirza, filho de Nasser al-Din Shah e irmão de Mozzafar al-Din Shah. Em seguida, ele viajou para Ashgabat, e para Haifa onde se encontrou [[&#039;Abdu&#039;l-Bahá]] novamente e, em seguida, voltou ao país. Após, mais uma vez ele viajou para Haifa e assim retornou ao Irã, onde foi severamente espancado em um ataque de uma multidão que reuniu-se com o Xá do Irão Mozzafar al-Din Shah Qajar. Suas viagens mais tarde incluíram várias vezes as cidades de Yazd, Khorasan, sua cidade natal de Dúghábád, Ashgabat, Mashad, onde sobreviveu uma tentativa de homicídio, Ashgabat, Egipto, Haifa, Mashad e, em seguida, Dúghábád. Aqui Mirza Mahmud foi envenenado por um de seus inimigos, e morreu no período de 1927-1928). &amp;lt;ref name=&amp;quot;balyuzi&amp;quot; /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
{{reflist}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{baha&#039;i-2}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[categoria:Apóstolos de Bahá&#039;u&#039;lláh]]&lt;br /&gt;
[[categoria:Mártires]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Mírzá Mahmúd Afnán]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Os_Quatro_Vales&amp;diff=4765</id>
		<title>Os Quatro Vales</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Os_Quatro_Vales&amp;diff=4765"/>
		<updated>2023-11-16T15:26:41Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A modificar en:Four Valleys para en:The Four Valleys&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Ficheiro:Quatro Vales.jpg|90px|left]]&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Os Quatro Vales&#039;&#039;, é uma epístola escrita em Bagdá após a composição do &#039;&#039;Os Sete Vales&#039;&#039;, que foi direcionado ao aprendiz Shaykh &#039;Abdu&#039;r-Rahmán de Karkúk, uma cidade do Curdistão. É determinado em quatro maneiras em que o Despercebido é visto,os quatro estágios do coração humano, e quatro tipos de viajantes místicos na jornada a procura do Intencionado, o Louvado, o Atraente, e o Amado. Os quatro estágios divinos são mencionadas neste verso do Alcorão (57:3): &amp;quot;Ele é o primeiro e o último, o Visto e o Escondido; e Ele conhece todas as coisas.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Notas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;notes-small&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
*Do Prefácio do livro &#039;&#039;Os Sete Vales e Os Quatro Vales&#039;&#039; por ROBERT L. GULICK, JR. (1975)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;references-small&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
*{{cite book |author=Bahá&#039;u&#039;lláh; traduzido por Marzieh Gail em consulta com Ali-Kuli Khan - 4th ed.|title=Os Sete Vales e Os Quatro Vales  |publisher = Bahá’í Publishing Trust |location = Wilmette, Illinois, USA |id = ISBN 0877432279}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{baha&#039;i-2}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[categoria:Obras de Bahá&#039;u&#039;lláh]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:The Four Valleys]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Mans%C3%A3o_de_Bahj%C3%AD&amp;diff=4764</id>
		<title>Mansão de Bahjí</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Mans%C3%A3o_de_Bahj%C3%AD&amp;diff=4764"/>
		<updated>2023-11-16T15:22:28Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A adicionar: fr:Manoir de Bahjí&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:Mansion of Bahji.jpg|thumb|250px|right|O último lugar do exílio de Bahá&#039;u&#039;lláh: a Mansão de Bahjí, em Akká, Israel]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A &#039;&#039;&#039;Mansão de Bahjí&#039;&#039;&#039; é um termo usado para descrever a casa de verão onde [[Bahá&#039;u&#039;lláh]] morreu em 1892. Seu [[Santuário de Bahá&#039;u&#039;lláh|Santuário]] está localizado próximo a esta casa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1890 o orientalista britânico [[Edward Granville Browne]], da Universidade de Cambridge, encontrou-se com Bahá&#039;u&#039;lláh nesta casa. Depois desse encontro é que Browne escreveu seu famoso [[Bahá&#039;u&#039;lláh#Bahjí|relato]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois que Bahá&#039;u&#039;lláh morreu em 1892, a casa ficou com um dos filhos de Mah-i-&#039;Ulya, [[Mirzá Muhammad `Alí]], até novembro de 1929 quando foi comprado novamente por [[Shoghi Effendi]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este agora é um local de [[peregrinação]] para os  Bahá&#039;ís.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboço-bahá&#039;í}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Terra Santa]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Mansion of Bahjí]]&lt;br /&gt;
[[fr:Manoir de Bahjí]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Mun%C3%ADrih_Kh%C3%A1num&amp;diff=4763</id>
		<title>Munírih Khánum</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Mun%C3%ADrih_Kh%C3%A1num&amp;diff=4763"/>
		<updated>2023-11-16T15:22:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A adicionar: fr:Munírih Khánum&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Infobox Person&lt;br /&gt;
| name        = Munírih Khánum   &lt;br /&gt;
| image       = Munírih_Khánum1234.jpg|thumb|200px]]&lt;br /&gt;
| caption     = Munírih Khánum, (Persa: &#039;&#039;&#039;منیره خانم&#039;&#039;&#039;)&lt;br /&gt;
| nome_de_nascimento  = Fátimih Nahrí&lt;br /&gt;
| data_de_nascimento  = Junho-Julho? de 1848&lt;br /&gt;
| local_de_nascimento = Isfahan, Pérsia &lt;br /&gt;
| data_de_falecimento  = 28 de Abril de 1938 (90 anos) &lt;br /&gt;
| local_de_falecimento = Haifa, Israel&lt;br /&gt;
| title       = Mãe Santa&lt;br /&gt;
| occupation  = &lt;br /&gt;
| nationality = &lt;br /&gt;
| esposo      =  Mírzá Kázim Nahrí (1868) (faleceu após o casamento)&amp;lt;br&amp;gt; [[‘Abdu’l-Bahá]] (1873-1921)&lt;br /&gt;
| filho   = Ḍiyá&#039;iyyih Khánum, Túbá Khánum, Rúhá Khánum, (entre outros) &lt;br /&gt;
| pais     = Mírzá Muhammad `Alíy-i-Nahrí&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Mãe Santa Munírih Khánum&#039;&#039;&#039; (1848 - 28 de Abril de 1938) era a esposa de [[‘Abdu’l-Bahá]] e a avó de [[Shoghi Effendi]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela vem de origem de família Bábí-Bahá&#039;í; família Nahrí, e ela nasceu em Isfahán. Ela casou-se com 23 anos com o [[Mestre]], sendo que eles tiveram 9 filhos juntos. Durante quase cinquenta anos de casamento com &#039;Abdu&#039;l-Bahá ela se tornou Sua bem-amada confiante. A ascensão de &#039;Abdu&#039;l-Bahá abalou ela. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecida pelos amigos como a Mãe Santa, Munírih Khánum serviu como a figura materna depois do falecimento da [[Bahíyyih Khánum|Folha Mais Sagrada]]. Seus esforços diligentes de proteger sua família dos [[Rompedor do Convênio|Rompedores do Convênio]] ajudou [[Shoghi Effendi|seu neto]]. Shoghi Effendi teve um monumento construído em sua homenagem, onde ela está atualmente sepultada nos [[Jardins dos Monumentos]].      &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboco}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[categoria:Família de Bahá&#039;u&#039;lláh]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Munírih Khánum]]&lt;br /&gt;
[[fr:Munírih Khánum]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Obras_de_Bah%C3%A1%27u%27ll%C3%A1h&amp;diff=4762</id>
		<title>Obras de Bahá&#039;u&#039;lláh</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Obras_de_Bah%C3%A1%27u%27ll%C3%A1h&amp;diff=4762"/>
		<updated>2023-11-16T15:21:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A adicionar: fr:Ecrits de Bahá&amp;#039;u&amp;#039;lláh&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{baha&#039;i}}&lt;br /&gt;
Listados abaixo estão as obras mais conhecidas de [[Bahá’u’lláh]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Persa and Árabe ==&lt;br /&gt;
* Alváḥ-i-Laylatu&#039;l-Quds&lt;br /&gt;
* Aṣl-i-Kullu&#039;l-&amp;lt;u&amp;gt;Kh&amp;lt;/u&amp;gt;ayr&lt;br /&gt;
* Az-Bá&amp;lt;u&amp;gt;gh&amp;lt;/u&amp;gt;-i-Iláhí&lt;br /&gt;
* Báz-Áv-u-Bidih-Jámí&lt;br /&gt;
* Bi&amp;lt;u&amp;gt;sh&amp;lt;/u&amp;gt;árát &lt;br /&gt;
* &amp;lt;u&amp;gt;Ch&amp;lt;/u&amp;gt;ihár-Vádí (Quatro Vales)&lt;br /&gt;
* Haft-Vádí (Sete Vales)&lt;br /&gt;
* Halih-Halih-Yá-Bi&amp;lt;u&amp;gt;sh&amp;lt;/u&amp;gt;árát&lt;br /&gt;
* Húr-i-&#039;Ujáb&lt;br /&gt;
* Ḥurúfát-i-&#039;Állín&lt;br /&gt;
* &amp;lt;u&amp;gt;Ish&amp;lt;/u&amp;gt;ráqát (Esplendores)&lt;br /&gt;
* Kalimát-i-Firdawsíyyih (Palavras do Paraíso)&lt;br /&gt;
* Kalimát-i-Maknúnih (Palavras Ocultas)&lt;br /&gt;
* Kitáb-i-&#039;Ahd &lt;br /&gt;
* Kitáb-i-Aqdas (O Livro mais Sagrado)&lt;br /&gt;
* Kitáb-i-Bádi&#039;&lt;br /&gt;
* Kitáb-i-Íqán (O Livro da Certeza)&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-&#039;Abdu&#039;l-&#039;Azíz-Va-Vukalá&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-&#039;Abdu&#039;l-Vahháb&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-&#039;Abdu&#039;r-Razzáq&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Aḥbáb&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Aḥmad (Epístola de Aḥmad)&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Amváj&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Anta&#039;l-Káfí&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Aqdas&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-A&amp;lt;u&amp;gt;sh&amp;lt;/u&amp;gt;raf&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-&#039;Á&amp;lt;u&amp;gt;sh&amp;lt;/u&amp;gt;iq-va-Ma&#039;&amp;lt;u&amp;gt;sh&amp;lt;/u&amp;gt;úq&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Áyiy-i-Núr&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Bahá&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Baqá&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Basíṭatu&#039;l-Haqíqih&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Bismilih&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Bulbulu&#039;l-Firáq&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Burhán&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Dunyá (Epístola do Mundo)&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Fitnih&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-&amp;lt;u&amp;gt;Gh&amp;lt;/u&amp;gt;ulámu&#039;l-&amp;lt;u&amp;gt;Kh&amp;lt;/u&amp;gt;uld&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Ḥabíb&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Haft Pursi&amp;lt;u&amp;gt;sh&amp;lt;/u&amp;gt;&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Ḥajj&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Hawdaj&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Ḥikmat (Epístola da Sabedoria)&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Hirtík&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Húríyyih&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Ḥusayn&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Ibn-i-&amp;lt;u&amp;gt;Dh&amp;lt;/u&amp;gt;i&#039;b (Epístola ao Filho do Lobo)&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Ittiḥád&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Jamál&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Karím&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Karmil (Epístola do Carmelo)&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Kullu&#039;ṭ-Ṭa&#039;ám&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Malikih (Epístola para Rainha Victoria)&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Malik-i-Rús (Epístola para Czar Alexandre II)&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Malláḥu&#039;l-Quds (Epístola do Marinheiro)&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Mánikjí Ṣáḥib&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Maqṣúd&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Maryam&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Mawlúd&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Mubáhilih&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Nápulyún I (Primeira Epístola para Napoleão III)&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Nápulyún II (Segunda Epístola para Napoleão III)&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Náṣir&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Nuqṭih&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Páp (Epístola para o Papa Pius IX)&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Pisar-&#039;Amm&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Qiná&#039;&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Quds&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Rafí&#039;&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Ra&#039;is (Epístola para o Ra&#039;is)&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Raq&amp;lt;u&amp;gt;sh&amp;lt;/u&amp;gt;á&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Rasúl&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Rúh&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Ru&#039;yá&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Saḥáb&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Salmán I&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Salmán II&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Sámṣún&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Sayyáḥ&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-&amp;lt;u&amp;gt;Sh&amp;lt;/u&amp;gt;ay&amp;lt;u&amp;gt;kh&amp;lt;/u&amp;gt;-Fání&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Sulṭán&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Tawḥíd&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Ṭibb&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Tuqá&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Yúsuf&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Zaynu&#039;l-Muqarrabín&lt;br /&gt;
* Lawḥ-i-Zíyárih&lt;br /&gt;
* Madínatu&#039;r-Riḍá&lt;br /&gt;
* Madínatu&#039;t-Tawḥíd&lt;br /&gt;
* M&amp;lt;u&amp;gt;ath&amp;lt;/u&amp;gt;naví&lt;br /&gt;
* Munájátháy-i-Ṣíyám&lt;br /&gt;
* Qad-Iḥtaraqa&#039;l-Mu&amp;lt;u&amp;gt;kh&amp;lt;/u&amp;gt;liṣún (A Epístola do Fogo)&lt;br /&gt;
* Qaṣídiy-i-Varqá&#039;íyyih&lt;br /&gt;
* Ra&amp;lt;u&amp;gt;sh&amp;lt;/u&amp;gt;ḥ-i-&#039;Amá&lt;br /&gt;
* Riḍvánu&#039;l-&#039;Adl&lt;br /&gt;
* Riḍvánu&#039;l-Iqrár&lt;br /&gt;
* Ṣaḥífiy-i-&amp;lt;u&amp;gt;Sh&amp;lt;/u&amp;gt;aṭṭíyyih&lt;br /&gt;
* Ṣalát-i-Mayyit (Oração para os Mortos)&lt;br /&gt;
* Sáqí-Az-&amp;lt;u&amp;gt;Gh&amp;lt;/u&amp;gt;ayb-i-Baqá&lt;br /&gt;
* &amp;lt;u&amp;gt;Sh&amp;lt;/u&amp;gt;ikkar-&amp;lt;u&amp;gt;Sh&amp;lt;/u&amp;gt;ikan-&amp;lt;u&amp;gt;Sh&amp;lt;/u&amp;gt;avand&lt;br /&gt;
* Subḥána Rabbíya&#039;l-&#039;Alá&lt;br /&gt;
* Subḥánika-Yá-Hú&lt;br /&gt;
* Súratu&#039;lláh&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Aḥzán&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Amín&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Amr&lt;br /&gt;
* Súriy-i-A&#039;ráb&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Aṣḥáb&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Asma&#039;&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Bayán&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Damm&lt;br /&gt;
* Súriy-i-&amp;lt;u&amp;gt;Dh&amp;lt;/u&amp;gt;abíḥ&lt;br /&gt;
* Súriy-i-&amp;lt;u&amp;gt;Dh&amp;lt;/u&amp;gt;ibḥ&lt;br /&gt;
* Súriy-i-&amp;lt;u&amp;gt;Dh&amp;lt;/u&amp;gt;ikr&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Faḍl&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Fatḥ&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Fu&#039;ád&lt;br /&gt;
* Súriy-i-&amp;lt;u&amp;gt;Gh&amp;lt;/u&amp;gt;uṣm (Epístola do Ramo)&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Ḥajj I&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Ḥajj II&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Haykal&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Ḥifz&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Hijr&lt;br /&gt;
* Súriy-i-&#039;Ibád&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Ism&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Ismuna&#039;l-Mursil&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Javád&lt;br /&gt;
* Súriy-i-&amp;lt;u&amp;gt;Kh&amp;lt;/u&amp;gt;itáb&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Ma&#039;ání&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Man&#039;&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Mulúk (Epístola para os Reis)&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Nidá&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Nuṣḥ&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Qadír&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Qahír&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Qalam&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Qamíṣ&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Ṣabr&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Sulṭán&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Vafá&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Zíyárih&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Zubur&lt;br /&gt;
* Súriy-i-Zuhúr&lt;br /&gt;
* Tafsír-i-Hú&lt;br /&gt;
* Tafsír-i-Ḥurúfát-i-Muqaṭṭa&#039;ih&lt;br /&gt;
* Tafsír-i-Súriy-i-Va&#039;&amp;lt;u&amp;gt;sh&amp;lt;/u&amp;gt;-&amp;lt;u&amp;gt;Sh&amp;lt;/u&amp;gt;ams&lt;br /&gt;
* Tajallíyát (Effulgences)&lt;br /&gt;
* Ṭarázát&lt;br /&gt;
* Zíyárat-Námih (Epístola da Visitação)&lt;br /&gt;
* Zíyárat-Námiy-i-Awlíyá&lt;br /&gt;
* Zíyárat-Námiy-i-Bábu&#039;l-Báb va Quddús&lt;br /&gt;
* Zíyárat-Námiy-i-Bayt&lt;br /&gt;
* Zíyárat-Námiy-i-Maryam&lt;br /&gt;
* Zíyárat-Námiy-i-Siyyidu&#039;&amp;lt;u&amp;gt;sh&amp;lt;/u&amp;gt;-&amp;lt;u&amp;gt;Sh&amp;lt;/u&amp;gt;uhadá&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Disponíveis em Português==&lt;br /&gt;
*[[Epístola ao Filho do Lobo]]&lt;br /&gt;
*[[Jóias dos Mistérios Divinos]]&lt;br /&gt;
*[[Seleção dos Escritos de Bahá&#039;u&#039;lláh]] &lt;br /&gt;
*[[Palavras Ocultas]] &lt;br /&gt;
*O [[Kitáb-i-Aqdas]] (O Livro Mais Sagrado)   &lt;br /&gt;
*O [[Kitáb-i-Íqán]] (O Livro da Certeza)   &lt;br /&gt;
*[[Orações e Meditações]]&lt;br /&gt;
*[[Proclamação of Bahá’u’lláh]]&lt;br /&gt;
*[[Os Sete Vales]]&lt;br /&gt;
*[[Os Quatro Vales]]&lt;br /&gt;
*[[O Chamado do Senhor das Hostes]]&lt;br /&gt;
*[[O Tabernáculo da Unidade]]&lt;br /&gt;
*[[Epístolas de Bahá&#039;u&#039;lláh]] reveladas depois do Kitáb-i-Aqdas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Compilações==&lt;br /&gt;
*[[Seleção dos Escritos de Bahá&#039;u&#039;lláh]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |author=Casa Universal de Justiça&lt;br /&gt;
 |authorlink=Casa Universal de Justiça&lt;br /&gt;
 |origyear=1993&lt;br /&gt;
 |title=O Mundo Bahá&#039;í - Um Registro Internacional Vol XVI 1973-1976 pp. 574-75&lt;br /&gt;
 |publisher=World Centre Publications&lt;br /&gt;
 |location=Haifa, Israel&lt;br /&gt;
 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Obras de Bahá&#039;u&#039;lláh|*]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Writings of Bahá’u’lláh]]&lt;br /&gt;
[[fr:Ecrits de Bahá&#039;u&#039;lláh]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=K%C3%A1zim-i-Samandar&amp;diff=4761</id>
		<title>Kázim-i-Samandar</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=K%C3%A1zim-i-Samandar&amp;diff=4761"/>
		<updated>2023-11-16T15:21:28Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A modificar en:Kázim-i-Samandar para en:Shaykh Káẓim-i-Samandar&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;u&amp;gt;Sh&amp;lt;/u&amp;gt;ay&amp;lt;u&amp;gt;kh&amp;lt;/u&amp;gt; Káz&amp;amp;#803;im-i-Samandar&#039;&#039;&#039; (7 de Fevereiro de  1844-d.1918) conhecido como &#039;&#039;&#039;Samandar&#039;&#039;&#039; foi um dos dezenove [[Apóstolos de Bahá&#039;u&#039;lláh]] e um seguidor eminente de [[Bahá&#039;u&#039;lláh]].  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Origem ==&lt;br /&gt;
Kázim-i-Samandar nasceu em Qazvin, na mesma cidade de [[Táhirih]], e conhecido como Hájí Shaykh Muhammad era um comerciante muito rico na cidade. Hájí Shaykh Muhammad era um homem muito devoto na época que em alguma ocasiões pode conhecer o [[Báb]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
*{{cite book|author=Balyuzi, H.M.|year=1985|title=Eminent Bahá’ís in the time of Bahá’u’lláh|publisher=The Camelot Press Ltd, Southampton|id=ISBN 0853981523}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboco}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Apóstolos de Bahá&#039;u&#039;lláh|Samandar]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Shaykh Káẓim-i-Samandar]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Juan_Francisco_Mora&amp;diff=4754</id>
		<title>Juan Francisco Mora</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Juan_Francisco_Mora&amp;diff=4754"/>
		<updated>2023-11-16T15:05:44Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A remover: en:Joan Lincoln&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[categoria:Membros do Centro Internacional de Ensino]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Edif%C3%ADcio_do_Centro_Internacional_de_Ensino&amp;diff=4752</id>
		<title>Edifício do Centro Internacional de Ensino</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Edif%C3%ADcio_do_Centro_Internacional_de_Ensino&amp;diff=4752"/>
		<updated>2023-11-16T14:57:01Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A modificar en:Seat of the International Teaching Centre para en:Seat of the International Teaching Center&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:International-Teaching-Centre.jpg|thumb|right|250px|Edifício do Centro Internacional de Ensino.]]&lt;br /&gt;
:&#039;&#039;Para a instituição, veja [[Centro Internacional de Ensino]]&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Construído no terceiro estágio da construção do [[Arco]], o &#039;&#039;&#039;Edifício do Centro Internacional de Ensino&#039;&#039;&#039; é onde o [[Centro Internacional de Ensino]] é estabelecido. O arquiteto foi [[Hossein Amanat]] e ele foi completado em 2001.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele está localizado no [[Arco]] tendo sido estabelecido pelo [[Shoghi Effendi|Guardião]] na encosta do Monte Carmelo, acima e ao leste do [[Santuário do Báb]]. Trata-se imediatamente a leste da [[Edifício da Casa Universal de Justiça|sede da Casa Universal de Justiça]]. Seu design incorpora elementos clássicos e contemporâneos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este prédio também abriga temporariamente a Biblioteca Internacional Bahá&#039;í, que futuramente está para ser construído.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{baha&#039;i-2}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[categoria:Peregrinação]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Seat of the International Teaching Center]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Palavras_Ocultas&amp;diff=4750</id>
		<title>Palavras Ocultas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Palavras_Ocultas&amp;diff=4750"/>
		<updated>2023-11-15T03:42:54Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A adicionar: es:Las Palabras Ocultas&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Ficheiro:Palavrasocultas.jpg|120px|right]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;As Palavras Ocultas&#039;&#039;&#039; ou em árabe &#039;&#039;&#039;Kalimát-i-Maknúnih&#039;&#039;&#039; (کلمات مکنونه) é um livro escrito em Bagdá por volta de 1857 por [[Bahá&#039;u&#039;lláh]]. Esta obra foi parcialmente escrita em árabe e parcialmente em persa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;As Palavras Ocultas&#039;&#039; é escrita na forma de uma coleção de citações curtas, cujo objetivo é transferir a essência espiritual da verdade através da reflexão. Bahá&#039;u&#039;lláh escreveu 71 citações em árabe e outras 82 em persa. [[´Abdu&#039;l-Bahá]], recomenda que os bahá&#039;ís leiam algumas Palavras Ocultas cada manhã e noite, e que implemente esta sabedoria latente em suas vidas diárias. Ele também atribui &#039;&#039;As Palavras Ocultas&#039;&#039; como &amp;quot;um tesouro de mistérios divinos&amp;quot; e que, quando se pondera o seu conteúdo &amp;quot;as portas dos mistérios serão abertas.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==História==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há uma tradição xiita muçulmana chamado &amp;quot;Mushaf de Fátima&amp;quot;, que fala de Fátima no período do falecimento de seu pai, [[Muhammad]]. Existem várias versões desta tradição, mas todas as versões revelam que o anjo Gabriel apareceu a ela e consolou-a dizendo-lhe coisas que ela escrevou em um livro. O livro original não sobreviveu, e foi previsto como algo que o Prometido iria revelar nos últimos dias da dispensação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os bahá&#039;ís acreditam que &#039;&#039;As Palavras Ocultas&#039;&#039; foi revelada por [[Bahá&#039;u&#039;lláh]] em cumprimento desta tradição. Bahá&#039;u&#039;lláh originalmente tinha intitulado a obra de &#039;&#039;O Livro de Fátima&#039;&#039;, mas depois Ele se referiu a ela em sua denominação moderna. [http://bahai-library.com/?file=bahaullah_epistle_son_wolf#15] Este aspecto do cumprimento da profecia corresponde com as crenças bahá&#039;ís que profetiza os tempos finais de todas as religiões do mundo que seriam interpretadas misticamente e metaforicamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Paralelos religiosos===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;As Palavras Ocultas&#039;&#039; apresenta semelhanças com a obra &#039;&#039;Qudsi Hadith&#039;&#039;, que também é composto de expressões muito espirituais que os muçulmanos reverenciam.&#039;&#039; As Palavras Ocultas&#039;&#039; de certa forma também é semelhante às bem-aventuranças no cristianismo ou com os Salmos da Bíblia hebraica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Texto==&lt;br /&gt;
Cada passagem inicia-se com uma invocação, sendo a mesma em várias. Uma invocação comum é &amp;quot;Ó Filho do Espírito!&amp;quot; ou &amp;quot;Ó Filho do Homem&amp;quot;. As Palavras Ocultas simbolizam uma conversação de Deus para o ser humano, como se Deus fosse a primeira pessoa que dirige Sua palavra à humanidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Algumas Palavras Ocultas===&lt;br /&gt;
:Ó FILHO DO ESPÍRITO!&lt;br /&gt;
Meu primeiro conselho é este: Possui um coração puro, bondoso e radiante, para que seja tua uma soberania antiga, imperecível e eterna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Ó FILHO DO HOMEM!&lt;br /&gt;
Amei tua criação; por isso te criei. Ama-Me, pois, para que Eu possa mencionar teu nome, e te inundar a alma com o espírito da vida.   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Ó FILHO DO SER!&lt;br /&gt;
Ama-Me, a fim de que Eu te possa amar. Se não Me amas, de modo algum pode o Meu amor te atingir. Sabe isto, ó servo! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Ó FILHO DO  HOMEM!&lt;br /&gt;
Tu és Meu domínio, e Meu domínio não perece; por que temes perecer? És Minha luz, e Minha luz jamais se extinguirá; por que receias extinção? És Minha glória, e Minha glória não se esvaece; és Minha vestimenta, e Minha vestimenta jamais se desgastará.  Permanece firme, pois, em teu amor por Mim, a fim de me encontrares no Reino da Glória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |author=Bahá’u’lláh&lt;br /&gt;
