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	<title>Bahaipedia - Contribuições do utilizador [pt]</title>
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	<subtitle>Contribuições do utilizador</subtitle>
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		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=F%C3%A9_Bah%C3%A1%27%C3%AD&amp;diff=870</id>
		<title>Fé Bahá&#039;í</title>
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		<updated>2008-11-22T13:22:43Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Bot: Bot:  Adicionando: de:Bahá&amp;#039;í-Religion&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:TerracesBenGurion2.jpg|thumb|right|300px|[[Santuário do Báb]] e os jardins Bahá’í em Haifa, Israel]]&lt;br /&gt;
A &#039;&#039;&#039;Fé Bahá&#039;í&#039;&#039;&#039;&amp;lt;ref&amp;gt;Em muitas referências e livros encontram-se o termo &amp;quot;Bahaismo&amp;quot;, sendo &amp;quot;Fé Bahá&#039;í&amp;quot; a denominação correta.&amp;lt;/ref&amp;gt; foi fundada por [[Bahá&#039;u&#039;lláh]], na antiga Pérsia em 1844. Apesar de ser uma fé mundial com suas próprias leis e escrituras sagradas, não possui dogmas, rituais, clero ou sacerdócio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Bahá&#039;u&#039;lláh&#039;&#039; é um título que significa &amp;quot;Glória de Deus&amp;quot;. Seus seguidores são conhecidos como bahá&#039;ís. Sendo bahá (بهاء) um termo árabe que significa &amp;quot;Glória&amp;quot; ou &amp;quot;Esplendor&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com os ensinamentos bahá&#039;ís, todas as religiões reveladas são provenientes da Vontade de um único Deus. Nesta concepção a revelação é [[Revelação Progressiva|progressiva]], ou seja, em cada época Deus envia seus Manifestantes para educar a humanidade segundo o desenvolvimento espiritual da humanidade e necessidades de cada período.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os bahá&#039;is entendem que a história humana foi, por muito tempo, apenas a narração dos acontecimentos de reinos, povos, nações, religiões e idelogias, e que a História da Humanidade, como uma unidade  planetária começa com a mensagem de [[Bahá&#039;u&#039;lláh]]. A construção de uma civilização global em eterno progresso, que respeite a unidade na diversidade e a humanidade como uma única raça forma a essência da prática bahá&#039;í.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Figuras centrais ==&lt;br /&gt;
=== O Báb ===&lt;br /&gt;
Em 1844, [[Báb|Siyyid &#039;Ali-Muhammad]] (1819-1850), conhecido como o &#039;&#039;[[Báb]]&#039;&#039; (&amp;quot;A Porta&amp;quot;), proclamou uma nova revelação de [[Deus]], dando origem a Fé Bábí. Além de anunciar ser o Qá&#039;im aguardado pelos muçulmanos, o Báb afirmava que sua principal missão era preparar a vinda de um profeta ou manifestante de Deus ainda maior que o próprio Báb.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Bahá&#039;ís consideram o Báb como o arauto da Fé Bahá&#039;í, pois Ele alude a uma figura Messiânica - &amp;quot;Aquele que Deus tornará Manifesto&amp;quot; - que brevemente se revelaria. Posteriormente, Bahá&#039;u&#039;lláh em 1863, declarou Sua missão, fundando a Fé Bahá&#039;í.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Bahá&#039;u&#039;lláh===&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Mírzá Husayn&#039; ‘Ali&#039;&#039;&#039; (1817-1892), que se auto-entitulou &#039;&#039;&#039;Bahá&#039;u&#039;lláh&#039;&#039;&#039; (denominação Árabe que significa &#039;&#039;Glória de Deus&#039;&#039;), foi o fundador da Fé Bahá&#039;í. Bahá&#039;u&#039;lláh proclamou em 1863 ser o Prometido pelo Báb e pelas demais religiões mundiais. Afirmou ser o portador de uma mensagem divina destinada a estabelecer a unidade mundial e eliminar os preconceitos e as divisões.  Escreveu epístolas aos principais soberanos da época, exortando-os à paz e à concórdia. Sofreu |aprisionamento, tortura e exílios durante 40 anos até ser aprisionado definitivamente em Akká, Israel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===´Abdu&#039;l-Bahá===&lt;br /&gt;
[[´Abdu&#039;l-Bahá|&#039;Abbás Effendi]] (1844-1921), filho mais velho de Bahá&#039;u&#039;lláh, foi designado por seu pai como o centro de Seu Convênio e o intérprete autorizado de Seus ensinamentos, ao qual todos os bahá&#039;ís deveriam se voltar. Ficou conhecido como &#039;Abdu&#039;l-Bahá (&amp;quot;Servo da Glória&amp;quot;), que por sua vida totalmente devotada ao serviço e à propagação da Causa, os bahá&#039;ís o consideram como o exemplo perfeito ao qual todos os seres humanos devem se espelhar.&lt;br /&gt;
Ensinou a fé de Bahá&#039;u&#039;lláh para diversos países do oriente e ocidente, deu palestras e explicações a eminentes pesquisadores e filósofos, discursou em Londres, na Universidade de Stanford, Califórnia, no Templo Emmanuel, São Francisco.&amp;lt;ref&amp;gt;&#039;Abdu&#039;l-Bahá,   O Segredo da Civilização Divina, 2003 ISBN 8532000797&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Princípios ==&lt;br /&gt;
Todos os ensinamentos bahá&#039;ís giram ao redor de três alicerces principais: a unidade de Deus, unidade de Seus Profetas, unidade da humanidade.&lt;br /&gt;
===Um só Deus===&lt;br /&gt;
Os Bahá&#039;ís acreditam em um único Deus, o criador de todas as coisas,  criaturas e forças do universo. A existência de Deus é conceituada como eterna, não tendo começo ou fim. Embora inacessível e incognoscível, Deus é tido como consciente de Sua criação, com vontade e propósito. Os Bahá&#039;ís acreditam que Deus expressa Sua vontade de várias maneiras, incluindo uma série de mensageiros divinos referidos como Manifestantes de Deus ou algumas vezes como educadores divinos. Essas manifestações que estabelecem religiões no mundo, são uma forma de Deus educar a humanidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ensinamentos Bahá&#039;ís declaram que Deus compreende tudo, por isso não pode ser compreendido. Na Fé Bahá&#039;í Deus é frequentemente referido por títulos, como &amp;quot;Todo-Poderoso&amp;quot; ou &amp;quot;Suprema Sabedoria&amp;quot;, &amp;quot;Aquele que subexiste por si próprio&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Uma só Religião ===&lt;br /&gt;
A despeito de constantes conflitos que há séculos envolvem as religiões na visão de inúmeros expositores, os bahá&#039;ís se apoiam nos próprios ensinamentos dessas religiões para enfatizar que todas as religiões, ao contrário, ensinam o amor e a unidade - sendo a intolerância e o fanatismo origem de tais conflitos.&amp;lt;ref&amp;gt;Esslemont, John E., &#039;&#039;Bahá&#039;u&#039;lláh e a Nova Era&#039;&#039;,(&#039;&#039;&#039;Nova Era&#039; não está relacionado a movimento de nome similar&#039;&#039;) ISBN 8532000223&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
É proibido o fanatismo na Fé Bahá&#039;í, o que consistiria em se fechar a dogmas que muitas vezes podem ser mal-interpretados.&lt;br /&gt;
A luz do princípio de que todas as religiões provém de Deus, os homens podem procurar compreender e desta forma eliminar os preconceitos religiosos.&lt;br /&gt;
&amp;quot;Ó vós que habitais a terra! A religião de Deus visa o amor e união; não a torneis causa de inimizade e conflito... Nutrimos a esperança de que o povo de Bahá possa ser guiado pelas palavras abençoadas: &amp;quot;Vede! Todas as coisas são de Deus!&amp;quot; Esta excelsa afirmação é como água para extinguir o fogo do ódio e da inimizade latente dentro dos corações e peitos dos homens.. Ele, deveras, diz a verdade e mostra o caminho. Ele é o Todo-Poderoso, o Excelso, o Benévolo. &amp;lt;ref&amp;gt;Bahá&#039;u&#039;lláh, Epístolas de Bahá&#039;u&#039;lláh, Editora Bahá&#039;í do Brasil&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A &#039;religião de Deus&#039;, ou &#039;religião una&#039; descrita através da sucessiva revelação Divina a cada época, foi denominada [[Revelação Progressiva]]. De acordo com os bahá&#039;ís, este conceito não é exclusivo da Fé Bahá&#039;í, mas apresentada de diferentes maneiras em todas as religiões. [[Moisés]] fez a promessa ao povo de Seu tempo sobre a vinda de um messias, quando [[Cristo]] afirmou ser o Prometido, também advertiu a Seu povo sobre a vinda de um Messias. Os escritos bahá&#039;ís delineiam categoricamente as religiões que fazem parte da revelação de Deus: o [[sabeísmo]], [[hinduísmo]], [[judaísmo]], [[budismo]], [[zoroastrismo]], [[cristianismo]], [[islamismo]], [[Fé Babí|fé babí]] e fé bahá&#039;í. &amp;lt;ref&amp;gt;[http://pt.wikipedia.org/wiki/Ensinamentos_bah%C3%A1%27%C3%ADs Ensinamentos Bahá&#039;ís], Contém artigo Bahá&#039;í mais detalhado sobre revelação progressiva&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobre a mudança entre as Leis e Ensinamentos de cada Manifestante, Bahá&#039;u&#039;lláh diz:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Ó povo! As palavras são reveladas segundo a capacidade, de modo que os principiantes possam fazer progresso. O leite deve ser dado segunda a medida, a fim de que a criancinha deste mundo, possa entrar no Reino da Grandeza e estabelecer-se na Corte da Unidade.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Os bahá&#039;ís desenvolvem a idéia de que cada época diferente, exige necessidades diferentes. Assim como as leis de um país precisam evoluir conforme evolui sua sociedade, as Leis de Deus sempre evoluem através das religiões, conforme evolui a humanidade.&amp;quot; &amp;lt;ref&amp;gt;[http://bahaibr.multiply.com/journal/item/4/ Fé Bahá&#039;í], (os frutos)&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Um só Mundo === &lt;br /&gt;
Os Bahá&#039;ís acreditam que o ser humano possui uma &amp;quot;alma racional&amp;quot;, na qual provê à espécie uma capacidade única de reconhecer a Deus e a relação da humanidade com seu criador. Todo ser humano é considerado possuidor do dever de reconhecer a Deus através de seus [[Manifestação de Deus|Mensageiros]] e de Seus ensinamentos. Através do reconhecimento e obediência, serviço à humanidade e práticas espirituais, os Bahá&#039;ís acreditam que a alma pode se aproximar de Deus. Quando um ser humano morre, a alma continua existindo no mundo espiritual próximo ou distante de Deus, descreve a relação entre este mundo e o próximo, não sendo nenhum lugar físico, nem a sujeição a recompensas ou punições.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Escritos Bahá&#039;ís enfatizam a igualdade essencial do ser humano e a abolição de todos os tipos de preconceito. A humanidade é considerada essencialmente uma, embora diversificada; esta diversidade de raça e cultura é considerado merecedor de apreciação e tolerância. Doutrinas de racismo, nacionalismo, castas, e classes sociais são impedimentos artificiais da unidade.&amp;lt;ref name=&amp;quot;en&amp;quot;&amp;gt;[http://en.wikipedia.org/wiki/bahai Bahá&#039;í_Faith], Tradução da wikipédia em inglês, &#039;&#039;Human beings&#039;&#039;&amp;lt;/ref&amp;gt; Os ensinamentos Bahá&#039;ís declaram que a unificação da humanidade deve ser assunto principal sobre as condições religiosas e políticas no tempo presente.&amp;lt;ref name=&amp;quot;en&amp;quot;/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Diz o Grande Ser: Ó bem-amados! Ergueu-se o tabernáculo da unidade; não vos considereis uns aos outros como estranhos. Sois os frutos de uma só árvore e as folhas do mesmo ramo.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot; Não se vanglorie o Homem em amar a sua pátria, antes tenha ele glória em amar a sua espécie. A terra é um só país e os seres humanos são seus cidadãos.&amp;lt;ref&amp;gt;&#039;Abdu&#039;l-Bahá, [[Esplendor da Verdade]], introdução, citação de Bahá&#039;u&#039;lláh registrado por E.G. Browne&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ensinamentos==&lt;br /&gt;
=== Princípios sociais ===&lt;br /&gt;
Os bahá´ís trabalham para a restauração da vitalidade espiritual da humanidade como um todo através de educação e da conscientização de que o ser humano é um ser espiritual.&lt;br /&gt;
Os princípios seguintes são frequentemente listados para uma concepção abrangente dos ensinamentos bahá&#039;ís. São derivados das palestras e discursos de `Abdu&#039;l-Bahá quando passou pela Europa e América do Norte. Não sendo estes princípios, portanto, limitados ou definitivos, mas uma breve visualização dos fundamentos da Fé Bahá&#039;í.&amp;lt;ref name=&amp;quot;enwiki&amp;quot;&amp;gt;[http://en.wikipedia.org/wiki/Bahai Fé Bahá&#039;í], Artigo Bahá&#039;í da Wikipédia versão inglesa&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* &#039;&#039;Unidade de Deus&#039;&#039; - A Fé Bahá&#039;í é monoteísta. Só existe um único e verdadeiro Deus, embora adorado com diferentes nomes durante a história da revelação.&lt;br /&gt;
:* &#039;&#039;Unidade da religiões&#039;&#039; - Na compreensão bahá&#039;í, religião é uma palavra sem plural. Aceitar Bahá&#039;u&#039;lláh sem aceitar todos os que o precederam, Jesus, Buda, Moisés, etc.. seria contraditório e incoerente.&lt;br /&gt;
:* &#039;&#039;Unidade da humanidade&#039;&#039; - A Fé Bahá&#039;í é pelo fim de todo e qualquer tipo de preconceito. Isso inclui a extirpação da discriminação racial, da desigualdade entre os gêneros e mesmo quanto ao estilo de vida de cada um. Ainda que se discorde das opções, deve-se cultivar um profundo amor por todo ser humano.&lt;br /&gt;
:* &#039;&#039;Unidade social&#039;&#039; - O Projeto Bahá&#039;í de mundo inclui o fim dos extremos de riqueza e pobreza e o estabelecimento da paz entre as nações, incluíndo a adoção de uma língua auxiliar comum a todos os países. Também é importante a obediência ao governo e o não envolvimento nos jogos de poder dos partidos políticos.&lt;br /&gt;
:* &#039;&#039;Unidade do conhecimento&#039;&#039; - Os Bahá&#039;ís estimulam a livre busca pela verdade, jamais controlada por clérigos ou qualquer poder moderador. Defendem ainda a harmonia entre ciência e religião e uma educação universal, de qualidade e gratuíta em todo o mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Ensinamentos Místicos ===&lt;br /&gt;
As escrituras bahá&#039;ís, como as outras religiões, definem que o propósito da vida é o crescimento espiritual. Sendo este um desenvolvimento gradual, como em um embrião no ventre materno, continuando eternamente após a morte. O paraíso referido em muitas escrituras religiosas, é apontado na Fé Bahá&#039;í como metafórico, já que o desenvolvimento é eterno, trata-se apenas de uma definição necessária adotada pelos Profetas anteriores para melhor compreensão dos povos da época. Os budistas, por exemplo, definem como atingir o Nirvana.&lt;br /&gt;
[[Imagem:Ringstone.jpg|left|thumb|Símbolo Bahá&#039;í que representa a conexão de Deus à humanidade]]&lt;br /&gt;
A &amp;quot;Imagem e Semelhança&amp;quot;, para os bahá&#039;ís, trata-se dos atributos de Deus que refletem na alma humana, sendo como um espelho na qual reflete a &amp;quot;luz&amp;quot; das perfeições divina, esse espelho, entretanto, deve ser polido de modo que possa refletir mais intensamente tais atributos. Acreditam que através da prática das virtudes como bondade, humildade, honestidade, veracidade, serviço, e assim por diante, o ser humano através da experiência da vida vai gradualmente polindo este &#039;espelho&#039;, tornando-se mais rico em compreensão espiritual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os livros mais lidos de Bahá&#039;u&#039;lláh sobre textos místicos são &amp;quot;[[Palavras Ocultas|As Palavras Ocultas]]&amp;quot;, &amp;quot;[[Os Sete Vales]]&amp;quot; e &amp;quot;[[Os Quatro Vales]]&amp;quot;. Os bahá&#039;ís, além dos atos e conduta, desenvolvem a espiritualidade com ajuda de oração e recitação, como também a leitura de textos sagrados. É proibido o monasticismo, considerando que a vida em reclusão nos monastérios não traduz o verdadeiro desenvolvimento espiritual, por outro lado, o trabalho é intensamente recomendado, tido como uma forma de adoração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fé Bahá&#039;í no mundo==&lt;br /&gt;