 |authorlink=Bahá’u’lláh&lt;br /&gt;
 |year=1858&lt;br /&gt;
 |title=As Palavras Ocultas&lt;br /&gt;
 |publisher=Editora Bahá’í do Brasil&lt;br /&gt;
 |location=Mogi Mirim - SP, Brasil&lt;br /&gt;
 |id=&lt;br /&gt;
 |url=&lt;br /&gt;
 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |author=Editora Bahá&#039;í&lt;br /&gt;
 |year=2001&lt;br /&gt;
 |title=Catálogo Geral&lt;br /&gt;
 |publisher=Editora Bahá&#039;í do Brasil&lt;br /&gt;
 |location=Mogi Mirim - SP, Brasil&lt;br /&gt;
 |id=&lt;br /&gt;
 |url=&lt;br /&gt;
 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Obras de Bahá&#039;u&#039;lláh]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{baha&#039;i-2}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:The Hidden Words]]&lt;br /&gt;
[[es:Las Palabras Ocultas]]&lt;br /&gt;
[[fr:Paroles cachées]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Kit%C3%A1b-i-%C3%8Dq%C3%A1n&amp;diff=4749</id>
		<title>Kitáb-i-Íqán</title>
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		<updated>2023-11-15T03:38:53Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A adicionar: es:Kitáb-i-Íqán&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{literatura}}&lt;br /&gt;
[[File:Kitabiqan.jpg|120px|left]]&lt;br /&gt;
O &#039;&#039;&#039;Kitáb-i-Íqán&#039;&#039;&#039; (Árabe: الكتاب الإيقان‎ Persa: كتاب ايقان‎ &amp;quot;O Livro da Certeza&amp;quot;), é um dos vários livros tidos como sagrados pelos seguidores da [[Fé Bahá&#039;í]]; é a referência primária de toda alusão teológica contida nos escritos bahá&#039;ís.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Origem==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi escrito parte em Persa e parte em Árabe por [[Bahá&#039;u&#039;lláh]], em 1862. Nesta época, Bahá&#039;u&#039;lláh estava exilado em Bagdá, parte do império Otomano. Embora Bahá&#039;u&#039;lláh declarou ter recebido a revelação a dez anos no Síyáh-Chál, masmorra em Teerã, ele ainda não tinha declarado sua missão. As referências a sua própria posição aparecem conseqüentemente somente numa forma vendada. Christopher Buck, autor de um grande estudo do Íqán, referiu este tema do livro como o &amp;quot; segredo messiânico&amp;quot;, paralelizando com o mesmo tema no Evangelho de Marcos.&amp;lt;ref&amp;gt;Christopher Buck, &#039;&#039;Symbol and Secret&#039;&#039; (Los Angeles: Kalimat Press, 1995), 2.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Íqán constitui o trabalho teológico principal de Bahá&#039;u&#039;lláh, e resultante da Fé Bahá&#039;í. É referido às vezes como o complemento do &#039;&#039; [[Bayán Persa]] &#039;&#039;. Quando foi litografado em Bombaim em 1882, era o primeiro trabalho da escrita Bahá&#039;í a ser publicada.&amp;lt;ref&amp;gt;Buck, &#039;&#039;Symbol and Secret,&#039;&#039; 25.&amp;lt;/ref&amp;gt; Foi primeiramente traduzido para o inglês em 1904, uma das primeiras obras de Bahá&#039;u&#039;lláh em inglês.&amp;lt;ref&amp;gt;Bahá&#039;u&#039;lláh, &#039;&#039;The Book of Ighan,&#039;&#039; trans. Ali Kuli Khan, assisted by Howard MacNutt (New York: George V. Blackburne, Co., 1904).&amp;lt;/ref&amp;gt; [[Shoghi Effendi]], que retraduziu a obra para o inglês em 1931, referiu à obra da seguinte forma:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Um modelo de prosa persa, com um estilo simultaneamente original, simples e vigoroso, notavelmente lúcido, e simultaneamente persuasivo e incomparável na sua irresistível eloquência, este Livro, determinando no esboço o grande esquema redentor de Deus, ocupa uma posição inigualável por qualquer obra na escala inteira da literatura de Bahá&#039;í, exceto o Kitáb-i-Aqdas, o livro mais sagrado de Bahá&#039;u&#039;lláh.&amp;lt;ref&amp;gt;Shoghi Effendi, &#039;&#039;God Passes By&#039;&#039; (Wilmette, Ill.: Bahá&#039;í Publishing Trust, 1974), 138-39.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== História ===&lt;br /&gt;
O tio do [[Báb]], Ḥájí Mírzá Siyyid Muḥammad, ficou perplexo ao ouvir que o prometido do Islã era o seu próprio sobrinho. Quando foi dito que este era exatamente a mesma objeção expressa pelo tio do profeta do Islão, ele ficou agitado e decidiu investigar este fato. Em 1861 viajou a Karbila, Iraque, para visitar seu irmão, Ḥájí Mírzá Ḥasan- &#039;Alí, e foi então a Bagdá para encontrar Bahá&#039;u&#039;lláh. Lá levantou quatro perguntas sobre os sinais do aparecimento do prometido em escrita para Bahá&#039;u&#039;lláh. As 200 páginas (em línguas originais) do &#039;&#039; Kitáb-i-Íqán &#039;&#039; foram escritas em um período de no máximo dois dias e de duas noites em resposta por volta de 15 de Janeiro de 1861.&amp;lt;ref&amp;gt;The questions Ḥájí Mírzá Siyyid Muḥammad posed, and the letter he wrote to his son from Baghdad on January 17, 1861 (which dates the composition of the book) are both published in Ahang Rabbani, &amp;quot;The Conversion of the Great-Uncle of the Báb,&amp;quot; &#039;&#039;World Order,&#039;&#039; vol. 30, no. 3 (Spring, 1999), 19-38.&amp;lt;/ref&amp;gt;[http://bahai-library.com/?file=wilmette_kitab_iqan_date].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Índices do Livro ==&lt;br /&gt;
O livro está em duas partes: a primeira parte trata com o discurso fundamental de que a revelação divina é progressiva e as religiões estão relacionadas uma com a outra, com cada religião monoteísta principal aceitando as anteriores e, frequentemente nos termos vendados, profetizando o advento da próxima religião. Como a pessoa que pergunta é muçulmano, Bahá&#039;u&#039;lláh usa os versos da Bíblia para mostrar como um cristão poderia interpretar seus próprios textos sagrados em termos alegóricos para vir a acreditar na dispensação seguinte. Por extensão o mesmo método da interpretação pode ser usado para um muçulmano para considerar a validade das declarações do Báb. A segunda e parte maior do livro é o discurso substantivo e trata as provas específicas, teológicos e lógicas, da missão do Báb. Uma das partes mais conhecida e mais apreciada é conhecido como &amp;quot;Epístola do Verdadeiro Investigador&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Shoghi Effendi ofereceu uma seguinte descrição longa do índice do livro:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Dentro de um compasso de duzentas páginas proclama inequivocavelmente a existência e o unicidade de um Deus pessoal, irreconhecível, inacessível, a fonte de toda a revelação, eterno, onisciente, onipresente e onipotente; afirma a relatividade da verdade religiosa e a continuidade da revelação divina; afirma a unidade dos profetas, a universalidade de sua mensagem, a identidade de seus ensinamentos fundamentais, a santidade de suas escrituras, e o carácter duplo de suas estações; denúncia a cegueira e a perversidade dos divinos e doutores de cada idade; menciona e explica as passagens alegóricas do Novo Testamento, os versos abstrusos do Alcorão, e as tradições muçulmanas enigmáticas que geraram mal-entendidos durante um longo tempo, dúvidas e animosidades que separaram e mantiveram distante os seguidores dos grandes sistemas religiosos do mundo; enumera os pré-requisitos essenciais para a realização por cada investigador verdadeiro do objeto de sua procura; demonstra a validade, a sublimidade e o significado da revelação do Báb; aclama o heroísmo e o desprendimento de seus discípulos; prefigura, e profetiza o triunfo mundial da revelação prometida aos povos do [[Bayán Persa|Bayán]]; confirma a pureza e inocência da Virgem Maria; glorifica os Imames da Fé Islãmica; celebra o martírio, e louva a soberania espiritual do Imã Husayn; desvenda o significado de termos simbólicos como o &amp;quot; Retorno, &amp;quot; &amp;quot; Ressurreição, &amp;quot; &amp;quot; Selo dos profetas &amp;quot; e &amp;quot; Dia do Julgamento&amp;quot; ; prefigura e distingue entre os três estágios da revelação divina; e expande, em termos de incandescência, em cima das glórias e das maravilhas da &amp;quot; Cidade de Deus, &amp;quot; renovado, em intervalos fixos, pela dispensação de Providência,  para a orientação, benefício e salvação de toda a humanidade. Pode ser alegado que de todos os livros revelados pelo Autor da Revelação Bahá&#039;í, este livro sozinho, por afastar barreiras que em longas eras separaram tão insuperavelmente as grandes religiões do mundo, colocou uma fundação ampla e incontestável para a reconciliação completa e permanente de seus seguidores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Notas==&lt;br /&gt;
{{reflist}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Obras de Bahá&#039;u&#039;lláh]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Kitáb-i-Íqán]]&lt;br /&gt;
[[es:Kitáb-i-Íqán]]&lt;br /&gt;
[[fr:Kitáb-i-Íqán]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=A_Presen%C3%A7a_de_Deus&amp;diff=4748</id>
		<title>A Presença de Deus</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=A_Presen%C3%A7a_de_Deus&amp;diff=4748"/>
		<updated>2023-11-15T03:36:55Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A adicionar: es:Dios Pasa&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A &#039;&#039;&#039;&#039;&#039;Presença de Deus&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;, escrito por [[Shoghi Effendi]], é um livro que providencia um resumo histórico do primeiro século da [[Fé Bahá&#039;í]], de 1844 a 1944. Enquanto episódios históricos são relatados em alguns detalhes, &amp;quot;A Presença de Deus&amp;quot; é particularmente notável pelo significado Shoghi Effendi atribui aos eventos na história da Fé Baha&#039;i, e a interpretação que ele dá para vários episódios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Conteúdos==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;A Presença de Deus&#039;&#039;&#039;&#039;&#039; é organizado em quatro períodos representando diferentes períodos na história da [[Fé Babí]] e [[Fé Bahá&#039;í]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===O Ministério do Báb (1844-1853)===&lt;br /&gt;
Esta seção do livro relata a vida do [[Báb]], detalha suas mais escrituras religiosas mais significantes e marcantes, descreve o crescimento e desenvolvimento da [[Fé Babí]], e a turbulência e perseguição que os seguidores da Fé experenciaram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===O Ministério de Bahá’u’lláh (1853-1892)===&lt;br /&gt;
Esta seção do livro descreve os episódios principais na vida de [[Bahá&#039;u&#039;lláh]], detalha suas escrituras religiosas mais significantes, relata a perseguição externa dos bahá&#039;ís pelos governos Otomano e Persa e a crise interna na comunidade bahá&#039;í causada pela rebelião de Mirzá Yahyá contra a autoridade de Bahá&#039;u&#039;lláh, e esta seção conclui com o falecimento de Bahá&#039;u&#039;lláh.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===O Ministério de ‘Abdu’l-Bahá (1892-1921)===&lt;br /&gt;
Esta seção do livro descreve os episódios principais na vida de [[‘Abdu’l-Bahá]], tanto detalha a natureza como desafia o [[Convênio de Bahá&#039;u&#039;lláh]] com seus seguidores em relação a sucessão da liderança na [[Fé Bahá&#039;í]], relata as contínuas perseguições dos bahá&#039;ís em várias partes do mundo, descreve as viagens de ‘Abdu’l-Bahá ao redor do Ocidente, e conclui esta seção o falecimento de ‘Abdu’l-Bahá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===O Início da Idade Formativa da Fé Bahá&#039;í (1921-1944)===&lt;br /&gt;
Esta seção do livro descreve os 23 anos da história Bahá&#039;í seguido pelo falecimento de [[‘Abdu’l-Bahá]], com ênfase particular nas provisões e implicações de Sua última Vontade e Testamento, o desenvolvimento da [[Administração Bahá&#039;í|Ordem Administrativa Bahá&#039;í]], e a expansão e multiplicação das comunidades ao redor do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Veja também==&lt;br /&gt;
*[[O Advento da Justiça Divina]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
*{{cite web |url=http://en.wikipedia.org/wiki/God_Passes_By |title=A Presença de Deus (em inglês) |accessdate=2008-07-25 |work= |publisher= |date=2008-07-25 }}&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |first=Shoghi&lt;br /&gt;
 |last=Effendi&lt;br /&gt;
 |authorlink=Shoghi Effendi&lt;br /&gt;
 |year=1944&lt;br /&gt;
 |title=A Presença de Deus&lt;br /&gt;
 |publisher=Bahá’í Publishing Trust&lt;br /&gt;
 |location=Wilmette, Illinois, USA&lt;br /&gt;
 |id=ISBN 0-87743-020-9&lt;br /&gt;
 |url=http://reference.bahai.org/en/t/se/GPB/&lt;br /&gt;
 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[categoria:Obras de Shoghi Effendi]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:God Passes By]]&lt;br /&gt;
[[es:Dios Pasa]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Leonora_Armstrong&amp;diff=4745</id>
		<title>Leonora Armstrong</title>
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		<updated>2023-10-29T10:29:51Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A adicionar: es:Leonora Armstrong&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:LeonoraArmstrong.jpg|thumb|right|170px|Leonora Holsapple Armstrong]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Leonora Holsapple Armstrong&#039;&#039;&#039; (23 de Junho, 1895 &amp;amp;ndash; 17 de Outubro, 1980) foi a primeira [[Fé Bahá&#039;í|bahá&#039;í]] a se estabelecer no Brasil e é considerada a &#039;Mãe Espiritual dos Bahá&#039;ís da América Latina&#039;. Ela fez [[pioneirismo]] no Brasil em 1921 com apenas 25 anos de idade e devido aos seus notáveis esforços e serviços para a Fé Bahá&#039;í no [[Brasil]], ela foi designada em 1973 como [[Corpo Continental dos Conselheiros|Conselheira]] pela [[Casa Universal de Justiça]], Instituição Máxima da Fé Bahá&#039;í.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Infância e Juventude==&lt;br /&gt;
{{baha&#039;i}}&lt;br /&gt;
Leonora Holsapple Armstrong nasceu em 23 de Junho de 1895 na cidade de Hudson, Nova Iorque (Estados Unidos). Seu pai era Samuel Norris Holsapple e sua mãe era Grace Stirling, que serviu em trabalho voluntário e dava aula numa escola. Grace tinha grandes problemas de saúde e veio a falecer logo após Leonora ter completado cinco anos de idade, o que abalou muito ela e sua irmã mais nova Alethe durante a infância e juventude. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Vida Acadêmica===&lt;br /&gt;
Mesmo com o sofrimento, Leonora sempre foi uma estudante bem dotada, tanto que na sua formatura recebeu grandes homenagens e foi indicada como oradora em mérito de ter sido a estudante com as melhores notas na escola. Com isso ela recebeu uma bolsa de estudos o que permitiu seu ingresso na Universidade Cornell em Ithaca, Nova Iorque, onde ela foi eleita Phi Beta Kappa no seu primeiro ano. Ela se formou em Letras na Universidade Cornell incluíndo especialidade em Latim, e também obteve estudos da língua alemã, espanhol, esperanto e sua própria língua materna, o inglês, obtendo graduação em Literatura, Astronomia, Botânica, Física e Química. Depois de se formar da universidade ela ensinou Latim em colégios e serviu em trabalhos voluntários que nem a sua mãe e a sua avó.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Introdução à Fé Bahá&#039;í===&lt;br /&gt;
Quando ela tinha treze anos de idade, sua avó materna que por muitos anos sempre mostrava-se interessada e pesquisava muitos assuntos espirituais conheceu e declarou-se [[Fé Bahá&#039;í|bahá&#039;í]]. A primeira coisa que sua avó fez como bahá&#039;í foi ensinar sobre a [[Fé Bahá&#039;í]] para suas netas e devido ao exemplo de devoção e esforços para compatilhar os [[Ensinamentos|ensinamentos Bahá&#039;ís]], isso impressionou Leonora tanto que levou ela a pesquisar sobre as revelações bahá&#039;ís e memorizar as orações bahá&#039;ís. A partir de então, ela passou a ensinar a Fé Bahá&#039;í para muitos de seus colegas e seus amigos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Interesse no Pioneirismo Bahá&#039;í===&lt;br /&gt;
Quando a [[Epístolas do Plano Divino|Epístola do Plano Divino]], escrito por [[`Abdu&#039;l-Bahá]],  foi revelada na Conferência Bahá&#039;í de Nova Iorque em 1919, despertou-se um grande interesse em Leonora para dedicar-se ao [[pioneirismo]]. Imediatamente ela escreveu uma carta para `Abdu&#039;l-Bahá expressando seu desejo de servir como pioneira, e em pouco tempo recebeu uma resposta de `Abdu&#039;l-Bahá:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Tens expressado grande desejo de estar a serviço do Limiar Divino e curar o fraco com o Elixir Divino - o fraco que está afligido com o ego e a paixão. Doença espiritual é muito mais severo do que doença física o qual o último pode ser convertido por um remédio em saúde e vigor, e o primeiro não poderá ser curado por milhares de remédios conhecidos... Meu desejo é que tu tornes em uma médica espiritual&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leonora ficou muito tocada com a mensagem de `Abdu&#039;l-Bahá e a notável pioneira [[Martha Root]] foi uma grande influência na escolha pela América do Sul. Em suas próprias palavras Leonora disse: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Esta esperança do Mestre transformou-se na minha maior aspiração e no início dos década de 1920, eu li sua epístola dirigida a Martha Root, recomendando ela no trabalho de ensino na América do Sul e enfatizando na importância de outros tomarem parte disso, e pela primeira vez pareceu para mim que aqui poderia estar a aparecendo uma tarefa definitiva para mim. Com uma carta enviada a Martha levou a uma resposta imediata&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Martha Root tinha feito uma visita histórica na América do Sul em 1919 e encorajou Leonora compartilhando suas experiências e dando uma cópia de seu diário relatando seus momentos naquele período. Com isso Leonora considerou realizar o pioneirismo na América do Sul e escolheu Brasil como destino para ela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Vinda ao Brasil==&lt;br /&gt;
Houve grandes preocupações por parte de sua família e seus amigos em relação ao pioneirismo no Brasil. Muitos acreditavam que ela correria risco de perigo, por estar indo sozinha, sem conhecer ninguém e nem ao menos conhecer o idioma. Mesmo assim seu desejo de difundir a Fé Bahá&#039;í era grande, e no dia 1° de fervereiro de 1921 ela desembarcou no porto de Rio de Janeiro. Nesta época ela tinha apenas 25 anos de idade, e não havia ao menos uma pessoa que conhecesse no país. Sendo mulher e ainda solteira, numa época que as mulheres não tinham os mesmos direitos que atualmente, era uma situação muito complicada mas nada que detesse a jovem pioneira. Ela obteve seu primeiro emprego num escritório muito simples através de um jovem teosofista da cidade de Santos, São Paulo. Mais tarde começou a dar aulas particulares de inglês, fazendo assim contatos para ensinar a Fé Bahá&#039;í. De vez em quando, surgia a oportunidade, para participar como palestrante de conferências nacionais - no primeiro ano de sua estada no Rio de Janeiro, participou de um Congresso Nacional de Esperanto que se estendeu em São Paulo e em Santos e mais tarde em várias outras capitais do país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Serviços pela Fé Bahá&#039;í===&lt;br /&gt;
Em 1925 na cidade de Belém em Pará, ela publicou sua primeira tradução de inglês para português o livro &amp;quot;Paris Talks&amp;quot; (em inglês) sendo em português [[Palestras de `Abdu&#039;l-Bahá|&amp;quot;Palestras de &#039;Abdu&#039;l-Bahá em Paris&amp;quot;]]. Leonora além de oradora, educadora e tradutora era também assistente social, tendo mantido inclusive um orfanato, em Salvador, Bahia, no período de 1928-1930, para crianças abandonadas e carentes. Nos primeiros anos no Brasil, ela escolheu Salvador, na Bahia, como sua residência, viajando várias vezes à Belém e a Manaus. Os teosofistas e esperantistas sempre lhe davam muito apoio. Em 1927 artigos e folhetos sobre a Fé Bahá&#039;í foram publicados em Belém.&lt;br /&gt;
Em 1927 foi a primeira bahá&#039;í a visitar e palestrar sobre a Fé Bahá&#039;í na Colômbia, Venezuela, Coracion, Trinidad, Barbados, Haiti, Guiana Inglesa e Suriname. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Fortaleza, no Ceará residiu por quatro meses. Nesta ocasião irrompeu uma epidemia de cólera e tifo e lhe foi possível oferecer os seus serviços levando remédios, alimentos e roupas para muitos doentes. Segundo suas próprias palavras: &amp;quot;Consistiu em uma experiência emocionante visitá-los em suas casas... e tentar provar-lhes, por meio de ações que a Fé Bahá&#039;í visa a unidade da humanidade.&amp;quot; Não somente os pobres foram receptivos mas o serviço com eles ajudaram-na a preparar o caminho para que algumas pessoas ricas recebessem a mensagem, pois quando surgia uma oportunidade para dar uma Conferência Bahá&#039;í no clube mais elegante da cidade, ela sempre esteve presente - e sempre contava com um bom público, com um interesse que havia sido despertado ao ouvir sobre seus serviços como a &amp;quot;Enfermeira dos Pobres&amp;quot; - sendo assim conhecida no Ceará.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Formação da Instituição Bahá&#039;í no Brasil===&lt;br /&gt;
Em Salvador, em 1940 - após 19 anos de seu trabalho dedicado de ensino, de traduções e serviços sociais - foi que Leonora teve a alegria de ver formada oficialmente a primeira Instituição Bahá&#039;í no Brasil: A Assembléia Espiritual Local dos Bahá&#039;ís de Salvador, o conselho de consulta, composto por nove membros, eleito anualmente pela comunidade bahá&#039;í em cada localidade. Ela própria era um dos membros daquela Assembléia, junto com os primeiros a abraçarem a Causa Bahá&#039;í naquela cidade. Em seguida formou-se no Rio de Janeiro a segunda [[Assembléia Espiritual|Assembléia Espiritual Local]] e, em 1946 a terceira, na Capital de São Paulo. Em 1961 ela testemunhou o estabelecimento da primeira Assembléia Espiritual Nacional dos Bahá&#039;ís do Brasil. Em 1973, graças aos seus esforços no estabelecimento da Fé Bahá&#039;í no Brasil, foi designada [[Corpo Continental dos Conselheiros|Conselheira]] pela [[Casa Universal de Justiça]] - Instituição máxima da Ordem Administrativa Bahá&#039;í. Os Conselheiros são aqueles atuam a níveis continentais e dedicam o seu tempo para o ensino e para a proteção da Causa Bahá&#039;í.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Casamento==&lt;br /&gt;
Em 1941, Leonora casou-se com o inglês Harold Armstrong que ela havia conhecido vários anos atrás. Ele foi o seu grande apoio, tornando possível que ela realizasse seus meritórios serviços à Causa a qual dedicara sua vida. Leonora e seu marido residiram em vários lugares no Brasil e, não tendo filhos, adotaram e criaram algumas crianças proporcionando-lhes a educação necessária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Defensora dos Direitos da Mulher==&lt;br /&gt;
Leonora foi também uma destacada defensora dos direitos da mulher - destacando seu papel de educadoras e como servidoras da causa da paz mundial. A sua mensagem, gravada em fita cassete em Salvador na Bahia, dias antes de seu passamento, em meados de outubro de 1980, foi dirigida às centenas de mulheres reunidas no Centro de Convenções de Brasília, participantes da Primeira Conferência Bahá&#039;í Latino Americana da Mulher. A seguir alguns excertos de sua mensagem:  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Mulher, luz da geração futura - quando nós, as mulheres do mundo, refletirmos sobre o verdadeiro significado deste tema que foi escolhido e à medida que seu pleno significado penetrar cada vez mais profundamente na consciência de cada mulher, deveremos compreender que carinhoso, que supremo privilégio é o nosso e que inescapável dever nos cabe, e assim deveremos nos levantar como nunca antes, para cumprirmos esta nossa primeira obrigação. As mulheres sabem que são as primeiras educadoras da humanidade...&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Últimos Anos==&lt;br /&gt;
Tendo residido em Santos, Rio de Janeiro, Salvador e passado os últimos anos em Minas Gerais, na cidade de Juiz de Fora, veio a falecer no dia 17 de outubro de 1980, com 85 anos de idade, na cidade de Salvador, na Bahia. Naquele mesmo dia, centenas de  bahá&#039;ís de diversas comunidades da América Latina estavam reunidos em Brasília, participando da I Conferência Bahá&#039;í Latino Americana da Mulher. O clímax dessa reunião para promoção da condição da mulher foi o momento em que ecoou pelo auditório do amplo Centro de Convenções uma gravação com suas palavras de saudação aos participantes do evento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Veja também==&lt;br /&gt;
* [[Brasil]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |first=Gabriel&lt;br /&gt;
 |last=Marquez&lt;br /&gt;
 |title=Leonora Armstrong - Memórias e Cartas&lt;br /&gt;
 |publisher=Editora Bahá&#039;í do Brasil&lt;br /&gt;
 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ligações externas==&lt;br /&gt;
*[http://www.bahai.org.br/brasilia/Leonora.htm Perfil Biográfico de Leonora Armstrong]&lt;br /&gt;
*[http://bahai-library.com/books/bw18/720-748.html Relatos sobre a vida de Leonora Armstrong em Inglês]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Individualidades Bahá&#039;ís]]&lt;br /&gt;
[[category:Conselheiros Continentais]]&lt;br /&gt;
[[category:Pioneiros]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Leonora Armstrong]]&lt;br /&gt;
[[es:Leonora Armstrong]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Deus&amp;diff=4744</id>
		<title>Deus</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Deus&amp;diff=4744"/>
		<updated>2023-10-29T10:29:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A modificar zh:的神 para zh:上帝&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{baha&#039;i}}&lt;br /&gt;
A [[Fé Bahá&#039;í]] ensina sobre a existência de um único, eterno &#039;&#039;&#039;Deus&#039;&#039;&#039;, o criador de todas as coisas, incluindo todas as criaturas e forças do universo. &amp;lt;ref name=&amp;quot;britannica&amp;quot;&amp;gt;{{cite encyclopedia | year = 1988 | title = The Bahá’í Faith | encyclopedia = Britannica Book of the Year | publisher = Encyclopaedia Britannica | location = Chicago | id = ISBN 0852294867}}&amp;lt;/ref&amp;gt;  Deus é descrito como &amp;quot;um Deus pessoal, irreconhecível, inacessível, a fonte de todas as Revelações, eterno, onisciente, onipresente e todo poderoso.&amp;quot; &amp;lt;ref&amp;gt;{{cite book|first=Shoghi |last=Effendi |authorlink=Shoghi Effendi |year=1944 |title=A Presença de Deus |publisher=Bahá’í Publishing Trust |location=Wilmette, Illinois, USA&lt;br /&gt;
 |id=ISBN 0877430209 |url=http://reference.bahai.org/en/t/se/GPB/gpb-9.html#gr26 | pages= pp.139}}&amp;lt;/ref&amp;gt;  Embora inacessível diretamente, Deus ainda é visto como consciente dos eventos no mundo, com uma mente, vontade e propósito. Os bahá&#039;ís acreditam que Deus expressa Sua vontade todo o tempo e de várias maneiras, incluindo através de uma série series de mensageiros divinos conhecido como [[Manifestante de Deus]] ou algumas vezes como &#039;&#039;educadores divinos&#039;&#039;.&amp;lt;ref name=&amp;quot;eor&amp;quot;&amp;gt;{{cite encyclopedia&lt;br /&gt;