Fontes Bahá&#039;ís estimam cerca de 5 milhões de adeptos da Fé Bahá&#039;í no mundo.&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.bahai.org/dir/worldwide The Bahá&#039;ís],Site Oficial Internacional Bahá&#039;í&amp;lt;/ref&amp;gt;, enquanto que similarmente várias enciclopédias estimavam entre 2 a 8 milhões de Bahá&#039;ís no início do século 20. A Enciclopédia Britânica de 1998  estimou 7.6 milhões.&amp;lt;ref name=&amp;quot;adeptos&amp;quot;&amp;gt;[http://www.adherents.com/Religions_By_Adherents.html#Baha&#039;i Major Religions Ranked by Size], Quantidade de adeptos da Fé Bahá&#039;í&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Fé Bahá&#039;í é a segunda religião mais espalhada entre as religiões independentes, de acordo com a Enciclopédia Britânica de 1992, levando em consideração o número de países alcançados. A Enciclopédia afirma haver sido a Fé Bahá&#039;í estabelecida em 247 países e territórios; representando cerca de 2.100 grupos étnicos, raciais e tribais; as escrituras bahá&#039;ís foram traduzidas para aproximadamente 800 línguas, possuindo 7 milhões de adeptos no mundo.&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.britannica.com/eb/table?tocId=9394911 Encyclopedia Britannica]&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;ref name=&amp;quot;adeptos&amp;quot;/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O país que possui maior concentração de Bahá&#039;ís é a [[Índia]], com 2,2 milhões de seguidores&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.bahaindia.org/ BahaiIndia.org],Site Oficial Bahá&#039;í da Índia&amp;lt;/ref&amp;gt;. O segundo é o [[Irã]] com cerca de 1 milhão de Bahá&#039;ís&amp;lt;ref&amp;gt;Conforme Enciclopédia Colúmbia de 1993, vide  &#039;&#039;demography&#039;&#039; em [en.wikipedia.org/wiki/Bahai]&amp;lt;/ref&amp;gt;. No [[Brasil]] estima-se 57 mil membros&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.bahai.org.br/ Portal da Fé Bahá&#039;í no Brasil],Site Oficial Bahá&#039;í do Brasil&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Administração ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por não ter clero, nem sacerdócio a administração da Fé Baha&#039;i é essencialmente participativa. As atividades são sempre coordenadas por &#039;&#039;corpos&#039;&#039; de nove membros eleitos pelos próprios Bahá&#039;ís. Todos os Bahá&#039;ís maiores de 21 anos podem votar e ser votados. Nas eleições Bahá&#039;ís não existe qualquer tipo de candidatura, nomeação, campanha eleitoral ou partidos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes noves membros formam a [[Assembléia Espiritual|Assembléias Espirituais]] Locais, em cada cidade onde os bahais existem no mundo. Estes membros eleitos por sua vez, elegem as Assembléias Regionais, que elegem a Assembléia Nacional. Por fim, os membros eleitos na Assembléia Espiritual Nacional elegem os membros da [[Casa Universal de Justiça]], que é a instituição Suprema da Fé Bahá&#039;í.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nenhum indivíduo, ao ser eleito em quaisquer das instituições, possui autoridade individual. As decisões são de caráter consultivo e são válidas somente se o &amp;quot;corpo&amp;quot; estiver completo, com o número mínimo de indivíduos (quorum).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ordem administrativa Bahá&#039;í foi delineada por seu Profeta-Fundador Bahá&#039;u&#039;lláh no Seu Livro [[Kitáb-i-Aqdas]], e por &#039;Abdu&#039;l-Bahá em [[A Última Vontade e Testamento]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Shoghi Effendi]], recebendo a [[Shoghi Effendi|Guardiania]], traduziu diversas obras da literatura Bahá&#039;í, desenvolveu planos globais para a expansão da comunidade Bahá&#039;í e o desenvolvimento do [[Centro Mundial Bahá&#039;í]], criou a estrutura administrativa da religião, preparou a comunidade para a primeira eleição da Casa Universal de Justiça. Morreu em 1957, não havendo necessidade para que um sucessor fosse apontado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As principais instituições Bahá&#039;ís tem o princípio de instaurar justiça nas comunidades bahá&#039;ís, como descrita nas sagradas escrituras, bem como suprir as necessidades ou resolver problemas locais, nacionais ou internacionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Envolvimento na Sociedade==&lt;br /&gt;
===Organização das Nações Unidas===&lt;br /&gt;
Como uma organização não-governamental, a [[Comunidade Internacional Bahá&#039;í]] está envolvida em uma série de atividades que diz respeito a construção da paz, direitos humanos, direitos das mulheres, educação, saúde e desenvolvimento sustentável.&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.bahai.org/article-1-6-0-6.html Bahá&#039;í Topics], A [[Comunidade Internacional Bahá&#039;í]] e as Nações Unidas&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
Bahá&#039;u&#039;lláh, em Seus ensinamentos, assinala a necessidade de um governo mundial desta época. Devido a tal ênfase, muitos Bahá&#039;ís escolheram ajudar nos esforço de melhorar as relações internacionais como a Liga das Nações e a Organização das Nações Unidas. A Comunidade Internacional Bahá&#039;í é uma organização sob a direção da Casa Universal de Justiça em Haifa, e possui estatuto consultivo para com as organizações seguintes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Conselho Econômico e Social (ECOSOC)&lt;br /&gt;
*Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF)&lt;br /&gt;
*Organização Mundial da Saúde (OMS)&lt;br /&gt;
*Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM)&lt;br /&gt;
*Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Comunidade Internacional Bahá&#039;ís possui escritórios na ONU em Nova Iorque e Geneva, e representações nas comissões regionais da ONU e outros escritórios em Addis Ababa, Bangkok, Nairobi, Roma, Santiago e Viena&amp;lt;ref&amp;gt;[http://statements.bahai.org/about.cfm Bahá&#039;í Statement Library], História de Cooperação Ativa da Comunidade Internacional Bahá&#039;í com as Nações Unidas&amp;lt;/ref&amp;gt;. Recentemente um escritório do Programa para o Meio Ambiente e outro para o Fundo de Desenvolvimento para a Mulher foi instituído como parte do Escritório da ONU. A Fé Bahá&#039;í também empreendeu programas comuns de desenvolvimento em várias outras agências das Nações Unidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Círculos de Estudo===&lt;br /&gt;
Os [[Círculo de Estudo Bahá&#039;í|círculos de estudo]] foi desenvolvido para aproximar um sistemático desenvolvimento entre a educação e o desenvolvimento comunitário. São criados pequenos grupos, no qual completam uma sequência de livros, facilitados por um tutor, uma vez terminado o livro, os participantes podem também se tornar facilitadores para outros grupos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O [[Círculo de Estudo Bahá&#039;í#Instituto Ruhi|Instituto Ruhi]] é o programa mais utilizado, foi originalmente criado na [[Colômbia]], mas que pelo resultado obtido, foi expandido para uso em muitos países no mundo. Atualmente o Instituto Ruhi é utilizado no mundo todo como parte das atividades estabelecidas pela Casa Universal de Justiça. O primeiro livro da série envolve três temas centrais: Reflexão sobre a vida do espírito, a oração e vida após a morte. Livros subsequentes incluem educação para as crianças, vida das Figuras Centrais da Fé, serviço, e outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Progama atual das atividades bahá&#039;ís inclui outros Institutos que estão gradualmente criando Livros que proporcionem o desenvolvimento pessoal (espiritual) e comunitário, com base nos ensinamentos bahá&#039;ís, estes novos livros (cerca de 23) criam a oportunidade para a criação de grupos também para pré-jovens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Convenções e práticas Sociais==&lt;br /&gt;
=== Calendário ===&lt;br /&gt;
O &#039;&#039;&#039;calendário bahá&#039;í&#039;&#039;&#039; é um calendário solar com 365 dias. Os anos são compostos por 19 meses de 19 dias cada, adicionado a um período chamado &amp;quot;Dias Intercalares&amp;quot;(são 4 dias, e 5 quando é ano bissexto), entre o 18° e o 19° mês (26 de Fevereiro a 1 de Março). O Ano, no calendário bahá´í começa no equinócio de outono no hemisfério sul no dia 21 de Março do calendário gregoriano. O dia inicia-se e termina no por-do-sol.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Calendário bahá´í foi instituído pelo Báb, posteriormente confirmado por Bahá&#039;u&#039;lláh. Cada mês possui um nome específico, simbolizando atributos de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Símbolos ===&lt;br /&gt;
Um dos símbolos utilizados na Fé Bahá&#039;í é uma estrela de nove pontas que significam as nove religiões monoteístas: [[Sabeismo]], [[Hinduísmo]], [[Judaísmo]], [[Zoroastrismo]], [[Budismo]], [[Cristianismo]], [[Islamismo]], [[Babismo|Fé Babí]] e Fé Bahá&#039;í. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O numéro 8 e 9 são muito reverênciados pelos Bahá&#039;ís, pelo fato de que este número aparece várias vezes na história Bahá&#039;í, como o período entre a revelação do Báb (1844) e a de Bahá&#039;u&#039;lláh (1853), e principalmente pelo valor numérico da palavra Bahá` em árabe. Além de representar por muitos o número da perfeição, ou o número de maior dígito. No Monte Carmelo, no Centro Mundial Bahá&#039;í em Haifa, há quantidade considerável de estrelas de 8 pontas - a estrela de 8 pontas representa a religião islâmica, cuja base arquitetônica foi utilizada no Petronas Towers, na Malásia - que também é usualmente utilizada para representar a religião Bahá&#039;í.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Casamento===&lt;br /&gt;
Casamento Bahá&#039;í é a união de um homem e uma mulher. Propõe uma essência espiritual na união dos cônjuges, de modo que esta seja harmoniosa e que permita o desenvolvimento espiritual de ambos. Os ensinamentos Bahá&#039;ís confirmam a santidade do matrimônio, previsto em religiões anteriores, e classifica tal união como uma fortaleza para o bem-estar e salvação, colocando o casamento e a família como base na estrutura da sociedade humana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;quot;O casamento bahá&#039;í é o compromisso recíproco das duas partes, e sua ligação mútua de coração e mente. Cada um deve, porém, exercer o máximo cuidado para familiarizar-se totalmente com o caráter do outro, para que o firme convênio entre eles seja um laço que dure para sempre. Seu propósito deve ser este: tornarem-se amorosos companheiros e camaradas, unidos um ao outro por todo o sempre. ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O verdadeiro casamento de bahá&#039;ís é este: que o marido e a mulher estejam unidos física e espiritualmente, que sempre melhorem a vida espiritual um do outro, e que desfrutem de unidade sempiterna em todos os mundos de Deus.&amp;quot;&lt;br /&gt;
::(&#039;Abdu&#039;l-Bahá, Selecao dos Escritos de &#039;Abdu&#039;l-Baha)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Casas de adoração ===&lt;br /&gt;
Os templos Bahá&#039;ís têm todos nove entradas, pela simbologia da estrela e de que o número nove é o maior dígito, o número da perfeição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim conhecidas como [[Casa de Adoração Bahá&#039;í|Casas de Adoração]] pelos bahá´ís, esses templos são construídos unicamente para a realização de orações. Não havendo nenhuma espécie de culto, é permitido a livre entrada de pessoas de todas as religiões. Lá, cada indivíduo é incentivado a recitar as palavras reveladas por [[Deus]], sejam estas de [[Krishna]], [[Moisés]], [[Zoroastro]], [[Buda]], [[Cristo]], [[Maomé]], [[Báb]] ou [[Bahá&#039;u&#039;lláh]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um dos templos mais conhecidos e visitados é o templo da [[Índia]] em Nova Delhi, sua arquitetura simboliza uma flor de lotus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os templos bahá´ís simbolizam a Unidade de Deus, Unidade de todos os Seus profetas e Unidade da Humanidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Perseguição==&lt;br /&gt;
Os Bahá&#039;ís continuam sendo perseguidos em diversos países islâmicos, principalmente no Irã, onde cerca de 200 bahá&#039;ís foram mortos entre 1978 e 1998, em reflexo ao histórico genocídio de 20.000 babís e bahá&#039;ís entre 1850 e 1863, onde tanto governo como civis compactuaram com o crime.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 16 de dezembro de 2006, o Conselho Administrativo Supremo do Egito criou uma lei contrária a identificação da Fé Bahá&#039;í em documentos oficiais, tornando impossível a aquisição de documentos necessários como certidão de nascimento, atestado de óbito e carteira de identidade. Eles também perdem a garantia de emprego, educação, tratamento médico ou voto, entre outros.&amp;lt;ref name=&amp;quot;egito&amp;quot;&amp;gt;Sobre os direitos dos Bahá&#039;ís no Egito (visitado a 26/12/2006)[http://www.eipr.org/en/press/06/1612.htm Egyptian Initiative for Personal Rights], Sobre a necessidade do Governo do Egito em encontrar uma solução para o reconhecimento dos bahá&#039;ís como cidadãos egípcios&amp;lt;/ref&amp;gt; O Diretor do EIPR (Iniciativa Egípcia para Direitos Pessoais) Hossam Bahgat, declarou que agora a decisão é da corte do governo, e que este deve &amp;quot;encontrar uma solução para que centenas de cidadãos consigam obter documentos oficiais que reconheçam sua fé, possível por cinco décadas, até que o governo recentemente decide mudar a política e forçá-los a escolher entre o Islamismo e o Cristianismo.&amp;quot;&amp;lt;ref name=&amp;quot;egito&amp;quot;/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde a Revolução Islâmica em 1979, os Bahá&#039;ís iranianos tem tido frequentemente casas saqueadas, banidos de ingressar em universidades&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.bahai.org.br/portasfechadas/default.asp Portas Fechadas], Matéria sobre campanha no Irã para negar educação superior aos bahá&#039;ís (visitado a 26/12/2006)&amp;lt;/ref&amp;gt; ou empregos públicos, e centenas de prisões sem justificativa aparente, frequentes desaparecimentos e falta de julgamentos justos tem acometido esta minoria religiosa; recentemente tendo sidos proibidos das práticas de círculos de estudo. &amp;lt;ref&amp;gt;Sears, William - Quando o Coração Grita, O Genocídio dos Bahá&#039;ís no Irã&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.fidh.org/IMG/pdf/ir0108a.pdf PDF], Discriminação contra minorias religiosas no Irã (baixado em 26/12/2006)&amp;lt;/ref&amp;gt; Diversas vezes locais sagrados da Fé Bahá&#039;í tem sidos demolidos, como a casa de Mirzá Buzurg, pai de Bahá&#039;u&#039;lláh. A casa do Báb em Shiráz foi destruída duas vezes, sendo um dos três locais de peregrinação dos Bahá&#039;ís.&amp;lt;ref name=&amp;quot;enwiki&amp;quot;/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo atualmente a situação é degradante para os bahá&#039;ís, a Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas revelou letra confidencial do comando das forças armadas do Irã de outubro de 2005  que diz sobre identificar Bahá&#039;ís e monitorar suas atividades&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.unhchr.ch/huricane/huricane.nsf/view01/5E72D6B7B624AABBC125713700572D09?opendocument tratamento aos seguidores da Fé Bahá&#039;í no Irã](visitado a 26/12/2006)&amp;lt;/ref&amp;gt; e em novembro de 2005 os jornais &#039;&#039;state-run&#039;&#039; e &#039;&#039;influential Kayhan&#039;&#039;, cujo editor é apontado como sendo controlado pelo líder supremo do Irã, Ayatollah Khamenei, publicaram perto de 13 dúzias de artigos que difamam a Fé Bahá&#039;í.&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.bahai.org/iranthreat/mediaattacks The Bahá&#039;ís], Lista e Análise de recentes ataques da Mídia no Irã (visitado a 26/12/2006)&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devido a estas ações, a Comissão de Direitos Humanos da ONU em 20 de março de 2006 delcara que &amp;quot;as informações adquiridas como resultado do monitoramento será usado como base para aumentar a perseguição, e discriminação contra membros da Fé Bahá&#039;í, em violação aos padrões internacionais.&amp;quot; Ainda segundo a instituição, os últimos acontecimentos indicam que a situação em relação às minorias religiosas no Irã estão piorando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ONU, bem como órgão Supremo da Fé Bahá&#039;í, A Casa Universal de Justiça, tem realizado esforços para diminuir a violência e discriminação religiosa em muitos países, especialmente no Irã.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Notas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
* [[´Abdu&#039;l-Bahá]]. O Segredo da Civilização Divina. 1.ed. Editora Bahá&#039;í do Brasil, 2003. 137 p.&lt;br /&gt;
* Esslemont, John E.. Bahá&#039;u&#039;lláh e a nova era. 7.ed. São Paulo, SP: Editora Bahá&#039;í do Brasil, 1928. 290 p.&lt;br /&gt;
* [[Bahá&#039;u&#039;lláh]]. Epístolas de Bahá&#039;u&#039;lláh: Reveladas após o Kitáb-i-Aqdas. 2.ed. Editora Bahá&#039;í do Brasil, 1983. 301 p.&lt;br /&gt;
* [[´Abdu&#039;l-Bahá]]. Esplendor da Verdade. Editora Bahá&#039;í do Brasil, .&lt;br /&gt;
* Sears, William. Quando o Coração Grita: O Genocídio dos Bahá&#039;ís no Irã. Editora Bahá&#039;í do Brasil, . 234 p.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ligações externas==&lt;br /&gt;
*[http://pt.bahai.org Comunidade Bahá&#039;í de Portugal], Site oficial de Portugal&lt;br /&gt;
*[http://www.bahai.org.br Comunidade Bahá&#039;í do Brasil], Site oficial do Brasil&lt;br /&gt;
*[http://www.bahai.org.br/oracao Orações Bahá&#039;ís], Site com Orações Bahá&#039;ís&lt;br /&gt;
*[http://info.bahai.org/article-4-2-0-1.html A Fé Bahá&#039;í], Link para versão português no site oficial Bahá&#039;í internacional&lt;br /&gt;
*[http://bahai.org The Bahá&#039;ís], Página representando a Comunidade Internacional Bahá&#039;í&lt;br /&gt;
*[http://www.bbc.co.uk/religion/religions/bahai/ BBC - Religion &amp;amp; Ethics], BBC sobre a religião&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Religiões]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[de:Bahá&#039;í-Religion]]&lt;br /&gt;
[[en:Bahá’í Faith]]&lt;br /&gt;
[[fr:Foi bahá’íe]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Táhirih</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Bot: Bot:  Modificando: en:Ṭáhirih&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:Tahirih Painting.jpg|thumb|200px|right|Táhirih representada em uma pintura feita por Ivan Lloyd]]&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Táhirih&#039;&#039;&#039; (1817-1852), que significa &amp;quot;A Pura&amp;quot; é o título dado a &#039;&#039;&#039;Fátimih Baraghání&#039;&#039;&#039;, a primeira mulher a acreditar no [[Báb]]. Táhirih é intensamente reverenciada na história [[Fé Bahá&#039;í|bahá&#039;í]], tendo sido uma proeminente poetisa e teóloga, e forte expositora dos ensinamentos do [[Báb]] no Irã, foi também uma das primeiras a se levantar para defender os direitos das mulheres no mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Infância==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Táhirih nasceu em Qazvín, Irã em 1817, filha de um clérigo muito famoso no Irã. Seu tio era sacerdote e seu irmão também possuía talentos do seu pai, por isso desde pequena os assuntos predominantes em sua casa era sobre a religião muçulmana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora seu nome fosse Fátimih, era chamada e conhecida por Zarrín Taj, que significa &amp;quot;Coroa de Ouro&amp;quot;, devido a sua distinção e qualidades, desde criança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As mulheres eram tratadas como inferiores naquela época e, especificamente, naquele lugar. Apesar disso, seu pai permitia que ela escutasse suas aulas, desde que ficasse atrás de uma cortina, para que nenhum homem percebesse que ela estava ali.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Busca pelo Prometido==&lt;br /&gt;
Táhirih foi casada aos 13 anos de idade com Mullá Muhamad, um primo, e com ele teve três filhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Morou com seu pai, até se tornar seguidora de Syyid Kázim, deixando a cidade de Qazvín. Syyid Kázim liderava um movimento sobre o qual ensinava que um novo Profeta de Deus apareceria, e cumpriria todas as promessas de todas as religiões, especialmente as de Muhammad, Profeta do [[Alcorão]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como não era permitido que as mulheres viajassem sozinhas, Tahiríh fazia muitas perguntas a Siyyid Kázim através de cartas, e ele respondia suas dúvidas. Passando a admirar os ensinamentos [[Shaykh Ahmad]] e Syyid Kázim,  começou a desejar intensamente encontrar O Prometido, devido ao fato de que o Irã estava atrasado e que as mulheres eram precariamente educadas. Disse ela a seu tio:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;quot;Quando chegará o dia em que novas leis serão reveladas na Terra? Eu serei a primeira a seguir esses novos Ensinamentos e dar minha vida pelas minhas irmãs.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através de um artigo que escreveu sobre Shaykh Ahmad, Táhirih, devido a resposta de Syyid Kázim, ficou conhecida como Qurratu&#039;l-&#039;Ayan, &amp;quot;Consolo de meus olhos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Sonho==&lt;br /&gt;
Táhirih viajou para Karbilá em 1843, para visitar Syyid Kázim, que para sua infelicidade havia falecido há 10 dias. Morou por 3 anos naquela cidade, e foi nessa época que sonhou sobre o aparecimento do Prometido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tahiríh lembrou de algumas palavras, na qual um jovem descendente do Profeta Muhammad havia repetido em seu sonho. Escreveu uma carta com essas palavras, e pediu que seu cunhado [[Mírzá Muhmmad-&#039;Alí]], que deixaria Qazvín em busca do Prometido, entregasse a Ele, quando O encontrasse. Na carta escreveu:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;quot;Certamente irá encontrá-Lo em sua jornada. Diga-Lhe por mim: &#039;A luz de Tua face faiscou defronte meus olhos e seus raios ergueram-se muito acima de mim.&#039; Então, fale as palavras:&#039;Não sou Eu o teu Senhor? Tu és, Tu és! Todos nós responderemos.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mirzá Muhammad-&#039;Ali, ao reconhecer o [[Báb]] em Shiráz, como O Prometido, entregou-Lhe a carta. O chunhado se tornou a 16ª [[Letras da Vida|Letra do Vivente]], e quando o Báb leu a carta de Tahiríh, Ele a declarou como a 17ª Letra do Vivente. Assim Tahiríh tornou-se a única Letra do Vivente que nunca esteve na presença do Báb, foi também a primeira mulher a reconhecê-Lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Aprisonamento==&lt;br /&gt;
Quando Táhirih se tornou devotada crente no Báb, ensinava sua Fé abertamente, incluindo na própria Cidade Sagrada do Islã. Por se recusar a continuar celebrando os Dias Sagrados da religião muçulmana, e por começar a seguir os ensinamentos do Báb, em certa ocasião foi levado ao governador da cidade para ser punida. Tahiríh ficou presa em sua casa durante 3 meses, na qual não lhe era permitido ver ninguém. Nesse período, o governador ainda não havia decidido uma punição definitiva para Tahiríh.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tahiríh, posteriormente, deixou Karbilá e foi para Bagdá, para tentar ir de encontro com o Báb. Tendo recebido autorização do governador, que antecipou que deveria ficar lá até que uma decisão final fosse tomada. Enquanto saia da cidade, Tahiríh foi apedrejada por algumas pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Bagdá, Tahiríh proferia palestras e ensinava sua Causa todos os dias. Muitas pessoas iam ouvir suas palestras, e muitos iniciaram uma investigação pessoal da Verdade, especialmente as mulheres. Ela convidou sacerdotes para discussões públicas sobre esses novos ensinamentos religiosos, mas nenhum deles compareceu. Embora muitos deles protestassem contra ela. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para protegê-la, o governador enviou-a para morar na casa do juiz de Bagdá, junto com outras senhoras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Morou nessa casa, por um tempo, no ano de 1847. Tahiríh frequentemente orava e jejuava. O juiz, quando escreveu um livro sobre sua vida, mencionou a época em que Tahiríh esteve em sua casa. Impressionado com as qualidades que ela demonstrava, registrou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;quot;Vejo nela tal conhecimento, educação, gentileza e bom caráter, como jamais vi em nenhum grande homem deste século.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao ser liberta, entretanto, o governador ordenou a ela que deixasse o Iraque, e fosse imediatamente para o Irã.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Perseguições==&lt;br /&gt;
Muitos fatores levaram os babís a serem perseguidos naquela região do mundo, devido a forte aceitação que esses novos ensinamentos provocaram naquelas pessoas, aumentando o grau de agitação dos muçulmanos. Muitos desentendimentos foram, entretanto, desculpas para que a culpa se recaíssem sobre os babís. Muitos deles foram mortos pelos próprios civis, com facas, espadas, machados e lanças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas pessoas não estavam satisfeitas, acreditavam que Táhirih deveria sofrer o mesmo tipo de punição. [[Bahá&#039;u&#039;lláh]] ajudou-a para que ela deixasse aquela cidade e fosse para Teerã.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Conferência de Badasht==&lt;br /&gt;
A conferência convocada pelo Báb na província de Khurásán, aconteceu em Badasht, um pequeno vilarejo. Bahá&#039;u&#039;lláh alugou três jardins, um para [[Quddús]] (Uma das Letras da Vida), outro para Táhirih e sua criada, e outro para Ele Próprio. No meio dos três jardins havia um pátio, onde os seguidores do Báb podiam conversar e consultar sobre os assuntos pendentes. O Báb não estava presente, pois estava na prisão. Somavam-se oitenta e um presentes naquela conferência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bahá&#039;u&#039;lláh escrevia várias epístolas, com explicações para que algum dos babís lessem em voz alta. Nestas epístolas, deu um título para cada um dos babís ali presentes. Foi então que Fatimih recebeu o título de &amp;quot;Tahírih&amp;quot; que significa &amp;quot;A Pura&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um desses dias, Bahá&#039;u&#039;lláh ficou doente e não saiu de Sua tenda, os bahá&#039;ís acreditam que havia sabedoria nisso, pois foi nesse dia que Tahiríh ficou sozinha em seu jardim, enquanto todos se reuniam em volta de Bahá&#039;u&#039;lláh. Táhirih então enviou uma mensagem para Quddús, convidando-o para que fosse vê-la no jardim. Quddús naturalmente se recusou a ir, mas todos ficaram surpresos quando Táhirih apareceu, sem o véu, e elegantemente vestida. As mulheres, na tradição islâmica, são rigidamente proibidas de aparecer sem o véu em público, e a atitude de Táhirih deixou muitos homens confusos. É registrado que um homem fugiu de Táhirih e cortou a própria garganta. Outros simplesmente saíram. A medida que os ensinamentos iam se disseminando, no intuito de quebrar antigas leis, e estabelecer leis novas, a confusão foi aumentando e muitos se recusavam a abandonar leis antigas. O Báb estabelece a necessidade da igualdade entre homens e mulheres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Táhirih e Quddús foi incumbido a tarefa de preparar os seguidores do Báb para Seus ensinamentos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Conferência de Badasht durou 22 dias. Conhecido, devido a Táhirih, como fim de uma lei de 1200 anos no Islã e o início de uma nova era.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Martírio==&lt;br /&gt;
Depois que um jovem havia atentado sobre a vida do rei, inúmeros babís foram injustamente acusados e o primeiro-ministro ordenou que dois sacerdotes fossem investigar Táhirih. Várias vezes foram eles visitá-la, mas da última vez, Táhirih repreendeu fortemente esses sacerdotes, que chocados, escreveram sua sentença de morte, em nome do Sagrado &#039;&#039;Alcorão&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Táhirih sabia com antecedência de sua morte, e se vestiu com a melhor roupa e perfume, orou e meditou todo o tempo à espera de seu martírio. Teria ela dito ao guarda, no momento de sua morte:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;quot;Você pode matar-me quando quiser, mas não pode impedir a emancipação das mulheres.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Táhirih foi martirizada em agosto de 1852 em Teerã, quando estava com 36 anos, e se tornou rapidamente famosa, tendo sua história chegado também na Europa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Táhirih é lembrada como uma mártir sufragista, mas os bahá&#039;ís lembram-se dela como outras religiões reverenciam Sarah, Ásíyih, Fátimih e a Virgem Maria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É costume que no Irã, quando os pais desejam encorajar suas filhas a progredir, dizer a elas &amp;quot;Seja como uma Táhirih&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboço-bahá&#039;í}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Letras da Vida]]&lt;br /&gt;
[[category:Mártires]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Ṭáhirih]]&lt;br /&gt;
[[fr:Táhirih]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bot</name></author>
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	<entry>
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		<title>Calendário</title>
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		<updated>2008-11-12T20:58:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Bot: Bot:  Modificando: fr:Calendrier Badí‘&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O calendário bahá´í, utilizado na [[Fé Bahá&#039;í]], é um calendário solar com 365 dias. Os anos são compostos por 19 meses de 19 dias cada, adicionado a um período chamado &amp;quot;Dias Intercalares&amp;quot;(são 4 dias, e 5 quando é ano bissexto), entre o 18° e o 19° mês (26 de Fevereiro a 1 de Março). O Ano, no calendário bahá´í começa no equinócio de outono no hemisfério sul no dia 21 de Março do calendário gregoriano. O dia inicia-se e termina no por-do-sol.&lt;br /&gt;
O Calendário bahá´í foi instituído pelo Báb, posteriormente confirmado por [[Bahá&#039;u&#039;lláh]]. Cada mês possui um nome específico, ressaltando alguns atributos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Meses Bahá&#039;ís==&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; cellpadding=&amp;quot;2&amp;quot; cellspacing=&amp;quot;0&amp;quot;&lt;br /&gt;
|- style=&amp;quot;background:#EFEFEF;&amp;quot;&lt;br /&gt;
! Nome em árabe !! Escrita em árabe !! Traduçao para Português !! Data no gregoriano&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Bahá’&#039;&#039;&#039; || بهاء || Esplendor || 21 March - 8 April&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Jalál&#039;&#039;&#039; || جلال || Glória || 9 April - 27 April&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Jamál&#039;&#039;&#039; || جمال || Beleza || 28 April - 16 May&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;‘Aẓamat&#039;&#039;&#039; || عظمة || Grandeza || 17 May - 4 June&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Núr&#039;&#039;&#039; || نور || Luz || 5 June - 23 June&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Raḥmat&#039;&#039;&#039; || رحمة || Misericórdia || 24 June - 12 July&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Kalimát&#039;&#039;&#039; || كلمات || Palavras || 13 July - 31 July&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Kamál&#039;&#039;&#039; || كمال || Perfeição || 1 August - 19 August&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Asmá’&#039;&#039;&#039; || اسماء || Nomes || 20 August - 7 September&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;‘Izzat&#039;&#039;&#039; || عزة || Potência || 8 September - 26 September&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Ma&amp;lt;u&amp;gt;sh&amp;lt;/u&amp;gt;íyyat&#039;&#039;&#039; || مشية || Vontade || 27 September - 15 October&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;‘Ilm &#039;&#039;&#039;|| علم || Conhecimento || 16 October - 3 November&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Qudrat&#039;&#039;&#039; || قدرة || Poder || 4 November - 22 November&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Qawl&#039;&#039;&#039; || قول || Discurso || 23 November - 11 December&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Masá’il&#039;&#039;&#039; || مسائل || Perguntas || 12 December - 30 December&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;&amp;lt;u&amp;gt;Sh&amp;lt;/u&amp;gt;araf&#039;&#039;&#039; || شرف || Honra || 31 December - 18 January&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Sulṭán&#039;&#039;&#039; || سلطان || Soberania || 19 January - 6 February&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Mulk&#039;&#039;&#039; || ملك || Domínio || 7 February - 25 February&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;Ayyám-i-Há’&#039;&#039;&#039; || ايام الهاء|| Dias Intercalares || 26 February - 1 March&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| &#039;&#039;&#039;‘Alá’&#039;&#039;&#039; || علاء || Grandeza || 2 March - 20 March (Mês do Jejum)&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dias Sagrados==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certos dias no calendário Bahá&#039;í são datas a serem observadas como dias sagrados; trabalho pode ou não ser suspenso nessas ocasiões. Na maioria das vezes, essas datas sagradas são celebrações e comemorações de eventos importantes nas vidas das figuras centrais da Fé Bahá&#039;í, como o festival de Riḍván, que comemora a declaração de Bahá’u’lláh de Sua Missão para alguns de Seus mais confiáveis discípulos. Outras datas, como o Naw-Rúz, tem um caráter espiritual geral, mas não comemora um evento específico na história da Fé.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; cellpadding=&amp;quot;2&amp;quot; cellspacing=&amp;quot;0&amp;quot;&lt;br /&gt;
|- style=&amp;quot;background:#EFEFEF;&amp;quot;&lt;br /&gt;
! Nome !! Data no gregoriano !! Trabalho suspenso&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| [[Naw-Rúz]] (Ano Novo Bahá´í) || 21 de março || Sim&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Primeiro dia do [[Ridván|Rid&amp;amp;#803;ván]] || 21 de abril || Sim&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Nono dia do Rid&amp;amp;#803;ván || 29 de abril || Sim&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Décimo segundo dia do Rid&amp;amp;#803;ván || 2 de maio || Sim&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Declaração do [[Báb]] || 23 de maio || Sim&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Ascensão de [[Bahá&#039;u&#039;lláh]] || 29 de maio || Sim&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Martírio do Báb || 9 de julho || Sim&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Aniversário do Báb || 20 de outubro || Sim&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Aniversário de Bahá´u´lláh || 12 de Novembro || Sim&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Dia do [[Convênio]] || 26 de novembro || Não&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Ascensão de [[´Abdu&#039;l-Bahá]] || 28 de novembro || Não&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Dias da semana==&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; cellpadding=&amp;quot;2&amp;quot; cellspacing=&amp;quot;0&amp;quot;&lt;br /&gt;
|- style=&amp;quot;background:#EFEFEF;&amp;quot;&lt;br /&gt;
! Nome em Árabe !! Tradução para Português !! Dia da semana&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Jalál || Glória || sábado&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Jamál || Beleza || domingo&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Kamál || Perfeição || segunda-feira&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Fid&amp;amp;#803;ál || Graça || terça-feira&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| ‘Idál || Justiça || quarta-feira&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Istijlál || Majestade || quinta-feira&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| Istiqlál || Independência || sexta-feira&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Práticas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Calendar]]&lt;br /&gt;
[[fr:Calendrier Badí‘]]&lt;br /&gt;
[[ru:Календарь]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Bah%C3%A1%27u%27ll%C3%A1h&amp;diff=715</id>
		<title>Bahá&#039;u&#039;lláh</title>