| last = Hutter | first = Manfred | editor = Ed. Lindsay Jones | encyclopedia = Encyclopedia of Religion | title = Bahā&#039;īs | edition = 2nd ed. | year = 2005 | publisher = Macmillan Reference USA | volume = 2 | action = Detroit | id = ISBN 0028657330 | pages = p737–740}}&amp;lt;/ref&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao expressar as intenções de Deus, estes manifestantes são vistos por estabelecerem uma religião no mundo.  Os [[ensinamentos]] bahá&#039;ís declaram que Deus é muito superior para humanos compreenderem totalmente, ou para criar uma imagem completa e real.&amp;lt;ref name=&amp;quot;manifestation&amp;quot;&amp;gt;{{cite journal | first = Juan | last = Cole | title = | year = 1982 | title = The Concept of Manifestation in the Bahá’í Writings | journal = Bahá’í Studies | volume = monograph 9  | pages = pp. 1-38 | url = http://bahai-library.org/articles/manifestation.html}}&amp;lt;/ref&amp;gt;  [[Bahá&#039;u&#039;lláh]] frequentemente refere a Deus através de títulos (ex: o Todo Poderoso, ou o Todo Amoroso).  Os bahá&#039;ís acreditam que essa descrição antropomórfica de Deus é descrita em Bahá’u’lláh, em relação a capacidade de um manifestante de Deus, retratando-O de maneira abstrata num idioma que os humanos possam compreender, sendo que conhecimento direto da essência de Deus é visto como impossível.&amp;lt;ref name=&amp;quot;manifestation&amp;quot; /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora culturas humanas e religiosas apresentam conceitos de Deus e Sua natureza, tais visões diferenciadas ainda referem-se ao mesmo Ser. As diferenças entre estas religiões estão atribuídas as diversidades culturais e os contextos em qual essas mensagens foram propagadas.&amp;lt;ref name=&amp;quot;britannica&amp;quot; /&amp;gt; Os bahá’ís consideram várias das grandes religiões (e também pequenas) como uma única fé, revelada pelos manifestantes de Deus [[Revelação Progressiva|progressivamente]] e em etapas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nenhuma mensagem, e portanto nenhuma religião pode ser, de acordo com a crença bahá&#039;í, considerada essencialmente superior do que a outra, embora uma mensagem mais recente pode ser considerada mais relevante para as necessidades espirituais e sociais no tempo atual. Os bahá’ís consideram muitas outras religiões como divinamente inspiradas, apesar de serem revistas como renovadas pelas revelações mais recentes de Bahá’u’lláh; Bahá&#039;u&#039;lláh em várias ocasiões declarou que negar a validade de qualquer fundador religioso legítimo é equivalente a negar a todos os outros (incluindo a Ele mesmo) e a Deus .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==A Unicidade de Deus==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bahá’ís acreditam que há um ser sobrenatural, Deus, que criou todas as criaturas e forças do universo; &amp;lt;ref name=&amp;quot;britannica&amp;quot; /&amp;gt;Deus é onipotente, onisciente, e perfeito; e embora pessoas tenham diferentes conceitos de Deus e Sua natureza, e chama por Ele em diferentes nomes, todos referem-se ao mesmo Ser. Bahá’u’lláh relata neste assunto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Todo louvor à unidade de Deus, e toda honra à Ele, ao Senhor soberano, o incomparável e o todo glorioso Soberano do universo, Quem, fora do nada total, tem criado a realidade de todas as coisas, Quem, do nada, tornou em os mais refinados e súteis elementos de Sua criação, e Quem, salvando as Suas criaturas da degradação de afastamento e os perigos da extinção completa, tem recebido eles em Seu reino de incorruptível glória. Nada sem a Sua toda presente graça, Sua toda penetrante mercê, poderia ter possivelmente alcançado isso.&amp;lt;ref name=&amp;quot;glean64&amp;quot;&amp;gt;{{cite book |author=Bahá’u’lláh |authorlink=Bahá’u’lláh |year=1976 |title=Gleanings from the Writings of Bahá’u’lláh |publisher=Bahá’í Publishing Trust |location=Wilmette, Illinois, USA |id=ISBN 0-87743-187-6 |pages=pp.64-65 | |url=http://reference.bahai.org/en/t/b/GWB/gwb-27.html#gr1}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ensinamentos bahá’ís declaram que Deus é muito grandioso para os humanos compreenderem totalmente ou criar a Sua imagem.&amp;lt;ref name=&amp;quot;britannica&amp;quot; /&amp;gt;  Até os atributos que os Bahá&#039;ís atribuem a Ele como o Todo Poderoso, e o Todo Amoroso são derivados de limitadas experiências humanas de poder, amor, ou justiça. Bahá&#039;u&#039;lláh ensina que nosso conhecimento de Deus é limitado aos atributos e qualidades que são perceptíveis para nós, e assim conhecimento direto de Deus não é possível. Adiante Bahá&#039;u&#039;lláh declara que o conhecimento dos atributos de Deus é revelado para a humanidade através dos Mensageiros enviados para a humanidade.&amp;lt;ref name=&amp;quot;britannica&amp;quot; /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Tão perfeita e abrangente é Sua criação que nenhuma mente e coração, tão potente ou pura, pode compreender a natureza das mais insignificantes de Suas criaturas; muito menos profundo do que o mistério Dele Quem é o Dia da Estrela da Verdade, Quem é a Essência invisível e irreconhecível...&amp;lt;ref name=&amp;quot;glean60&amp;quot;&amp;gt;{{cite book |author=Bahá’u’lláh |authorlink=Bahá’u’lláh |year=1976 |title=Gleanings from the Writings of Bahá’u’lláh |publisher=Bahá’í Publishing Trust |location=Wilmette, Illinois, USA |id=ISBN 0-87743-187-6 |pages=pp.60-64  |url=http://reference.bahai.org/en/t/b/GWB/gwb-26.html#gr3}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Como nosso conhecimento das coisas, até das coisas criadas e limitadas, é o conhecimento de suas qualidades e não de sua essência, como é possível compreender em sua essência a Realidade Divina, que é ilimitada? ... Conhecer a Deus, então, significa a compreensão e conhecimento de Seus atributos, e não de Sua Realidade. Esse conhecimento dos atributos é também proporcionado para a capacidade e poder do homem; não é absoluto.&amp;lt;ref name=&amp;quot;saq220&amp;quot;&amp;gt;{{cite book |author=‘Abdu’l-Bahá |authorlink=‘Abdu’l-Bahá  |origdate=1904-06 |year=1981 |title=Some Answered Questions |publisher=Bahá’í Publishing Trust |location=Wilmette, Illinois, USA |id=ISBN 0-87743-190-6  | pages=pp. 220-21 |url=http://reference.bahai.org/en/t/c/BWF/bwf-31.html#gr2}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao mesmo tempo que os ensinamentos bahá’ís mencionam em um Deus pessoal que é um Ser com personalidade, incluindo a capacidade de razão e amor; os ensinamentos bahá’ís relatam que a idéia de um Deus pessoal não significa em um Deus com forma humana ou física.  Shoghi Effendi writes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;O que significa por um Deus pessoal é um Deus Que é de Sua criação, Que tem uma Mente, uma Vontade, um Propósito, e não, como muitos cientistas e materialistas acreditam,  forças inconscientes e determinadas operando o universo. Tal concepção de um Ser  Divino, como a Suprema e sempre presente Realidade no mundo, não é antropomórfico, pois transcende de todas as limitações e formas humanas, e tenta de nenhuma maneira definir a essência do Divino que é obviamente além da compreensão humana. Dizer que Deus é uma Realidade pessoal não significa que Ele tenha uma forma física, ou que de alguma maneira assemelha-se a um ser humano. Para conter tal crença seria uma blasfêmia completa.&amp;lt;ref&amp;gt;From a letter written on behalf of Shoghi Effendi to an individual believer, April 21, 1939. published in {{cite book |editor=Hornby, Helen (Ed.)  |year=1983  |title=Lights of Guidance: A Bahá’í Reference File  |publisher=Bahá’í Publishing Trust, New Delhi, India  |id=ISBN 81-85091-46-3}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ensinamentos bahá’ís declaram que alguém pode aproximar-se de Deus através de orações, meditações, estudo de escritos sagrados, e serviço.&amp;lt;ref name=&amp;quot;britannica&amp;quot; /&amp;gt;  ‘Abdu’l-Bahá escreve:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Portanto, nós aprendemos que aproximidade de Deus é possível através de devoção a Ele, com a entrada no Reino e serviço para humanidade; é alcançada pela unidade com a humanidade e através da amorosa gentileza a todos; é dependente de investigação da verdade, aquisições de virtudes louváveis, serviço na causa da paz universal e santificação pessoal.&amp;lt;ref name=&amp;quot;pup148&amp;quot;&amp;gt;{{cite book |author=‘Abdu’l-Bahá |authorlink=‘Abdu’l-Bahá |origyear=1912 |year=1982 |title=The Promulgation of Universal Peace |edition=Hardcover |publisher=Bahá’í Publishing Trust |location=Wilmette, Illinois, USA |id=ISBN 0-87743-172-8 |url=http://reference.bahai.org/en/t/ab/PUP/ | pages=pp. 148}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Notas==&lt;br /&gt;
{{reflist}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[categoria:Ensinamentos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:God]]&lt;br /&gt;
[[es:Dios]]&lt;br /&gt;
[[fr:Dieu]]&lt;br /&gt;
[[vi:Thượng Đế]]&lt;br /&gt;
[[zh:上帝]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Bah%C3%A1%27u%27ll%C3%A1h&amp;diff=4743</id>
		<title>Bahá&#039;u&#039;lláh</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Bah%C3%A1%27u%27ll%C3%A1h&amp;diff=4743"/>
		<updated>2023-10-29T10:24:15Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A modificar fr:Bahá&amp;#039;u&amp;#039;lláh para fr:Bahá’u’lláh&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Infobox Person&lt;br /&gt;
| name        = Bahá&#039;u&#039;lláh&lt;br /&gt;
| image       = Front of the Shrine of Baha&#039;u&#039;llah.jpg|thumb|right|300px&lt;br /&gt;
| caption     = Entrada do [[Santuário de Bahá&#039;u&#039;lláh]], em Bahjí, ‘Akká, Israel&lt;br /&gt;
| nome_de_nascimento  = Ḥusayn-‘Alí  &lt;br /&gt;
| data_de_nascimento  = 12 de Novembro de 1817&lt;br /&gt;
| local_de_nascimento = Teerã, Pérsia &lt;br /&gt;
| data_de_falecimento  =  29 de Maio de 1892 (74 anos)&lt;br /&gt;
| local_de_falecimento = [[‘Akká]], [[Israel]]&lt;br /&gt;
| title       = Glória de Deus  &lt;br /&gt;
| occupation  = &lt;br /&gt;
| nacionalidade =  Persa &lt;br /&gt;
| religion    = &lt;br /&gt;
| esposa      =  [[Navváb]] (1835-1882) &amp;lt;br&amp;gt; [[Mahd-i-&#039;Ulyá]] (1849-1892) &amp;lt;br&amp;gt; [[Gawhar Khánum]] (?-1892)&lt;br /&gt;
| filho    = &#039;[[´Abdu&#039;l-Bahá|Abbás]], [[Bahíyyih Khánum|Bahá’íyyih]], [[Mírzá Mihdí|Mihdí]] (entre outros)&lt;br /&gt;
 | pais     = Pai: [[Mírzá `Abbás-i-Núrí ]] &amp;lt;br&amp;gt; Mãe: [[Khadíjih Khánum]]&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Mírzá Husayn-&#039;Alí&#039;&#039;&#039; (Persa:میرزا حسینعلی), que se proclamou &#039;&#039;&#039;Bahá&#039;u&#039;lláh&#039;&#039;&#039; (1817 - 1892) (Árabe: بهاءالله, &amp;quot;&#039;&#039;A Glória de Deus&#039;&#039;) foi o fundador da [[Fé Bahá&#039;í]], a mais jovem das grandes religiões mundiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bahá&#039;u&#039;lláh declarou ser ele o cumprimento da profecia Bábí: &#039;&#039;&amp;quot;aquele que Deus fará manifesto&amp;quot;&#039;&#039;, e portanto &amp;quot;Suprema Manifestação de Deus&amp;quot;. A Fé Bahá&#039;í o tem como inaugurador de um novo ciclo profético, posterior aos de [[Krishna]], [[Abraão]], [[Moisés]], [[Zaratustra]], [[Buda]], [[Jesus]], [[Maomé]] e [[Báb]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bahá&#039;u&#039;lláh foi o autor de vários trabalhos religiosos. Suas obras mais notáveis são o [[Kitáb-i-Aqdas]] e o [[Kitáb-i-Íqán|Livro da Certeza (Kitáb-i-Íqán)]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Origem==&lt;br /&gt;
{{Bahá&#039;í}}&lt;br /&gt;
===Primeiros anos===&lt;br /&gt;
[[Image:City-Baha&#039;u&#039;llah-Born.jpg|thumb|left|300px|A cidade de Teerã, onde Bahá&#039;u&#039;lláh nasceu.]]&lt;br /&gt;
Bahá&#039;u&#039;lláh nasceu em 12 de Novembro de 1817 em Teerã, capital do Império Persa. Sua mãe Khadíjih Khánum e seu pai [[Mírzá Buzurg]] eram nobres, oriundos da província de Mazandaran, e membros da corte de Alí Sháh, o Xá da Pérsia. Mirzá Buzurg foi vizir do imã Virdi Mírzá, e chegou a ser governador da província de Lorestão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando criança foi educado segundo os ensinamentos do [[Islã]], e destacou-se desde cedo por sua inteligência. Aos 13 anos de idade já discutia intrincados assuntos religiosos com os ulemás e clérigos da corte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a morte de Seu pai, Bahá&#039;u&#039;llah, aos 22 anos, foi indicado como sucessor ao cargo de governador pelo novo vizir Haji Mirza Aqasi. Mas Bahá&#039;u&#039;lláh recusou o cargo &amp;lt;ref&amp;gt;[http://www-personal.umich.edu/~jrcole/bahabio.htm Departamento de História - Universidade de Michigan] &amp;lt;/ref&amp;gt;, pois não tinha interesse em assuntos seculares. Afastou-se da corte e de seus ministros e ocupou-se com ações beneméritas, sendo popularmente conhecido como o &amp;quot;campeão da causa da justiça&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bahá&#039;u&#039;lláh casou com três esposas na época em que ainda era muçulmano, vivendo em situação de poligamia; seus nomes eram Ásíyih Khánum ([[Navváb]]), Fatimih ([[Mahd-i-&#039;Ulya]]) e [[Gawhar]]. Bahá&#039;u&#039;lláh foi o pai de quatorze crianças, das quais apenas sete chegaram à idade adulta. Ao lado de sua primeira esposa Navváb, Bahá&#039;u&#039;lláh, ficou conhecido como o Pai dos Pobres e ela como a Mãe do Consolo, graças à extraordinária generosidade demonstrada aos desfavorecidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Vida na Fé Babí==&lt;br /&gt;
{{Main|Fé Babí}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1844, um jovem de 25 anos de Shiraz, Siyyid Mírzá `Alí-Muhammad, que tomou o título O Báb (em árabe  significa &amp;quot;A Porta&amp;quot;), e Se proclamou o Prometido Mihdi do [[Islã]]. A [[Fé Babí]] rapidamente espalhou-se por volta do Império Persa e foi vítima de grande oposição de vários cleros islâmicos. O Báb foi martirizado em 1850 por um pelotão de fuzilamento quando ele tinha 30 anos e a comunidade foi quase toda exterminada em 1852-3. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Aceitação do Báb===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aos 28 anos de idade, Bahá&#039;u&#039;lláh entrou em contato com um mensageiro, [[Mullá Husayn]], que anunciou as mensagens do [[Báb]], e Ele aceitou essa revelação, convertendo-se a Fé Babí. Bahá’u’lláh começou a espalhar a nova causa, especialmente para os nativos de Sua província em Núr, tornando-se reconhecido como um dos seguidores mais influentes. A opressão do governo sobre a religião do Báb teve como conseqüência o aprisionamento de Bahá’u’lláh duas vezes e sujeito a torturas como o bastinado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Período em que ocorreu a tentativa de homicídio do Xá===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o resultado do [[Martírio do Báb]] em 1850 ,foi planejado uma tentativa de assassinato contra o rei da Pérsia, Nassir-id-Din Shah, dois anos mais tarde por dois Bábís que queriam vingança. Apesar dos assassinos terem confessados que planejaram ambos sozinhos, a comunidade Babí inteira foi acusada, e ocorreu a perseguição e morte de milhares de Bábís. Muitos dos Babís que não foram mortos, incluindo Bahá’u’lláh, foram encarcerados no [[Síyáh-Chál]] (Masmorra Negra), um calabouço subterrâneo de Teerã.&amp;lt;ref name=&amp;quot;eor&amp;quot;&amp;gt;{{cite encyclopedia| last = Hutter | first = Manfred | editor = Ed. Lindsay Jones | encyclopedia = Encyclopedia of Religion | title = Baha&#039;is | edition = 2nd ed. | year = 2005 | publisher = Macmillan Reference USA | volume = 2 | location = Detroit | id = ISBN 0028657330 | pages = p737-740}}&amp;lt;/ref&amp;gt; Bahá’u’lláh  foi inocentado da cumplicidade no plano de assasinato mas foi mantido  no Síyáh-&amp;lt;u&amp;gt;Ch&amp;lt;/u&amp;gt;ál durante quatro meses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um oficial austríaco, Captain von Goumoens, que trabalhava na corte do Xá na época, deu o seguinte relato após resignar-se do cargo:&lt;br /&gt;
:&amp;quot;Eu vi aqueles que, com os olhos arrancados para fora, tinham que comer, numa cena em que, suas orelhas eram amputadas; ou cujos os dentes eram quebrados com violência desumana pelas mãos do executor; ou cujos os crânios eram simplesmente esmagados por marteladas de uma marreta...&amp;quot;&lt;br /&gt;
:&amp;quot;E por fim da extremidade, penduraram os corpos para baixo chamuscados e perfurados por suas mãos e pés a uma cabeça da árvore, e agora todo persa podia deixar uma marca no coração ... Quando eu leio de novo, o que eu escrevi, eu supero com o pensamento de que aqueles que estão com você na nossa querida amada Áustria ainda pode duvidar dessa verdadeira imagem, e me acusar de exagero. Podia por Deus que eu não pudesse ter vivido para ver isso!... No presente eu nunca saio de minha casa, para não ter que encontrar novas cenas de horrores... Eu não vou mais manter minha conexão com a cena de tais crimes.”&amp;lt;ref&amp;gt;Quoted in {{cite book|first=Shoghi |last=Effendi |authorlink=Shoghi Effendi |year=1944 |title=God Passes By |url=http://reference.bahai.org/en/t/se/GPB/gpb-6.html#pg65 | pages= p. 65}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Revelação no Síyáh-Chál===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi durante o aprisionamento de Bahá&#039;u&#039;lláh em Síyáh-Chál que Ele recebeu uma visão de uma Donzela enviada por Deus, pela qual Ele recebeu a Sua missão como um Mensageiro de Deus e também “Aquele Que Deus Tornará Manifesto”  profetizado pelo Báb.&amp;lt;ref name=&amp;quot;eor&amp;quot; /&amp;gt; Após quatro meses no Síyáh-Chál, devido as insistentes demandas do embaixador da Rússia &amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.h-net.msu.edu/~bahai/diglib/books/P-T/S/sohrab/LP25.gif]&amp;lt;/ref&amp;gt;, e [[Image:Tehran-bahaullah.jpg|thumb|left|250px|Uma visão da cidade de Teerã, onde Bahá&#039;u&#039;lláh foi aprisionado em 1852.]] depois da pessoa que tentou assassinar o Xá confessar e exonerar os líderes Bábis, as autoridades libertaram Ele da prisão.  Bahá&#039;u&#039;lláh refere a assistência do embaixador russo quando Ele escreveu para o Czar Alexandre II da Rússia:&lt;br /&gt;
::&amp;quot;Enquanto permanecia acorrentado e agrilhoado na prisão, um de seus ministros Me ofereceu sua ajuda. Pelo que teve Deus ordenado a ti a estação de um conhecimento que ninguém pudesse compreender exceto o Seu conhecimento.&amp;quot;&amp;lt;ref&amp;gt;Súriy-i-Haykal, {{cite book | author=Bahá’u’lláh | year=2002 | title=The Summons of the Lord of Hosts | pages=p. 83| publisher=Bahá’í World Centre | location=Haifa Israel | id=ISBN 0853989761 | url=http://reference.bahai.org/en/t/b/SLH/slh-7.html }}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As autoridades exilaram Bahá&#039;u&#039;lláh da Pérsia, e então Ele foi para Bagdá, e depois para uma cidade no Império Otomano.&lt;br /&gt;
{{clear}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Exílio em Bagdá==&lt;br /&gt;
[[Image:Route of Baha&#039;u&#039;llah&#039;s exiles.jpg|thumb|300px|right|Mapa mostrando o trajeto dos exílios de Bahá&#039;u&#039;lláh.]]&lt;br /&gt;
===Trajeto da Pérsia para Bagdá===&lt;br /&gt;
Em 1853, com recursos e alimentos muito limitados, e com o frio do inverno, Bahá&#039;u&#039;lláh e Sua família tiveram que viajar a pé em uma nevasca no caminho da Pérsia para Bagdá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mírzá Yáhyá foi nomeado pelo Báb para conduzir a comunidade Babí e estar disposto a obedecer “Aquele Que Deus Tornará Manifesto” profetizado pelo próprio [[Báb]]. Mírzá Yahyá viajou por volta da Pérsia sob disfarce e depois decidiu viajar Bagdá para reunir-se com os babís usando fundos dados a ele por Bahá&#039;u&#039;lláh.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um crescente número de babís consideraram Bagdá o novo centro de liderança da religião Babí, e uma massa de peregrinos começaram a vir da Pérsia. No entanto, com o passar do tempo, os seguidores cada vez menos procuravam pela liderança de Mírzá Yahyá, e ao invés começaram a ver Bahá&#039;u&#039;lláh como o líder.&amp;lt;ref name=&amp;quot;deepen&amp;quot;&amp;gt;{{cite journal | first = Bijan | last = Ma&#039;sumian | title = Baha&#039;u&#039;llah&#039;s Seclusion in Kurdistan |volume = 1 | number = 1 | pages = pp. 18-26 | journal = Deepen Magazine| date = 1993 Fall | url = http://bahai-library.com/?file=masumian_bahaullah_kurdistan}}&amp;lt;/ref&amp;gt; Como resultado Mírzá Yahyá começou tentativas de desconsiderar Bahá&#039;u&#039;lláh e depois dividiu a comunidade.&amp;lt;ref name=&amp;quot;deepen&amp;quot; /&amp;gt; As ações de Mírzá Yahyá espantou muitos seguidores para fora da religião e permitiu que os inimigos continuassem a perseguição contra a Fé.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Nas Montanhas do Curdistão===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 10 de abril de 1854, Bahá&#039;u&#039;lláh sem avisar o propósito ou destino, partiu com um companheiro para as montanhas do Curdistão, nordeste de Bagdá, próximo a cidade de Sulaymaniyah. Ele depois escreveu que Ele partiu para evitar de se tornar causa de discórdia na comunidade Babí.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por dois anos Bahá&#039;u&#039;lláh viveu sozinho nas montanhas do Curdistão&amp;lt;ref name=&amp;quot;eor&amp;quot; /&amp;gt; vestido como um dervish e usando o nome de &#039;&#039;Darvish Muhammad-i-Irani&#039;&#039;. Em certa ocasião alguém notou Sua notável caligrafia, a qual trouxe curiosidade dos instrutores das ordens locais Sufi. Como Ele começou a receber visitantes, Ele tornou-se conhecido por Seu conhecimento e Sua sabedoria. Shaykh `Uthmán, Shaykh `Abdu&#039;r-Rahmán, e Shaykh Ismá&#039;íl, líderes indisputáveis de Naqshbandíyyih, Qádiríyyih, e Ordens de Khálidíyyih respectivamente, começaram a pedir por Seus conselhos e admirá-Lo. Foi justamente para o Shaykh &#039;Abdu&#039;r-Rahmán de Karkúk que a obra Quatro Vales foi escrita. Diversos outras notáveis obras foram escritas durante este período.&amp;lt;ref name=&amp;quot;eor&amp;quot; /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Bagdá, devido a falta de firmeza e na qualidade de liderança de Mírzá Yahyá, a comunidade Bábí se encontrava em desunião. Alguns babís, incluindo a família de Bahá&#039;u&#039;lláh, procuraram por Ele, e quando a notícia de que um homem sábio vivendo nas montanhas sob o nome de Darvish Muhammad espalhou-se para as áreas vizinhas, [[´Abdu&#039;l-Bahá]] reconheceu seu Pai, e enviou-Lhe cartas suplicando que regressasse a Bagdá. Bahá&#039;ú&#039;lláh aceitou, e pôs fim, assim, a um período de separação que durou dois anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Retorno para Bagdá===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Bahá&#039;u&#039;lláh retornou para Bagdá Ele viu que a comunidade Babí ficou desmotivada e desunida. No tempo da ausência de Bahá&#039;u&#039;lláh, a comunidade em Bagdá tinha-se tornado alienada com a religião desde que Mírzá Yahyá tinha prosseguido em casar com a esposa viúva do Báb contra as claras instruções deixadas por Ele e por indicar os seguidores para a província de Nur para a tentativa de homicídio contra o Xá. &amp;lt;ref&amp;gt;{{cite book | last = Smith | first = Peter | title = The Bábí &amp;amp; Bahá’í Religions: From Messianic Shí&#039;ism to a World Religion | location = Cambridge | publisher = The University Press | year = 1987 | pages = pp. 60 | id =ISBN 0521301289}}&amp;lt;/ref&amp;gt;  Alguns Babís foram longe o suficiente para refutar as reivindicações de sucessão do Mírzá Yahyá, avançando argumentos contra, e disseminando seus próprios escritos.&amp;lt;ref name=&amp;quot;rob1&amp;quot;&amp;gt;{{cite book |author= Taherzadeh, Adib |year= 1976 |title= The Revelation of Bahá’u’lláh, Volume 1: Baghdad 1853-63 |publisher= George Ronald |location=Oxford, UK |id= ISBN 0853982708}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bahá&#039;u&#039;lláh permaneceu em Bagdá por mais de sete anos. Durante esse tempo, enquanto mantinha Sua posição como [[Manifestação de Deus|Manifestante de Deus]] escondido, Ele ensinou os ensinamentos do Báb. Ele publicou muitos livros e versos, o qual Ele chamou de revelações, incluindo o [[Kitáb-i-Íqán|Livro da Certeza]] e as [[Palavras Ocultas]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A crescente influência de Bahá&#039;u&#039;lláh na cidade, e o renascimento da comunidade Bábí ganhou atenção de Seus inimigos entre os cleros islâmicos e governo persa. &amp;lt;ref name=&amp;quot;britannica&amp;quot;&amp;gt;{{cite encyclopedia | year = 1988 | title = The Bahá’í Faith | encyclopedia = Britannica Book of the Year | publisher = Encyclopaedia Britannica | location = Chicago | id = ISBN 0852294867}}&amp;lt;/ref&amp;gt;  Eles eventualmente conseguiram fazer com o governo Otomano exilasse Bahá&#039;u&#039;lláh de Bagdá para Constantinopla.&amp;lt;ref name=&amp;quot;britannica&amp;quot; /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===O Festival de Ridván===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 22 de abril de 1863, Bahá&#039;u&#039;lláh e seus acompanhantes partiram de Bagdá e acamparam no [[Jardim de Ridván]], onde permanecereram por doze dias, antes de sua partida para o exílio para Constantinopla. O momento de tristeza revelou-se uma ocasião de muita alegria, pois nesta data Bahá&#039;u&#039;lláh relatou a visão que teve durante o cativeiro em Síyáh-Chál, segundo a qual era ele o Mensageiro de Deus profetizado por Báb. Hoje os Bahá&#039;ís celebram os doze dias que Bahá&#039;u&#039;lláh esteve no Jardim de Ridván conhecido como o [[Festival de Ridván]], especialmente a data de Sua declaração é comemorada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os onze anos de segredo no período que Bahá&#039;u&#039;lláh recebeu a revelação no Síyáh-Chál e sua declaração no Jardim de Ridván é referido por historiadores Bahá’ís e por Bahá’u’lláh mesmo  &#039;&#039;Ayyam-i butun&#039;&#039; (&amp;quot;Dias Ocultos&amp;quot;).  Bahá&#039;u&#039;lláh afirmou que esse período foi um &amp;quot;tempo de ocultação&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Aprisionamento==&lt;br /&gt;
===Constantinopla (Istambul)===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mencionado anteriormente, Bahá&#039;u&#039;lláh recebeu a ordem de mudar-se para a capital Otomana de Constantinopla (atualmente Istambul). Embora não fosse formalmente prisioneiro ainda, o forçado exílio de Bagdá foi o início de um longo processo o que tornou-se gradualmente em mais exílios e eventualmente a cidade-prisão de [[‘Akká]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bahá&#039;u&#039;lláh e Sua família, junto com um pequeno grupo de baha&#039;ís, permaneceram em Constantinopla por apenas quatro meses (Uma fonte em inglês &amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.h-net.msu.edu/~bahai/diglib/books/P-T/S/sohrab/LP27.gif]&amp;lt;/ref&amp;gt; menciona que setenta e cinco pessoas estavam juntas.) Durante este tempo o embaixador persa na corte do Sultão montou uma campanha sistemática contra Bahá&#039;u&#039;lláh. Foi exilado assim para Adrianópolis (atualmente Edirne), mas antes de sair Ele escreveu uma epístola ao sultão, os conteúdos são desconhecidas, mas Shamsi Big, que entregou a carta, deu o seguinte relatório:&lt;br /&gt;