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		<updated>2008-11-12T20:57:18Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Bot: Bot:  Modificando: de:Bahá&amp;#039;u&amp;#039;lláh, en:Bahá’u’lláh, fr:Bahá&amp;#039;u&amp;#039;lláh&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:Front of the Shrine of Baha&#039;u&#039;llah.jpg|250px|thumb|right|[[Santuário de Bahá&#039;u&#039;lláh]]]]&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Mírzá Husayn-&#039;Alí&#039;&#039;&#039; (Persa:میرزا حسینعلی), que se proclamou &#039;&#039;&#039;Bahá&#039;u&#039;lláh&#039;&#039;&#039; (1817 - 1892) (Árabe: بهاءالله, &amp;quot;&#039;&#039;A Glória de Deus&#039;&#039;) foi o fundador da [[Fé Bahá&#039;í]], a mais jovem das grandes religiões mundiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bahá&#039;u&#039;lláh declarou ser ele o cumprimento da profecia Bábí: &#039;&#039;&amp;quot;aquele que Deus fará manifesto&amp;quot;&#039;&#039;, e portanto &amp;quot;Suprema Manifestação de Deus&amp;quot;. A Fé Bahá&#039;í o tem como inaugurador de um novo ciclo profético, posterior aos de [[Krishna]], [[Abraão]], [[Moisés]], [[Zaratustra]], [[Buda]], [[Jesus]], [[Maomé]] e [[Báb]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bahá&#039;u&#039;lláh foi o autor de vários trabalhos religiosos. Suas obras mais notáveis são o [[Kitáb-i-Aqdas]] e o [[Kitáb-i-Íqán|Livro da Certeza (Kitáb-i-Íqán)]]. Morreu em Bahjí, Palestina, atual Israel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Origem==&lt;br /&gt;
===Primeiros anos===&lt;br /&gt;
[[Image:Bahaullah-born.jpg|thumb|left|300px|A cidade de Teerã, Irã, onde Bahá&#039;u&#039;lláh nasceu.]]&lt;br /&gt;
Bahá&#039;u&#039;lláh nasceu em 12 de Novembro de 1817 em Teerã, capital do Império Persa. Sua mãe Khadíjih Khánum e seu pai [[Mírzá Buzurg]] eram nobres, oriundos da província de Mazandaran, e membros da corte de Alí Sháh, o Xá da Pérsia. Mirzá Buzurg foi vizir do imã Virdi Mírzá, e chegou a ser governador da província de Lorestão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando criança foi educado segundo os ensinamentos do [[Islã]], e destacou-se desde cedo por sua inteligência. Aos 13 anos de idade já discutia intrincados assuntos religiosos com os ulemás e clérigos da corte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a morte de seu pai, Bahá&#039;u&#039;llah, aos 22 anos, foi indicado como sucessor ao cargo de governador pelo novo vizir Haji Mirza Aqasi. Mas Bahá&#039;u&#039;lláh recusou o cargo &amp;lt;ref&amp;gt;[http://www-personal.umich.edu/~jrcole/bahabio.htm Departamento de História - Universidade de Michigan] &amp;lt;/ref&amp;gt;, pois não tinha interesse em assuntos seculares. Afastou-se da corte e de seus ministros e ocupou-se com ações beneméritas, sendo popularmente conhecido como o &amp;quot;campeão da causa da justiça&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bahá&#039;u&#039;lláh casou com três esposas na época em que ainda era muçulmano, vivendo em situação de poligamia; seus nomes eram Ásíyih Khánum ([[Navváb]]), Fatimih ([[Mahd-i-&#039;Ulya]]) e [[Gawhar]]. Bahá&#039;u&#039;lláh foi o pai de quatorze crianças, das quais apenas sete chegaram à idade adulta. Ao lado de sua primeira esposa Navváb, Bahá&#039;u&#039;lláh, ficou conhecido como o Pai dos Pobres e ela como a Mãe do Consolo, graças à extraordinária generosidade demonstrada aos desfavorecidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Vida na Fé Babí==&lt;br /&gt;
{{Main|Fé Babí}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1844, um jovem de 25 anos de Shiraz, Siyyid Mírzá `Alí-Muhammad, que tomou o título O Báb (em árabe ou persa; significa &amp;quot;A Porta&amp;quot;), e Se proclamou o Prometido Mihdi do [[Islã]]. A Fé Babí rapidamente espalhou-se por volta do Império Persa e foi vítima de grande oposição de vários cleros islâmicos. O Báb foi martirizado em 1850 por um pelotão de fuzilamento quando ele tinha 30 anos e a comunidade foi quase toda exterminada em 1852-3. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Aceitação do Báb===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aos 28 anos de idade, Bahá&#039;u&#039;lláh entrou em contato com um mensageiro, [[Mullá Husayn]], que anunciou as mensagens do [[Báb]], e Ele aceitou essa revelação, convertendo-se a Fé Babí. Bahá’u’lláh começou a espalhar a nova causa, especialmente para os nativos de Sua província em Núr, tornando-se reconhecido como um dos seguidores mais influentes. &amp;lt;ref name = &amp;quot;Balyuzi&amp;quot; &amp;gt; &amp;lt;ref name = &amp;quot;Dawn Breakers&amp;quot;&amp;gt; {{cite book |author=Nabíl-i-Zarandí |origyear=1890 |year=1932 |title=[[The Dawn-Breakers]]: Nabíl’s Narrative |url=http://reference.bahai.org/en/t/nz/DB/ }} &amp;lt;/ref&amp;gt; A opressão do governo sobre a religião do Báb teve como conseqüência o aprisionamento de Bahá’u’lláh duas vezes e sujeito a torturas como o bastinado.&amp;lt;ref name = &amp;quot;Balyuzi&amp;quot; /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Período em que ocorreu a tentativa de homicídio do Xá===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o resultado do [[Martírio do Báb]] em 1850 foi planejado uma tentativa de assassinato contra o rei da Pérsia, Nasser-al-Din Shah, dois anos mais tarde por dois Bábís que queriam vingança. Apesar dos assassinos terem confessados que planejaram ambos sozinhos, a comunidade Babí inteira foi acusada, e ocorrendo a perseguição e morte de milhares de Bábís. Muitos dos Babís que não foram mortos, incluindo Bahá’u’lláh, foram encarcerados no [[Síyáh-Chál]] (Masmorra Negra), um calabouço subterrâneo de Teerã.&amp;lt;ref name=&amp;quot;eor&amp;quot;&amp;gt;{{cite encyclopedia| last = Hutter | first = Manfred | editor = Ed. Lindsay Jones | encyclopedia = Encyclopedia of Religion | title = Baha&#039;is | edition = 2nd ed. | year = 2005 | publisher = Macmillan Reference USA | volume = 2 | location = Detroit | id = ISBN 0028657330 | pages = p737-740}}&amp;lt;/ref&amp;gt; Bahá’u’lláh Himself was found to be innocent of complicity in the assassination plot,&amp;lt;ref name=&amp;quot;cole_bahabio&amp;quot; /&amp;gt; but remained in the Síyáh-&amp;lt;u&amp;gt;Ch&amp;lt;/u&amp;gt;ál over four months.&amp;lt;ref&amp;gt;{{cite book | author=Bahá’u’lláh | origyear=1892 | year=1988 | title=Epistle to the Son of the Wolf | url=http://reference.bahai.org/en/t/b/ESW/esw-1.html#pg20 | pages=p. 20 }}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um oficial austríaco, Captain von Goumoens, que trabalhava na corte do Xá na época, deu o seguinte relato após resignar-se do cargo:&lt;br /&gt;
:&amp;quot;Eu vi aqueles que, com os olhos arrancados para fora, tinham que comer, numa cena em que, suas orelhas eram amputadas; ou cujos os dentes eram quebrados com violência desumana pelas mãos do executor; ou cujos os crânios eram simplesmente esmagados por marteladas de uma marreta...&amp;quot;&lt;br /&gt;
:&amp;quot;E por fim da extremidade, penduraram os corpos para baixo chamuscados e perfurados por suas mãos e pés a uma cabeça da árvore, e agora todo persa podia deixar uma marca no coração ... Quando eu leio de novo, o que eu escrevi, eu supero com o pensamento de que aqueles que estão com você na nossa querida amada Áustria ainda pode duvidar dessa verdadeira imagem, e me acusar de exagero. Podia por Deus que eu não pudesse ter vivido para ver isso!... No presente eu nunca saio de minha casa, para não ter que encontrar novas cenas de horrores... Eu não vou mais manter minha conexão com a cena de tais crimes.”&amp;lt;ref&amp;gt;Quoted in {{cite book|first=Shoghi |last=Effendi |authorlink=Shoghi Effendi |year=1944 |title=God Passes By |url=http://reference.bahai.org/en/t/se/GPB/gpb-6.html#pg65 | pages= p. 65}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Revelação no Síyáh-Chál===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi durante o aprisionamento de Bahá&#039;u&#039;lláh em Síyáh-Chál que Ele recebeu uma visão de uma Donzela enviada por Deus, pela qual Ele recebeu a Sua missão como um Mensageiro de Deus e também “Aquele Que Deus Tornará Manifesto”  profetizado pelo Báb.&amp;lt;ref name=&amp;quot;eor&amp;quot; /&amp;gt; Após quatro meses no Síyáh-Chál, devido as insistentes demandas do embaixador da Rússia &amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.h-net.msu.edu/~bahai/diglib/books/P-T/S/sohrab/LP25.gif]&amp;lt;/ref&amp;gt;, e [[Image:Tehran-bahaullah.jpg|thumb|left|250px|Uma visão da cidade de Teerã, onde Bahá&#039;u&#039;lláh foi aprisionado em 1852.]] depois da pessoa que tentou assassinar o Xá confessar e exonerar os líderes Bábis, as autoridades libertaram Ele da prisão.  Bahá&#039;u&#039;lláh refere a assistência do embaixador russo quando Ele escreveu para o Czar Alexandre II da Rússia:&lt;br /&gt;
::&amp;quot;Enquanto permanecia acorrentado e agrilhoado na prisão, um de seus ministros Me ofereceu sua ajuda. Pelo que teve Deus ordenado a ti a estação de um conhecimento que ninguém pudesse compreender exceto o Seu conhecimento.&amp;quot;&amp;lt;ref&amp;gt;Súriy-i-Haykal, {{cite book | author=Bahá’u’lláh | year=2002 | title=The Summons of the Lord of Hosts | pages=p. 83| publisher=Bahá’í World Centre | location=Haifa Israel | id=ISBN 0853989761 | url=http://reference.bahai.org/en/t/b/SLH/slh-7.html }}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As autoridades exilaram Bahá&#039;u&#039;lláh da Pérsia, e então Ele foi para Bagdá, e depois para uma cidade no Império Otomano.&lt;br /&gt;
{{clear}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Exílio em Bagdá==&lt;br /&gt;
[[Image:Route of Baha&#039;u&#039;llah&#039;s exiles.jpg|thumb|300px|right|Mapa mostrando o trajeto dos exílios de Bahá&#039;u&#039;lláh.]]&lt;br /&gt;
===Trajeto da Pérsia para Bagdá===&lt;br /&gt;
Em 1853, com recursos e alimentos muito limitados, e com o frio do inverno, Bahá&#039;u&#039;lláh e Sua família tiveram que viajar a pé em uma nevasca no caminho da Pérsia para Bagdá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mírzá Yáhyá foi nomeado pelo Báb para conduzir a comunidade Babí e estar disposto a obedecer “Aquele Que Deus Tornará Manifesto” profetizado pelo próprio Báb. Mírzá Yahyá viajou por volta da Pérsia sob disfarce e depois decidiu viajar Bagdá para reunir-se com os babís usando fundos dados a ele por Bahá&#039;u&#039;lláh.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um crescente número de babís consideraram Bagdá o novo centro de liderança da religião Babí, e uma massa de peregrinos começaram a vir da Pérsia. No entanto, com o passar do tempo, os seguidores cada vez menos procuravam pela liderança de Mírzá Yahyá, e ao invés começaram a ver Bahá&#039;u&#039;lláh como o líder.&amp;lt;ref name=&amp;quot;deepen&amp;quot;&amp;gt;{{cite journal | first = Bijan | last = Ma&#039;sumian | title = Baha&#039;u&#039;llah&#039;s Seclusion in Kurdistan |volume = 1 | number = 1 | pages = pp. 18-26 | journal = Deepen Magazine| date = 1993 Fall | url = http://bahai-library.com/?file=masumian_bahaullah_kurdistan}}&amp;lt;/ref&amp;gt; Como resultado Mírzá Yahyá começou tentativas de desconsiderar Bahá&#039;u&#039;lláh e depois dividiu a comunidade.&amp;lt;ref name=&amp;quot;deepen&amp;quot; /&amp;gt; As ações de Mírzá Yahyá espantou muitos seguidores para fora da religião e permitiu que os inimigos continuassem a perseguição contra a Fé.&amp;lt;ref name=&amp;quot;cole_bahabio&amp;quot; /&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
===Nas Montanhas do Curdistão===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 10 de abril de 1854, Bahá&#039;u&#039;lláh sem avisar o propósito ou destino, partiu com um companheiro para as montanhas do Curdistão, nordeste de Bagdá, próximo a cidade de Sulaymaniyah.&amp;lt;ref name=&amp;quot;cole_bahabio&amp;quot; /&amp;gt; Ele depois escreveu que Ele partiu para evitar de ser tornar causa de discórdia na comunidade Babí.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por dois anos Bahá&#039;u&#039;lláh viveu sozinho nas montanhas do Curdistão&amp;lt;ref name=&amp;quot;eor&amp;quot; /&amp;gt; vestido como um dervish e usando o nome de &#039;&#039;Darvish Muhammad-i-Irani&#039;&#039;. Em certa ocasião alguém notou Sua notável caligrafia, a qual trouxe curiosidade dos instrutores das ordens locais Sufi.&amp;lt;ref name=&amp;quot;cole_bahabio&amp;quot; /&amp;gt; Como Ele começou a receber visitantes, Ele tornou-se conhecido por Sua aprendizagem e sabedoria. Shaykh `Uthmán, Shaykh `Abdu&#039;r-Rahmán, e Shaykh Ismá&#039;íl, líderes indisputáveis de Naqshbandíyyih, Qádiríyyih, e Ordens de Khálidíyyih respectivamente, começaram a pedir por Seus conselhos e admirá-Lo. Foi justamente para o Shaykh &#039;Abdu&#039;r-Rahmán de Karkúk que a obra Quatro Vales foi escrita. Diversos outras notáveis obras foram escritas durante este período.&amp;lt;ref name=&amp;quot;eor&amp;quot; /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Bagdá, devido a falta de firmeza e na qualidade de liderança de Mírzá Yahyá, a comunidade Bábí se encontrava em desunião.&amp;lt;ref name=&amp;quot;cole_bahabio&amp;quot; /&amp;gt; Alguns babís, incluindo a família de Bahá&#039;u&#039;lláh, procuraram por Bahá&#039;u&#039;lláh, e quando a notícia de que um homem sábio vivendo nas montanhas sob o nome de Darvish Muhammad espalhou-se para as áreas vizinhas, [[´Abdu&#039;l-Bahá]] reconheceu seu pai, e enviou-lhe cartas suplicando que regressasse a Bagdá. Bahá&#039;ú&#039;lláh aceitou, e pôs fim, assim, a um período de separação que durou dois anos.&amp;lt;ref name=&amp;quot;cole_bahabio&amp;quot; /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Retorno para Bagdá===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Bahá&#039;u&#039;lláh retornou para Bagdá Ele viu que a comunidade Babí ficou desmotivada e desunida. No tempo da ausência de Bahá&#039;u&#039;lláh, a comunidade em Bagdá tinha-se tornado alienada com a religião desde que Mírzá Yahyá tinha prosseguido em casar com a esposa viúva do Báb contra as claras instruções deixadas por Ele &amp;lt;ref name=&amp;quot;cole_bahabio&amp;quot; /&amp;gt; e por indicar os seguidores para a província de Nur para a tentativa de homicídio contra o Xá. &amp;lt;ref&amp;gt;{{cite book | last = Smith | first = Peter | title = The Bábí &amp;amp; Bahá’í Religions: From Messianic Shí&#039;ism to a World Religion | location = Cambridge | publisher = The University Press | year = 1987 | pages = pp. 60 | id =ISBN 0521301289}}&amp;lt;/ref&amp;gt;  Alguns Babís foram longe o suficiente para refutar as reivindicações de sucessão do Mírzá Yahyá, avançando argumentos contra, e disseminando seus próprios escritos.&amp;lt;ref name=&amp;quot;rob1&amp;quot;&amp;gt;{{cite book |author= Taherzadeh, Adib |year= 1976 |title= The Revelation of Bahá’u’lláh, Volume 1: Baghdad 1853-63 |publisher= George Ronald |location=Oxford, UK |id= ISBN 0853982708}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bahá&#039;u&#039;lláh permaneceu em Bagdá por mais de sete anos. Durante esse tempo, enquanto mantinha Sua posição como [[Manifestação de Deus|Manifestante de Deus]] escondido, Ele ensinou os ensinamentos do Báb. Ele publicou muitos livros e versos, o qual Ele chamou de revelações, incluindo o [[Kitáb-i-Íqán|Book of Certitude]] e as [[Palavras Ocultas]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A crescente influência de Bahá&#039;u&#039;lláh na cidade, e o renascimento da comunidade Bábí ganhou atenção de Seus inimigos entre os cleros islâmicos e governo persa. &amp;lt;ref name=&amp;quot;britannica&amp;quot;&amp;gt;{{cite encyclopedia | year = 1988 | title = The Bahá’í Faith | encyclopedia = Britannica Book of the Year | publisher = Encyclopaedia Britannica | location = Chicago | id = ISBN 0852294867}}&amp;lt;/ref&amp;gt;  Eles eventualmente conseguiram fazer com o governo Otomano exilasse Bahá&#039;u&#039;lláh de Bagdá para Constantinopla.&amp;lt;ref name=&amp;quot;britannica&amp;quot; /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===O Festival de Ridván===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 22 de abril de 1863, Bahá&#039;u&#039;lláh e seus acompanhantes partiram de Bagdá e acamparam no [[Jardim de Ridván]], onde permanecereram por doze dias, antes de sua partida para o exílio para Constantinopla. O momento de tristeza revelou-se uma ocasião de muita alegria, pois nesta data Bahá&#039;u&#039;lláh relatou a visão que teve durante o cativeiro em Síyáh-Chál, segundo a qual era ele o Mensageiro de Deus profetizado por Báb. Hoje os Bahá&#039;ís celebram os doze dias que Bahá&#039;u&#039;lláh esteve no Jardim de Ridván conhecido como o [[Festival de Ridván]], especialmente a data de Sua declaração é comemorada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os onze anos de segredo no período que Bahá&#039;u&#039;lláh recebeu a revelação no Síyáh-Chál e sua declaração no Jardim de Ridván é referido por historiadores Bahá’ís e por Bahá’u’lláh mesmo  &#039;&#039;Ayyam-i butun&#039;&#039; (&amp;quot;Dias Ocultos&amp;quot;).  Bahá&#039;u&#039;lláh afirmou que esse período foi um &amp;quot;tempo de ocultação&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Aprisionamento==&lt;br /&gt;
===Constantinopla (Istambul)===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mencionado anteriormente, Bahá&#039;u&#039;lláh recebeu a ordem de mudar-se para a capital Otomana de Constantinopla (atualmente Istambul). Embora não fosse formalmente prisioneiro ainda, o forçado exílio de Bagdá foi o início de um longo processo o que tornou-se gradualmente em mais exílios e eventualmente a cidade-prisão de [[‘Akká]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bahá&#039;u&#039;lláh e Sua família, junto com um pequeno grupo de baha&#039;ís, permaneceram em Constantinopla por apenas quatro meses (Uma fonte em inglês &amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.h-net.msu.edu/~bahai/diglib/books/P-T/S/sohrab/LP27.gif]&amp;lt;/ref&amp;gt; menciona que setenta e cinco pessoas estavam juntas.) Durante este tempo o embaixador persa na corte do Sultão montou uma campanha sistemática contra Bahá&#039;u&#039;lláh. Foi exilado assim para Adrianópolis (atualmente Edirne), mas antes de sair Ele escreveu uma epístola ao sultão, os conteúdos são desconhecidas, mas Shamsi Big, que entregou a carta, deu o seguinte relatório:&lt;br /&gt;
:&amp;quot;Eu não sei o que a carta continha, porque não mais logo o grande vizir leu e então ficou com uma cor de cadáver, e comentou: &#039;É como se o Rei dos Reis estivesse emitindo Sua ordem para Seu rei vassalo mais humilde e regulando Sua conduta.&#039;&amp;quot;&amp;lt;ref&amp;gt;Citação {{cite book| first=Shoghi | last=Effendi | authorlink=Shoghi Effendi | year=1944 | title=A Presença de Deus | url=http://reference.bahai.org/en/t/se/GPB/gpb-10.html#pg160 | pages= p. 160}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Adrianópolis (Edirne)===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o mês de dezembro em 1863, Bahá’u’lláh e Sua família embarcaram numa jornada de doze dias para Adrianópolis. Bahá’u’lláh residiu em Adrianópolis por quatro anos.  Mírzá Yahyá, ao ouvir as palavras de Bahá&#039;u&#039;lláh na epístola lida para ele, desafiando ele a aceitar a revelação de Bahá&#039;u&#039;lláh, fez um contra-argumento que ele era o profetizado pelo Báb. Isso causa uma divisão na comunidade Bábí, e os seguidores de Bahá&#039;u&#039;lláh ficaram conhecidos como [[Fé Bahá&#039;í|Bahá’ís]], enquanto os que seguiam Mírzá Yahyá, também conhecido como Subh-i-Azal (&amp;quot;Manhã Eterna&amp;quot;) ficaram conhecidos como Azalís. Em Adrianópolis, Bahá&#039;u&#039;lláh foi envenenado e quase morreu. Sua mão esquerda ficou trêmula pelo resto de sua vida. Textos históricos bahá&#039;ís, e conteúdos contemporâneos, indicam que o Subh-i-Azal esteve diretamente por trás do envenenamento. &amp;lt;ref&amp;gt;{{cite book| last=Mírzá Muhammad Jawád of Qazvín| year=1904| title=An epitome of Bábí and Bahá’í history to A.D. 1898| url=http://www.h-net.org/~bahai/diglib/books/A-E/B/browne/material/qazvini.htm}}&amp;lt;/ref&amp;gt; &amp;lt;ref&amp;gt;{{cite web | title = Baha&#039;u&#039;llah&#039;s Surah of God: Text, Translation, Commentary| last = Cole | first = Juan R.I. | accessdate=2006-11-24 | url=http://www.h-net.org/~bahai/trans/vol6/surall.htm}}&amp;lt;/ref&amp;gt; Mas como contra-argumento os Azalís acusaram Ele de ter se envenenado acidentalmente. &amp;lt;ref&amp;gt; Mirza Aqa Khan Kirmani made this claim later in his &#039;&#039;Hasht-Bihisht&#039;&#039;. This book is abstracted in part by E.G. Browne in &amp;quot;Note W&amp;quot; of his translation of &#039;&#039;A Traveller&#039;s Narrative&#039;&#039;, ({{cite book | last = Browne | first= E.G. | year = 1891 | title=&#039;&#039;A Traveller&#039;s Narrative, An epitome of Bábí and Bahá’í history to A.D. 1898| pages = p. 359 | url=http://www.h-net.msu.edu/~bahai/diglib/books/A-E/B/browne/tn/tnappx2.htm}}). However, contemporary historians recognize that: &amp;quot;The Azali Babis and in particular Mirza Aqa Khan Kirmani and Shaykh Ahmad Ruhi showed little hesitation in alteration and falsification of Babi teachings and history in their works.&amp;quot; ({{cite journal | last = Manuchehri | first = Sepehr | title = The Practice of Taqiyyah (Dissimulation) in the Babi and Bahai Religions | journal = Research Notes in Shaykhi, Babi and Baha&#039;i Studies | volume = Vol. 3 | issue = no. 3 | date = September, 1999 | url = http://www.h-net.org/~bahai/notes/vol3/taqiya.htm | accessdate = 2007-11-27 }}) &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br clear=all&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cartas aos Líderes do Mundo===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Adrianópolis Bahá&#039;u&#039;lláh escreveu cartas a líderes políticos e religiosos, convocando-os a abandonar seus caminhos e dedicar-se ao bem-estar dos povos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foram endereçados pelas epístolas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Sultão Abdul-Azíz, Rei do Império Otomano&lt;br /&gt;
*Alexandre Nicolau II, o Czar da Rússia&lt;br /&gt;
*Francisco José, Imperador da Áustria e Rei da Hungria&lt;br /&gt;
*Napoleão III, Imperador da França&lt;br /&gt;
*Nasser-al-Din Shah, Imperador da Pérsia&lt;br /&gt;
*Rainha Vitória, do Império Britânico&lt;br /&gt;
*Kaiser Guilherme I, da Alemanha&lt;br /&gt;
*Papa Pio IX&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com as tradições Bahá&#039;í todos estes líderes sofreram maldições subseqüentemente às epístolas por terem rejeitado os ensinamentos de Bahá&#039;u&#039;lláh, exceto pela Rainha Vitória que respondeu de forma receptiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===‘Akká===&lt;br /&gt;
[[Image:Prison_in_akka.jpg|thumb|right|250px|Cela da prisão de Bahá&#039;u&#039;lláh, ‘Akká]]&lt;br /&gt;
Os Azalís conseguiram pressionar com que as autoridades otomanas e persas exilassem Bahá’u’lláh e os bahá&#039;ís mais uma vez. Em uma manhã, sem aviso, soldados cercaram o lar de Bahá&#039;u&#039;lláh e disse a todos para se preparem para ser deportados para a cidade-prisão de ‘Akká.  Bahá&#039;u&#039;lláh e Sua família partiram de Adrianópolis em 12 de agosto de 1868 e depois de uma jornada pela terra e o mar chegaram em [[‘Akká]] no dia 31 de agosto. Os habitantes de ‘Akká foram alertados de que os novos prisioneiros eram inimigos do estado, de Deus e Sua religião, e que associação com eles era estritamente proibida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os primeiros anos em ‘Akká impôs situações muito severas, e marcou ocasiões muito difíceis para Bahá’u’lláh. [[Mírzá Mihdí]], filho de Bahá&#039;u&#039;lláh, caiu através de uma clarabóia com 22 anos de idade enquanto andava para frente e para trás em estado de oração e meditação. Bahá&#039;u&#039;lláh ofereceu curar Mirzá Mihdí mas ele pediu ao invés que sua vida fosse usada como sacrifício para que os portões da prisão abrissem e que os peregrinos pudessem visitar a família sagrada. Meses depois a população e as autoridades começaram a confiar e respeitar Bahá&#039;u&#039;lláh, e as condições do aprisionamento foram melhoradas e Ele eventualmente foi libertado para deixar a cidade-prisão e visitar os lugares próximos. De 1877 até 1879] Bahá&#039;u&#039;lláh residiu numa casa de Mazra&#039;ih.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Últimos anos==&lt;br /&gt;
===Bahjí===&lt;br /&gt;
[[Image:Shrine-baha1.jpg|right|thumb|250px|O santuário onde Bahá&#039;u&#039;lláh está enterrado.]]&lt;br /&gt;
Os anos finais da vida de Bahá&#039;u&#039;lláh (1879-1892) foram passados na mansão de Bahjí, na proximidade de `Akká, mesmo que fosse ainda formalmente um prisioneiro do império do otomano. Durante seus anos no `Akká e Bahjí, Bahá&#039;u&#039;lláh produziu muitos volumes de suas obras produzidas incluindo o [[Kitáb-i-Aqdas]] (O Livro Sacratíssimo).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pessoas de todas as partes viajavam e pediam para estar na presença de Bahá&#039;u&#039;lláh, entre elas o orientalista E.G. Browne de Cambridge, que relatou o evento em 1890:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;... Passaram-se um ou dois segundos antes que eu, palpitante de admiração e reverência, tomasse finalmente consciência de que a sala não estava deserta... Jamais posso esquecer-me da fisionomia daquele a quem olhava, embora não possa descrevê-la. Aqueles olhos penetrantes pareciam ler-nos a própria alma;... Não me foi preciso perguntar em presença de quem eu estava, enquanto curvei-me diante daquele que é o objeto de uma devoção e um amor que os reis poderiam invejar e os imperadores almejar em vão!&lt;br /&gt;
&amp;lt;ref&amp;gt;&#039;&#039;Loc. cit.&#039;&#039;&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 9 de maio de 1892 Bahá&#039;u&#039;lláh teve uma ligeira febre que cresceu ao passar dos dias, diminuiu, e finalmente tomou Sua vida em 29 de maio de 1892. Ele foi enterrado em um santuário localizado próximo a Mansão de Bahjí.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Proclamações==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bahá&#039;u&#039;lláh declarou que Ele era o &amp;quot;Prometido&amp;quot; de todas as religiões , cumprindo as profecias messiânicas encontradas nas religiões mundiais.&amp;lt;ref name=&amp;quot;buck_eschatologic&amp;quot;&amp;gt;{{cite book | title = Studies in Modern Religions, Religious Movements and the Bābī-Bahā&#039;ī Faiths | editor = Sharon, Moshe | chapter = The eschatology of Globalization: The multiple-messiahship of Bahā&#039;u&#039;llāh revisited | first = Christopher | last = Buck | id = ISBN 90-04-13904-4 | pages = p. 143-178 | location = Boston | publisher = Brill | year = 2004}}&amp;lt;/ref&amp;gt; Ele declarou que ser vários messias convertido em uma pessoa era no sentido espiritual, ao invés de material, cumprimento das profecias messiânicas e escatológicas encontradas nos escritos das religiões principais.&amp;lt;ref name=&amp;quot;buck_eschatologic&amp;quot;/&amp;gt;  As afirmações escatológicas de Bahá’u’lláh constituem seis identificações messiânicas distintivas: do judaísmo, a encarnação do &amp;quot; Father&amp;quot; eterno para a &#039;&#039;profecia Yuletide&#039;&#039; de Isaías 9:6, o &amp;quot;Senhor das Hostes&amp;quot;; do [[Cristianismo]], o &amp;quot;Espírito da Verdade&amp;quot; ou Consolador previsto por [[Jesus]] em Seu discurso de despedida no João 14-17 e o retorno de Cristo &amp;quot; na glória do Pai&amp;quot;; do Zoroastrianismo, o retorno de Shah Bahram Varjavand, um messias Zoroastriano previsto em vários textos Pahlavi; do Islã xiita o retorno do Terceiro Imame, Imame Husayn; do Islã sunita, o retorno de Jesus, Isa; e da Fé Babí, &amp;quot;Aquele Que Deus Tornará Manifesto&amp;quot;.&amp;lt;ref name=&amp;quot;buck_eschatologic&amp;quot;/&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora Bahá&#039;u&#039;lláh não tenha dito que Ele era o messias hindu ou budista, porém Ele afirmou em princípio através de Seus escritos.&amp;lt;ref name=&amp;quot;buck_eschatologic&amp;quot;/&amp;gt;  Depois, ´Abdu’l-Bahá declarou que Bahá&#039;u&#039;lláh era o Kalki avatar, que é um dos clássicos Vaishnavas na tradição hindu e é o décimo e último avatar (grande incarnação) de Vishnu que irá vir para acabar com a Idade da Escuridão e Destruição.&amp;lt;ref name=&amp;quot;buck_eschatologic&amp;quot;/&amp;gt; Bahá&#039;ís também acreditam que Bahá&#039;u&#039;lláh é o cumprimento da profecia da vinda de Maitreya Buddha, que é o futuro Buda que eventualmente apareceria na Terra, atingiria a iluminação completa, e ensinaria o Dharma puro.&amp;lt;ref name=&amp;quot;momen_buddha&amp;quot;&amp;gt;{{cite web | title = Buddhism and the Baha&#039;i Faith | first = Moojan | last = Momen | publisher = bahai-library.org | url = http://bahai-library.org/encyclopedia/buddhism.html | accessdate = 2007-07-15 | date = 2002-03-02}}&amp;lt;/ref&amp;gt; Bahá&#039;ís acreditam que a profecia de que Maitreya iria introduzir uma nova sociedade de tolerância e amor seria cumprido com os ensinamentos de Bahá&#039;u&#039;lláh para a paz mundial.&amp;lt;ref name=&amp;quot;momen_buddha&amp;quot; /&amp;gt; Bahá&#039;u&#039;lláh é um descendente de uma longa linha de reis da Pérsia através de Yazdgerd III, o último monarca da dinastia Sasanian;&amp;lt;ref&amp;gt;{{cite book |author=H. Balyuzi |year=1980 |title=Baha&#039;u&#039;llah: The King of Glory |publisher = George Ronald |location = Oxford, Great Britain |pages= pp. 9-12 }}&amp;lt;/ref&amp;gt; Ele também é descendente de [[Abraão]] através de Sua terceira esposa Keturah.&amp;lt;ref&amp;gt;{{cite book |last = Sears |first = William | origyear = 1961 |year = 2002 |title = Thief in the Night |publisher = George Ronald |location = Oxford, UK |id = ISBN 085398008x}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Sucessão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Bahá&#039;u&#039;lláh faleceu, Ele deixou um testamento, o qual declarava o seguinte em relação a sucessão:&lt;br /&gt;
:&amp;quot;A Vontade do Testador divino é isto: É incumbente sob Aghsán, o Afnán e Minha família para virar, um e todos, suas faces perante O Mais Grande Ramo... Verdadeiramente Deus tem ordenado a estação do Grande Ramo [Muhammad ‘Alí] para ser abaixo do Mais Grande Ramo [´Abdu’l-Bahá]. Ele é em verdade o Ordenador, o Todo-Sábio. Nós escolhemos ‘o Grande’ após ‘o Mais Grande’, como decretado por Ele quem é Todo-Conhecedor, o Todo-Informado.&amp;quot;&amp;lt;ref&amp;gt;{{cite book | author=Bahá’u’lláh | origyear=1873-92 | year=1994 | title=Tablets of Bahá’u’lláh Revealed After the Kitáb-i-Aqdas | publisher=Bahá’í Publishing Trust | location=Wilmette, Illinois, USA |id=ISBN 0877431744 | url=http://reference.bahai.org/en/t/b/TB/tb-16.html#gr9 | pages=p. 221 }}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O favor cedido a [[´Abdu’l-Bahá]] foi uma causa de inveja entre a família de Bahá&#039;u&#039;lláh. Muhammad &#039;Alí insistiu que ele deveria liderar a comunidade Bahá&#039;í. Este período é considerado pelos bahá&#039;ís como uma das provações mais difíceis dos primeiros anos da Fé. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devido ao conflito causado pelo Seu meio-irmão, ´Abdu’l-Bahá excomungou ele como um [[Rompedor do Convênio]]. A divisão não sobreviveu por muito tempo. Depois de ter si afastado da comunidade Bahá&#039;í, Muhammad &#039;Ali faleceu em 1937 com apenas alguns seguidores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Obras==&lt;br /&gt;
[[Image:Revelation-writing-bahaullah.jpg|left|thumb|Folha da Epístola ao Filho do Lobo (Lawh-i-Ibn-i-Dhi&#039;b), na escrita revelada por Mirza Aqa Jan, o secretário de Bahá’u’lláh.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:Pen-of-bahaullah.jpg|thumb|Caneta-tinteiro e ferramenta para tinta usados por Bahá&#039;u&#039;lláh.]]Bahá&#039;u&#039;lláh escreveu diversos livros, epístolas e orações, dos quais apenas uma fração deles foram traduzidos. Ele revelou milhares de epístolas com o total de volume equivalente a 70 vezes o tamanho do Alcorão e 15 vezes do tamanho do Antigo e Novo Testamento na Bíblia. &amp;lt;ref&amp;gt;{{cite web | title = A new volume of Bahá’í sacred writings, recently translated and comprising Bahá’u’lláh&#039;s call to world leaders, is published| last = BWNS| accessdate=2006-11-24 | url=http://www.bahaiworldnews.org/story.cfm?storyid=163}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;{{cite web | title = Bahá’í Archives - Preserving and safeguarding the Sacred Texts| last = Archives Office at the Bahá’í World Centre, Haifa, Israel| accessdate=2006-11-24 | url=http://home.wanadoo.nl/arjen.nandita2/bahai-archives.htm}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;{{cite web | title = Numbers and Classifications of Sacred Writings texts| last = Universal House of Justice| accessdate=2006-11-24 | url=http://bahai-library.com/?file=uhj_numbers_sacred_writings}}&amp;lt;/ref&amp;gt; Abaixo estão algumas das obras que já foram traduzidas para o português:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Epístola ao Filho do Lobo]]&lt;br /&gt;
* Os [[Quatro Vales]]&lt;br /&gt;
* [[Jóias dos Mistérios Divinos]]&lt;br /&gt;
* [[Seleção dos Escritos de Bahá&#039;u&#039;lláh]]&lt;br /&gt;
* As [[Palavras Ocultas]]&lt;br /&gt;
* O [[Kitáb-i-Aqdas]]&lt;br /&gt;
* O [[Kitáb-i-Íqán]]&lt;br /&gt;
* Orações e Meditações&lt;br /&gt;
* [[Os Sete Vales]]&lt;br /&gt;
* [[O Chamado do Senhor das Hostes]]&lt;br /&gt;
* [[O Tabernáculo da Unidade]] &lt;br /&gt;
* [[Epístolas de Bahá&#039;u&#039;lláh]] revelados após o Kitáb-i-Aqdas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jináb-i-Fádil-i-Mázindarání, ao analisar os escritos de Bahá&#039;u&#039;lláh, declarou que Ele escreveu numa seguinte lista de modelos ou categorias:&amp;lt;ref&amp;gt;{{cite book| author=Fádil-i-Mázindarání, Asadu&#039;lláh | year=1967 | title=Asráu&#039;l-Á&amp;lt;u&amp;gt;th&amp;lt;/u&amp;gt;ár, Vol.I| pages= p.453 | publisher=Bahá’í Publishing Trust, Tehran | }}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
# Interpretação de escritos religiosos.&lt;br /&gt;
# Escritos contendo leis e mandamentos.&lt;br /&gt;
# Escritos místicos.&lt;br /&gt;
# Escritos sobre o governo e a nova ordem, e cartas para os reis e líderes do mundo.&lt;br /&gt;
# Escritos sobre o conhecimento, filosofia, medicina, alquimia etc.&lt;br /&gt;
# Escritos pedindo por educação, bom caráter e virtudes.&lt;br /&gt;
# Escritos com ensinamentos sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fotografia de Bahá&#039;u&#039;lláh==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem duas fotografias de Bahá&#039;u&#039;lláh, datadas de 1868. Ambas estão sob a guarda da [[Casa Universal de Justiça]], em Haifa, Israel. A maioria dos seguidores da Fé Bahá&#039;í tem grande reverência à imagem de Bahá&#039;u&#039;lláh e evita vê-la exceto em ocasiões especiais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;div class=&amp;quot;references-small&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |author= ‘Abdu’l-Bahá, (Browne, E.G., Tr.)&lt;br /&gt;
 |year= 1891&lt;br /&gt;
 |title= A Traveller&#039;s Narrative: Written to illustrate the episode of the Bab&lt;br /&gt;
 |publisher= Cambridge University Press&lt;br /&gt;
 |url= http://www.h-net.org/~bahai/diglib/books/A-E/B/browne/tn/hometn.htm&lt;br /&gt;
 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |author=‘Abdu’l-Bahá, (Browne, E.G., Tr.)&lt;br /&gt;
 |year=1886&lt;br /&gt;
 |title=A Traveller&#039;s Narrative: Written to illustrate the episode of the Bab&lt;br /&gt;
 |publisher=Kalimát Press&lt;br /&gt;
 |location=Los Angeles, USA&lt;br /&gt;
 |edition=2004 reprint, with translator&#039;s notes&lt;br /&gt;