:&amp;quot;Eu não sei o que a carta continha, porque não mais logo o grande vizir leu e então ficou com uma cor de cadáver, e comentou: &#039;É como se o Rei dos Reis estivesse emitindo Sua ordem para Seu rei vassalo mais humilde e regulando Sua conduta.&#039;&amp;quot;&amp;lt;ref&amp;gt;Citação {{cite book| first=Shoghi | last=Effendi | authorlink=Shoghi Effendi | year=1944 | title=A Presença de Deus | url=http://reference.bahai.org/en/t/se/GPB/gpb-10.html#pg160 | pages= p. 160}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Adrianópolis (Edirne)===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o mês de dezembro em 1863, Bahá’u’lláh e Sua família embarcaram numa jornada de doze dias para Adrianópolis. Bahá’u’lláh residiu em Adrianópolis por quatro anos.  Mírzá Yahyá, ao ouvir as palavras de Bahá&#039;u&#039;lláh na epístola lida para ele, desafiando ele a aceitar a revelação de Bahá&#039;u&#039;lláh, fez um contra-argumento que ele era o profetizado pelo Báb. Isso causa uma divisão na comunidade Bábí, e os seguidores de Bahá&#039;u&#039;lláh ficaram conhecidos como [[Fé Bahá&#039;í|Bahá’ís]], enquanto os que seguiam Mírzá Yahyá, também conhecido como Subh-i-Azal (&amp;quot;Manhã Eterna&amp;quot;) ficaram conhecidos como Azalís. Em Adrianópolis, Bahá&#039;u&#039;lláh foi envenenado e quase morreu. Sua mão esquerda ficou trêmula pelo resto de sua vida. Textos históricos bahá&#039;ís, e conteúdos contemporâneos, indicam que o Subh-i-Azal esteve diretamente por trás do envenenamento. &amp;lt;ref&amp;gt;{{cite book| last=Mírzá Muhammad Jawád of Qazvín| year=1904| title=An epitome of Bábí and Bahá’í history to A.D. 1898| url=http://www.h-net.org/~bahai/diglib/books/A-E/B/browne/material/qazvini.htm}}&amp;lt;/ref&amp;gt; &amp;lt;ref&amp;gt;{{cite web | title = Baha&#039;u&#039;llah&#039;s Surah of God: Text, Translation, Commentary| last = Cole | first = Juan R.I. | accessdate=2006-11-24 | url=http://www.h-net.org/~bahai/trans/vol6/surall.htm}}&amp;lt;/ref&amp;gt; Mas como contra-argumento os Azalís acusaram Ele de ter se envenenado acidentalmente. &amp;lt;ref&amp;gt; Mirza Aqa Khan Kirmani made this claim later in his &#039;&#039;Hasht-Bihisht&#039;&#039;. This book is abstracted in part by E.G. Browne in &amp;quot;Note W&amp;quot; of his translation of &#039;&#039;A Traveller&#039;s Narrative&#039;&#039;, ({{cite book | last = Browne | first= E.G. | year = 1891 | title=&#039;&#039;A Traveller&#039;s Narrative, An epitome of Bábí and Bahá’í history to A.D. 1898| pages = p. 359 | url=http://www.h-net.msu.edu/~bahai/diglib/books/A-E/B/browne/tn/tnappx2.htm}}). However, contemporary historians recognize that: &amp;quot;The Azali Babis and in particular Mirza Aqa Khan Kirmani and Shaykh Ahmad Ruhi showed little hesitation in alteration and falsification of Babi teachings and history in their works.&amp;quot; ({{cite journal | last = Manuchehri | first = Sepehr | title = The Practice of Taqiyyah (Dissimulation) in the Babi and Bahai Religions | journal = Research Notes in Shaykhi, Babi and Baha&#039;i Studies | volume = Vol. 3 | issue = no. 3 | date = September, 1999 | url = http://www.h-net.org/~bahai/notes/vol3/taqiya.htm | accessdate = 2007-11-27 }}) &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br clear=all&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cartas aos Líderes do Mundo===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Adrianópolis Bahá&#039;u&#039;lláh escreveu cartas a líderes políticos e religiosos, convocando-os a abandonar seus caminhos e dedicar-se ao bem-estar dos povos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foram endereçados pelas epístolas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Sultão Abdul-Azíz, Rei do Império Otomano&lt;br /&gt;
*Alexandre Nicolau II, o Czar da Rússia&lt;br /&gt;
*Francisco José, Imperador da Áustria e Rei da Hungria&lt;br /&gt;
*Napoleão III, Imperador da França&lt;br /&gt;
*Nasser-al-Din Shah, Imperador da Pérsia&lt;br /&gt;
*Rainha Vitória, do Império Britânico&lt;br /&gt;
*Kaiser Guilherme I, da Alemanha&lt;br /&gt;
*Papa Pio IX&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com as tradições Bahá&#039;í todos estes líderes sofreram maldições subseqüentemente às epístolas por terem rejeitado os ensinamentos de Bahá&#039;u&#039;lláh, exceto pela Rainha Vitória que respondeu de forma receptiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===‘Akká===&lt;br /&gt;
[[Image:Prison_in_akka.jpg|thumb|right|230px|Cela da prisão de Bahá&#039;u&#039;lláh, ‘Akká]]&lt;br /&gt;
Os Azalís conseguiram pressionar com que as autoridades otomanas e persas exilassem Bahá’u’lláh e os bahá&#039;ís mais uma vez. Em uma manhã, sem aviso, soldados cercaram o lar de Bahá&#039;u&#039;lláh e disse a todos para se preparem para ser deportados para a cidade-prisão de ‘Akká.  Bahá&#039;u&#039;lláh e Sua família partiram de Adrianópolis em 12 de agosto de 1868 e depois de uma jornada pela terra e o mar chegaram em [[‘Akká]] no dia 31 de agosto. Os habitantes de ‘Akká foram alertados de que os novos prisioneiros eram inimigos do estado, de Deus e Sua religião, e que associação com eles era estritamente proibida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os primeiros anos em ‘Akká impôs situações muito severas, e marcou ocasiões muito difíceis para Bahá’u’lláh. [[Mírzá Mihdí]], filho de Bahá&#039;u&#039;lláh, caiu através de uma clarabóia com 22 anos de idade enquanto andava para frente e para trás em estado de oração e meditação. Bahá&#039;u&#039;lláh ofereceu curar Mirzá Mihdí mas ele pediu ao invés que sua vida fosse usada como sacrifício para que os portões da prisão abrissem e que os peregrinos pudessem visitar a família sagrada. Meses depois a população e as autoridades começaram a confiar e respeitar Bahá&#039;u&#039;lláh, e as condições do aprisionamento foram melhoradas e Ele eventualmente foi libertado para deixar a cidade-prisão e visitar os lugares próximos. De 1877 até 1879 Bahá&#039;u&#039;lláh residiu numa casa de Mazra&#039;ih.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Últimos anos==&lt;br /&gt;
===Bahjí===&lt;br /&gt;
[[Image:Shrine-baha1.jpg|right|thumb|250px|O santuário onde Bahá&#039;u&#039;lláh está enterrado.]]&lt;br /&gt;
Os anos finais da vida de Bahá&#039;u&#039;lláh (1879-1892) foram passados na mansão de Bahjí, na proximidade de `Akká, mesmo que fosse ainda formalmente um prisioneiro do império do otomano. Durante seus anos no `Akká e Bahjí, Bahá&#039;u&#039;lláh produziu muitos volumes de suas obras produzidas incluindo o [[Kitáb-i-Aqdas]] (O Livro Sacratíssimo).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pessoas de todas as partes viajavam e pediam para estar na presença de Bahá&#039;u&#039;lláh, entre elas o orientalista E.G. Browne de Cambridge, que relatou o evento em 1890:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;... Passaram-se um ou dois segundos antes que eu, palpitante de admiração e reverência, tomasse finalmente consciência de que a sala não estava deserta... Jamais posso esquecer-me da fisionomia daquele a quem olhava, embora não possa descrevê-la. Aqueles olhos penetrantes pareciam ler-nos a própria alma;... Não me foi preciso perguntar em presença de quem eu estava, enquanto curvei-me diante daquele que é o objeto de uma devoção e um amor que os reis poderiam invejar e os imperadores almejar em vão!&lt;br /&gt;
&amp;lt;ref&amp;gt;&#039;&#039;Loc. cit.&#039;&#039;&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 9 de maio de 1892 Bahá&#039;u&#039;lláh teve uma ligeira febre que cresceu ao passar dos dias, diminuiu, e finalmente tomou Sua vida em 29 de maio de 1892. Ele foi enterrado em um santuário localizado próximo a [[Mansão de Bahjí]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Proclamações==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bahá&#039;u&#039;lláh declarou que Ele era o &amp;quot;Prometido&amp;quot; de todas as religiões , cumprindo as profecias messiânicas encontradas nas religiões mundiais.&amp;lt;ref name=&amp;quot;buck_eschatologic&amp;quot;&amp;gt;{{cite book | title = Studies in Modern Religions, Religious Movements and the Bābī-Bahā&#039;ī Faiths | editor = Sharon, Moshe | chapter = The eschatology of Globalization: The multiple-messiahship of Bahā&#039;u&#039;llāh revisited | first = Christopher | last = Buck | id = ISBN 90-04-13904-4 | pages = p. 143-178 | location = Boston | publisher = Brill | year = 2004}}&amp;lt;/ref&amp;gt; Ele declarou ser vários messias convertido em uma pessoa era no sentido espiritual, ao invés de material, cumprimento das profecias messiânicas e escatológicas encontradas nos escritos das religiões principais.&amp;lt;ref name=&amp;quot;buck_eschatologic&amp;quot;/&amp;gt;  As afirmações escatológicas de Bahá’u’lláh constituem seis identificações messiânicas distintivas: do judaísmo, a encarnação do &amp;quot; Father&amp;quot; eterno para a &#039;&#039;profecia Yuletide&#039;&#039; de Isaías 9:6, o &amp;quot;Senhor das Hostes&amp;quot;; do [[Cristianismo]], o &amp;quot;Espírito da Verdade&amp;quot; ou Consolador previsto por [[Jesus]] em Seu discurso de despedida no João 14-17 e o retorno de Cristo &amp;quot; na glória do Pai&amp;quot;; do Zoroastrianismo, o retorno de Shah Bahram Varjavand, um messias Zoroastriano previsto em vários textos Pahlavi; do Islã xiita o retorno do Terceiro Imame, Imame Husayn; do Islã sunita, o retorno de Jesus, Isa; e da Fé Babí, &amp;quot;Aquele Que Deus Tornará Manifesto&amp;quot;.&amp;lt;ref name=&amp;quot;buck_eschatologic&amp;quot;/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora Bahá&#039;u&#039;lláh não tenha dito que Ele era o messias hindu ou budista, porém Ele afirmou em princípio através de Seus escritos.&amp;lt;ref name=&amp;quot;buck_eschatologic&amp;quot;/&amp;gt;  Depois, ´Abdu’l-Bahá declarou que Bahá&#039;u&#039;lláh era o Kalki avatar, que é um dos clássicos Vaishnavas na tradição hindu e é o décimo e último avatar (grande incarnação) de Vishnu que irá vir para acabar com a Idade da Escuridão e Destruição.&amp;lt;ref name=&amp;quot;buck_eschatologic&amp;quot;/&amp;gt; Bahá&#039;ís também acreditam que Bahá&#039;u&#039;lláh é o cumprimento da profecia da vinda de Maitreya Buddha, que é o futuro Buda que eventualmente apareceria na Terra, atingiria a iluminação completa, e ensinaria o Dharma puro.&amp;lt;ref name=&amp;quot;momen_buddha&amp;quot;&amp;gt;{{cite web | title = Buddhism and the Baha&#039;i Faith | first = Moojan | last = Momen | publisher = bahai-library.org | url = http://bahai-library.org/encyclopedia/buddhism.html | accessdate = 2007-07-15 | date = 2002-03-02}}&amp;lt;/ref&amp;gt; Bahá&#039;ís acreditam que a profecia de que Maitreya iria introduzir uma nova sociedade de tolerância e amor seria cumprido com os ensinamentos de Bahá&#039;u&#039;lláh para a paz mundial.&amp;lt;ref name=&amp;quot;momen_buddha&amp;quot; /&amp;gt; Bahá&#039;u&#039;lláh é um descendente de uma longa linha de reis da Pérsia através de Yazdgerd III, o último monarca da dinastia Sasanian;&amp;lt;ref&amp;gt;{{cite book |author=H. Balyuzi |year=1980 |title=Baha&#039;u&#039;llah: The King of Glory |publisher = George Ronald |location = Oxford, Great Britain |pages= pp. 9-12 }}&amp;lt;/ref&amp;gt; Ele também é descendente de [[Abraão]] através de Sua terceira esposa Keturah.&amp;lt;ref&amp;gt;{{cite book |last = Sears |first = William | origyear = 1961 |year = 2002 |title = Thief in the Night |publisher = George Ronald |location = Oxford, UK |id = ISBN 085398008x}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sucessão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Bahá&#039;u&#039;lláh faleceu, Ele deixou um testamento, o qual declarava o seguinte em relação a sucessão:&lt;br /&gt;
:&amp;quot;A Vontade do Testador divino é isto: É incumbente sob Aghsán, o Afnán e Minha família para virar, um e todos, suas faces perante O Mais Grande Ramo... Verdadeiramente Deus tem ordenado a estação do Grande Ramo [Muhammad ‘Alí] para ser abaixo do Mais Grande Ramo [´Abdu’l-Bahá]. Ele é em verdade o Ordenador, o Todo-Sábio. Nós escolhemos ‘o Grande’ após ‘o Mais Grande’, como decretado por Ele quem é Todo-Conhecedor, o Todo-Informado.&amp;quot;&amp;lt;ref&amp;gt;{{cite book | author=Bahá’u’lláh | origyear=1873-92 | year=1994 | title=Tablets of Bahá’u’lláh Revealed After the Kitáb-i-Aqdas | publisher=Bahá’í Publishing Trust | location=Wilmette, Illinois, USA |id=ISBN 0877431744 | url=http://reference.bahai.org/en/t/b/TB/tb-16.html#gr9 | pages=p. 221 }}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O favor cedido a [[´Abdu’l-Bahá]] foi uma causa de inveja entre a família de Bahá&#039;u&#039;lláh. Muhammad &#039;Alí insistiu que ele deveria liderar a comunidade Bahá&#039;í. Este período é considerado pelos bahá&#039;ís como uma das provações mais difíceis dos primeiros anos da Fé. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devido ao conflito causado pelo Seu meio-irmão, ´Abdu’l-Bahá excomungou ele como um [[Rompedor do Convênio]]. A divisão não sobreviveu por muito tempo. Depois de ter si afastado da comunidade Bahá&#039;í, Muhammad &#039;Ali faleceu em 1937 com apenas alguns seguidores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Obras==&lt;br /&gt;
[[Image:Revelation-writing-bahaullah.jpg|left|thumb|Folha da Epístola ao Filho do Lobo (Lawh-i-Ibn-i-Dhi&#039;b), na escrita revelada por Mirza Aqa Jan, o secretário de Bahá’u’lláh.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:Cut-reed pen belonging to Bahá’u’lláh.jpg|thumb|Caneta-tinteiro e ferramenta para tinta usados por Bahá&#039;u&#039;lláh.]]Bahá&#039;u&#039;lláh escreveu diversos livros, epístolas e orações, dos quais apenas uma fração deles foram traduzidos. Ele revelou milhares de epístolas com o total de volume equivalente a 70 vezes o tamanho do Alcorão e 15 vezes do tamanho do Antigo e Novo Testamento na Bíblia. &amp;lt;ref&amp;gt;{{cite web | title = A new volume of Bahá’í sacred writings, recently translated and comprising Bahá’u’lláh&#039;s call to world leaders, is published| last = BWNS| accessdate=2006-11-24 | url=http://www.bahaiworldnews.org/story.cfm?storyid=163}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;{{cite web | title = Bahá’í Archives - Preserving and safeguarding the Sacred Texts| last = Archives Office at the Bahá’í World Centre, Haifa, Israel| accessdate=2006-11-24 | url=http://home.wanadoo.nl/arjen.nandita2/bahai-archives.htm}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;{{cite web | title = Numbers and Classifications of Sacred Writings texts| last = Universal House of Justice| accessdate=2006-11-24 | url=http://bahai-library.com/?file=uhj_numbers_sacred_writings}}&amp;lt;/ref&amp;gt; Abaixo estão algumas das obras que já foram traduzidas para o português:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Epístola ao Filho do Lobo]]&lt;br /&gt;
* [[Os Quatro Vales]]&lt;br /&gt;
* [[Jóias dos Mistérios Divinos]]&lt;br /&gt;
* [[Seleção dos Escritos de Bahá&#039;u&#039;lláh]]&lt;br /&gt;
* As [[Palavras Ocultas]]&lt;br /&gt;
* O [[Kitáb-i-Aqdas]]&lt;br /&gt;
* O [[Kitáb-i-Íqán]]&lt;br /&gt;
* Orações e Meditações&lt;br /&gt;
* [[Os Sete Vales]]&lt;br /&gt;
* [[O Chamado do Senhor das Hostes]]&lt;br /&gt;
* [[O Tabernáculo da Unidade]] &lt;br /&gt;
* [[Epístolas de Bahá&#039;u&#039;lláh]] revelados após o Kitáb-i-Aqdas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jináb-i-Fádil-i-Mázindarání, ao analisar os escritos de Bahá&#039;u&#039;lláh, declarou que Ele escreveu numa seguinte lista de modelos ou categorias:&amp;lt;ref&amp;gt;{{cite book| author=Fádil-i-Mázindarání, Asadu&#039;lláh | year=1967 | title=Asráu&#039;l-Á&amp;lt;u&amp;gt;th&amp;lt;/u&amp;gt;ár, Vol.I| pages= p.453 | publisher=Bahá’í Publishing Trust, Tehran | }}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
# Interpretação de escritos religiosos.&lt;br /&gt;
# Escritos contendo leis e mandamentos.&lt;br /&gt;
# Escritos místicos.&lt;br /&gt;
# Escritos sobre o governo e a nova ordem, e cartas para os reis e líderes do mundo.&lt;br /&gt;
# Escritos sobre o conhecimento, filosofia, medicina, alquimia etc.&lt;br /&gt;
# Escritos pedindo por educação, bom caráter e virtudes.&lt;br /&gt;
# Escritos com ensinamentos sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fotografia de Bahá&#039;u&#039;lláh==&lt;br /&gt;
[[Image:Photograph-of-Baha&#039;u&#039;llah-cabinet.jpg|thumb|400px|O armário que contém a fotografia de Bahá&#039;u&#039;lláh está situado a esquerda. Os outros armários contém pinturas de Bahá&#039;u&#039;lláh e do Báb. Eles estão localizados nos Arquivos Internacional Bahá&#039;í]] A posição oficial Bahá&#039;í em relação a exposição da fotografia de Bahá&#039;u&#039;lláh é:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;quot;Não há nenhuma objeção que os crentes olham o retrato de Bahá&#039;u&#039;lláh, mas devem fazer assim com a máxima reverência, e não deve permitir que seja exposto abertamente em público, até mesmo em suas casas particulares.&amp;quot;&lt;br /&gt;
::(De uma carta escrita em nome de Shoghi Effendi para um crente individual, em 6 de Dezembro de 1939)&lt;br /&gt;
::(Compilações, &#039;&#039;Luzes de Guia&#039;&#039;, p. 540)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto a passagem de cima deixa claro que é considerado desrespeitoso expor Sua fotografia para o público, em relação às publicações em outros websites o [[Centro Mundial Bahá&#039;í|Centro Mundial]] escreveu:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;quot;Para os bahá&#039;ís, a fotografia de Bahá&#039;u&#039;lláh é muito preciosa e não só deve ser visto mas também tratada com devida reverência e respeito, o qual não é este o caso. Assim, é certamente perturbante para os bahá&#039;ís terem a imagem de Bahá&#039;u&#039;lláh tratada de maneira desrespeitosa. No entanto, como o criador do site não é um bahá&#039;í, há pouca, ou nenhuma, providência que pode ser feito para resolver este assunto. Nós esperamos que estes comentários serviram de assistência.&amp;quot;&lt;br /&gt;
::(Departamento de Informação Pública, 4 de Setembro de 1999, Fotografia de Bahá’u’lláh em um Web Site)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;references-small&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |author= ‘Abdu’l-Bahá, (Browne, E.G., Tr.)&lt;br /&gt;
 |year= 1891&lt;br /&gt;
 |title= A Traveller&#039;s Narrative: Written to illustrate the episode of the Bab&lt;br /&gt;
 |publisher= Cambridge University Press&lt;br /&gt;
 |url= http://www.h-net.org/~bahai/diglib/books/A-E/B/browne/tn/hometn.htm&lt;br /&gt;
 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |author=‘Abdu’l-Bahá, (Browne, E.G., Tr.)&lt;br /&gt;
 |year=1886&lt;br /&gt;
 |title=A Traveller&#039;s Narrative: Written to illustrate the episode of the Bab&lt;br /&gt;
 |publisher=Kalimát Press&lt;br /&gt;
 |location=Los Angeles, USA&lt;br /&gt;
 |edition=2004 reprint, with translator&#039;s notes&lt;br /&gt;
 |id=ISBN 1890688371&lt;br /&gt;
 |url=http://reference.bahai.org/en/t/ab/TN/&lt;br /&gt;
 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |first=Hasan&lt;br /&gt;
 |last=Balyuzi&lt;br /&gt;
 |year=2000&lt;br /&gt;
 |title=Bahá’u’lláh, King of Glory&lt;br /&gt;
 |edition=Paperback&lt;br /&gt;
 |publisher=George Ronald&lt;br /&gt;
 |location=Oxford, UK&lt;br /&gt;
 |id=ISBN 0853983283&lt;br /&gt;
 }} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |last = Blomfield&lt;br /&gt;
 |first = Lady &lt;br /&gt;
 |authorlink = Lady Blomfield&lt;br /&gt;
 |origyear = 1956&lt;br /&gt;
 |year = 1975&lt;br /&gt;
 |title = The Chosen Highway&lt;br /&gt;
 |publisher = Bahá’í Publishing Trust&lt;br /&gt;
 |location = London, UK&lt;br /&gt;
 |id = ISBN 0877430152&lt;br /&gt;
 |url = http://arthursclassicnovels.com/arthurs/bahai/choshw10.html&lt;br /&gt;
 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*British Broadcasting Corporation (2002). [http://www.bbc.co.uk/religion/religions/bahai/ BBC Religion and Ethics Special: Bahá’í]. Retrieved January 15, 2005.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*&amp;quot;The Kitab-i Iqan:An Introduction to Bahá’u’lláh&#039;s Book of Certitude with Two Digital Reprints of Early Lithographs&amp;quot; by Christopher Buck in &#039;&#039;Occasional Papers in Shaykhi, Bábi and Bahá’í Studies&#039;&#039;, Vol. 2, No. 5 (June, 1998) Available online [http://www.h-net.org/~bahai/bhpapers/vol2/iqan&amp;amp;sn.htm here].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |first=Shoghi&lt;br /&gt;
 |last=Effendi&lt;br /&gt;
 |authorlink=Shoghi Effendi&lt;br /&gt;
 |year=1944&lt;br /&gt;
 |title=God Passes By&lt;br /&gt;
 |publisher=Bahá’í Publishing Trust&lt;br /&gt;
 |location=Wilmette, Illinois, USA&lt;br /&gt;
 |id=ISBN 0877430209&lt;br /&gt;
 |url=http://reference.bahai.org/en/t/se/GPB/&lt;br /&gt;
 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |last = Furútan&lt;br /&gt;
 |first = `Alí-Akbar (editor)&lt;br /&gt;
 |year = 1986&lt;br /&gt;
 |title = Stories of Bahá’u’lláh&lt;br /&gt;
 |publisher = George Ronald&lt;br /&gt;
 |location = Oxford, UK&lt;br /&gt;
 |id = ISBN 0853982430&lt;br /&gt;
 }} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |author = Hatcher, J.S.&lt;br /&gt;
 |year = 1997&lt;br /&gt;
 |title = The Ocean of His Words: A Reader&#039;s Guide to the Art of Bahá’u’lláh  &lt;br /&gt;
 |publisher = Bahá’í Publishing Trust&lt;br /&gt;
 |location = Wilmette, Illinois, USA&lt;br /&gt;
 |id = ISBN 0877432597&lt;br /&gt;
 }} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |author=Nabíl-i-Zarandí&lt;br /&gt;
 |authorlink=Nabíl-i-A&#039;zam&lt;br /&gt;
 |origyear=1890&lt;br /&gt;
 |year=1932&lt;br /&gt;
 |title=The Dawn-Breakers: Nabíl’s Narrative&lt;br /&gt;
 |edition=Hardcover&lt;br /&gt;
 |editor=Shoghi Effendi (Translator)&lt;br /&gt;
 |publisher=Bahá’í Publishing Trust&lt;br /&gt;
 |location=Wilmette, Illinois, USA&lt;br /&gt;
 |id=ISBN 0900125225&lt;br /&gt;
 |url=http://reference.bahai.org/en/t/nz/DB/&lt;br /&gt;
 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
  |author = Salmani, Ustad Muhammad-`Aliy-i, the Barber&lt;br /&gt;
  |coauthors = Gail, Marizieh (tr.)&lt;br /&gt;
  |title = My Memories of Bahá’u’lláh&lt;br /&gt;
  |publisher = Kalimát Press&lt;br /&gt;
  |date = 1982&lt;br /&gt;
  |location = Los Angeles, USA&lt;br /&gt;
  |id = ISBN 0933770219 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |author= Taherzadeh, Adib&lt;br /&gt;
 |year= 1976&lt;br /&gt;
 |title= The Revelation of Bahá’u’lláh, Volume 1: Baghdad 1853-63&lt;br /&gt;
 |publisher= George Ronald&lt;br /&gt;
 |location=Oxford, UK&lt;br /&gt;
 |id= ISBN 0853982708&lt;br /&gt;
 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |author= Taherzadeh, Adib&lt;br /&gt;
 |year= 1977&lt;br /&gt;
 |title= The Revelation of Bahá’u’lláh, Volume 2: Adrianople 1863-68&lt;br /&gt;
 |publisher= George Ronald&lt;br /&gt;
 |location=Oxford, UK&lt;br /&gt;
 |id= ISBN 0853980713&lt;br /&gt;
 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |author= Taherzadeh, Adib&lt;br /&gt;
 |year= 1984&lt;br /&gt;
 |title= The Revelation of Bahá’u’lláh, Volume 3: ‘Akká, The Early Years 1868-77&lt;br /&gt;
 |publisher= George Ronald&lt;br /&gt;
 |location=Oxford, UK&lt;br /&gt;
 |id= ISBN 0853981442&lt;br /&gt;
 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |author= Taherzadeh, Adib&lt;br /&gt;
 |year= 1987&lt;br /&gt;
 |title= The Revelation of Bahá’u’lláh, Volume 4: Mazra&#039;ih &amp;amp; Bahji 1877-92&lt;br /&gt;
 |publisher= George Ronald&lt;br /&gt;
 |location=Oxford, UK&lt;br /&gt;
 |id= ISBN 0853982708&lt;br /&gt;
 }}&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ligações externas==&lt;br /&gt;
* [http://info.bahai.org/portuguese/bahaullah.html Bahá&#039;u&#039;lláh. Fundador da Fé Bahá&#039;í]&lt;br /&gt;
* [http://www.bahai.pt/ Comunidade Baha&#039;i de Portugal]&lt;br /&gt;
* [http://www.bahai.org.br/ Fé Bahá&#039;í - Comunidade Bahá&#039;í do Brasil]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Figuras Centrais|*]]&lt;br /&gt;
[[Category:Manifestantes de Deus]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[de:Baha’u’llah]]&lt;br /&gt;
[[en:Bahá’u’lláh]]&lt;br /&gt;
[[es:Bahá’u’lláh]]&lt;br /&gt;
[[fa:بهاءالله]]&lt;br /&gt;
[[fr:Bahá’u’lláh]]&lt;br /&gt;
[[ru:Бахаулла]]&lt;br /&gt;
[[vi:Đức Baha&#039;u&#039;llah]]&lt;br /&gt;
[[zh:巴哈欧拉]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Estrela_de_Nove_Pontas&amp;diff=4726</id>
		<title>Estrela de Nove Pontas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Estrela_de_Nove_Pontas&amp;diff=4726"/>
		<updated>2023-10-20T00:36:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:NinePointedStar.png|130px|right]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O símbolo mais utilizado para representar a Fé Bahá&#039;í é a &#039;&#039;&#039;estrela de nove pontas&#039;&#039;&#039;. Não há nenhum desenho particular que seja preferível, desde que possuia 9 pontas. A estrela não é apontada nos ensinamentos da Fé Bahá&#039;í, mas é comumente representado em &amp;quot;9&amp;quot; pela associação do 9 como perfeição, e o valor numérico de &#039;&#039;Bahá´&#039;&#039; ser 9.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Árabe usa-se um sistema que permite encorporar valores numéricos em letras e palavras sem perder o significado. O valor numérico de Bahá&#039; é 9. O número 9 é também manifesto diversas vezes na história Bahá&#039;í e ensinamentos. Por exemplo, foram 9 anos que separam a revelação do Báb (1844) e Bahá&#039;u&#039;lláh (1853).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Shoghi Effendi]], sobre o número 9 escreve:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;quot;Sobre o número nove: a reverência Bahá&#039;í é por duas razões, primeiro pelo fato de que é considerado por aqueles quem estão interessados em números como o sinal da perfeição. A segunda consideração, que é a mais importante, é que é o valor numérico da palavra &amp;quot;Bahá´&amp;quot;... &amp;lt;ref&amp;gt;Tradução de &#039;&#039;&#039;Em Nome de Shoghi Effendi&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;Luzes de Guia&#039;&#039;,p. 414&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Notas==&lt;br /&gt;
{{reflist}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboço}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[categoria:Símbolos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Nine Pointed Star]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=S%C3%ADmbolo_da_pedra&amp;diff=4725</id>
		<title>Símbolo da pedra</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=S%C3%ADmbolo_da_pedra&amp;diff=4725"/>