 |id=ISBN 1890688371&lt;br /&gt;
 |url=http://reference.bahai.org/en/t/ab/TN/&lt;br /&gt;
 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |first=Hasan&lt;br /&gt;
 |last=Balyuzi&lt;br /&gt;
 |year=2000&lt;br /&gt;
 |title=Bahá’u’lláh, King of Glory&lt;br /&gt;
 |edition=Paperback&lt;br /&gt;
 |publisher=George Ronald&lt;br /&gt;
 |location=Oxford, UK&lt;br /&gt;
 |id=ISBN 0853983283&lt;br /&gt;
 }} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |last = Blomfield&lt;br /&gt;
 |first = Lady &lt;br /&gt;
 |authorlink = Lady Blomfield&lt;br /&gt;
 |origyear = 1956&lt;br /&gt;
 |year = 1975&lt;br /&gt;
 |title = The Chosen Highway&lt;br /&gt;
 |publisher = Bahá’í Publishing Trust&lt;br /&gt;
 |location = London, UK&lt;br /&gt;
 |id = ISBN 0877430152&lt;br /&gt;
 |url = http://arthursclassicnovels.com/arthurs/bahai/choshw10.html&lt;br /&gt;
 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*British Broadcasting Corporation (2002). [http://www.bbc.co.uk/religion/religions/bahai/ BBC Religion and Ethics Special: Bahá’í]. Retrieved January 15, 2005.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*&amp;quot;The Kitab-i Iqan:An Introduction to Bahá’u’lláh&#039;s Book of Certitude with Two Digital Reprints of Early Lithographs&amp;quot; by Christopher Buck in &#039;&#039;Occasional Papers in Shaykhi, Bábi and Bahá’í Studies&#039;&#039;, Vol. 2, No. 5 (June, 1998) Available online [http://www.h-net.org/~bahai/bhpapers/vol2/iqan&amp;amp;sn.htm here].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |first=Shoghi&lt;br /&gt;
 |last=Effendi&lt;br /&gt;
 |authorlink=Shoghi Effendi&lt;br /&gt;
 |year=1944&lt;br /&gt;
 |title=God Passes By&lt;br /&gt;
 |publisher=Bahá’í Publishing Trust&lt;br /&gt;
 |location=Wilmette, Illinois, USA&lt;br /&gt;
 |id=ISBN 0877430209&lt;br /&gt;
 |url=http://reference.bahai.org/en/t/se/GPB/&lt;br /&gt;
 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |last = Furútan&lt;br /&gt;
 |first = `Alí-Akbar (editor)&lt;br /&gt;
 |year = 1986&lt;br /&gt;
 |title = Stories of Bahá’u’lláh&lt;br /&gt;
 |publisher = George Ronald&lt;br /&gt;
 |location = Oxford, UK&lt;br /&gt;
 |id = ISBN 0853982430&lt;br /&gt;
 }} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |author = Hatcher, J.S.&lt;br /&gt;
 |year = 1997&lt;br /&gt;
 |title = The Ocean of His Words: A Reader&#039;s Guide to the Art of Bahá’u’lláh  &lt;br /&gt;
 |publisher = Bahá’í Publishing Trust&lt;br /&gt;
 |location = Wilmette, Illinois, USA&lt;br /&gt;
 |id = ISBN 0877432597&lt;br /&gt;
 }} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |author=Nabíl-i-Zarandí&lt;br /&gt;
 |authorlink=Nabíl-i-A&#039;zam&lt;br /&gt;
 |origyear=1890&lt;br /&gt;
 |year=1932&lt;br /&gt;
 |title=The Dawn-Breakers: Nabíl’s Narrative&lt;br /&gt;
 |edition=Hardcover&lt;br /&gt;
 |editor=Shoghi Effendi (Translator)&lt;br /&gt;
 |publisher=Bahá’í Publishing Trust&lt;br /&gt;
 |location=Wilmette, Illinois, USA&lt;br /&gt;
 |id=ISBN 0900125225&lt;br /&gt;
 |url=http://reference.bahai.org/en/t/nz/DB/&lt;br /&gt;
 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
  |author = Salmani, Ustad Muhammad-`Aliy-i, the Barber&lt;br /&gt;
  |coauthors = Gail, Marizieh (tr.)&lt;br /&gt;
  |title = My Memories of Bahá’u’lláh&lt;br /&gt;
  |publisher = Kalimát Press&lt;br /&gt;
  |date = 1982&lt;br /&gt;
  |location = Los Angeles, USA&lt;br /&gt;
  |id = ISBN 0933770219 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |author= Taherzadeh, Adib&lt;br /&gt;
 |year= 1976&lt;br /&gt;
 |title= The Revelation of Bahá’u’lláh, Volume 1: Baghdad 1853-63&lt;br /&gt;
 |publisher= George Ronald&lt;br /&gt;
 |location=Oxford, UK&lt;br /&gt;
 |id= ISBN 0853982708&lt;br /&gt;
 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |author= Taherzadeh, Adib&lt;br /&gt;
 |year= 1977&lt;br /&gt;
 |title= The Revelation of Bahá’u’lláh, Volume 2: Adrianople 1863-68&lt;br /&gt;
 |publisher= George Ronald&lt;br /&gt;
 |location=Oxford, UK&lt;br /&gt;
 |id= ISBN 0853980713&lt;br /&gt;
 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |author= Taherzadeh, Adib&lt;br /&gt;
 |year= 1984&lt;br /&gt;
 |title= The Revelation of Bahá’u’lláh, Volume 3: ‘Akká, The Early Years 1868-77&lt;br /&gt;
 |publisher= George Ronald&lt;br /&gt;
 |location=Oxford, UK&lt;br /&gt;
 |id= ISBN 0853981442&lt;br /&gt;
 }}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*{{cite book&lt;br /&gt;
 |author= Taherzadeh, Adib&lt;br /&gt;
 |year= 1987&lt;br /&gt;
 |title= The Revelation of Bahá’u’lláh, Volume 4: Mazra&#039;ih &amp;amp; Bahji 1877-92&lt;br /&gt;
 |publisher= George Ronald&lt;br /&gt;
 |location=Oxford, UK&lt;br /&gt;
 |id= ISBN 0853982708&lt;br /&gt;
 }}&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ligações externas==&lt;br /&gt;
* [http://info.bahai.org/portuguese/bahaullah.html Bahá&#039;u&#039;lláh. Fundador da Fé Bahá&#039;í]&lt;br /&gt;
* [http://www.bahai.pt/ Comunidade Baha&#039;i de Portugal]&lt;br /&gt;
* [http://www.bahai.org.br/ Fé Bahá&#039;í - Comunidade Bahá&#039;í do Brasil]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Figuras Centrais|*]]&lt;br /&gt;
[[Category:Manifestantes de Deus]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[de:Bahá&#039;u&#039;lláh]]&lt;br /&gt;
[[en:Bahá’u’lláh]]&lt;br /&gt;
[[fr:Bahá&#039;u&#039;lláh]]&lt;br /&gt;
[[zh:巴哈欧拉]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bot</name></author>
	</entry>
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		<title>Fé Bahá&#039;í</title>
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		<updated>2008-11-12T20:54:41Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Bot: Bot:  Removendo: de:Bahá’í-Religion Modificando: en:Bahá’í Faith&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:TerracesBenGurion2.jpg|thumb|right|300px|[[Santuário do Báb]] e os jardins Bahá’í em Haifa, Israel]]&lt;br /&gt;
A &#039;&#039;&#039;Fé Bahá&#039;í&#039;&#039;&#039;&amp;lt;ref&amp;gt;Em muitas referências e livros encontram-se o termo &amp;quot;Bahaismo&amp;quot;, sendo &amp;quot;Fé Bahá&#039;í&amp;quot; a denominação correta.&amp;lt;/ref&amp;gt; foi fundada por [[Bahá&#039;u&#039;lláh]], na antiga Pérsia em 1844. Apesar de ser uma fé mundial com suas próprias leis e escrituras sagradas, não possui dogmas, rituais, clero ou sacerdócio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Bahá&#039;u&#039;lláh&#039;&#039; é um título que significa &amp;quot;Glória de Deus&amp;quot;. Seus seguidores são conhecidos como bahá&#039;ís. Sendo bahá (بهاء) um termo árabe que significa &amp;quot;Glória&amp;quot; ou &amp;quot;Esplendor&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com os ensinamentos bahá&#039;ís, todas as religiões reveladas são provenientes da Vontade de um único Deus. Nesta concepção a revelação é [[Revelação Progressiva|progressiva]], ou seja, em cada época Deus envia seus Manifestantes para educar a humanidade segundo o desenvolvimento espiritual da humanidade e necessidades de cada período.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os bahá&#039;is entendem que a história humana foi, por muito tempo, apenas a narração dos acontecimentos de reinos, povos, nações, religiões e idelogias, e que a História da Humanidade, como uma unidade  planetária começa com a mensagem de [[Bahá&#039;u&#039;lláh]]. A construção de uma civilização global em eterno progresso, que respeite a unidade na diversidade e a humanidade como uma única raça forma a essência da prática bahá&#039;í.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Figuras centrais ==&lt;br /&gt;
=== O Báb ===&lt;br /&gt;
Em 1844, [[Báb|Siyyid &#039;Ali-Muhammad]] (1819-1850), conhecido como o &#039;&#039;[[Báb]]&#039;&#039; (&amp;quot;A Porta&amp;quot;), proclamou uma nova revelação de [[Deus]], dando origem a Fé Bábí. Além de anunciar ser o Qá&#039;im aguardado pelos muçulmanos, o Báb afirmava que sua principal missão era preparar a vinda de um profeta ou manifestante de Deus ainda maior que o próprio Báb.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Bahá&#039;ís consideram o Báb como o arauto da Fé Bahá&#039;í, pois Ele alude a uma figura Messiânica - &amp;quot;Aquele que Deus tornará Manifesto&amp;quot; - que brevemente se revelaria. Posteriormente, Bahá&#039;u&#039;lláh em 1863, declarou Sua missão, fundando a Fé Bahá&#039;í.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Bahá&#039;u&#039;lláh===&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Mírzá Husayn&#039; ‘Ali&#039;&#039;&#039; (1817-1892), que se auto-entitulou &#039;&#039;&#039;Bahá&#039;u&#039;lláh&#039;&#039;&#039; (denominação Árabe que significa &#039;&#039;Glória de Deus&#039;&#039;), foi o fundador da Fé Bahá&#039;í. Bahá&#039;u&#039;lláh proclamou em 1863 ser o Prometido pelo Báb e pelas demais religiões mundiais. Afirmou ser o portador de uma mensagem divina destinada a estabelecer a unidade mundial e eliminar os preconceitos e as divisões.  Escreveu epístolas aos principais soberanos da época, exortando-os à paz e à concórdia. Sofreu |aprisionamento, tortura e exílios durante 40 anos até ser aprisionado definitivamente em Akká, Israel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===´Abdu&#039;l-Bahá===&lt;br /&gt;
[[´Abdu&#039;l-Bahá|&#039;Abbás Effendi]] (1844-1921), filho mais velho de Bahá&#039;u&#039;lláh, foi designado por seu pai como o centro de Seu Convênio e o intérprete autorizado de Seus ensinamentos, ao qual todos os bahá&#039;ís deveriam se voltar. Ficou conhecido como &#039;Abdu&#039;l-Bahá (&amp;quot;Servo da Glória&amp;quot;), que por sua vida totalmente devotada ao serviço e à propagação da Causa, os bahá&#039;ís o consideram como o exemplo perfeito ao qual todos os seres humanos devem se espelhar.&lt;br /&gt;
Ensinou a fé de Bahá&#039;u&#039;lláh para diversos países do oriente e ocidente, deu palestras e explicações a eminentes pesquisadores e filósofos, discursou em Londres, na Universidade de Stanford, Califórnia, no Templo Emmanuel, São Francisco.&amp;lt;ref&amp;gt;&#039;Abdu&#039;l-Bahá,   O Segredo da Civilização Divina, 2003 ISBN 8532000797&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Princípios ==&lt;br /&gt;
Todos os ensinamentos bahá&#039;ís giram ao redor de três alicerces principais: a unidade de Deus, unidade de Seus Profetas, unidade da humanidade.&lt;br /&gt;
===Um só Deus===&lt;br /&gt;
Os Bahá&#039;ís acreditam em um único Deus, o criador de todas as coisas,  criaturas e forças do universo. A existência de Deus é conceituada como eterna, não tendo começo ou fim. Embora inacessível e incognoscível, Deus é tido como consciente de Sua criação, com vontade e propósito. Os Bahá&#039;ís acreditam que Deus expressa Sua vontade de várias maneiras, incluindo uma série de mensageiros divinos referidos como Manifestantes de Deus ou algumas vezes como educadores divinos. Essas manifestações que estabelecem religiões no mundo, são uma forma de Deus educar a humanidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ensinamentos Bahá&#039;ís declaram que Deus compreende tudo, por isso não pode ser compreendido. Na Fé Bahá&#039;í Deus é frequentemente referido por títulos, como &amp;quot;Todo-Poderoso&amp;quot; ou &amp;quot;Suprema Sabedoria&amp;quot;, &amp;quot;Aquele que subexiste por si próprio&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Uma só Religião ===&lt;br /&gt;
A despeito de constantes conflitos que há séculos envolvem as religiões na visão de inúmeros expositores, os bahá&#039;ís se apoiam nos próprios ensinamentos dessas religiões para enfatizar que todas as religiões, ao contrário, ensinam o amor e a unidade - sendo a intolerância e o fanatismo origem de tais conflitos.&amp;lt;ref&amp;gt;Esslemont, John E., &#039;&#039;Bahá&#039;u&#039;lláh e a Nova Era&#039;&#039;,(&#039;&#039;&#039;Nova Era&#039; não está relacionado a movimento de nome similar&#039;&#039;) ISBN 8532000223&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
É proibido o fanatismo na Fé Bahá&#039;í, o que consistiria em se fechar a dogmas que muitas vezes podem ser mal-interpretados.&lt;br /&gt;
A luz do princípio de que todas as religiões provém de Deus, os homens podem procurar compreender e desta forma eliminar os preconceitos religiosos.&lt;br /&gt;
&amp;quot;Ó vós que habitais a terra! A religião de Deus visa o amor e união; não a torneis causa de inimizade e conflito... Nutrimos a esperança de que o povo de Bahá possa ser guiado pelas palavras abençoadas: &amp;quot;Vede! Todas as coisas são de Deus!&amp;quot; Esta excelsa afirmação é como água para extinguir o fogo do ódio e da inimizade latente dentro dos corações e peitos dos homens.. Ele, deveras, diz a verdade e mostra o caminho. Ele é o Todo-Poderoso, o Excelso, o Benévolo. &amp;lt;ref&amp;gt;Bahá&#039;u&#039;lláh, Epístolas de Bahá&#039;u&#039;lláh, Editora Bahá&#039;í do Brasil&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A &#039;religião de Deus&#039;, ou &#039;religião una&#039; descrita através da sucessiva revelação Divina a cada época, foi denominada [[Revelação Progressiva]]. De acordo com os bahá&#039;ís, este conceito não é exclusivo da Fé Bahá&#039;í, mas apresentada de diferentes maneiras em todas as religiões. [[Moisés]] fez a promessa ao povo de Seu tempo sobre a vinda de um messias, quando [[Cristo]] afirmou ser o Prometido, também advertiu a Seu povo sobre a vinda de um Messias. Os escritos bahá&#039;ís delineiam categoricamente as religiões que fazem parte da revelação de Deus: o [[sabeísmo]], [[hinduísmo]], [[judaísmo]], [[budismo]], [[zoroastrismo]], [[cristianismo]], [[islamismo]], [[Fé Babí|fé babí]] e fé bahá&#039;í. &amp;lt;ref&amp;gt;[http://pt.wikipedia.org/wiki/Ensinamentos_bah%C3%A1%27%C3%ADs Ensinamentos Bahá&#039;ís], Contém artigo Bahá&#039;í mais detalhado sobre revelação progressiva&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobre a mudança entre as Leis e Ensinamentos de cada Manifestante, Bahá&#039;u&#039;lláh diz:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Ó povo! As palavras são reveladas segundo a capacidade, de modo que os principiantes possam fazer progresso. O leite deve ser dado segunda a medida, a fim de que a criancinha deste mundo, possa entrar no Reino da Grandeza e estabelecer-se na Corte da Unidade.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Os bahá&#039;ís desenvolvem a idéia de que cada época diferente, exige necessidades diferentes. Assim como as leis de um país precisam evoluir conforme evolui sua sociedade, as Leis de Deus sempre evoluem através das religiões, conforme evolui a humanidade.&amp;quot; &amp;lt;ref&amp;gt;[http://bahaibr.multiply.com/journal/item/4/ Fé Bahá&#039;í], (os frutos)&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Um só Mundo === &lt;br /&gt;
Os Bahá&#039;ís acreditam que o ser humano possui uma &amp;quot;alma racional&amp;quot;, na qual provê à espécie uma capacidade única de reconhecer a Deus e a relação da humanidade com seu criador. Todo ser humano é considerado possuidor do dever de reconhecer a Deus através de seus [[Manifestação de Deus|Mensageiros]] e de Seus ensinamentos. Através do reconhecimento e obediência, serviço à humanidade e práticas espirituais, os Bahá&#039;ís acreditam que a alma pode se aproximar de Deus. Quando um ser humano morre, a alma continua existindo no mundo espiritual próximo ou distante de Deus, descreve a relação entre este mundo e o próximo, não sendo nenhum lugar físico, nem a sujeição a recompensas ou punições.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Escritos Bahá&#039;ís enfatizam a igualdade essencial do ser humano e a abolição de todos os tipos de preconceito. A humanidade é considerada essencialmente uma, embora diversificada; esta diversidade de raça e cultura é considerado merecedor de apreciação e tolerância. Doutrinas de racismo, nacionalismo, castas, e classes sociais são impedimentos artificiais da unidade.&amp;lt;ref name=&amp;quot;en&amp;quot;&amp;gt;[http://en.wikipedia.org/wiki/bahai Bahá&#039;í_Faith], Tradução da wikipédia em inglês, &#039;&#039;Human beings&#039;&#039;&amp;lt;/ref&amp;gt; Os ensinamentos Bahá&#039;ís declaram que a unificação da humanidade deve ser assunto principal sobre as condições religiosas e políticas no tempo presente.&amp;lt;ref name=&amp;quot;en&amp;quot;/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Diz o Grande Ser: Ó bem-amados! Ergueu-se o tabernáculo da unidade; não vos considereis uns aos outros como estranhos. Sois os frutos de uma só árvore e as folhas do mesmo ramo.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot; Não se vanglorie o Homem em amar a sua pátria, antes tenha ele glória em amar a sua espécie. A terra é um só país e os seres humanos são seus cidadãos.&amp;lt;ref&amp;gt;&#039;Abdu&#039;l-Bahá, [[Esplendor da Verdade]], introdução, citação de Bahá&#039;u&#039;lláh registrado por E.G. Browne&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ensinamentos==&lt;br /&gt;
=== Princípios sociais ===&lt;br /&gt;
Os bahá´ís trabalham para a restauração da vitalidade espiritual da humanidade como um todo através de educação e da conscientização de que o ser humano é um ser espiritual.&lt;br /&gt;
Os princípios seguintes são frequentemente listados para uma concepção abrangente dos ensinamentos bahá&#039;ís. São derivados das palestras e discursos de `Abdu&#039;l-Bahá quando passou pela Europa e América do Norte. Não sendo estes princípios, portanto, limitados ou definitivos, mas uma breve visualização dos fundamentos da Fé Bahá&#039;í.&amp;lt;ref name=&amp;quot;enwiki&amp;quot;&amp;gt;[http://en.wikipedia.org/wiki/Bahai Fé Bahá&#039;í], Artigo Bahá&#039;í da Wikipédia versão inglesa&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:* &#039;&#039;Unidade de Deus&#039;&#039; - A Fé Baha&#039;i é monoteísta. Só existe um único e verdadeiro Deus, embora adorado com diferentes nomes durante a história da revelação.&lt;br /&gt;
:* &#039;&#039;Unidade da religiões&#039;&#039; - Na compreensão bahai, religião é uma palavra sem plural. Aceitar Baha&#039;u&#039;llah sem aceitar todos os que o precederam, Jesus, Budah, Moisés, etc.. seria contraditório e incoerente.&lt;br /&gt;
:* &#039;&#039;Unidade da humanidade&#039;&#039; - A Fé Baha&#039;i é pelo fim de todo e qualquer tipo de preconceito. Isso inclui a extirpação da discriminação racial, da desigualdade entre os gêneros e mesmo quanto ao estilo de vida de cada um. Ainda que se discorde das opções, deve-se cultivar um profundo amor por todo ser humano.&lt;br /&gt;
:* &#039;&#039;Unidade social&#039;&#039; - O Projeto Baha&#039;i de mundo inclui o fim dos extremos de riqueza e pobreza e o estabelecimento da paz entre as nações, incluíndo a adoção de uma língua auxiliar comum a todos os países. Também é importante a obediência ao governo e o não envolvimento nos jogos de poder dos partidos políticos.&lt;br /&gt;
:* &#039;&#039;Unidade do conhecimento&#039;&#039; - Os Bahais estimulam a livre busca pela verdade, jamais controlada por clérigos ou qualquer poder moderador. Defendem ainda a harmonia entre ciência e religião e uma educação universal, de qualidade e gratuíta em todo o mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Ensinamentos Místicos ===&lt;br /&gt;
As escrituras bahá&#039;ís, como as outras religiões, definem que o propósito da vida é o crescimento espiritual. Sendo este um desenvolvimento gradual, como em um embrião no ventre materno, continuando eternamente após a morte. O paraíso referido em muitas escrituras religiosas, é apontado na Fé Bahá&#039;í como metafórico, já que o desenvolvimento é eterno, trata-se apenas de uma definição necessária adotada pelos Profetas anteriores para melhor compreensão dos povos da época. Os budistas, por exemplo, definem como atingir o Nirvana.&lt;br /&gt;
[[Imagem:Ringstone.jpg|left|thumb|Símbolo Bahá&#039;í que representa a conexão de Deus à humanidade]]&lt;br /&gt;
A &amp;quot;Imagem e Semelhança&amp;quot;, para os bahá&#039;ís, trata-se dos atributos de Deus que refletem na alma humana, sendo como um espelho na qual reflete a &amp;quot;luz&amp;quot; das perfeições divina, esse espelho, entretanto, deve ser polido de modo que possa refletir mais intensamente tais atributos. Acreditam que através da prática das virtudes como bondade, humildade, honestidade, veracidade, serviço, e assim por diante, o ser humano através da experiência da vida vai gradualmente polindo este &#039;espelho&#039;, tornando-se mais rico em compreensão espiritual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os livros mais lidos de Bahá&#039;u&#039;lláh sobre textos místicos são &amp;quot;[[Palavras Ocultas|As Palavras Ocultas]]&amp;quot;, &amp;quot;[[Os Sete Vales]]&amp;quot; e &amp;quot;[[Os Quatro Vales]]&amp;quot;. Os bahá&#039;ís, além dos atos e conduta, desenvolvem a espiritualidade com ajuda de oração e recitação, como também a leitura de textos sagrados. É proibido o monasticismo, considerando que a vida em reclusão nos monastérios não traduz o verdadeiro desenvolvimento espiritual, por outro lado, o trabalho é intensamente recomendado, tido como uma forma de adoração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fé Bahá&#039;í no mundo==&lt;br /&gt;
Fontes Bahá&#039;ís estimam cerca de 5 milhões de adeptos da Fé Bahá&#039;í no mundo.&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.bahai.org/dir/worldwide The Bahá&#039;ís],Site Oficial Internacional Bahá&#039;í&amp;lt;/ref&amp;gt;, enquanto que similarmente várias enciclopédias estimavam entre 2 a 8 milhões de Bahá&#039;ís no início do século 20. A Enciclopédia Britânica de 1998  estimou 7.6 milhões.&amp;lt;ref name=&amp;quot;adeptos&amp;quot;&amp;gt;[http://www.adherents.com/Religions_By_Adherents.html#Baha&#039;i Major Religions Ranked by Size], Quantidade de adeptos da Fé Bahá&#039;í&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Fé Bahá&#039;í é a segunda religião mais espalhada entre as religiões independentes, de acordo com a Enciclopédia Britânica de 1992, levando em consideração o número de países alcançados. A Enciclopédia afirma haver sido a Fé Bahá&#039;í estabelecida em 247 países e territórios; representando cerca de 2.100 grupos étnicos, raciais e tribais; as escrituras bahá&#039;ís foram traduzidas para aproximadamente 800 línguas, possuindo 7 milhões de adeptos no mundo.&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.britannica.com/eb/table?tocId=9394911 Encyclopedia Britannica]&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;ref name=&amp;quot;adeptos&amp;quot;/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O país que possui maior concentração de Bahá&#039;ís é a [[Índia]], com 2,2 milhões de seguidores&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.bahaindia.org/ BahaiIndia.org],Site Oficial Bahá&#039;í da Índia&amp;lt;/ref&amp;gt;. O segundo é o [[Irã]] com cerca de 1 milhão de Bahá&#039;ís&amp;lt;ref&amp;gt;Conforme Enciclopédia Colúmbia de 1993, vide  &#039;&#039;demography&#039;&#039; em [en.wikipedia.org/wiki/Bahai]&amp;lt;/ref&amp;gt;. No [[Brasil]] estima-se 57 mil membros&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.bahai.org.br/ Portal da Fé Bahá&#039;í no Brasil],Site Oficial Bahá&#039;í do Brasil&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Administração ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por não ter clero, nem sacerdócio a administração da Fé Baha&#039;i é essencialmente participativa. As atividades são sempre coordenadas por &#039;&#039;corpos&#039;&#039; de nove membros eleitos pelos próprios Bahá&#039;ís. Todos os Bahá&#039;ís maiores de 21 anos podem votar e ser votados. Nas eleições Bahá&#039;ís não existe qualquer tipo de candidatura, nomeação, campanha eleitoral ou partidos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes noves membros formam a [[Assembléia Espiritual|Assembléias Espirituais]] Locais, em cada cidade onde os bahais existem no mundo. Estes membros eleitos por sua vez, elegem as Assembléias Regionais, que elegem a Assembléia Nacional. Por fim, os membros eleitos na Assembléia Espiritual Nacional elegem os membros da [[Casa Universal de Justiça]], que é a instituição Suprema da Fé Bahá&#039;í.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nenhum indivíduo, ao ser eleito em quaisquer das instituições, possui autoridade individual. As decisões são de caráter consultivo e são válidas somente se o &amp;quot;corpo&amp;quot; estiver completo, com o número mínimo de indivíduos (quorum).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ordem administrativa Bahá&#039;í foi delineada por seu Profeta-Fundador Bahá&#039;u&#039;lláh no Seu Livro [[Kitáb-i-Aqdas]], e por &#039;Abdu&#039;l-Bahá em [[A Última Vontade e Testamento]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Shoghi Effendi]], recebendo a [[Shoghi Effendi|Guardiania]], traduziu diversas obras da literatura Bahá&#039;í, desenvolveu planos globais para a expansão da comunidade Bahá&#039;í e o desenvolvimento do [[Centro Mundial Bahá&#039;í]], criou a estrutura administrativa da religião, preparou a comunidade para a primeira eleição da Casa Universal de Justiça. Morreu em 1957, não havendo necessidade para que um sucessor fosse apontado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As principais instituições Bahá&#039;ís tem o princípio de instaurar justiça nas comunidades bahá&#039;ís, como descrita nas sagradas escrituras, bem como suprir as necessidades ou resolver problemas locais, nacionais ou internacionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Envolvimento na Sociedade==&lt;br /&gt;
===Organização das Nações Unidas===&lt;br /&gt;
Como uma organização não-governamental, a [[Comunidade Internacional Bahá&#039;í]] está envolvida em uma série de atividades que diz respeito a construção da paz, direitos humanos, direitos das mulheres, educação, saúde e desenvolvimento sustentável.&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.bahai.org/article-1-6-0-6.html Bahá&#039;í Topics], A [[Comunidade Internacional Bahá&#039;í]] e as Nações Unidas&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
Bahá&#039;u&#039;lláh, em Seus ensinamentos, assinala a necessidade de um governo mundial desta época. Devido a tal ênfase, muitos Bahá&#039;ís escolheram ajudar nos esforço de melhorar as relações internacionais como a Liga das Nações e a Organização das Nações Unidas. A Comunidade Internacional Bahá&#039;í é uma organização sob a direção da Casa Universal de Justiça em Haifa, e possui estatuto consultivo para com as organizações seguintes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Conselho Econômico e Social (ECOSOC)&lt;br /&gt;
*Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF)&lt;br /&gt;
*Organização Mundial da Saúde (OMS)&lt;br /&gt;
*Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM)&lt;br /&gt;
*Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Comunidade Internacional Bahá&#039;ís possui escritórios na ONU em Nova Iorque e Geneva, e representações nas comissões regionais da ONU e outros escritórios em Addis Ababa, Bangkok, Nairobi, Roma, Santiago e Viena&amp;lt;ref&amp;gt;[http://statements.bahai.org/about.cfm Bahá&#039;í Statement Library], História de Cooperação Ativa da Comunidade Internacional Bahá&#039;í com as Nações Unidas&amp;lt;/ref&amp;gt;. Recentemente um escritório do Programa para o Meio Ambiente e outro para o Fundo de Desenvolvimento para a Mulher foi instituído como parte do Escritório da ONU. A Fé Bahá&#039;í também empreendeu programas comuns de desenvolvimento em várias outras agências das Nações Unidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Círculos de Estudo===&lt;br /&gt;
Os [[Círculo de Estudo Bahá&#039;í|círculos de estudo]] foi desenvolvido para aproximar um sistemático desenvolvimento entre a educação e o desenvolvimento comunitário. São criados pequenos grupos, no qual completam uma sequência de livros, facilitados por um tutor, uma vez terminado o livro, os participantes podem também se tornar facilitadores para outros grupos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O [[Círculo de Estudo Bahá&#039;í#Instituto Ruhi|Instituto Ruhi]] é o programa mais utilizado, foi originalmente criado na [[Colômbia]], mas que pelo resultado obtido, foi expandido para uso em muitos países no mundo. Atualmente o Instituto Ruhi é utilizado no mundo todo como parte das atividades estabelecidas pela Casa Universal de Justiça. O primeiro livro da série envolve três temas centrais: Reflexão sobre a vida do espírito, a oração e vida após a morte. Livros subsequentes incluem educação para as crianças, vida das Figuras Centrais da Fé, serviço, e outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Progama atual das atividades bahá&#039;ís inclui outros Institutos que estão gradualmente criando Livros que proporcionem o desenvolvimento pessoal (espiritual) e comunitário, com base nos ensinamentos bahá&#039;ís, estes novos livros (cerca de 23) criam a oportunidade para a criação de grupos também para pré-jovens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Convenções e práticas Sociais==&lt;br /&gt;
=== Calendário ===&lt;br /&gt;
O &#039;&#039;&#039;calendário bahá&#039;í&#039;&#039;&#039; é um calendário solar com 365 dias. Os anos são compostos por 19 meses de 19 dias cada, adicionado a um período chamado &amp;quot;Dias Intercalares&amp;quot;(são 4 dias, e 5 quando é ano bissexto), entre o 18° e o 19° mês (26 de Fevereiro a 1 de Março). O Ano, no calendário bahá´í começa no equinócio de outono no hemisfério sul no dia 21 de Março do calendário gregoriano. O dia inicia-se e termina no por-do-sol.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Calendário bahá´í foi instituído pelo Báb, posteriormente confirmado por Bahá&#039;u&#039;lláh. Cada mês possui um nome específico, simbolizando atributos de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Símbolos ===&lt;br /&gt;
Um dos símbolos utilizados na Fé Bahá&#039;í é uma estrela de nove pontas que significam as nove religiões monoteístas: [[Sabeismo]], [[Hinduísmo]], [[Judaísmo]], [[Zoroastrismo]], [[Budismo]], [[Cristianismo]], [[Islamismo]], [[Babismo|Fé Babí]] e Fé Bahá&#039;í. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O numéro 8 e 9 são muito reverênciados pelos Bahá&#039;ís, pelo fato de que este número aparece várias vezes na história Bahá&#039;í, como o período entre a revelação do Báb (1844) e a de Bahá&#039;u&#039;lláh (1853), e principalmente pelo valor numérico da palavra Bahá` em árabe. Além de representar por muitos o número da perfeição, ou o número de maior dígito. No Monte Carmelo, no Centro Mundial Bahá&#039;í em Haifa, há quantidade considerável de estrelas de 8 pontas - a estrela de 8 pontas representa a religião islâmica, cuja base arquitetônica foi utilizada no Petronas Towers, na Malásia - que também é usualmente utilizada para representar a religião Bahá&#039;í.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Casamento===&lt;br /&gt;
Casamento Bahá&#039;í é a união de um homem e uma mulher. Propõe uma essência espiritual na união dos cônjuges, de modo que esta seja harmoniosa e que permita o desenvolvimento espiritual de ambos. Os ensinamentos Bahá&#039;ís confirmam a santidade do matrimônio, previsto em religiões anteriores, e classifica tal união como uma fortaleza para o bem-estar e salvação, colocando o casamento e a família como base na estrutura da sociedade humana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;quot;O casamento bahá&#039;í é o compromisso recíproco das duas partes, e sua ligação mútua de coração e mente. Cada um deve, porém, exercer o máximo cuidado para familiarizar-se totalmente com o caráter do outro, para que o firme convênio entre eles seja um laço que dure para sempre. Seu propósito deve ser este: tornarem-se amorosos companheiros e camaradas, unidos um ao outro por todo o sempre. ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:O verdadeiro casamento de bahá&#039;ís é este: que o marido e a mulher estejam unidos física e espiritualmente, que sempre melhorem a vida espiritual um do outro, e que desfrutem de unidade sempiterna em todos os mundos de Deus.&amp;quot;&lt;br /&gt;
::(&#039;Abdu&#039;l-Bahá, Selecao dos Escritos de &#039;Abdu&#039;l-Baha)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Casas de adoração ===&lt;br /&gt;
Os templos Bahá&#039;ís têm todos nove entradas, pela simbologia da estrela e de que o número nove é o maior dígito, o número da perfeição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim conhecidas como [[Casa de Adoração Bahá&#039;í|Casas de Adoração]] pelos bahá´ís, esses templos são construídos unicamente para a realização de orações. Não havendo nenhuma espécie de culto, é permitido a livre entrada de pessoas de todas as religiões. Lá, cada indivíduo é incentivado a recitar as palavras reveladas por [[Deus]], sejam estas de [[Krishna]], [[Moisés]], [[Zoroastro]], [[Buda]], [[Cristo]], [[Maomé]], [[Báb]] ou [[Bahá&#039;u&#039;lláh]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um dos templos mais conhecidos e visitados é o templo da [[Índia]] em Nova Delhi, sua arquitetura simboliza uma flor de lotus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os templos bahá´ís simbolizam a Unidade de Deus, Unidade de todos os Seus profetas e Unidade da Humanidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Perseguição==&lt;br /&gt;