		<updated>2023-10-20T00:35:44Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A modificar en:Ringstone Symbol para en:Ringstone symbol&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:RingstoneSymbol.jpg|right]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O &#039;&#039;&#039;símbolo da pedra&#039;&#039;&#039;, como seu nome implica, é o símbolo mais comumente encontrado nos anéis usados pelos [[Fé Bahá&#039;í|bahá&#039;ís]], mas também é usado igualmente em colares, em capas de livro, e em pinturas. Consiste em duas estrelas ([[haykal]]) intercaladas com um símbolo de Bahá estilizado. A linha mais baixa representa a humanidade, a linha superior [[Deus]], e a linha média representa a estação especial dos [[Manifestantes de Deus]]; a linha vertical é a Vontade Primordial ou o Espírito Santo que prossegue de Deus com as manifestações à humanidade. A posição da manifestação do Deus neste símbolo significa o ponto de ligamento a Deus, onde a humanidade pode conseguir a perfeição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==História==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi desenhado por [[‘Abdu’l-Bahá]], sendo que este símbolo pode ser encontrado na arquitetura do [[Santuário do Báb]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Veja também==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Símbolos|Símbolos bahá&#039;ís]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{baha&#039;i-2}}&lt;br /&gt;
[[categoria:Símbolos]]&lt;br /&gt;
[[categoria:Terminologia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Ringstone symbol]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=M%C3%A1ximo_Nome&amp;diff=4724</id>
		<title>Máximo Nome</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=M%C3%A1ximo_Nome&amp;diff=4724"/>
		<updated>2023-10-20T00:35:43Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:GreatestName.jpg|left|100px]]&lt;br /&gt;
O &#039;&#039;&#039;Máximo Nome&#039;&#039;&#039;, ou conhecido na caligrafia como o Máximo Nome de Deus, é uma caligrafia que em árabe se pronuncia &amp;quot;Yá Bahá&#039;u&#039;l-Abhá&amp;quot; (يا بهاء الأبهى) normalmente traduzido como &amp;quot;&#039;&#039;&#039;A Glória do Mais Glorioso&#039;&#039;&#039;!&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==História==&lt;br /&gt;
Este símbolo foi originalmente desenhado por um calígrafo bahá&#039;í, [[Mishkín-Qalam]], e depois foi adotado pelos bahá&#039;ís no mundo. Ele é visto em muitas casas bahá&#039;í e ele também é apresentado em caixão de crentes falecidos durante um funeral bahá&#039;í. Ele pode normalmente ser encontrado em anéis e colares também, porém outros símbolos também são usados neste caso. É geralmente considerado o mais reverenciado dos símbolos, e assim tende a não ser usado de maneiras casuais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outros Símbolos Bahá&#039;ís==&lt;br /&gt;
*[[Estrela de Nove Pontas]]&lt;br /&gt;
*[[Símbolo da pedra]]&lt;br /&gt;
*[[Haykal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{baha&#039;i-2}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Símbolos]] &lt;br /&gt;
[[Category:Terminologia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Greatest Name]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Estrela_de_Nove_Pontas&amp;diff=4723</id>
		<title>Estrela de Nove Pontas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Estrela_de_Nove_Pontas&amp;diff=4723"/>
		<updated>2023-10-20T00:35:07Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A adicionar: vi:Biểu tượng Baha&amp;#039;i, zh:巴哈伊信仰的标识&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:NinePointedStar.png|130px|right]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O símbolo mais utilizado para representar a Fé Bahá&#039;í é a &#039;&#039;&#039;estrela de nove pontas&#039;&#039;&#039;. Não há nenhum desenho particular que seja preferível, desde que possuia 9 pontas. A estrela não é apontada nos ensinamentos da Fé Bahá&#039;í, mas é comumente representado em &amp;quot;9&amp;quot; pela associação do 9 como perfeição, e o valor numérico de &#039;&#039;Bahá´&#039;&#039; ser 9.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Árabe usa-se um sistema que permite encorporar valores numéricos em letras e palavras sem perder o significado. O valor numérico de Bahá&#039; é 9. O número 9 é também manifesto diversas vezes na história Bahá&#039;í e ensinamentos. Por exemplo, foram 9 anos que separam a revelação do Báb (1844) e Bahá&#039;u&#039;lláh (1853).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Shoghi Effendi]], sobre o número 9 escreve:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;quot;Sobre o número nove: a reverência Bahá&#039;í é por duas razões, primeiro pelo fato de que é considerado por aqueles quem estão interessados em números como o sinal da perfeição. A segunda consideração, que é a mais importante, é que é o valor numérico da palavra &amp;quot;Bahá´&amp;quot;... &amp;lt;ref&amp;gt;Tradução de &#039;&#039;&#039;Em Nome de Shoghi Effendi&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;Luzes de Guia&#039;&#039;,p. 414&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Notas==&lt;br /&gt;
{{reflist}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboço}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[categoria:Símbolos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Nine Pointed Star]]&lt;br /&gt;
[[vi:Biểu tượng Baha&#039;i]]&lt;br /&gt;
[[zh:巴哈伊信仰的标识]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Muhammad&amp;diff=4722</id>
		<title>Muhammad</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Muhammad&amp;diff=4722"/>
		<updated>2023-10-20T00:33:18Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A modificar en:Muḥammad para en:Muhammad&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Maomé&#039;&#039;&#039; ou &#039;&#039;&#039;Muhammad&#039;&#039;&#039; (Meca, 570 — Medina, 8 de Junho de 632) é considerado um dos [[Manifestantes de Deus]] dentro da [[Fé Bahá&#039;í]] e foi o profeta que fundou a religião do [[Islã]]. Ele revelou o Alcorão e tomou um papel fundamental em unificar várias tribos árabes que viviam em constante conflitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muhammad tinha quarenta anos de idade quando Ele experenciou sua primeira revelação divina. Ensinamentos religiosos e sociais foram reveladas para Muhammad em belíssimo versos falando do amor de [[Deus]] da criação. Muhammad compartilhou os primeiros versículos para a Sua primeira esposa, Khadija, em seguida, para Seus amigos e parentes mais próximos Dele. A primeira pessoa a declarar a Sua fé foi Khadija, Ali foi o segundo e o terceiro foi um escravo Zayd, que Muhammad conseguiu libertá-lo. O quarto a se tornar muçulmano foi Abu Bakr. Logo, Muhammad abertamente proclamou-Se a ser uma manifestação de Deus. Muitas autoridades religiosas em Meca sentiam ameaçados por Muhammad e começaram a perseguir Ele e Seus seguidores. Não somente sabotaram o negócio que Muhammad administrava, mas também as empresas de Seus seguidores foram devastadas. Neste ponto tanto Abu Taib e Khadija morreram com a constante perseguição. Muhammad soube de uma conspiração para assassinar-Lo, então Ele e seus seguidores fugiram para Meca e o refúgio foram oferecidas pela Khazaraj de Yathrib, em um oásis agrícola norte de Meca. Ali Muhammad foi saudado como um profeta e uma autoridade judicial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A migração de Meca para Yathrib (Hijra), no ano 622 dC marca o início do calendário islâmico. Nesta comunidade islâmica, Muhammad implementou as reformas sociais. A primeira comunidade islâmica foi renomeado Medina. O pequeno grupo de seguidores armados de Muhammad milagrosamente resistiram aos ataques repelidos pelos exércitos enviados a partir de Meca, durante um período de seis anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após finalmente os líderes de Meca terem desistidos, Muhammad fez uma peregrinação a Meca e foi apresentado com as chaves de Caaba. Muhammad publicamente destruiu os ídolos com a ajuda de seu primo Ali, devido aos vários sacrifícios que a população dedicavam em nome desses ídolos. Em vez de Se coroar como próprio rei de Meca, Muhammad aplicou uma ordem social igualitária Islâmica em Meca e retornou para Medina. Dois anos mais tarde Muhammad faleceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboco}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{baha&#039;i-2}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[categoria:Manifestantes de Deus]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Muhammad]]&lt;br /&gt;
[[fr:Mahomet]]&lt;br /&gt;
[[vi:Đức Muhammad]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=M%C3%A1ximo_Nome&amp;diff=4721</id>
		<title>Máximo Nome</title>
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		<updated>2023-10-19T08:15:55Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A adicionar: vi:Biểu tượng Baha&amp;#039;i&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:GreatestName.jpg|left|100px]]&lt;br /&gt;
O &#039;&#039;&#039;Máximo Nome&#039;&#039;&#039;, ou conhecido na caligrafia como o Máximo Nome de Deus, é uma caligrafia que em árabe se pronuncia &amp;quot;Yá Bahá&#039;u&#039;l-Abhá&amp;quot; (يا بهاء الأبهى) normalmente traduzido como &amp;quot;&#039;&#039;&#039;A Glória do Mais Glorioso&#039;&#039;&#039;!&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==História==&lt;br /&gt;
Este símbolo foi originalmente desenhado por um calígrafo bahá&#039;í, [[Mishkín-Qalam]], e depois foi adotado pelos bahá&#039;ís no mundo. Ele é visto em muitas casas bahá&#039;í e ele também é apresentado em caixão de crentes falecidos durante um funeral bahá&#039;í. Ele pode normalmente ser encontrado em anéis e colares também, porém outros símbolos também são usados neste caso. É geralmente considerado o mais reverenciado dos símbolos, e assim tende a não ser usado de maneiras casuais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outros Símbolos Bahá&#039;ís==&lt;br /&gt;
*[[Estrela de Nove Pontas]]&lt;br /&gt;
*[[Símbolo da pedra]]&lt;br /&gt;
*[[Haykal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{baha&#039;i-2}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Símbolos]] &lt;br /&gt;
[[Category:Terminologia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Greatest Name]]&lt;br /&gt;
[[vi:Biểu tượng Baha&#039;i]]&lt;br /&gt;
[[zh:巴哈伊信仰的标识]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Haykal&amp;diff=4720</id>
		<title>Haykal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Haykal&amp;diff=4720"/>
		<updated>2023-10-19T06:45:03Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A adicionar: fr:Etoile Haykal&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Significado==&lt;br /&gt;
[[Image:Haykal 2.gif|right|thumb|Símbolo de Haykal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O haykal representa o Manifestante de Deus, como descrito no Súriy-i-Haykal [http://bahaikipedia.org/Summons_of_the_Lord_of_Hosts#S.C3.BAriy-i-Haykal_.28Tablet_of_the_Temple.29], e é desta forma no [[Símbolo da pedra]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Estritamente falando a estrela de 5 pontas é o símbolo da Fé, como usado pelo [[Báb]] e explicado por Ele.&amp;quot; &lt;br /&gt;
:(on behalf of Shoghi Effendi, Directives from the Guardian, p. 52)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==História==&lt;br /&gt;
O Haykal (Arabic: هيكل Tradução: templo), uma estrela de cinco pontas, foi estabelecida pelo [[Báb]]. Ele escreveu várias cartas, epístolas, orações e mais com a forma de estrela. O Báb escreveu 360 derivativos da palavra &#039;&#039;Bahá&#039;&#039;&#039; em forma de Haykal (&#039;&#039;A Narrativa do Viajante,&#039;&#039; p.26).  Muito dos escritos de [[Bahá&#039;u&#039;lláh]] também foram escrito em forma Haykal. (Veja: [[O Chamado do Senhor das Hostes]])&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outros Símbolos Bahá&#039;ís==&lt;br /&gt;
*[[Estrela de Nove Pontas]]&lt;br /&gt;
*[[Símbolo da pedra]]&lt;br /&gt;
*[[Máximo Nome]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==References==&lt;br /&gt;
*{{cite web |url=http://en.wikipedia.org/wiki/Bah%C3%A1&#039;%C3%AD_symbols |title=Bahá’í symbols }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Símbolos]]&lt;br /&gt;
[[Category:Terminologia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Haykal]]&lt;br /&gt;
[[fr:Etoile Haykal]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Fam%C3%ADlia&amp;diff=4719</id>
		<title>Família</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Fam%C3%ADlia&amp;diff=4719"/>
		<updated>2023-10-19T06:44:11Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A adicionar: fr:Famille&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ensinamentos}}&lt;br /&gt;
A &#039;&#039;&#039;família&#039;&#039;&#039; na [[Fé Bahá&#039;í]] é uma formação muito importante, e central para o estabelecimento de paz e segurança no mundo. [[Bahá&#039;u&#039;lláh]] declara que tal paz e segurança é &amp;quot;inatingível a não ser e até... unidade ser firmemente estabelecida.&amp;quot; Aceitação da interrelacionação e da interdependência de todas as pessoas implica na renovação de todas as instituições sociais do planeta, incluindo a família.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Unidade na Família==&lt;br /&gt;
{{cquote|Se o amor e a concórdia são manifestos em uma única família, esta família irá se avançar, e tornar iluminada e espiritual.}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Fé Bahá’í aproxima-se da unidade da família que combina elementos da sabedoria tradicional com os princípios progressivos e as ferramentas práticas. A aderência a estes [[ensinamentos]] oferece um baluarte contra as forças da desintegração e cria uma estrutura para a criação de famílias fortes, saudáveis, unificadas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fundação e a condição prévia para família bahá&#039;í é um relacionamento amoroso de um marido e uma esposa. [[Casamento]], uma criação divina, tem a intenção de unir um casal &amp;quot;fisicamente e espiritualmente, que eles podem para sempre melhorar a vida espiritual de cada um&amp;quot;. Um homem e uma mulher, escolhendo livremente um ao outro e obtendo o consentimento de seus pais, casam-se, de acordo com Lei Bahá&#039;í, na presença das testemunhas designadas pelo conselho governante eleito da comunidade, a [[Assembleia Espiritual Local]]. Com as palavras &amp;quot;Nós todos, verdadeiramente, obedeceremos a vontade de Deus,&amp;quot; recitadas pela noiva e pelo noivo, os dois se comprometem a [[Deus]] e, então um para o outro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O propósito do casamento é a criação de uma nova geração que amará a Deus e servirá a humanidade. A tarefa da família é consequentemente, estabelecer um relacionamento amoroso, respeitoso e harmonioso entre os pais e as crianças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Harmonia e cooperação na família, como no mundo, são mantidos no balanço dos direitos e das responsabilidades. Todo os membros da família &amp;quot;tem deveres e responsabilidades perante o outro e a família inteira,&amp;quot; o qual &amp;quot;varia de membro para membro por causa de seus relacionamentos naturais.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As crianças, por exemplo, têm o dever de obedecer seus pais. Igualmente têm o direito correspondente de serem cuidadas, educadas e protegidas. As mães, como portadoras e primeiras educadoras das crianças, são primeiramente, mas não exclusivamente, responsáveis pela sua instrução espiritual e consolidação do amor para a casa. Os pais carregam primeiramente, mas outra vez não exclusivamente, a responsabilidade do bem estar financeiro da família e do ensino convencional das crianças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os padrões morais pessoais promovidos pelos Ensinamentos Bahá&#039;ís condenam muitos dos agentes que contribuem para a destruição das famílias. O álcool é proibido para os bahá&#039;ís, como são as drogas que danificam a mente. Nenhuma forma de violência ou de abuso dentro da família deve ser tolerada. De acordo com escrituras sagradas bahá&#039;ís:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{cquote|A integridade dos laços da família deve ser constantemente considerada e os direitos dos membros individuais não deve ser transgredido.}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora fortemente desencorajado por Bahá&#039;u&#039;lláh, o divórcio é permitido com base na antipatia entre o marido e a esposa. Pode-se concedê-lo somente depois de um ano de espera durante qual o casal vive separado e faz cada tentativa possível para reconciliar suas diferenças. Protegidos contra as decisões impacientes e emoções impulsivas, muitos casais são capazes de reconstruir seu casamento durante o ano de reflexão. Porém, se a reconciliação provar-se impossível, o casal pode se divorciar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==A Igualdade dos Sexos==&lt;br /&gt;
O princípio da [[Igualdade dos gêneros|igualdade do homem e da mulher]] está transformando muitos dos relacionamentos bahá&#039;í nos casamentos. Por serem parceiros iguais, um status incorporado dos votos do casamento, nem o marido ou a esposa deve dominar. As decisões devem ser compartilhadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{cquote|Sempre, a atmosfera dentro de uma família e dentro de uma comunidade como um todo deve expressar. . . não poder arbitrário, mas o espírito de consulta sincera e amorosa.}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os princípios bahá&#039;ís de consulta são ferramentas para uma discussão aberta, honesta e sábia de qualquer problema que surgir dentro de uma família. O objetivo é permitir que &amp;quot; a verdade seja revelada&amp;quot; em uma maneira que resolva o problema ao benefício de todos. Quando usada por um casal ou por uma família, a consulta é um meio poderoso para manter a unidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O reconhecimento da igualdade e o uso da consulta permitem uma flexibilidade do marido e da esposa para encontrar as demandas de um mundo de rápida mudança. Embora os homens e as mulheres tenham capacidades e funções complementares em determinadas áreas, os papéis não são rigidamente definidos e podem ser ajustados, quando necessários, para encontrar as necessidades de cada membro da família e da família no conjunto. Enquanto as mulheres forem incentivadas a levar a busca pelas suas carreiras, deve ser em uma maneira que não se oponha a seu papel como mães. E os pais não são isentos dos deveres domésticos e dos cuidados da criança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando as relações dentro da família são conduzidas com consideração devida para a justiça, será um fator importante para trazer a paz no mundo. Quando as mulheres são negadas a igualdade e o respeito na família, os homens e os meninos desenvolvem as atitudes e os hábitos prejudiciais que carregam no local de trabalho, na vida política, e finalmente em relações internacionais. Cada vez mais que as crianças crescem nas famílias onde as direitos de todos os membros são respeitados e problemas são resolvidos com o benefício da consulta, as perspectivas para a paz no mundo melhoram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Educação e Família==&lt;br /&gt;
Embora a criança receba a [[educação]] formal na escola, é em casa que o caráter é desenvolvido e as atitudes morais e espirituais são formadas. Consequentemente, &amp;quot; todas as virtudes devem ser ensinadas para a família.&amp;quot; Paciência, lealdade, fidelidade, justiça, honestidade -- virtudes como estas constituem os blocos da construção do caráter. As virtudes nomeadas por todas as tradições sagradas como os elementos comuns da espiritualidade são a reflexão do Divinidade em cada pessoa. Ao consolidar as qualidades mais elevadas e os valores em cada membro da família, os pais devem igualmente prever o desenvolvimento integrado de capacidades de todas suas crianças -- espiritual, moral, inteletual, emocional, e físico. Conseqüentemente, as meninas e os meninos devem ser educados formalmente de acordo com o mesmo currículo básico. Se os recursos forem limitados e forçarem apenas a uma escolha, as filhas, como os instrutoras potenciais e direta da geração seguinte, deve ser concedida o &amp;quot; direito prévia de educação antes dos filhos.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==A Família e a Comunidade==&lt;br /&gt;
A Fé Bahá&#039;í tem mais de 17.000 comunidades locais organizadas em mais de 200 países e territórios independentes. Estas comunidades atuam em certa maneira como famílias extensas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bahá&#039;ís vem de todas as nações, grupos étnicos, culturas, profissões e classes.Embora as cerimônias de casamento bahá&#039;í variam extensamente da cultura à cultura, as leis e os votos da união são universais e se aplicam seja em membro bahá&#039;ís ou não. Os bahá&#039;ís em torno do mundo estão encontrando que os princípios e as leis dão uma forma distinta da vida familiar bahá&#039;í que são conducentes ao amor e à unidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Conclusão==&lt;br /&gt;
Enquanto os princípios anteriores são colocados gradualmente em prática no mundo, as famílias estão sendo criadas para poderem fazer uma parte da construção de uma sociedade unificada do mundo. Para a ligação entre a família, a nação, e uma civilização do mundo, destinada para vir a tempo são inegáveis:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{cquote|Compare as nações do mundo aos membros de uma família. Uma família é uma nação na miniatura. Ampliar simplesmente o círculo do agregado familiar e você tem a nação. Ampliar o círculo das nações e você tem toda a humanidade.}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |author=Casa Universal de Justiça&lt;br /&gt;
 |authorlink=Casa Universal de Justiça&lt;br /&gt;
 |origyear=1994&lt;br /&gt;
 |title=O Mundo Bahá&#039;í - Um Registro Internacional Vol 1993-1994&lt;br /&gt;
 |publisher=World Centre Publications&lt;br /&gt;
 |location=Haifa, Isreal}}&lt;br /&gt;
*[http://statements.bahai.org/93-1125.htm A Família na Comunidade Mundial]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Ensinamentos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Family]]&lt;br /&gt;
[[fr:Famille]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=S%C3%ADmbolos&amp;diff=4718</id>
		<title>Símbolos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=S%C3%ADmbolos&amp;diff=4718"/>
		<updated>2023-10-19T06:38:46Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{baha&#039;i}}&lt;br /&gt;
O número &#039;&#039;&#039;9&#039;&#039;&#039; é considerado sagrado na Fé Bahá&#039;í, sendo comumente utilizado como um de seus símbolos uma estrela de 9 pontas. O 9 é um número representativo da perfeição, pois é o maior dígito - e 9 também é o valor numérico da palavra &#039;&#039;&#039;Bahá&#039;&#039;&#039; em Árabe, onde é possível utilizar números e letras ao mesmo tempo nas palavras. Por outro lado simboliza as nove religiões divinamente reveladas que são o [[sabeísmo]], [[hinduísmo]], [[budismo]], [[zoroastrismo]], [[judaísmo]], [[cristianismo]], [[islamismo]], [[Fé Babí| fé babí]] e [[Fé Bahá&#039;í|fé bahá&#039;í]].  Contudo, essas não foram as únicas religiões reveladas, vindo a existir muitas outras anteriores, mas são as que ainda existem. [http://reference.bahai.org/en/t/se/DG/dg-141.html]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A despeito do símbolo sagrado do número 9 considerado pelos bahá&#039;ís e nos escritos sagrados, a estrela de 5 pontas é a que representa esta fé, conforme afirma [[Shoghi Effendi]] e explica O [[Báb]], a estrela de 5 pontas representa o ser humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Estrela de Nove Pontas==&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Bahai star.svg|130px|left]]&lt;br /&gt;
{{ver artigo principal|&#039;&#039;&#039;[[Estrela de Nove Pontas]]&#039;&#039;&#039;}}&lt;br /&gt;
O símbolo mais utilizado para representar a Fé Bahá&#039;í é a &#039;&#039;&#039;estrela de nove pontas&#039;&#039;&#039;. Não há nenhum desenho particular que seja preferível, desde que possuia 9 pontas. A estrela não é apontada nos ensinamentos da Fé Bahá&#039;í, mas é comumente representado em &amp;quot;9&amp;quot; pela associação do 9 como perfeição, e o valor numérico de &#039;&#039;Bahá´&#039;&#039; ser 9.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Árabe usa-se um sistema que permite encorporar valores numéricos em letras e palavras sem perder o significado. O valor numérico de Bahá&#039; é 9.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O número 9 é também manifesto diversas vezes na história Bahá&#039;í e ensinamentos. Por exemplo, foram 9 anos que separam a revelação do Báb (1844) e Bahá&#039;u&#039;lláh (1853).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Shoghi Effendi]], sobre o número 9 escreve:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;quot;Sobre o número nove: a reverência Bahá&#039;í é por duas razões, primeiro pelo fato de que é considerado por aqueles quem estão interessados em números como o sinal da perfeição. A segunda consideração, que é a mais importante, é que é o valor numérico da palavra &amp;quot;Bahá´&amp;quot;... &amp;lt;ref&amp;gt;Tradução de On Behalf of Shoghi Effendi, &#039;&#039;Lights of Guidance&#039;&#039;,p. 414&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Máximo Nome==&lt;br /&gt;
[[Imagem:Greatestname2.jpg|130px|left]]&lt;br /&gt;
{{ver artigo principal|&#039;&#039;&#039;[[Máximo Nome]]&#039;&#039;&#039;}}&lt;br /&gt;
O máximo &#039;&#039;&#039;Máximo Nome&#039;&#039;&#039; é representado em uma caligrafia Árabe, simboliza o Máximo Nome de Deus através da frase &amp;quot;Yá Bahá&#039;u&#039;l-Abhá&amp;quot; (يا بهاء الأبهى), que é usualmente traduzido como &amp;quot;&#039;&#039;&#039;Ó Tu, Glória do Senhor Mais Glorioso!&#039;&#039;&#039;&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta caligrafia foi originalmetne criada por ([[Mishkín Qalam]]) nos primórdios da religião, e posteriormente adotada por Bahá&#039;ís de toda parte. Os Bahá&#039;ís costumam colocá-la em suas casas. É também utilizado em anéis. É um dos símbolos mais reverênciados pelos Bahá&#039;ís e por esse motivo não é utilizado casualmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Bahá’==&lt;br /&gt;
Os símbolos da Fé Bahá&#039;í derivam dos significados da palavra Árabe Bahá (بهاء), que signfica &amp;quot;glória&amp;quot; ou &amp;quot;esplendor&amp;quot;. É a palavra que dá origem a diversos nomes e frases:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Bahá&#039;í (seguidor de Bahá´)&lt;br /&gt;
*Bahá&#039;u&#039;lláh (Glória de Deus)&lt;br /&gt;
*`Abdu&#039;l-Bahá (Servo da Glória)&lt;br /&gt;
*Yá Bahá&#039;u&#039;l-Abhá (Ó Tu, Glória do Mais Glorioso)&lt;br /&gt;
*Alláh-u-Abhá (Deus é o Mais Glorioso)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bahá&#039;u&#039;lláh frequentemente refere-se aos Bahá&#039;ís em seus Escritos como &amp;quot;povo de Bahá´&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Símbolo da Pedra==&lt;br /&gt;
[[Imagem:BahaiRing2.jpg|150px|left]]&lt;br /&gt;
[[Imagem:Ringstone.jpg|150px|right]]&lt;br /&gt;
{{ver artigo principal|&#039;&#039;&#039;[[Símbolo da pedra]]&#039;&#039;&#039;}}&lt;br /&gt;