Os Bahá&#039;ís continuam sendo perseguidos em diversos países islâmicos, principalmente no Irã, onde cerca de 200 bahá&#039;ís foram mortos entre 1978 e 1998, em reflexo ao histórico genocídio de 20.000 babís e bahá&#039;ís entre 1850 e 1863, onde tanto governo como civis compactuaram com o crime.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 16 de dezembro de 2006, o Conselho Administrativo Supremo do Egito criou uma lei contrária a identificação da Fé Bahá&#039;í em documentos oficiais, tornando impossível a aquisição de documentos necessários como certidão de nascimento, atestado de óbito e carteira de identidade. Eles também perdem a garantia de emprego, educação, tratamento médico ou voto, entre outros.&amp;lt;ref name=&amp;quot;egito&amp;quot;&amp;gt;Sobre os direitos dos Bahá&#039;ís no Egito (visitado a 26/12/2006)[http://www.eipr.org/en/press/06/1612.htm Egyptian Initiative for Personal Rights], Sobre a necessidade do Governo do Egito em encontrar uma solução para o reconhecimento dos bahá&#039;ís como cidadãos egípcios&amp;lt;/ref&amp;gt; O Diretor do EIPR (Iniciativa Egípcia para Direitos Pessoais) Hossam Bahgat, declarou que agora a decisão é da corte do governo, e que este deve &amp;quot;encontrar uma solução para que centenas de cidadãos consigam obter documentos oficiais que reconheçam sua fé, possível por cinco décadas, até que o governo recentemente decide mudar a política e forçá-los a escolher entre o Islamismo e o Cristianismo.&amp;quot;&amp;lt;ref name=&amp;quot;egito&amp;quot;/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde a Revolução Islâmica em 1979, os Bahá&#039;ís iranianos tem tido frequentemente casas saqueadas, banidos de ingressar em universidades&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.bahai.org.br/portasfechadas/default.asp Portas Fechadas], Matéria sobre campanha no Irã para negar educação superior aos bahá&#039;ís (visitado a 26/12/2006)&amp;lt;/ref&amp;gt; ou empregos públicos, e centenas de prisões sem justificativa aparente, frequentes desaparecimentos e falta de julgamentos justos tem acometido esta minoria religiosa; recentemente tendo sidos proibidos das práticas de círculos de estudo. &amp;lt;ref&amp;gt;Sears, William - Quando o Coração Grita, O Genocídio dos Bahá&#039;ís no Irã&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.fidh.org/IMG/pdf/ir0108a.pdf PDF], Discriminação contra minorias religiosas no Irã (baixado em 26/12/2006)&amp;lt;/ref&amp;gt; Diversas vezes locais sagrados da Fé Bahá&#039;í tem sidos demolidos, como a casa de Mirzá Buzurg, pai de Bahá&#039;u&#039;lláh. A casa do Báb em Shiráz foi destruída duas vezes, sendo um dos três locais de peregrinação dos Bahá&#039;ís.&amp;lt;ref name=&amp;quot;enwiki&amp;quot;/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo atualmente a situação é degradante para os bahá&#039;ís, a Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas revelou letra confidencial do comando das forças armadas do Irã de outubro de 2005  que diz sobre identificar Bahá&#039;ís e monitorar suas atividades&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.unhchr.ch/huricane/huricane.nsf/view01/5E72D6B7B624AABBC125713700572D09?opendocument tratamento aos seguidores da Fé Bahá&#039;í no Irã](visitado a 26/12/2006)&amp;lt;/ref&amp;gt; e em novembro de 2005 os jornais &#039;&#039;state-run&#039;&#039; e &#039;&#039;influential Kayhan&#039;&#039;, cujo editor é apontado como sendo controlado pelo líder supremo do Irã, Ayatollah Khamenei, publicaram perto de 13 dúzias de artigos que difamam a Fé Bahá&#039;í.&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.bahai.org/iranthreat/mediaattacks The Bahá&#039;ís], Lista e Análise de recentes ataques da Mídia no Irã (visitado a 26/12/2006)&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devido a estas ações, a Comissão de Direitos Humanos da ONU em 20 de março de 2006 delcara que &amp;quot;as informações adquiridas como resultado do monitoramento será usado como base para aumentar a perseguição, e discriminação contra membros da Fé Bahá&#039;í, em violação aos padrões internacionais.&amp;quot; Ainda segundo a instituição, os últimos acontecimentos indicam que a situação em relação às minorias religiosas no Irã estão piorando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ONU, bem como órgão Supremo da Fé Bahá&#039;í, A Casa Universal de Justiça, tem realizado esforços para diminuir a violência e discriminação religiosa em muitos países, especialmente no Irã.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Notas==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
* [[´Abdu&#039;l-Bahá]]. O Segredo da Civilização Divina. 1.ed. Editora Bahá&#039;í do Brasil, 2003. 137 p.&lt;br /&gt;
* Esslemont, John E.. Bahá&#039;u&#039;lláh e a nova era. 7.ed. São Paulo, SP: Editora Bahá&#039;í do Brasil, 1928. 290 p.&lt;br /&gt;
* [[Bahá&#039;u&#039;lláh]]. Epístolas de Bahá&#039;u&#039;lláh: Reveladas após o Kitáb-i-Aqdas. 2.ed. Editora Bahá&#039;í do Brasil, 1983. 301 p.&lt;br /&gt;
* [[´Abdu&#039;l-Bahá]]. Esplendor da Verdade. Editora Bahá&#039;í do Brasil, .&lt;br /&gt;
* Sears, William. Quando o Coração Grita: O Genocídio dos Bahá&#039;ís no Irã. Editora Bahá&#039;í do Brasil, . 234 p.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ligações externas==&lt;br /&gt;
*[http://pt.bahai.org Comunidade Bahá&#039;í de Portugal], Site oficial de Portugal&lt;br /&gt;
*[http://www.bahai.org.br Comunidade Bahá&#039;í do Brasil], Site oficial do Brasil&lt;br /&gt;
*[http://www.bahai.org.br/oracao Orações Bahá&#039;ís], Site com Orações Bahá&#039;ís&lt;br /&gt;
*[http://info.bahai.org/article-4-2-0-1.html A Fé Bahá&#039;í], Link para versão português no site oficial Bahá&#039;í internacional&lt;br /&gt;
*[http://bahai.org The Bahá&#039;ís], Página representando a Comunidade Internacional Bahá&#039;í&lt;br /&gt;
*[http://www.bbc.co.uk/religion/religions/bahai/ BBC - Religion &amp;amp; Ethics], BBC sobre a religião&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Religiões]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Bahá’í Faith]]&lt;br /&gt;
[[fr:Foi bahá’íe]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<updated>2008-11-12T20:50:32Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Bot: Bot:  Modificando: en:Mullá Ḥusayn&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Mullá Husayn&#039;&#039;&#039;(1813-1849) é um discípulo escolhido pelo [[Báb]] como a primeira [[Letras da Vida|Letra da Vida]]. Foi estudante de [[Siyyid Kázim]] (estudante do Alcorão, que preparava as pessoas para vinda do Profeta Prometido) por nove anos. O Báb (a Porta) deu a Mullá Husayn o título de Bábu&#039;l-Báb (a porta da Porta), por ser o primeiro a Nele acreditar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboço-bahá&#039;í}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Letras da Vida]]&lt;br /&gt;
[[category:Mártires]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Mullá Ḥusayn]]&lt;br /&gt;
[[fr:Mullá Husayn]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Bot: Bot:  Modificando: en:Riḍván&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Ridván&#039;&#039;&#039; (Árabe:رضوان) é um festival de doze dias da religião [[Fé Bahá&#039;í|Bahá&#039;í]], é uma celebração à proclamação de [[Bahá&#039;u&#039;lláh]] no Jardim de Ridván (&amp;quot;Paraíso&amp;quot;). Começa no pôr-do-sol de 20 de abril e continua até o por-do-sol de 2 de maio. O trabalho e estudo é suspenso no primeiro dia (21 de abril), nono (29 de abril) e décimo segundo dia (2 de maio).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Riḍván&amp;quot; significa paraíso, e é nomeado devido ao Jardim de Ridván, localizado em Bagdá onde Bahá&#039;u&#039;lláh permaneceu por doze dias sendo que depois o Império Otomano o exilou de Bagdá para Constantinopla.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o festival Bahá&#039;í mais sagrado, e também é referido como &amp;quot;O Festival Mais Grandioso&amp;quot; e o &amp;quot;Rei dos Festivais&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboço-bahá&#039;í}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Eventos Sagrados]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Riḍván]]&lt;br /&gt;
[[fr:Ridván]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Apóstolos de Bahá&#039;u&#039;lláh</title>
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		<updated>2008-11-12T20:49:42Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Bot: Bot:  Modificando: en:Apostles of Bahá’u’lláh, fr:Apôtres de Bahá&amp;#039;u&amp;#039;lláh&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Os Apóstolos de Bahá&#039;u&#039;lláh&#039;&#039;&#039; eram os dezenove seguidores eminentes de [[Bahá&#039;u&#039;lláh]], fundador da [[Fé Bahá&#039;í]]. Os apóstolos foram designados nesta posição por [[Shoghi Effendi]], guardião da [[Fé Bahá&#039;í]], e a lista foi incluída no The Bahá&#039;í World, Vol. III (pg. 80-81).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes indivíduos tomaram um papel vital no desenvolvimento da Fé de Bahá&#039;u&#039;lláh, consolidando seus aderentes e trazendo seus ensinos em torno do mundo. Para os Bahá&#039;ís, definiram um papel semelhante aos filhos de Jacó, apóstolos de [[Jesus]], os companheiros de [[Muhammad]], ou as Letras do Vivente do [[Báb]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Apostles of Bahá’u’lláh==&lt;br /&gt;
[[Image:Apostles of Baha.jpg|thumb|right|400px|&amp;lt;center&amp;gt;Os 19 Apóstolos de Baha&#039;u&#039;llah&amp;lt;/center&amp;gt;]]&lt;br /&gt;
#[[Mírzá Músá]]&lt;br /&gt;
#[[Badí&#039;]]&lt;br /&gt;
#[[Núrayn-i-Nayyirayn|Sultánu&#039;sh-Shuhada&#039; (King of Martyrs)]]&lt;br /&gt;
#[[Hájí Amín]]&lt;br /&gt;
#[[Mírzá Abu&#039;l-Fadl]]&lt;br /&gt;
#[[Varqá]]&lt;br /&gt;
#[[Mírzá Mahmúd]]&lt;br /&gt;
#[[Hají Ákhúnd]]&lt;br /&gt;
#[[Nabíl-i-Akbar]]&lt;br /&gt;
#[[Vakílu&#039;d-Dawlih]]&lt;br /&gt;
#[[Ibn-i-Abhar]]&lt;br /&gt;
#[[Nabíl-i-A&#039;zam]]&lt;br /&gt;
#[[Kázim-i-Samandar|Samandar]]&lt;br /&gt;
#[[Mírzá Mustafá]]&lt;br /&gt;
#[[Mishkín-Qalam]]&lt;br /&gt;
#[[Adíb]]&lt;br /&gt;
#[[Shaykh Muhammad-&#039;Alí]]&lt;br /&gt;
#[[Zaynu&#039;l-Muqarrabín]]&lt;br /&gt;
#[[Ibn-i-Asdaq]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Apóstolos de Bahá&#039;u&#039;lláh|*]]&lt;br /&gt;
[[category:Individualidades Bahá&#039;ís]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Apostles of Bahá’u’lláh]]&lt;br /&gt;
[[fr:Apôtres de Bahá&#039;u&#039;lláh]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bot</name></author>
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	<entry>
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		<title>Bayán Persa</title>
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		<updated>2008-11-12T20:49:32Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Bot: Bot:  Removendo: en:Persian Bayán&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O &#039;&#039;&#039;&#039;&#039;Bayán Persa&#039;&#039;&#039;&#039;&#039; (Persa:بیان) é o livro sagrado da Fé Babi e a principal obra de seu fundador, o [[Báb]]. Seu título quer dizer, &amp;quot;A Exposição&amp;quot; e foi escrito em persa pelo Báb enquanto era prisioneiro na fortaleza conhecida como Máh-Kú. O Bayan Persa é composto de nove Vahíds (Unidades) com dezenove capítulos cada uma perfazendo um total de oito mil versículos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trata-se de um monumental repósitório de leis cujos objetivos principais era:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Revogar leis do Islamismo, embora sustentando a missão divina de [[Maomé]]. Do mesmo modo que Maomé, antes reconheceu a origem divina de Jesus Cristo, mas abrrogou alguns preceitos do evangelho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Fornecer uma interpretação revolucionária para o significado de certos termos e figuras que ocorreram freqüentemente nos livros sagrados de eras anteriores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Tecer os mais nobres elogios para &amp;quot;&#039;&#039;Aquele que Deus tornará Manifesto.&#039;&#039;&amp;quot; , preparando assim seus seguidores a reconhecê-lo e recebé-lo quando Ele chegar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboço-bahá&#039;í}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Obras do Báb]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[fr:Bayán]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bot</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Ep%C3%ADstola_ao_Filho_do_Lobo&amp;diff=707</id>
		<title>Epístola ao Filho do Lobo</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=Ep%C3%ADstola_ao_Filho_do_Lobo&amp;diff=707"/>
		<updated>2008-11-12T20:45:52Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Bot: Bot:  Adicionando: fr:Lawh-i-Ibn-i-Dhib&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:Epístola ao Filho do Lobo.jpg|100px|left]]&lt;br /&gt;
A &#039;&#039;&#039;Epístola ao Filho do Lobo&#039;&#039;&#039; é o último maior trabalho de [[Bahá&#039;u&#039;lláh]], fundador da [[Fé Bahá&#039;í]], antes de morrer em 1892. Trata-se de uma carta escrita para um muçulmano clérigo, um oponente violento dos Bahá&#039;ís, que com seu pai (chamado por Bahá&#039;u&#039;lláh como &amp;quot;Lobo&amp;quot;), também um clérigo muçulmano, executou grande número de Bahá&#039;ís.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboço-bahá&#039;í}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Obras de Bahá&#039;u&#039;lláh]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[en:Epistle to the Son of the Wolf]]&lt;br /&gt;
[[fr:Lawh-i-Ibn-i-Dhib]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bot</name></author>
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		<id>https://pt.bahaipedia.org/index.php?title=L%C3%ADngua_auxiliar&amp;diff=704</id>
		<title>Língua auxiliar</title>
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		<updated>2008-11-12T20:40:25Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Bot: Bot:  Removendo: en:Auxilary language&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Uma &#039;&#039;&#039;língua auxiliar&#039;&#039;&#039; é um princípio adotado pela [[Fé Bahá&#039;í]] para que, com o objetivo de estabelecer relações mais estreitas entre os povos e as nações do mundo, capacite o concretização da unidade mundial. Ao ser adotada uma língua, todas as pessoas do mundo devem aprender a nova língua, por ser auxiliar, a língua nativa não é excluída.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Propósito==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ensinamento principal da Fé Bahá&#039;í é a [[unidade da humanidade]], e Bahá&#039;u&#039;lláh chamou para a adoção de uma língua auxiliar universal como um dos meios para promover a unidade. Os escritos Bahá&#039;ís indicam que a falta de uma comunicação entre povos de línguas diferentes pode diminuir os esforços para a paz do mundo devido aos mal-entendidos no idioma, e que adotar uma língua auxiliar internacional ajudaria a reduzir o número de mal-entendidos, e facilitaria a transição para uma sociedade global. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso de uma língua auxiliar especificada por Bahá&#039;u&#039;lláh não é um mandato para a uniformidade cultural, sendo que os ensinamentos Bahá&#039;ís valorizam e promovem a diversidade cultural. De preferência, cada território manteria sua própria língua materna, assim protegendo sua identidade cultural, e aprenderia em adição uma língua auxiliar internacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fontes dos escritos Bahá&#039;ís==&lt;br /&gt;
Adotar uma língua auxiliar comum é vista como integral à paz e à prosperidade do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;O sexto Ishráq [Esplendor] é a união e a concórdia entre as crianças dos homens. Desde o começo do tempo a luz da unidade iluminou o seu esplendor divino em cima do mundo, e os grandes meios para a promoção dessa unidade são que os povos do mundo possam compreender a escrita e o dialágo de cada um. Em Epístolas anteriores Nós ordenamos os Fideicomissários da Casa de Justiça para ou escolher uma língua entre dos aqueles atualmente existente ou adotar uma nova, e da mesma maneira selecionar uma escrita comum, ambos deverão ser ensinados em todas as escolas do mundo. Assim a terra será considerada como um só país e um só lar. A fruta mais gloriosa da árvore do conhecimento é esta palavra exaltada: De uma árvore todos são seus frutos, e de um ramo as folhas. Não deve o homem se vangloriar do amor à pátria, ao invés deve ele se vangloriar do amor à sua espécie. No tocante a isso, temos anteriormente revelado o que é o meio da reconstrução do mundo e da unidade das nações. Bem-aventurados aqueles que a isso atingem. Bem-aventurados os que agem desta forma.&amp;quot;&amp;lt;ref&amp;gt;[[Bahá&#039;u&#039;lláh]],Epístolas de Bahá&#039;u&#039;lláh, pp. 127-18 &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;O dia está aproximando-se quando todos os povos do mundo terão adotado uma língua universal e uma escrita comum. Quando isto for alcançado, a qualquer cidade que um homem possa viajar, será como se tivesse entrantando em seu próprio lar.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Idioma==&lt;br /&gt;
Nenhuma das várias [[Administração Bahá&#039;í|autoridades Bahá&#039;ís]] tem especificado qual o idioma que deveria ser usado como língua auxiliar internacional. [[Bahá&#039;u&#039;lláh]] e o [[´Abdu&#039;l-Bahá]] mencionaram a virtude no árabe, no esperanto e no inglês. Compreende-se por Bahá&#039;ís que a língua será selecionada no futuro, por um comitê apontado cujos os membros sejam investidos com esta autoridade pelos governos do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Unidade na diversidade==&lt;br /&gt;
O ensinamento Bahá&#039;í em uma língua auxiliar internacional de nenhuma maneira prevê o declínio de alguma língua ou cultura viva, e não encarrega da uniformidade cultural. Os ensinamentos Bahá&#039;ís valorizam e promovem a diversidade cultural por mencionar que deve haver uma &#039;&#039;unidadade na diversidade&#039;&#039;. O termo &amp;quot;auxiliar&amp;quot; significa que uma língua internacional será ensinada em adição a uma língua nativa:&lt;br /&gt;
&amp;quot;Nas gerações a seguir, duas línguas serão ensinadas nas escolas, uma a língua nativa, e o outro a língua auxiliar internacional.&amp;quot;&amp;lt;ref&amp;gt;[[´Abdu&#039;l-Bahá]],Filosofia Divina, pp. 145&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Línguas de utilidade atual==&lt;br /&gt;
Dentro da estrutura Bahá&#039;í internacional, dois idiomas tem se tornado dominantes para a comunicação internacional: o inglês e o persa; apesar de os bahá&#039;ís serem informados de conduzir as reuniões locais e nacionais e a correspondência de acordo com seu idioma local, a correspodência internacional está sendo conduzida maioria das vezes nesses dois idiomas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A opção do inglês e do persa foi escolhida por razões óbvias. O inglês tem se tornado a língua mais dominante internacionalmente em viagens e negócios, e maioria das comunidades Bahá&#039;ís ao redor do mundo tem alguns aderentes que falam o Persa, devido a origem da Fé ser na Pérsia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A predominância e o uso destas duas línguas não significa implicar promoção de uma delas como a língua auxiliar internacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ligações externas==&lt;br /&gt;
*[http://bahai-library.com/forum/viewtopic.php?t=185&amp;amp;postdays=0&amp;amp;postorder=asc&amp;amp;start=0 Língua auxiliar] tópico em inglês coletado do baha&#039;i-library.com com citações dos escritos Bahá’ís.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Ensinamentos]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Bot</name></author>
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