Criado por [[Abdu&#039;l-Bahá|`Abdu&#039;l-Bahá ]], o &#039;&#039;&#039;símbolo da pedra&#039;&#039;&#039; é o símbolo mais comumente utilizado em anéis por Bahá&#039;ís, mas também existe em colares, livros e pinturas. Consiste em um &amp;quot;Bahá´&amp;quot; estilizado com duas estrelas, uma de cada lado. A linha inferior representa a humanidade, a linha do centro representa os [[Manifestação de Deus|Manifestantes de Deus]] e a superior é a linha de Deus. A linha que corta as três simboliza o Espírito Santo, que une os três reinos - na qual a humanidade pode alcançar a perfeição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Ensinamentos]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Símbolos|*]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Terminologia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Bahá’í symbols]]&lt;br /&gt;
[[vi:Biểu tượng Baha&#039;i]]&lt;br /&gt;
[[zh:巴哈伊信仰的标识]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=S%C3%ADmbolos&amp;diff=4717</id>
		<title>Símbolos</title>
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		<updated>2023-10-19T06:00:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: +en,zh&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{baha&#039;i}}&lt;br /&gt;
O número &#039;&#039;&#039;9&#039;&#039;&#039; é considerado sagrado na Fé Bahá&#039;í, sendo comumente utilizado como um de seus símbolos uma estrela de 9 pontas. O 9 é um número representativo da perfeição, pois é o maior dígito - e 9 também é o valor numérico da palavra &#039;&#039;&#039;Bahá&#039;&#039;&#039; em Árabe, onde é possível utilizar números e letras ao mesmo tempo nas palavras. Por outro lado simboliza as nove religiões divinamente reveladas que são o [[sabeísmo]], [[hinduísmo]], [[budismo]], [[zoroastrismo]], [[judaísmo]], [[cristianismo]], [[islamismo]], [[Fé Babí| fé babí]] e [[Fé Bahá&#039;í|fé bahá&#039;í]].  Contudo, essas não foram as únicas religiões reveladas, vindo a existir muitas outras anteriores, mas são as que ainda existem. [http://reference.bahai.org/en/t/se/DG/dg-141.html]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A despeito do símbolo sagrado do número 9 considerado pelos bahá&#039;ís e nos escritos sagrados, a estrela de 5 pontas é a que representa esta fé, conforme afirma [[Shoghi Effendi]] e explica O [[Báb]], a estrela de 5 pontas representa o ser humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Estrela de Nove Pontas==&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Bahai star.svg|130px|left]]&lt;br /&gt;
{{ver artigo principal|&#039;&#039;&#039;[[Estrela de Nove Pontas]]&#039;&#039;&#039;}}&lt;br /&gt;
O símbolo mais utilizado para representar a Fé Bahá&#039;í é a &#039;&#039;&#039;estrela de nove pontas&#039;&#039;&#039;. Não há nenhum desenho particular que seja preferível, desde que possuia 9 pontas. A estrela não é apontada nos ensinamentos da Fé Bahá&#039;í, mas é comumente representado em &amp;quot;9&amp;quot; pela associação do 9 como perfeição, e o valor numérico de &#039;&#039;Bahá´&#039;&#039; ser 9.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Árabe usa-se um sistema que permite encorporar valores numéricos em letras e palavras sem perder o significado. O valor numérico de Bahá&#039; é 9.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O número 9 é também manifesto diversas vezes na história Bahá&#039;í e ensinamentos. Por exemplo, foram 9 anos que separam a revelação do Báb (1844) e Bahá&#039;u&#039;lláh (1853).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Shoghi Effendi]], sobre o número 9 escreve:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;quot;Sobre o número nove: a reverência Bahá&#039;í é por duas razões, primeiro pelo fato de que é considerado por aqueles quem estão interessados em números como o sinal da perfeição. A segunda consideração, que é a mais importante, é que é o valor numérico da palavra &amp;quot;Bahá´&amp;quot;... &amp;lt;ref&amp;gt;Tradução de On Behalf of Shoghi Effendi, &#039;&#039;Lights of Guidance&#039;&#039;,p. 414&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Máximo Nome==&lt;br /&gt;
[[Imagem:Greatestname2.jpg|130px|left]]&lt;br /&gt;
{{ver artigo principal|&#039;&#039;&#039;[[Máximo Nome]]&#039;&#039;&#039;}}&lt;br /&gt;
O máximo &#039;&#039;&#039;Máximo Nome&#039;&#039;&#039; é representado em uma caligrafia Árabe, simboliza o Máximo Nome de Deus através da frase &amp;quot;Yá Bahá&#039;u&#039;l-Abhá&amp;quot; (يا بهاء الأبهى), que é usualmente traduzido como &amp;quot;&#039;&#039;&#039;Ó Tu, Glória do Senhor Mais Glorioso!&#039;&#039;&#039;&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta caligrafia foi originalmetne criada por ([[Mishkín Qalam]]) nos primórdios da religião, e posteriormente adotada por Bahá&#039;ís de toda parte. Os Bahá&#039;ís costumam colocá-la em suas casas. É também utilizado em anéis. É um dos símbolos mais reverênciados pelos Bahá&#039;ís e por esse motivo não é utilizado casualmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Bahá’==&lt;br /&gt;
Os símbolos da Fé Bahá&#039;í derivam dos significados da palavra Árabe Bahá (بهاء), que signfica &amp;quot;glória&amp;quot; ou &amp;quot;esplendor&amp;quot;. É a palavra que dá origem a diversos nomes e frases:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Bahá&#039;í (seguidor de Bahá´)&lt;br /&gt;
*Bahá&#039;u&#039;lláh (Glória de Deus)&lt;br /&gt;
*`Abdu&#039;l-Bahá (Servo da Glória)&lt;br /&gt;
*Yá Bahá&#039;u&#039;l-Abhá (Ó Tu, Glória do Mais Glorioso)&lt;br /&gt;
*Alláh-u-Abhá (Deus é o Mais Glorioso)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bahá&#039;u&#039;lláh frequentemente refere-se aos Bahá&#039;ís em seus Escritos como &amp;quot;povo de Bahá´&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Símbolo da Pedra==&lt;br /&gt;
[[Imagem:BahaiRing2.jpg|150px|left]]&lt;br /&gt;
[[Imagem:Ringstone.jpg|150px|right]]&lt;br /&gt;
{{ver artigo principal|&#039;&#039;&#039;[[Símbolo da pedra]]&#039;&#039;&#039;}}&lt;br /&gt;
Criado por [[Abdu&#039;l-Bahá|`Abdu&#039;l-Bahá ]], o &#039;&#039;&#039;símbolo da pedra&#039;&#039;&#039; é o símbolo mais comumente utilizado em anéis por Bahá&#039;ís, mas também existe em colares, livros e pinturas. Consiste em um &amp;quot;Bahá´&amp;quot; estilizado com duas estrelas, uma de cada lado. A linha inferior representa a humanidade, a linha do centro representa os [[Manifestação de Deus|Manifestantes de Deus]] e a superior é a linha de Deus. A linha que corta as três simboliza o Espírito Santo, que une os três reinos - na qual a humanidade pode alcançar a perfeição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Ensinamentos]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Símbolos|*]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Terminologia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Bahá’í symbols]]&lt;br /&gt;
[[zh:巴哈伊信仰的标识]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Estrela_de_Nove_Pontas&amp;diff=4716</id>
		<title>Estrela de Nove Pontas</title>
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		<updated>2023-10-19T05:57:11Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:NinePointedStar.png|130px|right]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O símbolo mais utilizado para representar a Fé Bahá&#039;í é a &#039;&#039;&#039;estrela de nove pontas&#039;&#039;&#039;. Não há nenhum desenho particular que seja preferível, desde que possuia 9 pontas. A estrela não é apontada nos ensinamentos da Fé Bahá&#039;í, mas é comumente representado em &amp;quot;9&amp;quot; pela associação do 9 como perfeição, e o valor numérico de &#039;&#039;Bahá´&#039;&#039; ser 9.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Árabe usa-se um sistema que permite encorporar valores numéricos em letras e palavras sem perder o significado. O valor numérico de Bahá&#039; é 9. O número 9 é também manifesto diversas vezes na história Bahá&#039;í e ensinamentos. Por exemplo, foram 9 anos que separam a revelação do Báb (1844) e Bahá&#039;u&#039;lláh (1853).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Shoghi Effendi]], sobre o número 9 escreve:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;quot;Sobre o número nove: a reverência Bahá&#039;í é por duas razões, primeiro pelo fato de que é considerado por aqueles quem estão interessados em números como o sinal da perfeição. A segunda consideração, que é a mais importante, é que é o valor numérico da palavra &amp;quot;Bahá´&amp;quot;... &amp;lt;ref&amp;gt;Tradução de &#039;&#039;&#039;Em Nome de Shoghi Effendi&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;Luzes de Guia&#039;&#039;,p. 414&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Notas==&lt;br /&gt;
{{reflist}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboço}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[categoria:Símbolos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Nine Pointed Star]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Estrela_de_Nove_Pontas&amp;diff=4715</id>
		<title>Estrela de Nove Pontas</title>
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		<updated>2023-10-18T08:12:02Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A modificar en:Nine Pointed Star para en:Ringstone symbol&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:NinePointedStar.png|130px|right]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O símbolo mais utilizado para representar a Fé Bahá&#039;í é a &#039;&#039;&#039;estrela de nove pontas&#039;&#039;&#039;. Não há nenhum desenho particular que seja preferível, desde que possuia 9 pontas. A estrela não é apontada nos ensinamentos da Fé Bahá&#039;í, mas é comumente representado em &amp;quot;9&amp;quot; pela associação do 9 como perfeição, e o valor numérico de &#039;&#039;Bahá´&#039;&#039; ser 9.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Árabe usa-se um sistema que permite encorporar valores numéricos em letras e palavras sem perder o significado. O valor numérico de Bahá&#039; é 9. O número 9 é também manifesto diversas vezes na história Bahá&#039;í e ensinamentos. Por exemplo, foram 9 anos que separam a revelação do Báb (1844) e Bahá&#039;u&#039;lláh (1853).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Shoghi Effendi]], sobre o número 9 escreve:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;quot;Sobre o número nove: a reverência Bahá&#039;í é por duas razões, primeiro pelo fato de que é considerado por aqueles quem estão interessados em números como o sinal da perfeição. A segunda consideração, que é a mais importante, é que é o valor numérico da palavra &amp;quot;Bahá´&amp;quot;... &amp;lt;ref&amp;gt;Tradução de &#039;&#039;&#039;Em Nome de Shoghi Effendi&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;Luzes de Guia&#039;&#039;,p. 414&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Notas==&lt;br /&gt;
{{reflist}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboço}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[categoria:Símbolos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Ringstone symbol]]&lt;br /&gt;
[[zh:巴哈伊信仰的标识]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Ora%C3%A7%C3%B5es_Obrigat%C3%B3rias&amp;diff=4714</id>
		<title>Orações Obrigatórias</title>
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		<updated>2023-10-18T08:10:33Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A modificar fr:Prière para fr:Prière obligatoire&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ensinamentos}}&lt;br /&gt;
Os [[Fé Bahá&#039;í|Bahá&#039;ís]], devem de acordo com as [[leis]], recitar diariamente uma oração obrigatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Orações Obrigatórias==&lt;br /&gt;
Existem três orações obrigatórias, na qual os Bahá&#039;ís podem escolher recitar uma das três durante o dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Oração Obrigatória Curta===&lt;br /&gt;
A oração obrigatória curta pode ser recitada uma vez em vinte e quatro horas, entre o meio-dia e o por-do-sol:&lt;br /&gt;
:&amp;quot;Dou testemunho, ó meu Deus, de que Tu me criaste para Te conhecer e adorar. Confesso, neste momento, minha incapacidade e Teu poder, minha pobreza e Tua riqueza. Não há outro Deus além de Ti, o Amparo no Perigo, O que subsiste por Si próprio.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Oração Obrigatória Média===&lt;br /&gt;
A oração obrigatória média deve ser recitada três vezes em um dia, pela manhã, ao meio dia e ao anoitecer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Oração Obrigatória Longa===&lt;br /&gt;
A oração obrigatória longa pode ser recitada a qualquer hora do dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Leis relativas às Orações Obrigatórias==&lt;br /&gt;
===Práticas associadas às Orações Obrigatórias===&lt;br /&gt;
Algumas práticas relativas a todas as orações obrigatórias:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Abluções, que consiste em lavar as mãos e o rosto, antes de recitar a oração obrigatória, se não houver água disponível, ou seu uso for prejudicial ao rosto ou às mãos, um versículo especificamente revelado deve ser repetido cinco vezes.&lt;br /&gt;
*A oração deve ser recitada individualmente, em particular.&lt;br /&gt;
*Enquanto recita a oração, deve estar voltado para o [[Qiblih]], onde está o [[Santuário de Bahá&#039;u&#039;lláh]].&lt;br /&gt;
*É preferível recitar a terceira oração (a curta) em pé, como sinal de reverência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Isenção da Oração Obrigatória===&lt;br /&gt;
*Se possuir menos de 15 anos de idade.&lt;br /&gt;
*Em caso de doença.&lt;br /&gt;
*Se possuir mais de 70 anos.&lt;br /&gt;
*Mulheres em períodos menstruais, contanto que repitam, 95 vezes ao dia, um versículo especificamente revelado.&lt;br /&gt;
*Viajantes que não encontrarem um local apropriado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboço-bahá&#039;í}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Leis]]&lt;br /&gt;
[[Category:Práticas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[de:Pflichtgebete]]&lt;br /&gt;
[[en:Obligatory Prayer]]&lt;br /&gt;
[[fr:Prière obligatoire]]&lt;br /&gt;
[[vi:Cầu nguyện bắt buộc]]&lt;br /&gt;
[[zh:义务祈祷文]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Muhammad&amp;diff=4713</id>
		<title>Muhammad</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Muhammad&amp;diff=4713"/>
		<updated>2023-10-18T08:08:11Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A modificar en:Muhammad para en:Muḥammad&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Maomé&#039;&#039;&#039; ou &#039;&#039;&#039;Muhammad&#039;&#039;&#039; (Meca, 570 — Medina, 8 de Junho de 632) é considerado um dos [[Manifestantes de Deus]] dentro da [[Fé Bahá&#039;í]] e foi o profeta que fundou a religião do [[Islã]]. Ele revelou o Alcorão e tomou um papel fundamental em unificar várias tribos árabes que viviam em constante conflitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muhammad tinha quarenta anos de idade quando Ele experenciou sua primeira revelação divina. Ensinamentos religiosos e sociais foram reveladas para Muhammad em belíssimo versos falando do amor de [[Deus]] da criação. Muhammad compartilhou os primeiros versículos para a Sua primeira esposa, Khadija, em seguida, para Seus amigos e parentes mais próximos Dele. A primeira pessoa a declarar a Sua fé foi Khadija, Ali foi o segundo e o terceiro foi um escravo Zayd, que Muhammad conseguiu libertá-lo. O quarto a se tornar muçulmano foi Abu Bakr. Logo, Muhammad abertamente proclamou-Se a ser uma manifestação de Deus. Muitas autoridades religiosas em Meca sentiam ameaçados por Muhammad e começaram a perseguir Ele e Seus seguidores. Não somente sabotaram o negócio que Muhammad administrava, mas também as empresas de Seus seguidores foram devastadas. Neste ponto tanto Abu Taib e Khadija morreram com a constante perseguição. Muhammad soube de uma conspiração para assassinar-Lo, então Ele e seus seguidores fugiram para Meca e o refúgio foram oferecidas pela Khazaraj de Yathrib, em um oásis agrícola norte de Meca. Ali Muhammad foi saudado como um profeta e uma autoridade judicial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A migração de Meca para Yathrib (Hijra), no ano 622 dC marca o início do calendário islâmico. Nesta comunidade islâmica, Muhammad implementou as reformas sociais. A primeira comunidade islâmica foi renomeado Medina. O pequeno grupo de seguidores armados de Muhammad milagrosamente resistiram aos ataques repelidos pelos exércitos enviados a partir de Meca, durante um período de seis anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após finalmente os líderes de Meca terem desistidos, Muhammad fez uma peregrinação a Meca e foi apresentado com as chaves de Caaba. Muhammad publicamente destruiu os ídolos com a ajuda de seu primo Ali, devido aos vários sacrifícios que a população dedicavam em nome desses ídolos. Em vez de Se coroar como próprio rei de Meca, Muhammad aplicou uma ordem social igualitária Islâmica em Meca e retornou para Medina. Dois anos mais tarde Muhammad faleceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboco}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{baha&#039;i-2}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[categoria:Manifestantes de Deus]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Muḥammad]]&lt;br /&gt;
[[fr:Mahomet]]&lt;br /&gt;
[[vi:Đức Muhammad]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Estrela_de_Nove_Pontas&amp;diff=4712</id>
		<title>Estrela de Nove Pontas</title>
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		<updated>2023-10-17T10:47:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A modificar en:Ringstone symbol para en:Nine Pointed Star&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:NinePointedStar.png|130px|right]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O símbolo mais utilizado para representar a Fé Bahá&#039;í é a &#039;&#039;&#039;estrela de nove pontas&#039;&#039;&#039;. Não há nenhum desenho particular que seja preferível, desde que possuia 9 pontas. A estrela não é apontada nos ensinamentos da Fé Bahá&#039;í, mas é comumente representado em &amp;quot;9&amp;quot; pela associação do 9 como perfeição, e o valor numérico de &#039;&#039;Bahá´&#039;&#039; ser 9.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Árabe usa-se um sistema que permite encorporar valores numéricos em letras e palavras sem perder o significado. O valor numérico de Bahá&#039; é 9. O número 9 é também manifesto diversas vezes na história Bahá&#039;í e ensinamentos. Por exemplo, foram 9 anos que separam a revelação do Báb (1844) e Bahá&#039;u&#039;lláh (1853).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Shoghi Effendi]], sobre o número 9 escreve:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;quot;Sobre o número nove: a reverência Bahá&#039;í é por duas razões, primeiro pelo fato de que é considerado por aqueles quem estão interessados em números como o sinal da perfeição. A segunda consideração, que é a mais importante, é que é o valor numérico da palavra &amp;quot;Bahá´&amp;quot;... &amp;lt;ref&amp;gt;Tradução de &#039;&#039;&#039;Em Nome de Shoghi Effendi&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;Luzes de Guia&#039;&#039;,p. 414&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Notas==&lt;br /&gt;
{{reflist}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboço}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[categoria:Símbolos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Nine Pointed Star]]&lt;br /&gt;
[[zh:巴哈伊信仰的标识]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
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		<title>Muhammad</title>
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		<updated>2023-10-17T09:00:03Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A modificar en:Muḥammad para en:Muhammad&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Maomé&#039;&#039;&#039; ou &#039;&#039;&#039;Muhammad&#039;&#039;&#039; (Meca, 570 — Medina, 8 de Junho de 632) é considerado um dos [[Manifestantes de Deus]] dentro da [[Fé Bahá&#039;í]] e foi o profeta que fundou a religião do [[Islã]]. Ele revelou o Alcorão e tomou um papel fundamental em unificar várias tribos árabes que viviam em constante conflitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muhammad tinha quarenta anos de idade quando Ele experenciou sua primeira revelação divina. Ensinamentos religiosos e sociais foram reveladas para Muhammad em belíssimo versos falando do amor de [[Deus]] da criação. Muhammad compartilhou os primeiros versículos para a Sua primeira esposa, Khadija, em seguida, para Seus amigos e parentes mais próximos Dele. A primeira pessoa a declarar a Sua fé foi Khadija, Ali foi o segundo e o terceiro foi um escravo Zayd, que Muhammad conseguiu libertá-lo. O quarto a se tornar muçulmano foi Abu Bakr. Logo, Muhammad abertamente proclamou-Se a ser uma manifestação de Deus. Muitas autoridades religiosas em Meca sentiam ameaçados por Muhammad e começaram a perseguir Ele e Seus seguidores. Não somente sabotaram o negócio que Muhammad administrava, mas também as empresas de Seus seguidores foram devastadas. Neste ponto tanto Abu Taib e Khadija morreram com a constante perseguição. Muhammad soube de uma conspiração para assassinar-Lo, então Ele e seus seguidores fugiram para Meca e o refúgio foram oferecidas pela Khazaraj de Yathrib, em um oásis agrícola norte de Meca. Ali Muhammad foi saudado como um profeta e uma autoridade judicial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A migração de Meca para Yathrib (Hijra), no ano 622 dC marca o início do calendário islâmico. Nesta comunidade islâmica, Muhammad implementou as reformas sociais. A primeira comunidade islâmica foi renomeado Medina. O pequeno grupo de seguidores armados de Muhammad milagrosamente resistiram aos ataques repelidos pelos exércitos enviados a partir de Meca, durante um período de seis anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após finalmente os líderes de Meca terem desistidos, Muhammad fez uma peregrinação a Meca e foi apresentado com as chaves de Caaba. Muhammad publicamente destruiu os ídolos com a ajuda de seu primo Ali, devido aos vários sacrifícios que a população dedicavam em nome desses ídolos. Em vez de Se coroar como próprio rei de Meca, Muhammad aplicou uma ordem social igualitária Islâmica em Meca e retornou para Medina. Dois anos mais tarde Muhammad faleceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboco}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{baha&#039;i-2}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[categoria:Manifestantes de Deus]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Muhammad]]&lt;br /&gt;
[[fr:Mahomet]]&lt;br /&gt;
[[vi:Đức Muhammad]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
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		<title>Deus</title>
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		<updated>2023-10-17T08:58:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A adicionar: es:Dios&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{baha&#039;i}}&lt;br /&gt;
A [[Fé Bahá&#039;í]] ensina sobre a existência de um único, eterno &#039;&#039;&#039;Deus&#039;&#039;&#039;, o criador de todas as coisas, incluindo todas as criaturas e forças do universo. &amp;lt;ref name=&amp;quot;britannica&amp;quot;&amp;gt;{{cite encyclopedia | year = 1988 | title = The Bahá’í Faith | encyclopedia = Britannica Book of the Year | publisher = Encyclopaedia Britannica | location = Chicago | id = ISBN 0852294867}}&amp;lt;/ref&amp;gt;  Deus é descrito como &amp;quot;um Deus pessoal, irreconhecível, inacessível, a fonte de todas as Revelações, eterno, onisciente, onipresente e todo poderoso.&amp;quot; &amp;lt;ref&amp;gt;{{cite book|first=Shoghi |last=Effendi |authorlink=Shoghi Effendi |year=1944 |title=A Presença de Deus |publisher=Bahá’í Publishing Trust |location=Wilmette, Illinois, USA&lt;br /&gt;
 |id=ISBN 0877430209 |url=http://reference.bahai.org/en/t/se/GPB/gpb-9.html#gr26 | pages= pp.139}}&amp;lt;/ref&amp;gt;  Embora inacessível diretamente, Deus ainda é visto como consciente dos eventos no mundo, com uma mente, vontade e propósito. Os bahá&#039;ís acreditam que Deus expressa Sua vontade todo o tempo e de várias maneiras, incluindo através de uma série series de mensageiros divinos conhecido como [[Manifestante de Deus]] ou algumas vezes como &#039;&#039;educadores divinos&#039;&#039;.&amp;lt;ref name=&amp;quot;eor&amp;quot;&amp;gt;{{cite encyclopedia&lt;br /&gt;
| last = Hutter | first = Manfred | editor = Ed. Lindsay Jones | encyclopedia = Encyclopedia of Religion | title = Bahā&#039;īs | edition = 2nd ed. | year = 2005 | publisher = Macmillan Reference USA | volume = 2 | action = Detroit | id = ISBN 0028657330 | pages = p737–740}}&amp;lt;/ref&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao expressar as intenções de Deus, estes manifestantes são vistos por estabelecerem uma religião no mundo.  Os [[ensinamentos]] bahá&#039;ís declaram que Deus é muito superior para humanos compreenderem totalmente, ou para criar uma imagem completa e real.&amp;lt;ref name=&amp;quot;manifestation&amp;quot;&amp;gt;{{cite journal | first = Juan | last = Cole | title = | year = 1982 | title = The Concept of Manifestation in the Bahá’í Writings | journal = Bahá’í Studies | volume = monograph 9  | pages = pp. 1-38 | url = http://bahai-library.org/articles/manifestation.html}}&amp;lt;/ref&amp;gt;  [[Bahá&#039;u&#039;lláh]] frequentemente refere a Deus através de títulos (ex: o Todo Poderoso, ou o Todo Amoroso).  Os bahá&#039;ís acreditam que essa descrição antropomórfica de Deus é descrita em Bahá’u’lláh, em relação a capacidade de um manifestante de Deus, retratando-O de maneira abstrata num idioma que os humanos possam compreender, sendo que conhecimento direto da essência de Deus é visto como impossível.&amp;lt;ref name=&amp;quot;manifestation&amp;quot; /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora culturas humanas e religiosas apresentam conceitos de Deus e Sua natureza, tais visões diferenciadas ainda referem-se ao mesmo Ser. As diferenças entre estas religiões estão atribuídas as diversidades culturais e os contextos em qual essas mensagens foram propagadas.&amp;lt;ref name=&amp;quot;britannica&amp;quot; /&amp;gt; Os bahá’ís consideram várias das grandes religiões (e também pequenas) como uma única fé, revelada pelos manifestantes de Deus [[Revelação Progressiva|progressivamente]] e em etapas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nenhuma mensagem, e portanto nenhuma religião pode ser, de acordo com a crença bahá&#039;í, considerada essencialmente superior do que a outra, embora uma mensagem mais recente pode ser considerada mais relevante para as necessidades espirituais e sociais no tempo atual. Os bahá’ís consideram muitas outras religiões como divinamente inspiradas, apesar de serem revistas como renovadas pelas revelações mais recentes de Bahá’u’lláh; Bahá&#039;u&#039;lláh em várias ocasiões declarou que negar a validade de qualquer fundador religioso legítimo é equivalente a negar a todos os outros (incluindo a Ele mesmo) e a Deus .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==A Unicidade de Deus==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bahá’ís acreditam que há um ser sobrenatural, Deus, que criou todas as criaturas e forças do universo; &amp;lt;ref name=&amp;quot;britannica&amp;quot; /&amp;gt;Deus é onipotente, onisciente, e perfeito; e embora pessoas tenham diferentes conceitos de Deus e Sua natureza, e chama por Ele em diferentes nomes, todos referem-se ao mesmo Ser. Bahá’u’lláh relata neste assunto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Todo louvor à unidade de Deus, e toda honra à Ele, ao Senhor soberano, o incomparável e o todo glorioso Soberano do universo, Quem, fora do nada total, tem criado a realidade de todas as coisas, Quem, do nada, tornou em os mais refinados e súteis elementos de Sua criação, e Quem, salvando as Suas criaturas da degradação de afastamento e os perigos da extinção completa, tem recebido eles em Seu reino de incorruptível glória. Nada sem a Sua toda presente graça, Sua toda penetrante mercê, poderia ter possivelmente alcançado isso.&amp;lt;ref name=&amp;quot;glean64&amp;quot;&amp;gt;{{cite book |author=Bahá’u’lláh |authorlink=Bahá’u’lláh |year=1976 |title=Gleanings from the Writings of Bahá’u’lláh |publisher=Bahá’í Publishing Trust |location=Wilmette, Illinois, USA |id=ISBN 0-87743-187-6 |pages=pp.64-65 | |url=http://reference.bahai.org/en/t/b/GWB/gwb-27.html#gr1}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ensinamentos bahá’ís declaram que Deus é muito grandioso para os humanos compreenderem totalmente ou criar a Sua imagem.&amp;lt;ref name=&amp;quot;britannica&amp;quot; /&amp;gt;  Até os atributos que os Bahá&#039;ís atribuem a Ele como o Todo Poderoso, e o Todo Amoroso são derivados de limitadas experiências humanas de poder, amor, ou justiça. Bahá&#039;u&#039;lláh ensina que nosso conhecimento de Deus é limitado aos atributos e qualidades que são perceptíveis para nós, e assim conhecimento direto de Deus não é possível. Adiante Bahá&#039;u&#039;lláh declara que o conhecimento dos atributos de Deus é revelado para a humanidade através dos Mensageiros enviados para a humanidade.&amp;lt;ref name=&amp;quot;britannica&amp;quot; /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Tão perfeita e abrangente é Sua criação que nenhuma mente e coração, tão potente ou pura, pode compreender a natureza das mais insignificantes de Suas criaturas; muito menos profundo do que o mistério Dele Quem é o Dia da Estrela da Verdade, Quem é a Essência invisível e irreconhecível...&amp;lt;ref name=&amp;quot;glean60&amp;quot;&amp;gt;{{cite book |author=Bahá’u’lláh |authorlink=Bahá’u’lláh |year=1976 |title=Gleanings from the Writings of Bahá’u’lláh |publisher=Bahá’í Publishing Trust |location=Wilmette, Illinois, USA |id=ISBN 0-87743-187-6 |pages=pp.60-64  |url=http://reference.bahai.org/en/t/b/GWB/gwb-26.html#gr3}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Como nosso conhecimento das coisas, até das coisas criadas e limitadas, é o conhecimento de suas qualidades e não de sua essência, como é possível compreender em sua essência a Realidade Divina, que é ilimitada? ... Conhecer a Deus, então, significa a compreensão e conhecimento de Seus atributos, e não de Sua Realidade. Esse conhecimento dos atributos é também proporcionado para a capacidade e poder do homem; não é absoluto.&amp;lt;ref name=&amp;quot;saq220&amp;quot;&amp;gt;{{cite book |author=‘Abdu’l-Bahá |authorlink=‘Abdu’l-Bahá  |origdate=1904-06 |year=1981 |title=Some Answered Questions |publisher=Bahá’í Publishing Trust |location=Wilmette, Illinois, USA |id=ISBN 0-87743-190-6  | pages=pp. 220-21 |url=http://reference.bahai.org/en/t/c/BWF/bwf-31.html#gr2}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao mesmo tempo que os ensinamentos bahá’ís mencionam em um Deus pessoal que é um Ser com personalidade, incluindo a capacidade de razão e amor; os ensinamentos bahá’ís relatam que a idéia de um Deus pessoal não significa em um Deus com forma humana ou física.  Shoghi Effendi writes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;O que significa por um Deus pessoal é um Deus Que é de Sua criação, Que tem uma Mente, uma Vontade, um Propósito, e não, como muitos cientistas e materialistas acreditam,  forças inconscientes e determinadas operando o universo. Tal concepção de um Ser  Divino, como a Suprema e sempre presente Realidade no mundo, não é antropomórfico, pois transcende de todas as limitações e formas humanas, e tenta de nenhuma maneira definir a essência do Divino que é obviamente além da compreensão humana. Dizer que Deus é uma Realidade pessoal não significa que Ele tenha uma forma física, ou que de alguma maneira assemelha-se a um ser humano. Para conter tal crença seria uma blasfêmia completa.&amp;lt;ref&amp;gt;From a letter written on behalf of Shoghi Effendi to an individual believer, April 21, 1939. published in {{cite book |editor=Hornby, Helen (Ed.)  |year=1983  |title=Lights of Guidance: A Bahá’í Reference File  |publisher=Bahá’í Publishing Trust, New Delhi, India  |id=ISBN 81-85091-46-3}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ensinamentos bahá’ís declaram que alguém pode aproximar-se de Deus através de orações, meditações, estudo de escritos sagrados, e serviço.&amp;lt;ref name=&amp;quot;britannica&amp;quot; /&amp;gt;  ‘Abdu’l-Bahá escreve:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Portanto, nós aprendemos que aproximidade de Deus é possível através de devoção a Ele, com a entrada no Reino e serviço para humanidade; é alcançada pela unidade com a humanidade e através da amorosa gentileza a todos; é dependente de investigação da verdade, aquisições de virtudes louváveis, serviço na causa da paz universal e santificação pessoal.&amp;lt;ref name=&amp;quot;pup148&amp;quot;&amp;gt;{{cite book |author=‘Abdu’l-Bahá |authorlink=‘Abdu’l-Bahá |origyear=1912 |year=1982 |title=The Promulgation of Universal Peace |edition=Hardcover |publisher=Bahá’í Publishing Trust |location=Wilmette, Illinois, USA |id=ISBN 0-87743-172-8 |url=http://reference.bahai.org/en/t/ab/PUP/ | pages=pp. 148}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Notas==&lt;br /&gt;
{{reflist}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[categoria:Ensinamentos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:God]]&lt;br /&gt;
[[es:Dios]]&lt;br /&gt;
[[fr:Dieu]]&lt;br /&gt;
[[vi:Thượng Đế]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Estrela_de_Nove_Pontas&amp;diff=4709</id>
		<title>Estrela de Nove Pontas</title>
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		<updated>2023-10-07T03:23:08Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A modificar en:Nine Pointed Star para en:Ringstone symbol&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:NinePointedStar.png|130px|right]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O símbolo mais utilizado para representar a Fé Bahá&#039;í é a &#039;&#039;&#039;estrela de nove pontas&#039;&#039;&#039;. Não há nenhum desenho particular que seja preferível, desde que possuia 9 pontas. A estrela não é apontada nos ensinamentos da Fé Bahá&#039;í, mas é comumente representado em &amp;quot;9&amp;quot; pela associação do 9 como perfeição, e o valor numérico de &#039;&#039;Bahá´&#039;&#039; ser 9.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Árabe usa-se um sistema que permite encorporar valores numéricos em letras e palavras sem perder o significado. O valor numérico de Bahá&#039; é 9. O número 9 é também manifesto diversas vezes na história Bahá&#039;í e ensinamentos. Por exemplo, foram 9 anos que separam a revelação do Báb (1844) e Bahá&#039;u&#039;lláh (1853).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Shoghi Effendi]], sobre o número 9 escreve:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;quot;Sobre o número nove: a reverência Bahá&#039;í é por duas razões, primeiro pelo fato de que é considerado por aqueles quem estão interessados em números como o sinal da perfeição. A segunda consideração, que é a mais importante, é que é o valor numérico da palavra &amp;quot;Bahá´&amp;quot;... &amp;lt;ref&amp;gt;Tradução de &#039;&#039;&#039;Em Nome de Shoghi Effendi&#039;&#039;&#039;, &#039;&#039;Luzes de Guia&#039;&#039;,p. 414&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Notas==&lt;br /&gt;
{{reflist}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboço}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[categoria:Símbolos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Ringstone symbol]]&lt;br /&gt;
[[zh:巴哈伊信仰的标识]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Muhammad&amp;diff=4708</id>
		<title>Muhammad</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Muhammad&amp;diff=4708"/>
		<updated>2023-10-07T03:20:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A modificar en:Muhammad para en:Muḥammad&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Maomé&#039;&#039;&#039; ou &#039;&#039;&#039;Muhammad&#039;&#039;&#039; (Meca, 570 — Medina, 8 de Junho de 632) é considerado um dos [[Manifestantes de Deus]] dentro da [[Fé Bahá&#039;í]] e foi o profeta que fundou a religião do [[Islã]]. Ele revelou o Alcorão e tomou um papel fundamental em unificar várias tribos árabes que viviam em constante conflitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muhammad tinha quarenta anos de idade quando Ele experenciou sua primeira revelação divina. Ensinamentos religiosos e sociais foram reveladas para Muhammad em belíssimo versos falando do amor de [[Deus]] da criação. Muhammad compartilhou os primeiros versículos para a Sua primeira esposa, Khadija, em seguida, para Seus amigos e parentes mais próximos Dele. A primeira pessoa a declarar a Sua fé foi Khadija, Ali foi o segundo e o terceiro foi um escravo Zayd, que Muhammad conseguiu libertá-lo. O quarto a se tornar muçulmano foi Abu Bakr. Logo, Muhammad abertamente proclamou-Se a ser uma manifestação de Deus. Muitas autoridades religiosas em Meca sentiam ameaçados por Muhammad e começaram a perseguir Ele e Seus seguidores. Não somente sabotaram o negócio que Muhammad administrava, mas também as empresas de Seus seguidores foram devastadas. Neste ponto tanto Abu Taib e Khadija morreram com a constante perseguição. Muhammad soube de uma conspiração para assassinar-Lo, então Ele e seus seguidores fugiram para Meca e o refúgio foram oferecidas pela Khazaraj de Yathrib, em um oásis agrícola norte de Meca. Ali Muhammad foi saudado como um profeta e uma autoridade judicial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A migração de Meca para Yathrib (Hijra), no ano 622 dC marca o início do calendário islâmico. Nesta comunidade islâmica, Muhammad implementou as reformas sociais. A primeira comunidade islâmica foi renomeado Medina. O pequeno grupo de seguidores armados de Muhammad milagrosamente resistiram aos ataques repelidos pelos exércitos enviados a partir de Meca, durante um período de seis anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após finalmente os líderes de Meca terem desistidos, Muhammad fez uma peregrinação a Meca e foi apresentado com as chaves de Caaba. Muhammad publicamente destruiu os ídolos com a ajuda de seu primo Ali, devido aos vários sacrifícios que a população dedicavam em nome desses ídolos. Em vez de Se coroar como próprio rei de Meca, Muhammad aplicou uma ordem social igualitária Islâmica em Meca e retornou para Medina. Dois anos mais tarde Muhammad faleceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboco}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{baha&#039;i-2}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[categoria:Manifestantes de Deus]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Muḥammad]]&lt;br /&gt;
[[fr:Mahomet]]&lt;br /&gt;
[[vi:Đức Muhammad]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=F%C3%A9_Bah%C3%A1%27%C3%AD&amp;diff=4707</id>
		<title>Fé Bahá&#039;í</title>
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		<updated>2023-10-07T03:16:28Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A modificar es:Fe bahá&amp;#039;í para es:Fe bahá’í&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:TerracesBenGurion2.jpg|thumb|right|250px|[[Santuário do Báb]] e os jardins Bahá’í em Haifa, Israel]]&lt;br /&gt;
{{Bahá&#039;í}}&lt;br /&gt;
A &#039;&#039;&#039;Fé Bahá&#039;í&#039;&#039;&#039;&amp;lt;ref&amp;gt;Em muitas referências e livros encontram-se o termo &amp;quot;Bahaismo&amp;quot;, sendo &amp;quot;Fé Bahá&#039;í&amp;quot; a denominação correta.&amp;lt;/ref&amp;gt; foi fundada por [[Bahá&#039;u&#039;lláh]], na antiga Pérsia no século XIX. Apesar de ser uma fé mundial com suas próprias leis e escrituras sagradas, não possui dogmas, rituais, clero ou sacerdócio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Bahá&#039;u&#039;lláh&#039;&#039; é um título que significa &amp;quot;Glória de Deus&amp;quot;. Seus seguidores são conhecidos como bahá&#039;ís. Sendo bahá (بهاء) um termo árabe que significa &amp;quot;Glória&amp;quot; ou &amp;quot;Esplendor&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com os ensinamentos bahá&#039;ís, todas as religiões reveladas são provenientes da Vontade de um único Deus. Nesta concepção a revelação é [[Revelação Progressiva|progressiva]], ou seja, em cada época Deus envia seus Manifestantes para educar a humanidade segundo o desenvolvimento espiritual da humanidade e necessidades de cada período.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os bahá&#039;is entendem que a história humana foi, por muito tempo, apenas a narração dos acontecimentos de reinos, povos, nações, religiões e idelogias, e que a História da Humanidade, como uma unidade  planetária começa com a mensagem de [[Bahá&#039;u&#039;lláh]]. A construção de uma civilização global em eterno progresso, que respeite a unidade na diversidade e a humanidade como uma única raça forma a essência da prática bahá&#039;í.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Figuras centrais ==&lt;br /&gt;
=== O Báb ===&lt;br /&gt;
{{Ver artigo principal|&#039;&#039;&#039;[[Báb|O Báb]]&#039;&#039;&#039;}}&lt;br /&gt;
Em 1844, [[Báb|Siyyid &#039;Ali-Muhammad]] (1819-1850), conhecido como o &#039;&#039;[[Báb]]&#039;&#039; (&amp;quot;A Porta&amp;quot;), proclamou uma nova revelação de [[Deus]], dando origem a Fé Bábí. Além de anunciar ser o Qá&#039;im aguardado pelos muçulmanos, o Báb afirmava que sua principal missão era preparar a vinda de um profeta ou manifestante de Deus ainda maior que o próprio Báb.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Bahá&#039;ís consideram o Báb como o arauto da Fé Bahá&#039;í, pois Ele alude a uma figura Messiânica - &amp;quot;Aquele que Deus tornará Manifesto&amp;quot; - que brevemente se revelaria. Posteriormente, Bahá&#039;u&#039;lláh em 1863, declarou Sua missão, fundando a Fé Bahá&#039;í.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Bahá&#039;u&#039;lláh===&lt;br /&gt;
{{Ver artigo principal|&#039;&#039;&#039;[[Bahá&#039;u&#039;lláh]]&#039;&#039;&#039;}}&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Mírzá Husayn&#039; ‘Ali&#039;&#039;&#039; (1817-1892), que se auto-entitulou &#039;&#039;&#039;Bahá&#039;u&#039;lláh&#039;&#039;&#039; (denominação Árabe que significa &#039;&#039;Glória de Deus&#039;&#039;), foi o fundador da Fé Bahá&#039;í. Bahá&#039;u&#039;lláh proclamou em 1863 ser o Prometido pelo Báb e pelas demais religiões mundiais. Afirmou ser o portador de uma mensagem divina destinada a estabelecer a unidade mundial e eliminar os preconceitos e as divisões.  Escreveu epístolas aos principais soberanos da época, exortando-os à paz e à concórdia. Sofreu aprisionamento, tortura e exílios durante 40 anos até ser aprisionado definitivamente em Akká, Israel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===´Abdu&#039;l-Bahá===&lt;br /&gt;
{{Ver artigo principal|&#039;&#039;&#039;[[´Abdu&#039;l-Bahá]]&#039;&#039;&#039;}}&lt;br /&gt;
[[´Abdu&#039;l-Bahá|&#039;Abbás Effendi]] (1844-1921), filho mais velho de Bahá&#039;u&#039;lláh, foi designado por seu pai como o centro de Seu Convênio e o intérprete autorizado de Seus ensinamentos, ao qual todos os bahá&#039;ís deveriam se voltar. Ficou conhecido como &#039;Abdu&#039;l-Bahá (&amp;quot;Servo da Glória&amp;quot;), que por sua vida totalmente devotada ao serviço e à propagação da Causa, os bahá&#039;ís o consideram como o exemplo perfeito ao qual todos os seres humanos devem se espelhar.&lt;br /&gt;
Ensinou a fé de Bahá&#039;u&#039;lláh para diversos países do oriente e ocidente, deu palestras e explicações a eminentes pesquisadores e filósofos, discursou em Londres, na Universidade de Stanford, Califórnia, no Templo Emmanuel, São Francisco.&amp;lt;ref&amp;gt;&#039;Abdu&#039;l-Bahá,   O Segredo da Civilização Divina, 2003 ISBN 8532000797&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Princípios ==&lt;br /&gt;
Todos os ensinamentos bahá&#039;ís giram ao redor de três alicerces principais: a unidade de [[Deus]], unidade de Seus Profetas, unidade da humanidade.&lt;br /&gt;
===Um só Deus===&lt;br /&gt;
{{Ver artigo principal| &#039;&#039;&#039;[[Deus]]&#039;&#039;&#039;}}&lt;br /&gt;
Os Bahá&#039;ís acreditam em um único [[Deus]], o criador de todas as coisas,  criaturas e forças do universo. A existência de Deus é conceituada como eterna, não tendo começo ou fim. Embora inacessível e incognoscível, Deus é tido como consciente de Sua criação, com vontade e propósito. Os Bahá&#039;ís acreditam que Deus expressa Sua vontade de várias maneiras, incluindo uma série de mensageiros divinos referidos como Manifestantes de Deus ou algumas vezes como educadores divinos. Essas manifestações que estabelecem religiões no mundo, são uma forma de Deus educar a humanidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ensinamentos Bahá&#039;ís declaram que Deus compreende tudo, por isso não pode ser compreendido. Na Fé Bahá&#039;í Deus é frequentemente referido por títulos, como &amp;quot;Todo-Poderoso&amp;quot; ou &amp;quot;Suprema Sabedoria&amp;quot;, &amp;quot;Aquele que subexiste por si próprio&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Uma só Religião ===&lt;br /&gt;
{{Ver artigo principal| &#039;&#039;&#039;[[Unidade das religiões]]&#039;&#039;&#039;}}&lt;br /&gt;
A despeito de constantes conflitos que há séculos envolvem as religiões na visão de inúmeros expositores, os bahá&#039;ís se apoiam nos próprios ensinamentos dessas religiões para enfatizar que todas as religiões, ao contrário, ensinam o amor e a unidade - sendo a intolerância e o fanatismo origem de tais conflitos.&amp;lt;ref&amp;gt;Esslemont, John E., &#039;&#039;Bahá&#039;u&#039;lláh e a Nova Era&#039;&#039;,(&#039;&#039;&#039;Nova Era&#039; não está relacionado a movimento de nome similar&#039;&#039;) ISBN 8532000223&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
É proibido o fanatismo na Fé Bahá&#039;í, o que consistiria em se fechar a dogmas que muitas vezes podem ser mal-interpretados.&lt;br /&gt;
A luz do princípio de que todas as religiões provém de [[Deus]], os homens podem procurar compreender e desta forma eliminar os preconceitos religiosos.&lt;br /&gt;
&amp;quot;Ó vós que habitais a terra! A religião de Deus visa o amor e união; não a torneis causa de inimizade e conflito... Nutrimos a esperança de que o povo de Bahá possa ser guiado pelas palavras abençoadas: &amp;quot;Vede! Todas as coisas são de Deus!&amp;quot; Esta excelsa afirmação é como água para extinguir o fogo do ódio e da inimizade latente dentro dos corações e peitos dos homens.. Ele, deveras, diz a verdade e mostra o caminho. Ele é o Todo-Poderoso, o Excelso, o Benévolo. &amp;lt;ref&amp;gt;Bahá&#039;u&#039;lláh, Epístolas de Bahá&#039;u&#039;lláh, Editora Bahá&#039;í do Brasil&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A &#039;religião de Deus&#039;, ou &#039;religião una&#039; descrita através da sucessiva revelação Divina a cada época, foi denominada [[Revelação Progressiva]]. De acordo com os bahá&#039;ís, este conceito não é exclusivo da Fé Bahá&#039;í, mas apresentada de diferentes maneiras em todas as religiões. [[Moisés]] fez a promessa ao povo de Seu tempo sobre a vinda de um messias, quando [[Cristo]] afirmou ser o Prometido, também advertiu a Seu povo sobre a vinda de um Messias. Os escritos bahá&#039;ís delineiam categoricamente as religiões que fazem parte da revelação de Deus: o [[sabeísmo]], [[hinduísmo]], [[judaísmo]], [[budismo]], [[zoroastrismo]], [[cristianismo]], [[islamismo]], [[Fé Babí|fé babí]] e fé bahá&#039;í. &amp;lt;ref&amp;gt;[http://pt.wikipedia.org/wiki/Ensinamentos_bah%C3%A1%27%C3%ADs Ensinamentos Bahá&#039;ís], Contém artigo Bahá&#039;í mais detalhado sobre revelação progressiva&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobre a mudança entre as Leis e Ensinamentos de cada Manifestante, Bahá&#039;u&#039;lláh diz:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Ó povo! As palavras são reveladas segundo a capacidade, de modo que os principiantes possam fazer progresso. O leite deve ser dado segunda a medida, a fim de que a criancinha deste mundo, possa entrar no Reino da Grandeza e estabelecer-se na Corte da Unidade.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Os bahá&#039;ís desenvolvem a idéia de que cada época diferente, exige necessidades diferentes. Assim como as leis de um país precisam evoluir conforme evolui sua sociedade, as Leis de Deus sempre evoluem através das religiões, conforme evolui a humanidade.&amp;quot; &amp;lt;ref&amp;gt;[http://bahaibr.multiply.com/journal/item/4/ Fé Bahá&#039;í], (os frutos)&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Um só Mundo === &lt;br /&gt;
{{Ver artigo principal| &#039;&#039;&#039;[[Unidade da humanidade]]&#039;&#039;&#039;}}&lt;br /&gt;
Os Bahá&#039;ís acreditam que o ser humano possui uma &amp;quot;alma racional&amp;quot;, na qual provê à espécie uma capacidade única de reconhecer a Deus e a relação da humanidade com seu criador. Todo ser humano é considerado possuidor do dever de reconhecer a [[Deus]] através de seus [[Manifestação de Deus|Mensageiros]] e de Seus ensinamentos. Através do reconhecimento e obediência, serviço à humanidade e práticas espirituais, os Bahá&#039;ís acreditam que a alma pode se aproximar de Deus. Quando um ser humano morre, a alma continua existindo no mundo espiritual próximo ou distante de Deus, descreve a relação entre este mundo e o próximo, não sendo nenhum lugar físico, nem a sujeição a recompensas ou punições.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Escritos Bahá&#039;ís enfatizam a igualdade essencial do ser humano e a abolição de todos os tipos de preconceito. A humanidade é considerada essencialmente uma, embora diversificada; esta diversidade de raça e cultura é considerado merecedor de apreciação e tolerância. Doutrinas de racismo, nacionalismo, castas, e classes sociais são impedimentos artificiais da unidade.&amp;lt;ref name=&amp;quot;en&amp;quot;&amp;gt;[http://en.wikipedia.org/wiki/bahai Bahá&#039;í_Faith], Tradução da wikipédia em inglês, &#039;&#039;Human beings&#039;&#039;&amp;lt;/ref&amp;gt; Os ensinamentos Bahá&#039;ís declaram que a unificação da humanidade deve ser assunto principal sobre as condições religiosas e políticas no tempo presente.&amp;lt;ref name=&amp;quot;en&amp;quot;/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Diz o Grande Ser: Ó bem-amados! Ergueu-se o tabernáculo da unidade; não vos considereis uns aos outros como estranhos. Sois os frutos de uma só árvore e as folhas do mesmo ramo.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot; Não se vanglorie o Homem em amar a sua pátria, antes tenha ele glória em amar a sua espécie. A terra é um só país e os seres humanos são seus cidadãos.&amp;lt;ref&amp;gt;&#039;Abdu&#039;l-Bahá, [[Esplendor da Verdade]], introdução, citação de Bahá&#039;u&#039;lláh registrado por E.G. Browne&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ensinamentos==&lt;br /&gt;
{{Ver artigo principal| &#039;&#039;&#039;[[Ensinamentos]]&#039;&#039;&#039;}}&lt;br /&gt;
=== Princípios sociais ===&lt;br /&gt;
Os bahá´ís trabalham para a restauração da vitalidade espiritual da humanidade como um todo através de educação e da conscientização de que o ser humano é um ser espiritual.&lt;br /&gt;
Os princípios seguintes são frequentemente listados para uma concepção abrangente dos ensinamentos bahá&#039;ís. São derivados das palestras e discursos de `Abdu&#039;l-Bahá quando passou pela Europa e América do Norte. Não sendo estes princípios, portanto, limitados ou definitivos, mas uma breve visualização dos fundamentos da Fé Bahá&#039;í.&amp;lt;ref name=&amp;quot;enwiki&amp;quot;&amp;gt;[http://en.wikipedia.org/wiki/Bahai Fé Bahá&#039;í], Artigo Bahá&#039;í da Wikipédia versão inglesa&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* &#039;&#039;Unidade de Deus&#039;&#039; - A Fé Bahá&#039;í é monoteísta. Só existe um único e verdadeiro Deus, embora adorado com diferentes nomes durante a história da revelação.&lt;br /&gt;
:* &#039;&#039;Unidade da religiões&#039;&#039; - Na compreensão bahá&#039;í, religião é uma palavra sem plural. Aceitar Bahá&#039;u&#039;lláh sem aceitar todos os que o precederam, Jesus, Buda, Moisés, etc.. seria contraditório e incoerente.&lt;br /&gt;
:* &#039;&#039;Unidade da humanidade&#039;&#039; - A Fé Bahá&#039;í é pelo fim de todo e qualquer tipo de preconceito. Isso inclui a extirpação da discriminação racial, da desigualdade entre os gêneros e mesmo quanto ao estilo de vida de cada um. Ainda que se discorde das opções, deve-se cultivar um profundo amor por todo ser humano.&lt;br /&gt;
:* &#039;&#039;Unidade social&#039;&#039; - O Projeto Bahá&#039;í de mundo inclui o fim dos extremos de riqueza e pobreza e o estabelecimento da paz entre as nações, incluíndo a adoção de uma língua auxiliar comum a todos os países. Também é importante a obediência ao governo e o não envolvimento nos jogos de poder dos partidos políticos.&lt;br /&gt;
:* &#039;&#039;Unidade do conhecimento&#039;&#039; - Os Bahá&#039;ís estimulam a livre busca pela verdade, jamais controlada por clérigos ou qualquer poder moderador. Defendem ainda a harmonia entre ciência e religião e uma educação universal, de qualidade e gratuíta em todo o mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Ensinamentos Místicos ===&lt;br /&gt;
{{Ver artigo principal| &#039;&#039;&#039;[[Ensinamentos místicos]]&#039;&#039;&#039;}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As escrituras bahá&#039;ís, como as outras religiões, definem que o propósito da vida é o crescimento espiritual. Sendo este um desenvolvimento gradual, como em um embrião no ventre materno, continuando eternamente após a morte. O paraíso referido em muitas escrituras religiosas, é apontado na Fé Bahá&#039;í como metafórico, já que o desenvolvimento é eterno, trata-se apenas de uma definição necessária adotada pelos Profetas anteriores para melhor compreensão dos povos da época. Os budistas, por exemplo, definem como atingir o Nirvana.&lt;br /&gt;
[[Imagem:Ringstone.jpg|left|thumb|Símbolo Bahá&#039;í que representa a conexão de Deus à humanidade]]&lt;br /&gt;
A &amp;quot;Imagem e Semelhança&amp;quot;, para os bahá&#039;ís, trata-se dos atributos de Deus que refletem na alma humana, sendo como um espelho na qual reflete a &amp;quot;luz&amp;quot; das perfeições divina, esse espelho, entretanto, deve ser polido de modo que possa refletir mais intensamente tais atributos. Acreditam que através da prática das virtudes como bondade, humildade, honestidade, veracidade, serviço, e assim por diante, o ser humano através da experiência da vida vai gradualmente polindo este &#039;espelho&#039;, tornando-se mais rico em compreensão espiritual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os livros mais lidos de Bahá&#039;u&#039;lláh sobre textos místicos são &amp;quot;[[Palavras Ocultas|As Palavras Ocultas]]&amp;quot;, &amp;quot;[[Os Sete Vales]]&amp;quot; e &amp;quot;[[Os Quatro Vales]]&amp;quot;. Os bahá&#039;ís, além dos atos e conduta, desenvolvem a espiritualidade com ajuda de oração e recitação, como também a leitura de textos sagrados. É proibido o monasticismo, considerando que a vida em reclusão nos monastérios não traduz o verdadeiro desenvolvimento espiritual, por outro lado, o trabalho é intensamente recomendado, tido como uma forma de adoração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{clear}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fé Bahá&#039;í no mundo==&lt;br /&gt;
Fontes Bahá&#039;ís estimam cerca de 5 milhões de adeptos da Fé Bahá&#039;í no mundo.&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.bahai.org/dir/worldwide The Bahá&#039;ís],Site Oficial Internacional Bahá&#039;í&amp;lt;/ref&amp;gt;, enquanto que similarmente várias enciclopédias estimavam entre 2 a 8 milhões de Bahá&#039;ís no início do século 20. A Enciclopédia Britânica de 1998  estimou 7.6 milhões.&amp;lt;ref name=&amp;quot;adeptos&amp;quot;&amp;gt;[http://www.adherents.com/Religions_By_Adherents.html#Baha&#039;i Major Religions Ranked by Size], Quantidade de adeptos da Fé Bahá&#039;í&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Fé Bahá&#039;í é a segunda religião mais espalhada entre as religiões independentes, de acordo com a Enciclopédia Britânica de 1992, levando em consideração o número de países alcançados. A Enciclopédia afirma haver sido a Fé Bahá&#039;í estabelecida em 247 países e territórios; representando cerca de 2.100 grupos étnicos, raciais e tribais; as escrituras bahá&#039;ís foram traduzidas para aproximadamente 800 línguas, possuindo 7 milhões de adeptos no mundo.&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.britannica.com/eb/table?tocId=9394911 Encyclopedia Britannica]&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;ref name=&amp;quot;adeptos&amp;quot;/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O país que possui maior concentração de Bahá&#039;ís é a [[Índia]], com 2,2 milhões de seguidores&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.bahaindia.org/ BahaiIndia.org],Site Oficial Bahá&#039;í da Índia&amp;lt;/ref&amp;gt;. O segundo é o [[Irã]] com cerca de 1 milhão de Bahá&#039;ís&amp;lt;ref&amp;gt;Conforme Enciclopédia Colúmbia de 1993, vide  &#039;&#039;demography&#039;&#039; em [en.wikipedia.org/wiki/Bahai]&amp;lt;/ref&amp;gt;. No [[Brasil]] estima-se 57 mil membros&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.bahai.org.br/ Portal da Fé Bahá&#039;í no Brasil],Site Oficial Bahá&#039;í do Brasil&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Administração ==&lt;br /&gt;
{{Ver artigo principal|&#039;&#039;&#039;[[Administração Bahá&#039;í]]&#039;&#039;&#039;}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por não ter clero, nem sacerdócio a administração da Fé Baha&#039;i é essencialmente participativa. As atividades são sempre coordenadas por &#039;&#039;corpos&#039;&#039; de nove membros eleitos pelos próprios Bahá&#039;ís. Todos os Bahá&#039;ís maiores de 21 anos podem votar e ser votados. Nas eleições Bahá&#039;ís não existe qualquer tipo de candidatura, nomeação, campanha eleitoral ou partidos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes noves membros formam a [[Assembléia Espiritual|Assembléias Espirituais]] Locais, em cada cidade onde os bahais existem no mundo. Estes membros eleitos por sua vez, elegem as Assembléias Regionais, que elegem a Assembléia Nacional. Por fim, os membros eleitos na Assembléia Espiritual Nacional elegem os membros da [[Casa Universal de Justiça]], que é a instituição Suprema da Fé Bahá&#039;í.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nenhum indivíduo, ao ser eleito em quaisquer das instituições, possui autoridade individual. As decisões são de caráter consultivo e são válidas somente se o &amp;quot;corpo&amp;quot; estiver completo, com o número mínimo de indivíduos (quorum).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ordem administrativa Bahá&#039;í foi delineada por seu Profeta-Fundador Bahá&#039;u&#039;lláh no Seu Livro [[Kitáb-i-Aqdas]], e por &#039;Abdu&#039;l-Bahá em [[A Última Vontade e Testamento]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Shoghi Effendi]], recebendo a [[Shoghi Effendi|Guardiania]], traduziu diversas obras da literatura Bahá&#039;í, desenvolveu planos globais para a expansão da comunidade Bahá&#039;í e o desenvolvimento do [[Centro Mundial Bahá&#039;í]], criou a estrutura administrativa da religião, preparou a comunidade para a primeira eleição da Casa Universal de Justiça. Morreu em 1957, não havendo necessidade para que um sucessor fosse apontado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As principais instituições Bahá&#039;ís tem o princípio de instaurar justiça nas comunidades bahá&#039;ís, como descrita nas sagradas escrituras, bem como suprir as necessidades ou resolver problemas locais, nacionais ou internacionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Envolvimento na Sociedade==&lt;br /&gt;
===Organização das Nações Unidas===&lt;br /&gt;
Como uma organização não-governamental, a [[Comunidade Internacional Bahá&#039;í]] está envolvida em uma série de atividades que diz respeito a construção da paz, direitos humanos, direitos das mulheres, educação, saúde e desenvolvimento sustentável.&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.bahai.org/article-1-6-0-6.html Bahá&#039;í Topics], A [[Comunidade Internacional Bahá&#039;í]] e as Nações Unidas&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
Bahá&#039;u&#039;lláh, em Seus ensinamentos, assinala a necessidade de um governo mundial desta época. Devido a tal ênfase, muitos Bahá&#039;ís escolheram ajudar nos esforço de melhorar as relações internacionais como a Liga das Nações e a Organização das Nações Unidas. A Comunidade Internacional Bahá&#039;í é uma organização sob a direção da Casa Universal de Justiça em Haifa, e possui estatuto consultivo para com as organizações seguintes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Conselho Econômico e Social (ECOSOC)&lt;br /&gt;
*Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF)&lt;br /&gt;
*Organização Mundial da Saúde (OMS)&lt;br /&gt;
*Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM)&lt;br /&gt;
*Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Comunidade Internacional Bahá&#039;ís possui escritórios na ONU em Nova Iorque e Geneva, e representações nas comissões regionais da ONU e outros escritórios em Addis Ababa, Bangkok, Nairobi, Roma, Santiago e Viena&amp;lt;ref&amp;gt;[http://statements.bahai.org/about.cfm Bahá&#039;í Statement Library], História de Cooperação Ativa da Comunidade Internacional Bahá&#039;í com as Nações Unidas&amp;lt;/ref&amp;gt;. Recentemente um escritório do Programa para o Meio Ambiente e outro para o Fundo de Desenvolvimento para a Mulher foi instituído como parte do Escritório da ONU. A Fé Bahá&#039;í também empreendeu programas comuns de desenvolvimento em várias outras agências das Nações Unidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Círculos de Estudo===&lt;br /&gt;
{{ver artigo principal|&#039;&#039;&#039;[[Círculo de Estudo]]&#039;&#039;&#039;}}&lt;br /&gt;
Os [[Círculo de Estudo Bahá&#039;í|círculos de estudo]] foi desenvolvido para aproximar um sistemático desenvolvimento entre a educação e o desenvolvimento comunitário. São criados pequenos grupos, no qual completam uma sequência de livros, facilitados por um tutor, uma vez terminado o livro, os participantes podem também se tornar facilitadores para outros grupos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O [[Círculo de Estudo Bahá&#039;í#Instituto Ruhi|Instituto Ruhi]] é o programa mais utilizado, foi originalmente criado na [[Colômbia]], mas que pelo resultado obtido, foi expandido para uso em muitos países no mundo. Atualmente o Instituto Ruhi é utilizado no mundo todo como parte das atividades estabelecidas pela Casa Universal de Justiça. O primeiro livro da série envolve três temas centrais: Reflexão sobre a vida do espírito, a oração e vida após a morte. Livros subsequentes incluem educação para as crianças, vida das Figuras Centrais da Fé, serviço, e outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Progama atual das atividades bahá&#039;ís inclui outros Institutos que estão gradualmente criando Livros que proporcionem o desenvolvimento pessoal (espiritual) e comunitário, com base nos ensinamentos bahá&#039;ís, estes novos livros (cerca de 23) criam a oportunidade para a criação de grupos também para pré-jovens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Convenções e práticas Sociais==&lt;br /&gt;
=== Calendário ===&lt;br /&gt;
{{Ver artigo principal|&#039;&#039;&#039;[[Calendário]]&#039;&#039;&#039;}}&lt;br /&gt;
O &#039;&#039;&#039;calendário bahá&#039;í&#039;&#039;&#039; é um calendário solar com 365 dias. Os anos são compostos por 19 meses de 19 dias cada, adicionado a um período chamado &amp;quot;Dias Intercalares&amp;quot;(são 4 dias, e 5 quando é ano bissexto), entre o 18° e o 19° mês (26 de Fevereiro a 1 de Março). O Ano, no calendário bahá´í começa no equinócio de outono no hemisfério sul no dia 21 de Março do calendário gregoriano. O dia inicia-se e termina no por-do-sol.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Calendário bahá´í foi instituído pelo Báb, posteriormente confirmado por Bahá&#039;u&#039;lláh. Cada mês possui um nome específico, simbolizando atributos de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Símbolos ===&lt;br /&gt;
{{Ver artigo principal|&#039;&#039;&#039;[[Símbolos]]&#039;&#039;&#039;}}&lt;br /&gt;
Um dos símbolos utilizados na Fé Bahá&#039;í é uma estrela de nove pontas que significam as nove religiões monoteístas: [[Sabeismo]], [[Hinduísmo]], [[Judaísmo]], [[Zoroastrismo]], [[Budismo]], [[Cristianismo]], [[Islamismo]], [[Babismo|Fé Babí]] e Fé Bahá&#039;í. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O numéro 8 e 9 são muito reverênciados pelos Bahá&#039;ís, pelo fato de que este número aparece várias vezes na história Bahá&#039;í, como o período entre a revelação do Báb (1844) e a de Bahá&#039;u&#039;lláh (1853), e principalmente pelo valor numérico da palavra Bahá` em árabe. Além de representar por muitos o número da perfeição, ou o número de maior dígito. No Monte Carmelo, no Centro Mundial Bahá&#039;í em Haifa, há quantidade considerável de estrelas de 8 pontas - a estrela de 8 pontas representa a religião islâmica, cuja base arquitetônica foi utilizada no Petronas Towers, na Malásia - que também é usualmente utilizada para representar a religião Bahá&#039;í.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Casamento===&lt;br /&gt;
{{ver artigo principal|&#039;&#039;&#039;[[Casamento]]&#039;&#039;&#039;}}&lt;br /&gt;
Casamento Bahá&#039;í é a união de um homem e uma mulher. Propõe uma essência espiritual na união dos cônjuges, de modo que esta seja harmoniosa e que permita o desenvolvimento espiritual de ambos. Os ensinamentos Bahá&#039;ís confirmam a santidade do matrimônio, previsto em religiões anteriores, e classifica tal união como uma fortaleza para o bem-estar e salvação, colocando o casamento e a família como base na estrutura da sociedade humana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;quot;O casamento bahá&#039;í é o compromisso recíproco das duas partes, e sua ligação mútua de coração e mente. Cada um deve, porém, exercer o máximo cuidado para familiarizar-se totalmente com o caráter do outro, para que o firme convênio entre eles seja um laço que dure para sempre. Seu propósito deve ser este: tornarem-se amorosos companheiros e camaradas, unidos um ao outro por todo o sempre. ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O verdadeiro casamento de bahá&#039;ís é este: que o marido e a mulher estejam unidos física e espiritualmente, que sempre melhorem a vida espiritual um do outro, e que desfrutem de unidade sempiterna em todos os mundos de Deus.&amp;quot;&lt;br /&gt;
::(&#039;Abdu&#039;l-Bahá, Selecao dos Escritos de &#039;Abdu&#039;l-Baha)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Casas de Adoração ===&lt;br /&gt;
{{Ver artigo principal|&#039;&#039;&#039;[[Casa de Adoração Bahá&#039;í]]&#039;&#039;&#039;}}&lt;br /&gt;
[[Image:Lotus temple2.jpg|left|thumb|250px|Casa de adoração Baha&#039;í em [[Nova Déli]]]]&lt;br /&gt;
Os templos Bahá&#039;ís têm todos nove entradas, pela simbologia da estrela e de que o número nove é o maior dígito, o número da perfeição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim conhecidas como [[Casa de Adoração Bahá&#039;í|Casas de Adoração]] pelos bahá´ís, esses templos são construídos unicamente para a realização de orações. Não havendo nenhuma espécie de culto, é permitido a livre entrada de pessoas de todas as religiões. Lá, cada indivíduo é incentivado a recitar as palavras reveladas por [[Deus]], sejam estas de [[Krishna]], [[Moisés]], [[Zoroastro]], [[Buda]], [[Cristo]], [[Maomé]], [[Báb]] ou [[Bahá&#039;u&#039;lláh]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um dos templos mais conhecidos e visitados é o templo da [[Índia]] em Nova Delhi, sua arquitetura simboliza uma flor de lotus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os templos bahá´ís simbolizam a Unidade de Deus, Unidade de todos os Seus profetas e Unidade da Humanidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Perseguição==&lt;br /&gt;
Os Bahá&#039;ís continuam sendo perseguidos em diversos países islâmicos, principalmente no Irã, onde cerca de 200 bahá&#039;ís foram mortos entre 1978 e 1998, em reflexo ao histórico genocídio de 20.000 babís e bahá&#039;ís entre 1850 e 1863, onde tanto governo como civis compactuaram com o crime.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 16 de dezembro de 2006, o Conselho Administrativo Supremo do Egito criou uma lei contrária a identificação da Fé Bahá&#039;í em documentos oficiais, tornando impossível a aquisição de documentos necessários como certidão de nascimento, atestado de óbito e carteira de identidade. Eles também perdem a garantia de emprego, educação, tratamento médico ou voto, entre outros.&amp;lt;ref name=&amp;quot;egito&amp;quot;&amp;gt;Sobre os direitos dos Bahá&#039;ís no Egito (visitado a 26/12/2006)[http://www.eipr.org/en/press/06/1612.htm Egyptian Initiative for Personal Rights], Sobre a necessidade do Governo do Egito em encontrar uma solução para o reconhecimento dos bahá&#039;ís como cidadãos egípcios&amp;lt;/ref&amp;gt; O Diretor do EIPR (Iniciativa Egípcia para Direitos Pessoais) Hossam Bahgat, declarou que agora a decisão é da corte do governo, e que este deve &amp;quot;encontrar uma solução para que centenas de cidadãos consigam obter documentos oficiais que reconheçam sua fé, possível por cinco décadas, até que o governo recentemente decide mudar a política e forçá-los a escolher entre o Islamismo e o Cristianismo.&amp;quot;&amp;lt;ref name=&amp;quot;egito&amp;quot;/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde a Revolução Islâmica em 1979, os Bahá&#039;ís iranianos tem tido frequentemente casas saqueadas, banidos de ingressar em universidades&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.bahai.org.br/portasfechadas/default.asp Portas Fechadas], Matéria sobre campanha no Irã para negar educação superior aos bahá&#039;ís (visitado a 26/12/2006)&amp;lt;/ref&amp;gt; ou empregos públicos, e centenas de prisões sem justificativa aparente, frequentes desaparecimentos e falta de julgamentos justos tem acometido esta minoria religiosa; recentemente tendo sidos proibidos das práticas de círculos de estudo. &amp;lt;ref&amp;gt;Sears, William - Quando o Coração Grita, O Genocídio dos Bahá&#039;ís no Irã&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.fidh.org/IMG/pdf/ir0108a.pdf PDF], Discriminação contra minorias religiosas no Irã (baixado em 26/12/2006)&amp;lt;/ref&amp;gt; Diversas vezes locais sagrados da Fé Bahá&#039;í tem sidos demolidos, como a casa de Mirzá Buzurg, pai de Bahá&#039;u&#039;lláh. A casa do Báb em Shiráz foi destruída duas vezes, sendo um dos três locais de peregrinação dos Bahá&#039;ís.&amp;lt;ref name=&amp;quot;enwiki&amp;quot;/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo atualmente a situação é degradante para os bahá&#039;ís, a Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas revelou letra confidencial do comando das forças armadas do Irã de outubro de 2005  que diz sobre identificar Bahá&#039;ís e monitorar suas atividades&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.unhchr.ch/huricane/huricane.nsf/view01/5E72D6B7B624AABBC125713700572D09?opendocument tratamento aos seguidores da Fé Bahá&#039;í no Irã](visitado a 26/12/2006)&amp;lt;/ref&amp;gt; e em novembro de 2005 os jornais &#039;&#039;state-run&#039;&#039; e &#039;&#039;influential Kayhan&#039;&#039;, cujo editor é apontado como sendo controlado pelo líder supremo do Irã, Ayatollah Khamenei, publicaram perto de 13 dúzias de artigos que difamam a Fé Bahá&#039;í.&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.bahai.org/iranthreat/mediaattacks The Bahá&#039;ís], Lista e Análise de recentes ataques da Mídia no Irã (visitado a 26/12/2006)&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devido a estas ações, a Comissão de Direitos Humanos da ONU em 20 de março de 2006 delcara que &amp;quot;as informações adquiridas como resultado do monitoramento será usado como base para aumentar a perseguição, e discriminação contra membros da Fé Bahá&#039;í, em violação aos padrões internacionais.&amp;quot; Ainda segundo a instituição, os últimos acontecimentos indicam que a situação em relação às minorias religiosas no Irã estão piorando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ONU, bem como órgão Supremo da Fé Bahá&#039;í, A Casa Universal de Justiça, tem realizado esforços para diminuir a violência e discriminação religiosa em muitos países, especialmente no Irã.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Notas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
* [[´Abdu&#039;l-Bahá]]. O Segredo da Civilização Divina. 1.ed. Editora Bahá&#039;í do Brasil, 2003. 137 p.&lt;br /&gt;
* Esslemont, John E.. Bahá&#039;u&#039;lláh e a nova era. 7.ed. São Paulo, SP: Editora Bahá&#039;í do Brasil, 1928. 290 p.&lt;br /&gt;
* [[Bahá&#039;u&#039;lláh]]. Epístolas de Bahá&#039;u&#039;lláh: Reveladas após o Kitáb-i-Aqdas. 2.ed. Editora Bahá&#039;í do Brasil, 1983. 301 p.&lt;br /&gt;
* [[´Abdu&#039;l-Bahá]]. Esplendor da Verdade. Editora Bahá&#039;í do Brasil, .&lt;br /&gt;
* Sears, William. Quando o Coração Grita: O Genocídio dos Bahá&#039;ís no Irã. Editora Bahá&#039;í do Brasil, . 234 p.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ligações externas==&lt;br /&gt;
*[http://pt.bahai.org Comunidade Bahá&#039;í de Portugal], Site oficial de Portugal&lt;br /&gt;
*[http://www.bahai.org.br Comunidade Bahá&#039;í do Brasil], Site oficial do Brasil&lt;br /&gt;
*[http://www.bahai.org.br/oracao Orações Bahá&#039;ís], Site com Orações Bahá&#039;ís&lt;br /&gt;
*[http://info.bahai.org/article-4-2-0-1.html A Fé Bahá&#039;í], Link para versão português no site oficial Bahá&#039;í internacional&lt;br /&gt;
*[http://bahai.org The Bahá&#039;ís], Página representando a Comunidade Internacional Bahá&#039;í&lt;br /&gt;
*[http://www.bbc.co.uk/religion/religions/bahai/ BBC - Religion &amp;amp; Ethics], BBC sobre a religião&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Religiões]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[de:Bahá&#039;í-Religion]]&lt;br /&gt;
[[en:Bahá’í Faith]]&lt;br /&gt;
[[es:Fe bahá’í]]&lt;br /&gt;
[[fa:آئین بهائی]]&lt;br /&gt;
[[fr:Foi bahá’íe]]&lt;br /&gt;
[[ru:Вера Бахаи]]&lt;br /&gt;
[[vi:Tôn giáo Baha&#039;i]]&lt;br /&gt;
[[zh:巴哈伊信仰]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
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		<title>&#039;Alí Akbar Rafí&#039;í Rafsanjání</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A modificar en:&amp;#039;Alí Akbar Rafí&amp;#039;í Rafsanjání para en:‘Alí Akbar Rafí‘í Rafsanjání&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:Ali Akbar Rafi&#039;i Rafsanjani.jpg|thumb|right|200px|&#039;Alí Akbar Rafí&#039;í Rafsanjání]]&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Ali Akbar Rafsanjani Rafí&#039;í&#039;&#039;&#039; (1882 - 27 de junho de 1965) foi um [[Cavaleiro de Bahá&#039;u&#039;lláh]], chamado para ser [[pioneiro]] para o Marrocos, a Zona Internacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sr. Rafí&#039;í nasceu em 1882 em Kirman, uma pequena cidade no sudeste do Irã providência. Ele abraçou a Fé de [[Bahá&#039;u&#039;lláh]] na idade de trinta e se tornou um dos tipos de servidores corajosos e generosos. Ele estava sempre pronto para ajudar quem precisasse e foi constante em seu apoio de fundos bahá&#039;í. Quando surgiram dificuldades para os bahá&#039;ís com a comunidade fanática de Rafsanjan, já que muitas vezes aconteceu, ele era um grande defensor, destemido e eficaz da Causa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de anos de serviço contínuo e dedicado, ele recebeu permissão em 1952 para fazer a sua [[peregrinação]] com sua família. No ano seguinte, ele freqüentou todas as quatro Conferências Inter-Continental, incluindo a realizada em Nova Deli, de onde, em resposta ao convite à apresentação de pioneiros para abrir territórios novo, ele foi imediatamente para Tânger, Marrocos, um objetivo da [[Cruzada de Dez Anos]]. Para esta ação o seu nome foi registrado como um dos [[Cavaleiros de Bahá&#039;u&#039;lláh]. Ele chegou ao seu destino, em Outubro de 1953 e estabeleceu-se na Zona Internacional. Quando os problemas foram encontrados na obtenção de autorizações de residência, ele prontamente garantiu os serviços de dois advogados e após dois meses de esforço persistente, conseguiu dissipar todos os mal-entendido por parte dos funcionários sobre as intenções dos bahá&#039;ís, após que os vistos necessários foram concedidos por ele e outros pioneiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele participou da formação da primeira Assembleia Espiritual Local de Tânger. Mais tarde mudou-se sucessivamente a Rabat para completar o conjunto, e Larache para abrir a área de gol e ajudar na formação de sua Assembléia. Ele permaneceu lá apesar de sua delicada saúde e o clima inclemente, porém ele foi amplamente conhecido por sua hospitalidade, bondade pendentes e suas maneiras simples e cordial. Quando a perseguição dos bahá&#039;ís eclodiu em Nador, ele foi aconselhado a estabelecer-se uma cidade maior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mudou-se primeiro e depois para Rabat, a Meknes. Seu ardente desejo de servir o levou a não estabelecer residência na cidade, mas na periferia de Meknes, a fim de tentar estabelecer um novo centro que foi em 27 de junho de 1965, deixando para trás filhos e netos que continuavam a seguir o seu exemplo de serviço consagrado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É impossível avaliar corretamente a contribuição de um indivíduo para o sucesso de um esforço colectivo. No entanto, todos que tiveram o privilégio de conhecer o Sr. Rafí&#039;í são unânimes na sua convicção de que o espiritual exemplar e contribuições material teve grande impacto nas realizações das comunidades Bahá&#039;í no Norte da África Ocidental. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{baha&#039;i-2}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[categoria:Cavaleiros de Bahá&#039;u&#039;lláh]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:‘Alí Akbar Rafí‘í Rafsanjání]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=A_Ordem_Mundial_de_Bah%C3%A1%27u%27ll%C3%A1h_(livro)&amp;diff=4695</id>
		<title>A Ordem Mundial de Bahá&#039;u&#039;lláh (livro)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=A_Ordem_Mundial_de_Bah%C3%A1%27u%27ll%C3%A1h_(livro)&amp;diff=4695"/>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;BahaiBot: Robô: A modificar en:World Order of Bahá’u’lláh para en:The World Order of Bahá’u’lláh (compilation)&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Ficheiro:Ordem Mundial de Baha&#039;u&#039;llah.JPG|120px|left]]&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;A Ordem Mundial de Bahá&#039;u&#039;lláh&#039;&#039;&#039; é uma compilação de cartas e mensagens enviadas por [[Shoghi Effendi]], o Gaurdião da [[Fé Bahá&#039;í]], publicado pela primeira vez em 1938.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ordem Mundial de Bahá&#039;u&#039;lláh tem a finalidade ampla de demonstrar e aplicar a [[Administração Bahá&#039;í|Ordem Administrativa Bahá&#039;í]] como o núcleo e padrão da civilização mundial que emerge sob inspiração divina. A idéia prevalecente é reconhecer a diferença essencial entre a administração Bahá&#039;í prevista por Bahá&#039;u&#039;lláh e as seitas das várias religiões, visa cumprir a supremacia que as religiões anteriores exerceram sobre a alma individual, colocando em prática os ensinamentos e outorgando o tão esperado &amp;quot;Reino de Deus na Terra&amp;quot; previsto em diversas religiões, traduzido em ordem e paz mundial através de um crescimento sistemático e orgânico, cuja base é essencialmente espiritual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O livro foi divido em títulos e sub-títulos para conveniência do leitor, adicionados com a aprovação de Shoghi Effendi.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O livro A Ordem Mundial de Bahá&#039;u&#039;lláh conceitua princípios de fé, política e economia, sendo assim, não é dirigido especificamente aos Bahá&#039;ís, embora trate fundamentalmente dos assuntos da Fé, pode ser fonte de investigação sobre de que modo funciona as instituições Bahá&#039;ís e como estas poderão organicamente emergir frente à civilização moderna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trecho abaixo representa bem a abordagem de Shoghi Effendi neste livro:&lt;br /&gt;
:&amp;quot;Pois Bahá&#039;u&#039;lláh, devemos prontamente reconhecer, não só imbuiu a humanidade com um novo e regenerador Espírito. Ele não enunciou meramente certos princípios universais, ou propôs uma filosofia específica, por mais potente, sólidos e universais que possam ser. Além destes, Ele, assim como ´Abdu&#039;l-Bahá após Ele, estabeleceu, ao contrário das Dispensações do passado, clara e especificamente um conjunto de Leis, estabeleceu instituições específicas, e proveu os fundamentos de uma Economia Divina. Estes são destinados a ser um padrão para a sociedade futura, um instrumento supremo para o estabelecimento da Paz Máxima e o meio para a unificação do mundo, e a proclamação do reino da integridade e justiça sobre a terra.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{baha&#039;i-2}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Obras de Shoghi Effendi]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:The World Order of Bahá’u’lláh (compilation)]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>BahaiBot</name></author>
	</entry>
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